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  2. Londres — Uma expedição descobriu que o permafrost — tipo de solo composto por terra e rocha congelados — em postos avançados no Ártico canadense está descongelando 70 anos antes do previsto, no mais recente indício de que a crise climática global está mais acelerada do que os cientistas estimam. Uma equipe da Universidade do Alasca Fairbanks alegou estar impressionada com a velocidade com que uma sucessão de verões muito quentes desestabilizou as camadas mais externas de gigantescos blocos de gelo subterrâneos congelados há milênios. “O que vimos foi incrível”, disse Vladimir E. Romanovsky, professor de geofísica na universidade, à Reuters por telefone. “É uma indicação de que o clima é mais quente agora do que em qualquer outro período nos últimos 5.000 anos ou mais.” Veja também CIÊNCIADegelo do Alasca revela sítios pré-históricos em áreas antes congeladas4 maio 2019 - 15h05 CIÊNCIAAquecimento já ameaça “último reduto da era de gelo” na Terra21 ago 2018 - 16h08 CIÊNCIACrianças influenciam opinião dos pais sobre aquecimento global25 maio 2019 - 11h05 Com representantes do governo reunidos em Bonn, na Alemanha, nesta semana para tentar avançar as negociações climáticas na Organização das Nações Unidas, as descobertas da equipe, publicadas em 10 de junho na Geophysical Research Letters, representam mais um sinal de uma crescente emergência climática. O documento foi baseado em dados que Romanovsky e seus colegas analisaram desde sua última expedição à área em 2016. Eles disseram que se depararam com uma paisagem irreconhecível se comparada ao terreno ártico que haviam encontrado durante as visitas iniciais, cerca de uma década antes. Divido entre estímulo profissional e mau pressentimento, o cientista disse que a cena fazia lembrar um cenário pós-bombardeio. Os cientistas estão preocupados com a estabilidade do permafrost, devido ao risco de que o rápido descongelamento possa liberar quantidades elevadas de gases que retêm calor, desencadeando um ciclo de retroalimentação que, por sua vez, aumentaria ainda mais rapidamente a temperatura. Ler artigo completo
  3. Brasília – O governo federal divulgou nesta terça-feira, 18, que o Plano Agrícola e Pecuário 2019/2020 terá R$ 222,74 bilhões em crédito rural para o financiamento de produtores e pecuaristas. O valor deste ano soma o crédito destinado ao Pronaf, que é de R$ 31,22 bilhões, por causa da mudança na estrutura do ministério feita pelo governo de Jair Bolsonaro. Ou seja, o crédito liberado para o Plano Safra fica em linha com o montante do ano passado, que foi de R$ 194 bilhões. Do total de crédito anunciado, R$ 169,33 bilhões serão destinados para crédito de custeio e R$ 53,41 bilhões para investimentos, segundo o Ministério da Agricultura. Os juros do crédito de custeio variam de 3% a 8% ao ano, dependendo do porte do produtor. As taxas de investimento serão entre 3% a.a. e 10,5% a.a. Os programas de apoio à comercialização em 2019/20 totalizam R$ 1,85 bilhão. O secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio, ressaltou que o volume de crédito é equivalente ao anunciado na safra passada, 2018/19. “O Pronaf (Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar) tem possibilidade de financiar moradias rurais”, disse ele, durante o lançamento do programa nesta manhã de terça no Palácio do Planalto. “Para os programas de investimento, haverá aumento substancial de recurso para melhoria de propriedade e sistema de produção”, acrescentou. Ele lembrou que o setor de pesca e aquicultura foi incorporado ao Plano Safra. “Outra mudança importante é que produtor fica autorizado a apresentar parte do patrimônio para acesso a financiamento”, ressaltou. “Estamos assinando decreto que formaliza programa nacional de zoneamento agrícola de risco climático”, garantiu. Veja também ECONOMIAJuros sobem para aumentar abrangência do Plano Safra, diz secretário18 jun 2019 - 13h06 ECONOMIACom crédito suplementar, Plano Safra investirá R$ 194 bilhões18 jun 2019 - 06h06 Subvenção ao seguro rural O governo federal anunciou que o Plano Safra 2019/20 terá R$ 1 bilhão para o programa de subvenção ao seguro rural. De acordo com o Ministério da Agricultura, o volume de recursos mais do que dobrou no Plano Safra atual. “O produtor terá mais ajuda financeira para adquirir uma apólice de seguro e assim proteger sua atividade”, diz a pasta. “Mais um número inédito. R$ 1 bilhão para subvenção do seguro rural. Estimamos que a área segurada alcance 15,6 milhões de hectares, com mais de 212 mil apólices num total segurado de R$ 42 bilhões”, disse a ministra