Ir para conteúdo
Siscomex - Comércio Exterior
  • Cadastre-se

Todas Atividades

This stream auto-updates     

  1. Today
  2. São Paulo – Está difícil trabalhar na Copa do Mundo 2018? Você não é o único. Com cerca de três jogos por dia, bolões e festas, o rendimento dos funcionários brasileiros tende a cair durante o campeonato esportivo, principalmente nos dias de jogo do Brasil, que joga contra a Costa Rica, amanhã às 9h. De acordo com uma pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, o rendimento irá cair para 46% dos entrevistados nos dias em que o Brasil estará em campo. Para 51%, o rendimento irá se manter e, para 3%, irá melhor. A pesquisa entrevistou 387 profissionais responsáveis pelo recrutamento dentro das empresas e 387 profissionais qualificados. Nos dias em que a seleção brasileira irá jogar, o número de faltas também deve aumentar para 19% dos entrevistados. Para 77% irá se manter e, para 5%, irá diminuir. A torcida pela Copa é nacional. Não há diferença em relação à queda de desempenho entre as regiões brasileiras, afirma Maria Sartori, gerente sênior de recrutamento da Robert Half. O impacto é ainda maior por conta do horário dos jogos da Seleção Brasileira, que coincidem com os turnos de trabalho da maior parte dos funcionários. A próxima partida, contra a Costa Rica, está marcada para amanhã, às 9h. Já a disputa com a Sérvia ocorrerá no dia 27, às 15h. “O funcionário já vai trabalhar sabendo que irá parar no meio do dia por conta do jogo e perde o foco no restante do dia”, diz Sartori. Essa pausa impacta muito mais que o tradicional café da tarde ou mesmo um intervalo para descontração, jogos e videogame, promovido por algumas empresas mais descoladas. Isso porque a cabeça dos funcionários já estará focada no jogo durante todo o dia, de acordo com a gerente. A atuação da empresa Diante da queda de foco e desempenho nos dias de jogo, qual é a melhor saída para a companhia? Sartori afirma que proibir que os colaboradores de acompanhem as partidas não é a melhor saída. “Depende muito da necessidade de cada empresa, mas o ideal é que os líderes montem estruturas para que todos assistam aos jogos juntos”, aconselha. Para ela, quando todos torcem juntos, melhora o senso de trabalho em equipe. Além disso, a pessoa não perde tempo com o deslocamento, como ocorre quando a empresa decide liberar o trabalho no horário da partida. A maioria, 41% dos entrevistados, irá liberar os funcionários no horário do jogo, para que eles assistam à partida fora da empresa, mas o expediente acontece normalmente nos outros períodos. Cerca de 30% das empresas terá uma televisão para que todos assistam aos jogos e 6% dispensaram os colaboradores totalmente nos dias de jogo. Os 23% restantes não irão parar a operação. Nas regiões mais industrializadas, como Campinas ou o ABC paulista, a programação é diferente, afirma. Mais empresas irão instalar televisões ou programar uma festa coletiva no horário do jogo em vez de liberar os funcionários, pois a presença deles no local é imprescindível para o trabalho. Veja também NEGÓCIOSA camisa amarela do Brasil perdeu espaço – e é culpa da política15 jun 2018 - 08h06 CARREIRA - VOCÊ S/AAs regras de etiqueta para nunca quebrar ao ver jogos da Copa no trabalho18 jun 2018 - 15h06 Ler artigo completo
  3. São Paulo – Leia as principais notícias desta quinta-feira (21) para começar o dia bem informado: As quentes do dia Admirador de Trump, Bolsonaro tenta se aproximar de Trumo. Segundo jornal Folha de S. Paulo, a família do presidenciável tenta pavimentar um caminho de acesso para que um encontro com o chefe de estado dos EUA aconteça entre o 1º e 2º turnos da eleição. BC diz que próximos passos continuarão dependendo da atividade econômica. Copom decidiu manter taxa básica de juros em 6,50%; é a segunda manutenção consecutiva da taxa após 12 cortes seguidos, realizados desde outubro de 2016. Deputados aprovam projeto que cria isenções para transportadora. Projeto prevê até alíquota zero em tributos como IPI e PIS/Cofins para renovação da frota de caminhões. Política e mundo CVM abre processo contra Dilma e mais 11 por irregularidades em Pasadena. Medida se baseia em inquérito administrativo aberto pela autarquia no final de 2014, após denúncias de irregularidades na compra de refinaria. Senado aprova acordo tributário com Argentina. Texto aborda uma série de questões, incluindo capital formado por bens imóveis e móveis, além de navios, aeronaves ou veículos de transporte terrestre. Câmara aprova Texto-base de PL que permite venda de campos no pré-sal. Texto diz que campos cedidos pela União à Petrobras podem ser negociados, desde que preservada a participação da estatal em, no mínimo, 30% do consórcio. Presidente da Coreia do Sul vai à Rússia. Essa é a primeira vez que um presidente sul-coreano visita o país desde 1999. Encontro entre Moon Jae-in e o presidente russo Vladmir Putin tem como foco a discussão para cooperação econômica. Enquanto você desligou… Braskem normaliza operações após greve dos caminhoneiros. Petroquímica havia anunciado que paralisação afetou parcialmente suas operações. Resultados da Micron superam estimativas, com forte demanda por chips. Lucro líquido da fabricante de chips subiu para US$ 3,82 bilhões no trimestre encerrado em 31 de maio. Agenda Nesta quinta-feira, sai o IPCA-15 de junho. Nos Estados Unidos, os destaques são o índice de atividade industrial Fed Filadélfia e o relatório de empregos Fed Filadélfia no mês. Já na zona do euro, serão divulgados os dados de confiança do consumidor em junho. Ler artigo completo
  4. Siscomex (robô)

    [EXAME] Agibank: o banco digital que o mercado não quis

    O banco gaúcho Agibank deveria apresentar nesta quinta-feira o preço final de suas ações para a estreia na bolsa, prevista para a próxima segunda-feira. Mas a ambiciosa proposta fracassou. Um misto de grande volatilidade na bolsa e a insegurança dos investidores com o modelo de negócios da empresa foram os responsáveis por fazer o Agibank adiar a sua oferta (citando apenas as famosas “condições do mercado”). O país de fato vive momentos conturbados. Mas não é tão difícil entender porque investidores não quiseram pagar o preço estipulado pela companhia, que a avaliaria em 9 bilhões de reais. Seria cerca de 20 vezes o seu patrimônio — enquanto o Itaú é negociado a 1,8 vez seu valor patrimonial. O Agiplan, criado em 1999 como uma financeira, mudou seu nome para Agibank há seis meses, para dar uma guinada digital com o objetivo de quintuplicar o número de correntistas neste ano. Fica difícil, portanto, avaliar em um espaço tão curto de tempo o potencial de crescimento da nova empresa. De longe, o Agibank parece mais um dos muitos bancos digitais que surgem por aí. De perto, no entanto, o modelo é diferente e, em alguns momentos, nada disruptivo (como propõem os bancos digitais ou outras fintechs). Com foco nas classes C e D, o Agibank tem o legítimo objetivo de trazer o universo dos bancos para pessoas desbancarizadas e ignoradas pelas grandes instituições. O caminho para isso, no entanto, passa pelo oferecimento de empréstimos e créditos consignados com altas taxas de juros (para compensar a conta da inadimplência). Juros menores é uma das principais bandeiras da maioria das fintechs, que focam em trazer melhores condições para seus clientes do que os grandes bancos. “As fintechs buscam entrar em segmentos que os grandes bancos não fazem tão bem e oferecer alternativas para os clientes. O Agibank tem um modelo de negócios difícil de entender porque eles pegam um público que não parece interessar nem aos grandes bancos”, diz Tiago Reis, da casa de análises Suno Research. Juros altos vão até mesmo contra o trabalho atual do Banco Central, que tem adotado cada vez mais medidas para reduzir juros nos mais variados serviços bancários. Pesa ainda para o modelo da companhia o fato de o Ministério Público ter entrado, no fim de maio, com um processo acusando o Agibank de “práticas como a retenção automática de saldos em conta-corrente de aposentados, pensionistas e pessoas de baixa renda, sob o pretexto de que tarifas e parcelas de empréstimo consignado estariam em atraso.” Até aqui, os altos juros com uma estratégia enxuta (poucas agências) trouxeram um retorno sobre o pratimônio (ROE) — usado para avaliar a atratividade de um banco — de 44% ao Agibank. O maior banco privado do país, Itaú, o ROE está em 22,2%. Vendo que não conseguiriam fazer a oferta de ações decolar na faixa de preço estabelecida (13,87 a 16,95 reais), os bancos coordenadores baixaram o preço para a faixa entre 11,50 a 13 reais. O esforço não foi suficiente. O adiamento dificulta uma nova tentativa antes das eleições presidenciais, o que dá ao Agibank mais um tempo para apresentar mais resultados e, quem sabe, explicar melhor seus números e previsões para potenciais investidores. Até lá, por outro lado, a concorrência com outros bancos digitais deve estar ainda mais acirrada. Veja também PMEComo a maior fintech do mundo fez a China ser uma nação sem dinheiro7 jun 2018 - 17h06 SEU DINHEIROBanco Agiplan vira digital, muda nome e acaba com tarifa mensal26 jan 2018 - 08h01 Ler artigo completo
  5. Trump recua e assina ordem Pressionado por aliados e opositores, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou, nesta quarta-feira, uma ordem para que as famílias imigrantes não sejam mais separadas ao entrar nos Estados Unidos. No início da semana, divulgações de reportagens e de vídeos chocantes sobre os campos de concentração em que crianças imigrantes eram mantidos apartados dos pais na fronteira americana levantaram uma enxurrada de críticas e viraram a mais nova de tantas polêmicas sociais do governo Trump. Estima-se que 2.300 menores de idades foram separados de suas famílias nas últimas cinco semanas. Entre as crianças estão 49 brasileiras, segundo o cônsul-geral adjunto do Brasil, em Houston, Felipe Santarosa, que concedeu entrevista à Empresa Brasil de Comunicação. Delações com a polícia valendo Por 10 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quarta-feira a validade da autorização legal para que delegados das polícias Civil e Federal possam negociar delações premiadas, conforme previsto na Lei de Organizações Criminosas (12.850/2013). Para os ministros, delegados podem usar os depoimentos de colaboração como instrumento de obtenção de provas durante a investigação. A decisão terá impacto nas delações de investigados na Operação Lava-Jato que não conseguiram assinar acordos com a força-tarefa de procuradores do Ministério Público e tentaram acordo com a Polícia Federal, como o publicitário Duda Mendonça e o ex-ministro Antonio Palocci. Com a decisão do STF, a Justiça poderá decidir sobre a homologação dos acordos. A norma foi questionada no Supremo pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2016. Na ocasião, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot alegou que a possibilidade de a PF realizar acordos enfraquece a atribuição exclusiva do Ministério Público (MP) de oferecer denúncia contra criminosos. Mais um problema para Temer O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, atendeu ao pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e autorizou a inclusão da colaboração premiada do corretor Lúcio Funaro no inquérito que mira o presidente Michel Temer e investiga suspeitas de irregularidades em torno do decreto dos Portos. Com a inclusão no inquérito, a delação de Funaro poderá ser utilizada para corroborar as investigações em curso e fundamentar uma eventual denúncia de Raquel Dodge contra o presidente. O inquérito, de relatoria de Barroso, apura se a Rodrimar foi beneficiada pelo decreto assinado por Temer em maio do ano passado, que ampliou de 25 para 35 anos as concessões do setor, prorrogáveis por até 70 anos. Funaro afirmou, em delação, que Temer tem negócios com a empresa Rodrimar e por isso influenciou diretamente a aprovação do decreto. Acordo amigo A Odebrecht admitiu ter formado um cartel com mais 11 empresas para fraudar sete licitações de obras viárias na cidade de São Paulo no valor de 4 bilhões de reais durante 2008 e 2011 na gestão do hoje ministro Gilberto Kassab (PSD). A empresa firmou um acordo com o Ministério Público do Estado de São Paulo para indenizar o município em 7 milhões de reais (a ser pagos em 22 anos). O acordo favorece a Odebrecht ao permitir que, caso a prefeitura decida recuperar o projeto, a empreiteira retome o contrato que ela mesma admitiu ter conquistado de maneira fraudulenta, sem necessidade de nova licitação pública. Corrigido pela inflação, o valor do contrato chega a 740 milhões de reais. Em 2011, a prefeitura contratou um consórcio capitaneado pela Odebrecht para construir um trecho do túnel Roberto Marinho. Em 2013, suspeitas de superfaturamento levaram à suspensão do projeto em 2013, após a chegada do petista Fernando Haddad à prefeitura. De acordo com a promotoria do estado, o esquema para fraudar a licitação foi chefiado pelo ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, com a participação do ex-secretário de Infraestrutura e braço direito de Kassab no ministério Elton Santa Fé Zacarias. Eles teriam cobrado 5% de propina sobre o valor dos contratos. Bolsonaro líder em SP Levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que o deputado federal Jair Bolsonaro é o candidato favorito dos paulistas para assumir a Presidência da República. De acordo com a sondagem, que ouviu 2.000 eleitores no estado de São Paulo entre os dias 13 e 18 de junho, o pré-candidato do PSL soma 21,4% das intenções de voto, empatado com os brancos e nulos, que somam 21%. Em segundo, aparece o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), com 18,4%, e Marina Silva (Rede), com 11,7%. Caso o ex-presidente Lula (PT) participe das eleições de outubro, ele terá 19,5% dos votos, ante 20,6% de Bolsonaro. Alckmin tem 16,7% e Marina 9%. Nesse cenário, brancos e nulos somam 16,6%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. Fux: um novo encontro O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmou, nesta quarta-feira, que representantes dos caminhoneiros e das empresas que contratam o transporte de cargas concordaram sobre um novo encontro na quinta-feira da semana que vem. O acordo ocorreu após uma reunião de conciliação proposta pelo próprio ministro, numa nova tentativa de encerrar o embate sobre os preços de frete. Ainda segundo Fux, está mantida a decisão de suspender todos os processos e efeitos de liminares que questionem a tabela de fretes, considerada inconstitucional pelos contratantes de transporte por ferir regras do livre mercado e, caso não haja um consenso sobre o preço intermediário, uma audiência pública com técnicos da área será realizada. Mais férias na BRF A companhia de alimentos BRF informou ao Grupo Estado que concederá férias coletivas em quatro unidades da empresa localizadas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo, 5.600 funcionários terão as atividades suspensas nas linhas de produção de frango. Segundo a BRF, “a decisão leva em conta a necessidade de ajustes para atender à demanda atual, agravada pela recente greve dos caminhoneiros”, que parou o tráfego de cargas por mais de dez dias no fim de maio. As unidades vêm sendo notificadas das férias desde a segunda-feira dia 18. PagSeguro tem nova promessa A empresa