Tereza Cristina. Fusões e infraestrutura Tereza Cristina comemorou as modificações feitas em sua pasta, que passou a comandar a agricultura familiar e pesca, entre outros, no governo de Jair Bolsonaro, e pediu melhorias na infraestrutura do País para o escoamento da produção. “Achei que esse plano não ia sair. A criança nasceu”, disse ela em seu primeiro lançamento de Plano Safra como ministra. O programa deveria ter sido lançado na semana passada, mas com a demora da aprovação do PLN 4 pelo Congresso, que liberou crédito extra para o governo, foi necessário adiar o evento. A ministra disse que a safra caminha de forma positiva e que essa talvez seja “a maior dos últimos tempos”, disse. Ela comemorou que esta foi a primeira vez que o governo apresentou um “plano único”. Moradia rural Tereza Cristina disse que, pela primeira vez, recursos do Plano Safra 2019/20 poderão ser aplicados para construção e reforma de moradia rural. Ela informou também que pescadores foram equiparados a trabalhadores rurais. “Não conseguimos fazer tudo, mas caminhamos bastante nesses seis meses”, disse ela, durante o lançamento do plano, no Palácio do Planalto. A ministra comentou, ainda, que “com a decisão de Bolsonaro, abrigamos pequenos, médios e grandes produtores sob um mesmo teto”, disse. Ela brincou que seu par na Economia, Paulo Guedes, fez ela viver alguns momentos de tensão até liberar R$ 10 bilhões para subvenção de crédito. No segmento de investimento, Tereza Cristina disse que “para guardar tanto alimento estamos estimulando a construção de armazéns e silos em propriedades”. Ela ressaltou os recursos para financiamento por meio da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). “São R$ 55 bilhões para as LCAs”, comentou. Aos ministros presentes no lançamento do plano, Tereza Cristina pediu melhoria das estruturas das vias que escoam a produção e expansão do comércio exterior. Ler artigo completo
  4. Brasília – O secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, chegou nesta terça-feira, 18, à sessão da Comissão Especial da reforma da Previdência que debate o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). “Vim à comissão especial cumprimentar os colegas”, afirmou, ao deixar o plenário da comissão. Questionado sobre a expectativa de votação do texto, ele apenas respondeu que “é a melhor possível”, sem querer estimar uma data. “Quem faz o cronograma da comissão é o (presidente) Marcelo Ramos”, afirmou. Marinho não respondeu às diversas perguntas dos jornalistas sobre pontos da proposta original que fora retirados por Moreira e que poderiam retornar à reforma por voto complementar, como a capitalização. Já na sessão de debates, o deputado Filipe Barros (PSL-PR) discursou contra o que chamou de privilégios dos servidores públicos. “A média das aposentadorias do Legislativo é de R$ 27 mil, o que é uma distorção”, disse. “As pessoas que são contra a reforma da Previdência precisam deixar de ser egoístas. Precisamos garantir a aposentadoria das futuras gerações”, completou. Já o deputado Darci de Matos (PSD-SC) elogiou o relatório de Moreira e o defendeu de críticas de parlamentares contrários à reforma. Ele lembrou que a oposição esteve 13 anos no poder e não tributou grandes fortunas e dividendos. “Se acovardaram e agora vêm posar de bons moços”, criticou. “Votar contra a reforma é virar as costas para crianças de desempregados”, afirmou, acrescentando que lutará para que a capitalização retorne ao texto, bem como as mudanças para Estados e municípios. Veja também BRASILSecretário da Previdência é cotado para assumir coordenação política18 jun 2019 - 10h06 ECONOMIAEconomia de R$ 1 tri com reforma centraliza debates na comissão especial18 jun 2019 - 14h06 O deputado Vinicius Poit (Novo-SP) também defendeu a inclusão de Estados e municípios, além do retorno da capitalização na reforma. “Se os Estados não entrarem agora, vai ser infinitamente mais difícil aprovar mudanças nas assembleias. E são eles que continuarão quebrando”, afirmou. O deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) foi mais um a fazer a defesa dos policiais militares estaduais, pedindo a equiparação das regras da categoria às Forças Armadas. “Se se admite um tratamento para os militares federais, é preciso se admitir para os estaduais, que são força de reserva”, apontou. Em três horas de sessão, 17 parlamentares já fizeram o uso da palavra. A lista de inscritos conta com 155 deputados, sendo 64 para falar a favor da reforma e 91 para falar contra a medida. Além disso, os cerca de 30 líderes partidários também têm direito a fala. A expectativa é de que o debate dure por diversas sessões. Ler artigo completo