brasileira de conteúdo UOL afirmou, nesta quarta-feira, que se comprometeu a não vender as ações da companhia PagSeguro nos próximos 12 meses. Controlador da credenciadora de cartões, o UOL assinou uma cláusula de “lock up”, depois de investidores reagirem negativamente a um anúncio de que uma nova oferta à PagSeguro poderia movimentar até 1,2 bilhão de dólares. A oferta ocorre menos de seis meses após a abertura de capital na bolsa de Nova York. Com o anúncio da oferta, as ações da companhia registraram uma queda de 14,6% na terça-feira. FMI aprova acordo com Argentina A diretoria do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou, nesta quarta-feira, um acordo de financiamento de 50 bilhões de dólares para a Argentina. De acordo com o FMI, haverá um desembolso imediato de 15 bilhões de dólares ao governo do país, e 35 bilhões de dólares adicionais estarão sujeitos a revisões trimestrais pelo conselho. Em maio, o governo da Argentina procurou o fundo após uma queda na moeda local. O governo de Macri se comprometeu a acelerar seus esforços para reduzir o déficit orçamentário como parte do acordo. O FMI informou que as autoridades argentinas usarão metade do desembolso inicial, ou 7,5 bilhões de dólares, para financiar o orçamento. O Tesouro e o Ministério da Fazenda vão vender esses fundos nos mercados de câmbio em leilões diários previamente anunciados. Retrocesso migratório O Parlamento da Hungria aprovou, nesta quarta-feira, uma lei que castiga com até um ano de prisão as pessoas que ajudarem imigrantes em situação irregular. A maioria do partido governante, o Fidesz, dirigido pelo primeiro-ministro nacionalista Viktor Orbán, apoiou a legislação apesar das críticas e das solicitações, por parte de organizações humanitárias húngaras e estrangeiras, para que retirasse o projeto de lei. Além da lei, o Parlamento aprovou uma emenda constitucional contra o sistema europeu de realocação de refugiados entre os países da União Europeia (UE). As emendas aprovadas proíbem o assentamento de cidadãos não húngaros na Hungria – com exceção dos europeus –, e também declara que a composição da população do país não pode ser modificada “mediante uma vontade externa”. A lei foi aprovada no Dia Mundial do Refugiado. Nova oferta da Disney A companhia de mídia Walt Disney elevou a oferta para comprar ativos da empresa americana de meios de comunicação Twenty-First Century Fox, nesta quarta-feira. Agora a oferta está em 71,3 bilhões de dólares, incluindo ainda componente em dinheiro na proposta, numa tentativa de superar os 65 bilhões de dólares ofertados pela americana Comcast na semana passada. A nova oferta em dinheiro ou ações também é um incentivo para o maior acionista da Fox, o bilionário Rupert Murdoch, uma vez que a venda da companhia terá uma grande cobrança tributária. Disney e Comcast estão disputando os ativos de televisão e cinema da Fox em um momento em que as companhias tradicionais de mídia estão enfrentando competição mais intensa de rivais online, como a Netflix, que vendem conteúdo diretamente aos consumidores. Ler artigo completo
  6. Siscomex (robô)

    [EXAME] Temer visita abrigos para venezuelanos em Roraima

    O presidente Michel Temer desembarca nesta quinta-feira em Roraima para visitar abrigos e acompanhar as ações de acolhimento aos imigrantes e refugiados venezuelanos. Com o agravamento da crise humanitária e econômica na Venezuela, que sofre com desabastecimento de alimentos e remédios, milhares de pessoas têm deixado o país. Nos últimos cinco meses, 416 venezuelanos cruzaram todos os dias a fronteira com o estado em busca de abrigo no Brasil. “O povo irmão da América do Sul atravessa um momento preocupante e não há espaço para hesitações”, afirmou Temer, durante a cúpula do Mercosul, em Assunção, capital do Paraguai, no início desta semana (inicialmente, a viagem estava prevista para terça). Reportagem de EXAME mostrou que o número de venezuelanos que entraram em Roraima já é 55% maior nos cinco primeiros meses de 2018 do que em todo o ano de 2017. De acordo com a sondagem, realizada pelo Exército e pela prefeitura de Boa Vista, dos 12.000 venezuelanos que entram por mês em Roraima, 22% (equivalente a 2.700 pessoas) permanecem na capital. Hoje, a cidade conta com 25.000 refugiados da Venezuela. Em abril, o estado chegou a entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo o fechamento temporário da fronteira com a Venezuela e ações imediatas do governo federal para conter a crise. Foi necessária a reunião do Mercosul para Temer decidir ir averiguar a situação com os próprios olhos. Ele irá à Pacaraima, cidade que faz divisa com a Venezuela, onde visitará o centro de triagem de imigrantes da Polícia Federal. Na capital Boa Vista, conhecerá um centro de atendimento aos imigrantes, que conta com o apoio dos governos federal e estadual e da Organização das Nações Unidas (ONU). “Continuamos vigilantes frente a uma deterioração humanística no quadro daquele país. No Brasil, temos recebido milhares e milhares de imigrantes venezuelanos que buscam uma vida melhor” afirmou Temer, em discurso proferido durante reunião de líderes do Mercosul. Segundo ele, o Brasil tem distribuído roupas e alimentos para os imigrantes. Em Assunção, os representantes do grupo assinaram uma declaração sobre a Venezuela, na qual confirmam a preocupação com a crise humanitária no país e pedem ao presidente Nicolás Maduro que atue para resolver o problema. Veja também BRASILMPF cobra explicações sobre atendimento a venezuelanos em São Paulo20 jun 2018 - 17h06 BRASILQuem são os venezuelanos que levaram o Brasil a nova fase migratória20 jun 2018 - 11h06 Ler artigo completo
  7. Siscomex (robô)

    [EXAME] Moon vai à Rússia para ver Putin e a Copa do Mundo

    Nos bastidores da Copa do Mundo, a política internacional não para na Rússia. Nesta quinta-feira, o presidente Vladimir Putin recebe o sul-coreano Moon Jae-in para discutir cooperação econômica e a nova dinâmica política da península coreana. “A Coreia do Sul é nosso segundo maior parceiro comercial na Ásia depois da China, é importante termos uma melhor integração econômica”, afirmou Igor Morgulov, diplomata e vice-ministro de Relações Exteriores. A visita de Moon foi um convite feito pelo próprio Putin. Apesar da importância econômica da Coreia do Sul, esta é a primeira vez que um presidente sul coreano vai à Rússia desde 1999. O convite de Putin tem relação com a crescente influência de Donald Trump na região, que após o encontro com o ditador norte coreano Kim Jong-un conseguiu abrir o caminho para uma eventual desnuclearização da península. Para Putin, estar bem posicionado diante das movimentações que acontecem no oriente é essencial. Segundo a Coreia do Sul, esse deve ser um assunto sobre a mesa nas conversas entre Moon e Putin e que os sul coreanos esperam que o encontro possa servir como “uma chance de aumentar a cooperação estratégica rumo à paz na região”. Mas o principal evento da Rússia em junho não fica fora da agenda. Moon foi um dos poucos líderes internacionais que aceitaram o convite de Putin para comparecer à Copa do Mundo — a chanceler alemã Angela Merkel, por exemplo, uma fã inveterada de futebol, ainda não confirmou sua presença, em razão de desentendimentos políticos com Putin. Moon tira o sábado para ir ao estádio de Rostov, onde acompanha a partida entre Coreia do Sul contra México. Dentro de campo, os mexicanos são favoritos. Nas tribunas, Moon assuntos mais importantes a tratar que a campanha sul-coreana na Copa. Veja também MUNDOCoreias concordam em competir juntas nos Jogos Asiáticos em agosto18 jun 2018 - 09h06 MUNDOEUA e Coreia do Sul vão suspender exercício militar conjunto, diz fonte18 jun 2018 - 19h06 MUNDOA Copa do Mundo já tem um vencedor: Vladimir Putin16 jun 2018 - 09h06 Ler artigo completo
  8. A Coreia do Norte pode parecer um terreno árido para os empresários. Mas fundadores entusiastas desafiaram a falta de tecnologia e de apoio para iniciar seus próprios empreendimentos, mesmo antes que a cúpula histórica desta semana em Cingapura criasse a perspectiva de mais oportunidades econômicas. Existe um site de comércio eletrônico chamado Manmulsang – que significa “a loja de tudo”, em um aceno à Amazon.com – e o Okryu, um serviço de compras pelo celular. Existe também um aplicativo de navegação, Gildongmu 1.0, que significa “amigo da estrada”. Os fundadores precisam superar alguns obstáculos incomuns. A única maneira que os clientes têm de conseguir aplicativos novos para o smartphone, por exemplo, é ir até uma loja física e fazer o download lá. É a App Store para autocratas. Ainda assim, a Coreia do Norte permitiu que milhares de cidadãos estudassem empreendedorismo, apesar do aparente conflito com as práticas sotas. Choson Exchange, um grupo sem fins lucrativos, treinou mais de 2.000 norte-coreanos em seu próprio país e em Cingapura nos últimos dez anos. Muito antes que Kim Jong-un admirasse o horizonte de Cingapura do edifício Marina Bay Sands antes da cúpula com o presidente dos EUA, Donald Trump, muitos compatriotas tomaram cerveja naquele mesmo lugar quando estavam de visita para frequentar aulas sobre empreendedorismo e capital de risco. Ian Collins, um instrutor australiano da Choson Exchange, realizou um workshop de quatro dias para 80 pessoas ao norte de Pyongyang, em novembro. Seus alunos aprenderam a desenvolver modelos de negócios e a apresentar suas ideias de negócios em discursos de elevador de três minutos – embora não estivesse claro se algum dia eles estariam em um elevador com um capitalista de risco. A falta de recursos desperta a engenhosidade. Vários estudantes criaram produtos móveis que usam energia solar. Outro grupo propôs tábuas de taekwondo que podem ser quebradas e remontadas mais de 100 vezes. “Eles eram provavelmente as pessoas mais ávidas e ansiosas com quem já conversei”, disse Collins. Os melhores estudantes frequentam as principais universidades do país, como a Universidade Kim Il-sung e a Universidade de Tecnologia Kim Chaek, onde aprendem os fundamentos da ciência da computação, embora o acesso à internet seja limitado. Eles frequentemente ganham prêmios em competições internacionais de codificação, e seus talentos ajudaram a Coreia do Norte a despontar como uma ameaça global à segurança cibernética. Jim Rogers, investidor veterano e presidente da Rogers Holdings, ficou surpreso ao ver as mudanças que estão ocorrendo no regime controlado estritamente. Sua maior surpresa foi durante uma visita a um mercado movimentado na cidade norte-coreana de Rason, há alguns anos, onde centenas de barracas vendiam produtos do mundo inteiro. “A Coreia do Norte está hoje onde a China estava no início dos anos 1980”, disse ele. “Tem todos os sinais – um mercado negro que estava se desenvolvendo e novas coisas estavam acontecendo. Todas essas coisas geralmente levam a um futuro muito empolgante.” Veja também PMEConcorrente do Nubank mira setor bilionário: os cartões de crédito de loja18 jun 2018 - 06h06 PMEComo abrir uma empresa (e morar) em Portugal15 jun 2018 - 06h06 Ler artigo completo
  9. São Paulo – Com centenas de vagas de trabalho para engenheiros e desenvolvedores, a Movile, dona do iFood, está selecionando profissionais da área de TI para dar um curso gratuito sobre tecnologia mobile. As inscrições vão até o dia 1º de julho e o objetivo é capacitar desenvolvedores de tecnologia Android, iOS e Backend de nível pleno e sênior. As aulas, aos sábados entre 14 de julho e 4 de agosto, somam 32 horas de treinamento presencial no escritório do iFood, em Campinas (SP). Os professores são espetas do mercado e os alunos também participam de desafios online entre uma aula e outra. São 45 vagas ao todo e o treinamento, chamado de Movile Next, é composto por três turmas simultâneas (Android, iOS e Backend) de 15 alunos, no máximo. De acordo com o regulamento, para se candidatar é preciso ter no mínimo quatro anos de experiência profissional e prática na área e conhecimento intermediário ou avançado no tema de estudo escolhido. O processo seletivo terá avaliação de perfil e testes de nivelamento. As inscrições podem ser feitas pelo site Movile Next. Empresa vai recrutar 600 profissionais até março de 2019 O grupo Movile cresce 60% ao ano há seis anos, muito por conta de fusões e aquisições. Além de seu app mais famoso o IFood, o grupo é hoje em dia é dono de marketplaces e aplicativos como Playkids, Maplink, Rapiddo Entregas. Com 1.600 funcionários e 15 escritórios em sete países. A promessa da empresa é contratar mais 600 engenheiros desenvolvedores, justamente focados nas áreas dos cursos oferecidos. Veja como se candidatar às vagas na Movile aqui. SERVIÇO: Data: 14, 21, 28/07 e 04/08 Inscrições: até 1º de julho pelo site Movile Next Local do curso: escritório do IFood em Campinas: Rua Jasmin, 660. Veja também NEGÓCIOSConheça o novo escritório descolado do iFood em Campinas11 abr 2018 - 06h04 Ler artigo completo
  10. São Paulo – Uma nova competição do BTG Pactual paga prêmios de até 20 mil reais pela criação de algoritmos de negociações de ativos financeiros. O concurso é da iniciativa Stratsphera, portal criado pelo banco para fomentar uma comunidade de Algo Trading no país. O objetivo da criação de códigos para lidar com ativos financeiros é eliminar a subjetividade humana nas decisões de movimentações financeiras de investidores individual (pessoa física). Algoritmos podem ser definidos como um conjunto de instruções lógicas finitas escritas em uma linguagem de programação. Por meio delas, tarefas podem ser realizadas automaticamente e em velocidade superior à dos humanos. Na primeira fase, que começa nesta semana e termina em 20 de julho, os participantes poderão criar e simular o desempenho dos seus algoritmos na plataforma da Stratsphera. A segunda etapa, que termina em 15 agosto, será o período de avaliação da performance dos algoritmos criados. O resultado será divulgado em 17 de agosto e os três primeiros colocados receberão prêmios de 20 mil reais, 15 mil reais e 10 mil reais, respectivamente. Para viabilizar o desenvolvimento dos algoritmos, a plataforma do BTG Pactual oferece um acervo de dados do mercado brasileiro e dos Estados Unidos. Com registros desde 2007, a biblioteca conta com informações como índices do Ipea e dados do Twitter. Programadores interessados podem se cadastrar no site da iniciativa do BTG. Ler artigo completo
  11. São Paulo — Autoridades, espetas, médicos e executivos do setor da saúde têm um encontro marcado na manhã desta quinta-feira em Brasília – o EXAME Fórum Saúde. O evento tem o tema “Viver mais e melhor – Como ampliar o acesso a saúde e prolongar a vida dos brasileiros”. Um dos destaques é uma palestra de Alexandre Kalache, médico gerontólogo e presidente do Centro Internacional da Longevidade. Ele vai abordar o envelhecimento da população brasileira e seu impacto no sistema de saúde. O EXAME Fórum Saúde Brasília terá também um debate sobre a inovação na indústria farmacêutica. Estarão nele Varley Dias Sousa, gerente geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Thiago Rodrigues Santos, diretor do Departamento do Complexo Industrial e Inovação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, e Pedro Bernardo, presidente da Interfarma. Os três vão discutir como os setores público e privado podem trabalhar conjuntamente para que os avanços em medicamentos beneficiem mais pessoas. Leandro Fonseca, diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, vai falar sobre o papel da saúde complementar na ampliação do acesso aos serviços. Por fim, haverá um debate sobre gestão de custos, produtividade e tecnologia no setor de saúde. Vão participar dele Adriano Caldas, presidente Johnson & Johnson Medical Devices, Denise Eloi, diretora-executiva do Instituto Coalizão Saúde, e Lídia Abdalla, presidente do Laboratório Sabin. O EXAME Fórum Saúde Brasília tem o patrocínio da Bristol-Meyers Squibb e conta com apoio do Ministério da Saúde e apoio institucional da Interfarma. Vai ser transmitido ao vivo na página de EXAME no Facebook e no site, das 9h às 12h30. Ler artigo completo
  12. Yesterday
  13. O diretor da organização Luta Pela Paz, Luke Downdney, criticou hoje (20) operação da Polícia Civil contra o crime organizado, no Complexo da Maré. Durante a ação, os agentes usaram um helicóptero e dispararam tiros de fuzil contra a comunidade. “É inaceitável e repugnante ver um helicóptero atirando em uma comunidade cheia de pessoas inocentes que não tem nada a ver com a violência que ocorre diariamente nas comunidades do Rio“, disse Downdney em sua conta no Facebook. A ação da polícia resultou na morte de seis pessoas. Um adolescente de 14 anos foi baleado na barriga e está internado em um hospital da rede de saúde estadual. O diretor da ONG disse ainda que os tiros foram disparados próximo a uma escola. “Acabei de testemunhar muitas mães com medo, correndo para a escola. Vocês podem imaginar seus filhos em uma escola, em uma creche, com um helicóptero atirando de bala de fuzil em cima deles? Como vocês se sentiriam? Como é aceitável que isso ocorra em uma comunidade do Rio de Janeiro hoje em dia”, questionou Luke Dowdney. Moradores relataram desde cedo, nas redes sociais, que o helicóptero blindado da Polícia Civil que dava apoio à operação para cumprir mandados de prisão no Complexo da Maré dava voos rasantes e os policiais da aeronave davam rajadas de tiros. A Agência Brasil procurou a Polícia Civil para comentar as críticas, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Veja também BRASILOperações levam pânico a moradores de favelas do Rio20 jun 2018 - 17h06 Ler artigo completo
  14. São Paulo – O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alencar Burti, acredita em manutenção da Selic até o fim deste ano. “Isso porque o ritmo da atividade econômica está fraco e deve seguir assim, uma vez que a taxa de desemprego e a capacidade ociosa ainda estão muito altas, o que não pressiona a inflação”, diz Burti, em nota divulgada nesta quarta-feira, 20. Ele considerou a decisão de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros em 6,50% ao ano, acertada, “visto que a inflação está bem abaixo do centro da meta”. Burti, que também preside a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), comenta ainda que “mesmo que a inflação suba, refletindo o aumento de preços dos alimentos resultante da paralisação dos caminhoneiros, ela continuará abaixo do centro da meta (4,5%)”. Veja também ECONOMIACopom decide manter taxa de juros em 6,5%20 jun 2018 - 18h06 ECONOMIACom Selic parada, Brasil tem 7º maior juro real do planeta20 jun 2018 - 18h06 Ler artigo completo
  15. Brasília – Pela segunda reunião consecutiva, os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiram, por unanimidade, manter a Selic (os juros básicos da economia) em 6,50% ao ano. Com isso, a taxa manteve-se no nível mais baixo da série histórica do Copom, iniciada em junho de 1996. No comunicado, o BC retirou a indicação usada em maio que sinalizava juros estáveis no futuro. Na decisão anterior, o comunicado citava que “para as próximas reuniões, o Comitê vê como adequada a manutenção da taxa de juros no patamar corrente”. A frase não consta do comunicado divulgado nesta noite. A decisão de hoje era largamente esperada pelos economistas do mercado financeiro. De um total de 49 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, todas projetavam manutenção da Selic em 6,50% ao ano. Parte dos economistas, no entanto, admitia que o cenário para a taxa básica estava mais incerto, em função da disparada do dólar ante o real nos últimos meses, da greve dos caminhoneiros iniciada no fim de maio e do próprio cenário internacional. O BC argumentou que o juro estável “é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2018 e, principalmente, de 2019”. Apesar do juro estável, o BC manteve a percepção de que a conjuntura econômica “prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural”. Ao tratar do futuro, o comunicado cita apenas que os próximos passos da política monetária “continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”. Não há menção, como visto em maio, de que o comitê entende como adequada “a manutenção da taxa de juros no patamar corrente”. No documento, o BC também atualizou suas projeções para a inflação. No cenário de mercado – que utiliza expectativas para câmbio e juros do mercado financeiro, compiladas no relatório Focus -, o BC alterou sua projeção para o IPCA em 2018 de 3,6% para 4,2%. No caso de 2019, a expectativa foi de 3,9% para 3,7%. No cenário de referência, em que o BC utilizou uma Selic fixa a 6,50% e um dólar a R$ 3,70 nos cálculos, a projeção para o IPCA em 2018 passou de 4,0% para 4,2%. No caso de 2019, o índice projetado foi de 4,0% para 4,1%. As projeções anteriores constaram na ata do encontro de maio do Copom. Veja também ECONOMIACopom decide manter taxa de juros em 6,5%20 jun 2018 - 18h06 ECONOMIACom Selic parada, Brasil tem 7º maior juro real do planeta20 jun 2018 - 18h06 Ler artigo completo
  16. Nova York – O Nasdaq fechou em alta recorde nesta quarta-feira, impulsionado por uma escalada entre empresas de tecnologia e consumo, enquanto o Dow Jones e o S&P 500 foram pressionados por preocupações com o aumento da tensão comercial entre China e Estados Unidos. O índice Dow Jones caiu 0,17 por cento, a 24.657 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,17 por cento, a 2.767 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,72 por cento, a 7.781 pontos. Twenty-First Century Fox subiu 7,5 por cento depois que a Walt Disney melhorou sua oferta para alguns dos ativos da empresa para 71,3 bilhões de dólares, tentando derrubar a oferta da Comcast. O S&P 500 encerrou uma série de perdas de três sessões, impulsionado pelos ganhos nas ações de mídia, que ajudaram no setor discricionário do consumidor de 0,5 por cento. Nomes do grupo conhecido como FAANG – Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google – avançaram. Com o Facebook subindo 2,3 por cento, a Alphabet ganhando 0,5 por cento e a Amazon.com em alta de 0,9 por cento. As ações dessas empresas foram relativamente pouco afetadas pelas preocupações comerciais, com quatro dos cinco nomes batendo recordes intradiários nesta quarta-feira. O setor de tecnologia do S&P avançou 0,3 por cento. As ações da Boeing, consideraras um termômetro para temores comerciais, subiram 0,5 por cento, depois de seis quedas consecutivas e mantiveram o Dow praticamente inalterado. A empresa tem planos para um novo jato para o mercado intermediário que pode entrar em operação em 2025. Ler artigo completo
  17. São Paulo – O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse nesta quarta-feira, 20, que tem a esperança de reverter as tarifas antidumping impostas pela China ao frango brasileiro, durante reunião do Brics que será realizada na África do Sul nesta sexta-feira, 22. A ideia do ministro é levantar a pauta durante o encontro ministerial, antecipando o assunto que será tratado no encontro entre os presidentes dos países que integram o bloco, previsto para julho. Maggi segue ainda hoje para o país africano para o encontro do grupo, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. As declarações do ministro foram dadas hoje, por áudio no Whatsapp distribuído pela assessoria de imprensa de Maggi, após a realização de um evento em Brasília. Segundo ele, uma missão chinesa virá ao Brasil para visitar três plantas brasileiras e conhecer os custos de produção. “Eles alegam que praticamos dumping, usando preços mais baixos de produção, o que não é verdadeiro. O Brasil é muito competitivo, tem a produção barata de ração, no caso farelo de soja e milho.” Maggi reconhece que esse custo baixo incomoda outros países. “Tenho até dito a todos que fazem parte desse mercado a importância de saber o quanto se pode ofertar em cada país para que não implique desestruturar a produção local e haja uma reação da sociedade e de produtores contra o Brasil, como vem acontecendo até agora.” Outra questão que “incomoda” o ministro, conforme ele disse, e será tratada durante a reunião do Brics é a negociação para retirada do embargo russo à carne suína. A alegação do país é de que havia a presença de ractopamina na proteína brasileira. “Todos os pleitos que a Rússia tinha com o Brasil foram atendidos”, justificou o ministro. Veja também ECONOMIAChina impõe medida antidumping nas importações de frango do Brasil8 jun 2018 - 08h06 ECONOMIABrasil diz que sanção da China sobre carne de frango não se justifica8 jun 2018 - 19h06 Ler artigo completo
  18. São Paulo – A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira, 20, de manter a taxa básica de juros em 6,50% ao ano, é “acertada”, afirma, em nota, o Sistema Firjan, que reúne as indústrias do Estado do Rio de Janeiro. O Firjan afirma que, desde a última reunião do colegiado, as projeções para o PIB recuaram em torno de 1 ponto porcentual e já apontam para um crescimento abaixo de 2% em 2018. “Além disso, a inflação atual e a projetada encontram-se abaixo do centro da meta estabelecida”, diz. O Firjan afirma que “a mudança no direcionamento da política econômica em resposta à paralisação dos caminhoneiros põe em risco a recuperação econômica ao aumentar os custos sobre o setor produtivo”. Para a associação, a agenda de reformas estruturais é “a única forma de colocar o País nos trilhos e abrir espaço para quedas adicionais da taxa de juros“. Veja também ECONOMIACom Selic parada, Brasil tem 7º maior juro real do planeta20 jun 2018 - 18h06 Ler artigo completo
  19. Toronto- O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou nesta quarta-feira que a maconha será legalizada no país a partir de 17 de outubro, um dia depois de o Parlamento aprovar o uso recreativo. Trudeau afirmou em sua conta pessoal no Twitter que a intenção do governo canadense com esta medida é combater o crime organizado. “Tem sido muito fácil para os nossos filhos consumirem maconha, e para os criminosos obterem benefícios. Hoje, mudamos isso”, escreveu. It’s been too easy for our kids to get marijuana – and for criminals to reap the profits. Today, we change that. Our plan to legalize & regulate marijuana just passed the Senate. #PromiseKept — Justin Trudeau (@JustinTrudeau) June 20, 2018 Algumas províncias canadenses, como Quebec, Ontário e Columbia Britânica, pediram mais tempo para se ajustarem à nova legislação e, por isso, o Parlamento deu um prazo de 17 semanas para que elas se se preparem para a implementação do novo regime da maconha legalizada. A legalização para uso recreativo foi aprovada pelo parlamento canadense ontem, e o Canadá se tornou o segundo país do mundo a adotar a medida, depois do Uruguai, que o fez em 2013. O uso medicinal era permitido desde 2001. Com a decisão, será permitido aos cidadãos canadenses ter, no máximo, quatro plantas de maconha em cada residência para consumo pessoal. Também há um limite estabelecido de posse de 30 gramas de cannabis em público. A maconha também só poderá ser adquirida de comerciantes registrados e penas para a posse e comercialização não autorizada serão mantidas. Quem vender a droga para um menor de idade pode ser condenado a até 14 anos de prisão. A legalização para uso recreativo da maconha era uma promessa eleitoral de Trudeau antes de ganhar as eleições em 2015, e foi aprovada depois de sete meses de intenso debate parlamentar. Ler artigo completo
  20. O desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, suspendeu o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, previsto para amanhã (20), na ação penal sobre a Operação Zelotes. É a segunda vez que o interrogatório é desmarcado por determinação do magistrado. A decisão foi motivada por um pedido feito pela defesa de Lula. Em fevereiro, Néviton Guedes suspendeu o depoimento também por entender que Lula só pode ser ouvido após a oitiva de testemunhas que foram arroladas pela defesa e estão morando fora do país. Veja também BRASILPreso na Lava Jato, Lula ainda enfrenta mais sete processos8 abr 2018 - 12h04 Ler artigo completo
  21. Brasília – A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu restringir o foro privilegiado para crimes cometidos durante o mandato e em função do cargo no caso de governadores e conselheiros de tribunais de contas, duas das autoridades julgadas pelo tribunal. O julgamento começou em maio através de uma questão de ordem apresentada em ação contra conselheiro de tribunal de contas de Estado por suposto crime cometido enquanto era deputado distrital. Hoje, após dez ministros decidirem encaminhar o processo para a primeira instância, a Corte entendeu que os mesmos critérios teriam de ser aplicados aos casos de governadores, ou seja, que o STJ só julgue crimes cometidos durante o mandato e em função do cargo dessas autoridades. Votaram os ministros João Otávio de Noronha, Maria Thereza de Assis, Luís Felipe Salomão, Felix Fischer, Herman Benjamin, Humberto Martins, Nancy Andrighi, Jorge Mussi, Og Fernandes e Mauro Campbell. Os ministros, por maioria, entenderam que o STJ tem competência para aplicar a restrição do foro decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início de maio para deputados federais e senadores. Desde então, mais de 170 processos deixaram o Supremo. Veja também BRASILDiscussão sobre restrição de foro é retomada na Corte Especial do STJ20 jun 2018 - 18h06 Ler artigo completo
  22. São Paulo – A Companhia Siderúrgica Nacional conseguiu mais 90 dias de prazo de autoridades ambientais do Rio de Janeiro para continuar operando sua usina produtora de aço em Volta Redonda, informou a empresa nesta quarta-feira. A CSN informou que segue “em negociação com os órgãos competentes do Estado do Rio de Janeiro para solução consensual definitiva das questões ambientais existentes”. No final do ano passado, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Rio de Janeiro, determinou a paralisação das atividades da usina, principal instalação de produção de aço da CSN, por descumprimento de termos de acordo para solução de problemas ambientais da unidade. Na ocasião, a empresa recebeu um prazo de 180 dias para manter as operações da usina funcionando enquanto negociava acordos de redução de emissões de poluentes sob pena de ter a usina de Volta Redonda fechada. Em fevereiro deste ano, o diretor comercial da companhia,Luis Fernando Martinez, afirmou em entrevista à Reuters que não havia “a mínima chance da usina ser fechada” em virtude de garantias dadas à empresa pelo governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, e que a companhia estava cumprindo as exigências do Inea. Procurados, representantes do Inea não puderam comentar o assunto de imediato. Ler artigo completo
  23. Brasília – Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira, 30, pelo Ministério do Trabalho indicam que o mês de maio terminou com 4.385 admissões de trabalhadores com contrato intermitente, enquanto houve fechamento de 1.165 vagas pelo sistema de jornada parcial, o que resultou em um saldo positivo de 3.220 empregos. De acordo com os dados do cadastro, os Estados com o maior número de contratações nesta modalidade são: São Paulo (saldo positivo de 1.067), Espírito Santo (349) e Minas Gerais (348 postos). Já as contratações de trabalhadores em regime de tempo parcial atingiram 5.338 em maio, com 3.357 desligamentos, o que resultou em um saldo positivo de 1.981 empregos. Os maiores saldos foram registrados em São Paulo (526), Ceará (232) e Rio de Janeiro (218). O Caged informou ainda que houve 14.576 desligamentos por acordo no mês de maio. Veja também ECONOMIACaged: 33 mil novos empregos formais foram criados em maio, diz Temer20 jun 2018 - 16h06 Ler artigo completo
  24. Passou a valer nesta terça-feira, 19, uma lei estadual que determina a retirada das cancelas das faixas de pagamento eletrônico de praças de pedágio nas rodovias estaduais de São Paulo. A justificativa para implementação da lei, de autoria do deputado Edmir Chedid (DEM), foi a de que a medida aumenta a segurança do motorista. Ao parar o veículo na cancela de pagamento eletrônico, haveria o risco de colisões e engavetamento. Somente usuários com tags ativos, instalados conforme orientação da respectiva operadora e com saldo, devem se dirigir à pista de pagamento eletrônico. Os motoristas que passam sem crédito ou sem tag estarão cometendo evasão de pedágio, infração de trânsito prevista no Artigo 209 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A multa, nestes casos, é de R$ 195,23 e cinco pontos na carteira de habilitação. Evasão Segundo a Artesp, de janeiro a maio de 2017 houve o registro de 1.197.415 de evasões nas rodovias paulistas. Em 2018, também de janeiro a maio, houve 627.897 evasões, o que representa uma queda de 47% no número em comparação no mesmo período. A Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), informou que retirou na noite desta terça-feira, 19, as cancelas das pistas automáticas de cobrança de pedágio. Segundo a nota, o horário foi escolhido em razão do menor volume de tráfego. De acordo com o grupo CCR, as rodovias supervisionadas pela Artesp, que são: CCR AutoBan (Anhanguera e Bandeirantes), CCR Viaoeste (Castelo Branco e Raposo Tavares), CCR Rodoanel (trecho Oeste) e CCR SPVias (Trecho da Anhanguera próximo a Tatuí) estão com 100% das cancelas eletrônicas retiradas de acordo com a legislação vigente. Em nota, a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) disse que irá entrar no Tribunal de Justiça de São Paulo com uma ação direta de inconstitucionalidade, já que a lei “invade o campo de atuação próprio da Administração Pública, a quem cabe a execução da política estadual de rodovias, que envolve ações de planejamento, elaboração de projetos, construção, conservação e operação do sistema”. No texto, informou também que registrará junto à agência a extrema preocupação das concessionárias de rodovias em relação ao aumento potencial de acidentes em praças de pedágio que pode ser gerado por essa medida. Dicas de segurança na passagem pelas cabines automáticas sem cancelas As pistas são exclusivas para veículos com tag ativo, assim mantenham seu dispositivoinstalado de forma correta e verifique seu saldo e a regularidade junto à operadora; Nas aproximações das praças de pedágio, os usuários deverão atentar para a redução gradativa da velocidade regulamentada, bem como, estabelecer a distância segura dos demais veículos. Mantenha velocidade constante e dentro dos limites definidos – 40 Km/h; O semáforo de fiscalização passará do vermelho para o verde indicando a regularidade da passagem; Caso o semáforo se mantenha no vermelho o usuário deverá parar e aguardar orientação do funcionário da concessionária; Com a retirada das cancelas das vias automáticas, os usuários deverão atentar ainda mais a sinalização semafórica existente em todas as praças de pedágio. Fonte: Artesp Ler artigo completo
  25. São Paulo – O rompimento no final de 2015 de uma barragem da Samarco, empresa na qual a Vale é sócia junto à anglo-australiana BHP Billiton, elevou muito o nível de cautela em análises do Conselho de Administração da mineradora brasileira, disse nesta quarta-feira o diretor financeiro da companhia, Luciano Siani. Ele comentou ainda, durante um evento em São Paulo, que vê a postura como uma tendência nas empresas brasileiras em geral, após a descoberta de um enorme escândalo de corrupção no país por autoridades na chamada Operação Lava Jato, iniciada ainda em 2014. “Conselhos são entes que mudam de acordo com o contexto. No caso da Vale, agora é um ente em transição, porque estamos aprendendo a viver com conselheiros independentes, e estamos em uma era em que o compliance tem um peso absurdo”, afirmou. “Depois do que aconteceu com a Samarco, existe um grau de preocupação dos conselheiros, com qualquer assunto que traga um mínimo de risco, extremo. A responsabilidade do conselheiro é muito grande”, afirmou Siani. Em debate durante o Encontro Internacional de Relações com Investidores, o executivo afirmou que o momento complexo do país, que desde 2014 tem visto diversas descobertas de irregularidades em estatais e empresas privadas, como empreiteiras, gera muitas dúvidas e questionamentos dos investidores junto aos conselheiros, que precisam ainda levar em conta em suas decisões até riscos contra seu patrimônio pessoal, devido à severa legislação de muitos países, como os Estados Unidos e o próprio Brasil. “Existe um tempo desproporcional dos executivos discutindo coisas relativas a compliance e risco em relação à discussão de coisas do negócio”, afirmou. “Nós estamos em um momento em que governança, compliance, até porque os negócios estão indo bem, estão com um peso maior até do que a estratégia, esse é o momento que estamos vivendo hoje”, adicionou, referindo-se ao caso específico da Vale. Ler artigo completo
  26. São Paulo – O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu, nesta quarta-feira (20), manter a taxa básica de juros da economia em 6,50% ao ano —o menor patamar histórico. A manutenção da Selic, a segunda consecutiva, não surpreendeu o mercado. Mesmo sem surpresa, o baixo patamar da taxa continua demandando maior empenho dos investidores na busca por bons retornos, já que o Brasil segue no 7º lugar mundial em juros reais. Por isso, a diversificação nunca foi tão importante. Veja também SEU DINHEIROPerdas na renda fixa assustam investidores. Veja o que fazer20 jun 2018 - 05h06 Além da queda na remuneração da poupança, o patamar mais baixo da Selic também reduz o retorno de outros investimentos de renda fixa, diminuindo a diferença de rentabilidade entre a caderneta e as demais aplicações —em alguns casos, a poupança pode até render mais, dependendo do prazo. Vão render menos os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) com taxas pós-fixadas, os fundos DI; e o Tesouro Selic, título público negociado pelo Tesouro Direto que paga ao investidor a variação da taxa básica. Essas três opções têm seu rendimento atrelado à taxa Selic ou à taxa DI (CDI), que é bem próxima ao patamar do juro básico. Veja abaixo quanto seria o valor final da aplicação de 5 mil reais na poupança, no CDB, no fundo DI e no Tesouro Selic em diferentes prazos. Os cálculos foram feitos por Michael Viriato, professor do Laboratório de Finanças do Insper. Período Poupança* CDB 90% do CDI** Fundo DI com taxa de 1% ao ano** Tesouro Selic*** 6 meses R$ 5.112,48 R$ 5.110,21 R$ 5.103,36 R$ 5.113,03 12 meses R$ 5.227,50 R$ 5.230,04 R$ 5.215,60 R$ 5.236,00 18 meses R$ 5.345,10 R$ 5.360,03 R$ 5.337,19 R$ 5.369,47 24 meses R$ 5.465,35 R$ 5.500,78 R$ 5.468,65 R$ 5.514,08 30 meses R$ 5.588,30 R$ 5.633,63 R$ 5.592,52 R$ 5.650,65 * A TR considerada foi zero. Não há desconto de Imposto de Renda nesta aplicação. ** Taxa DI considerada foi de 6,39% ao ano. *** Houve desconto de uma taxa de 0,5% (CBLC + corretagem) Os valores já descontam o Imposto de Renda, que é cobrado em todas as aplicações, exceto na poupança, que é isenta. De acordo com a tabela regressiva do IR, para resgates em até 180 dias a alíquota é de 22,5%; de 181 dias a 360 dias o imposto cai para 20%; de 361 dias a 720 dias vai para 17,5%; e acima de 721 dias é aplicada a menor alíquota, de 15%. Apesar de a poupança ser livre de Imposto de Renda, as simulações feitas acima mostram que as rentabilidades do CDB, fundo DI e Tesouro Selic ainda são maiores do que a da poupança nos prazos mais longos. Contudo, em prazos menores, de até 18 meses, a rentabilidade da poupança já é maior do que a de fundos DI com taxas de 1% ao ano. A caderneta também ganha de CDBs que pagam 90% do CDI no prazo de seis meses. As simulações consideram taxas de administração e de remuneração normalmente praticadas no mercado. Com a mudança nas regras de classificação dos fundos promovida pela associação de entidades de mercado, os fundos DI deixaram de ter uma denominação própria. Com isso, eles foram incorporados à classe de fundos de renda fixa. As próprias gestoras puderam determinar para qual subcategoria os fundos DI iriam —a maioria foi para “Fundos de Renda Fixa Duração Baixa Soberano” ou “Fundo de Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento”. De todo modo, como os fundos que acompanham os juros continuam a ser chamados de fundos DI no mercado, o levantamento também manteve a nomenclatura. É preciso que o investidor consulte a estratégia de cada produto para checar se, de fato, trata-se de um fundo que acompanha a flutuação do CDI. Quanto ao Tesouro Selic, deve-se considerar que, ao comprar qualquer título público, o investidor paga uma taxa de custódia de 0,3% ao ano para a B3, não importa a corretora escolhida. Ele também pode ter de pagar um valor de corretagem, de até 2% ao ano, conforme a instituição. Algumas delas não cobram essa taxa. Veja no site do Tesouro Direto as alíquotas cobradas por cada corretora. Veja também SEU DINHEIROCom Selic mais baixa, investimento prefixado ainda vale a pena?22 mar 2018 - 05h03 SEU DINHEIRO5 investimentos que prometem boa rentabilidade em 201817 jan 2018 - 08h01 SEU DINHEIROComo escolher o melhor fundo multimercado para investir30 jan 2018 - 05h01 SEU DINHEIROTesouro Direto ainda vale a pena com o menor juro da história?16 fev 2018 - 12h02 SEU DINHEIROCDB Flex é opção para quem busca rentabilidade no médio prazo9 fev 2018 - 17h02 SEU DINHEIRO4 sites para renegociar dívidas e limpar o nome sujo15 maio 2018 - 05h05 Ler artigo completo
  27. Brasília – A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) retomou nesta quarta-feira, 20, a discussão em torno da restrição do foro privilegiado para conselheiros de tribunais de contas, uma dentre as autoridades julgadas pelo tribunal. O julgamento no último dia 6 foi interrompido por um segundo pedido de vista (mais tempo de análise) em torno do debate, da última vez pelo ministro Felix Fischer. Até o momento, o julgamento conta com três ministros favoráveis à restrição imediata, e um contrário, entre os 15 integrantes da Corte Especial. A restrição do foro começou a ser debatida a partir de uma questão de ordem apresentada pelo ministro Mauro Campbell no dia 16 de maio, em ação que acusa um conselheiro de um tribunal de contas por suposto crime cometido enquanto era deputado distrital. A Corte também é responsável por julgar governadores e desembargadores de Tribunais de Justiça. O voto do relator é o único, até agora, contrário ao STJ aplicar automaticamente a decisão pela restrição do foro definida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início de maio. Lá, o Supremo entendeu que só é competente para julgar crimes cometidos por parlamentares federais durante o mandato e em função do cargo. A decisão já fez sair do STF mais de 170 processos. Na visão de Campbell, o Supremo ou o Congresso Nacional precisam se manifestar sobre a restrição do foro das outras autoridades, antes de o STJ tomar qualquer decisão. Um novo acontecimento, no entanto, pode ser debatido entre os ministros nesta tarde. No intervalo de tempo entre as sessões da Corte Especial em que Campbell exibiu sua posição e a sessão de hoje, a Primeira Turma do STF aplicou a restrição do foro para um conselheiro de tribunal de contas. A decisão foi dada no inquérito, baixado para a primeira instância, que investiga o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT), acusado junto do conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, do Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso. Os supostos crimes apurados foram cometidos enquanto os dois ocupavam, respectivamente, os cargos de governador do Mato Grosso e deputado estadual. A questão de ordem foi analisada na semana passada, dia 12. Na ocasião, a decisão dividiu os ministros. Para dois deles, a Suprema Corte mandou uma sinalização forte para reduzir o foro de outras autoridades e avançou em um tema pendente de análise ainda no STJ. Para um outro integrante, é preciso ter “muita prudência” e aguardar outras decisões do plenário do STF sobre o foro. Um quarto ministro ouvido pela reportagem acredita que há um “amadurecimento das teses”, a partir das decisões do STF. Pela restrição Na sessão do dia 6, o ministro Luís Felipe Salomão formou o terceiro voto favorável à redução do foro assim como definido pelo STF. Ele havia pedido vista na sessão que iniciou a discussão do foro na Corte Especial, em maio. Até o momento, a indicação é de que a decisão que o STJ tomará em torno do caso não afetará os processos de governadores e desembargadores de Tribunais de Justiça, uma vez que a questão de ordem foi apresentada em processo de membro de TCE. O destino das outras autoridades seria definido em momento diferente, sugeriu Salomão. “Nesse caso concreto, por ser uma questão de ordem, só pode dizer respeito a autoridade de tribunal de contas”, afirmou o ministro no início do mês. Apesar de entender que a Corte precisa deliberar cada caso de uma vez, Salomão é o ministro responsável por enviar para a primeira instância da Justiça o processo do governador da Paraíba, Ricardo Vieira Coutinho (PSB), logo após a restrição do foro pelo STF. O caso apura crimes de responsabilidade supostamente cometidos em 2010, quando era o político era prefeito de João Pessoa. Salomão acompanhou os votos dos ministros João Otávio de Noronha e Maria Thereza de Assis, que se manifestaram no julgamento realizado em maio. Para os três, o STJ tem competência para restringir o foro para as autoridades que julga, sem a necessidade do Supremo ou o Congresso deliberaram sobre o tema. “Há tribunais de outras instâncias esperando por nossa deliberação”, destacou Salomão. Para o ministro, o STJ não deve esperar eventual votação em torno da uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do foro privilegiado ou sobre a proposta de Súmula Vinculante do ministro Dias Toffoli, do STF, que busca aplicar a restrição para todas as autoridades brasileiras. Veja também BRASILQuem são as 55 mil pessoas que têm foro privilegiado no Brasil31 maio 2017 - 08h05 Ler artigo completo
  1. Load more activity
×