  5. (Bloomberg) — O Bahia Asset Management aumentou a sua posição em ações brasileiras e vê a bolsa como ativo mais atrativo no mercado local. O equity risk premium do país — o prêmio pago pelo mercado acionário sobre uma taxa de retorno livre de risco — está em cerca de 5,5%, contra um longo histórico de pouco abaixo de 4%, segundo Gustavo Daibert, sócio e gestor responsável pelas estratégias de renda variável da gestora. Assumindo um cenário de juro real de 4%, o Bahia Asset vê potencial para a bolsa se aproximar dos 120.000 pontos. “A bolsa ficou muito mais atrativa em relação aos outros ativos”, disse Daibert, em uma entrevista no escritório do Bahia no Rio de Janeiro. Após rondar os 100.000 pontos em meados de março, o Ibovespa fechou a 97.623 pontos nesta segunda-feira, acumulando uma alta de 11% no ano. O Bahia Asset, que estava entre as gestoras de fundos multimercados com maior volume de dinheiro novo no último ano e tem cerca de R$ 21 bilhões sob gestão, tem posições em ações de Petrobras e Banco do Brasil. A gestora também está favorecendo papeis de empresas que são mais sensíveis à queda de juros — como consumo discricionário — e aéreas. Para Daibert e Marcelo Mendes, sócio e gestor responsável pela estratégia de renda fixa no Bahia Asset Management, as revisões para baixo do crescimento econômico do país no curto prazo não devem impactar significativamente as projeções de longo prazo, com a aprovação da reforma da Previdência e outras medidas da agenda microeconômica acelerando o crescimento. Uma recuperação mais fraca do que o esperado pode levar o Banco Central a reduzir a taxa Selic para abaixo de 6,5% no curto prazo, mas, para Mendes, o corte adicional não é exatamente necessário. “Exagerando um pouco: se o juro estivesse a zero há três meses, acho que você não estaria colhendo crescimento muito diferente do de agora”, disse Mendes, na mesma entrevista. “O problema do Brasil é de confiança e não monetário.” Economistas reduziram a estimativa para o PIB brasileiro de 2019 para abaixo de 1% pela primeira vez e a projeção para o PIB de 2020 para 2,20% nesta semana, segundo pesquisa Focus do BC. “Com o andamento da reforma e a agenda micro destravando, com aumento de concessões e privatizações, a confiança pode voltar forte”, disse Mendes. Veja também MERCADOSPara investidores, pornografia é tabu maior que armas15 jun 2019 - 14h06 MERCADOSGestores estão otimistas com Brasil apesar de fraco crescimento14 jun 2019 - 09h06 O principal multimercado da gestora, o Bahia AM Marau, que está entre os fundos com melhor retorno do país nos últimos cinco anos, reduziu sua posição comprada no real e sua posição em juros. O fundo mantém uma posição pequena nos juros prefixados curtos, “uma opcionalidade”. Enquanto a maior parte dos investidores vê a aprovação da reforma da Previdência ocorrendo no terceiro trimestre do ano, o Bahia vê uma chance de a reforma ser aprovada em julho em um cenário otimista e está um pouco mais construtivo do que o consenso com o crescimento. Para a gestora, o PIB brasileiro deve acelerar de 1,2% em 2019 para 2,8% em 2020. “Com a resolução pelo menos parcial do problema fiscal, você gera um impulso de confiança muito forte, a economia volta a crescer e o governo ganha leverage para poder aprovar outras medidas no Congresso”, disse Mendes. “O liberalismo nunca rendeu muitas árvores frondosas no Brasil, mas talvez a gente consiga crescer pelo menos um bom arbusto. Ler artigo completo
  6. Este texto faz parte do anuário VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Começar a Carreira 2018, publicado em dezembro de 2018 (ed. 247), com informações levantadas entre os meses de junho e setembro do ano passado. Osasco (SP) – A estrutura de carreira do Bradesco, que contrata profissionais apenas nos cargos de entrada e promove os funcionários para posições de liderança, é um dos grandes atrativos que fazem do banco uma boa empresa para o público mais jovem. “A oportunidade que a companhia dá às pessoas sem experiência é muito positiva”, diz um empregado. E, se a chegada das fintechs não ameaçou a liderança das instituições financeiras tradicionais, pelo menos as empurrou rumo à modernização. Dois exemplos de iniciativas nesse sentido são os lançamentos do coworking InovaBra e do banco 100% digital Next. A mudança da cultura, entretanto, acontece a passos lentos: por um lado, o uso obrigatório de gravata foi suspenso às sextas-feiras nas agências, mas, por outro, a chefia ainda torce o nariz para colaboradores de barba. Apenas nas áreas de inovação e TI o dress code e o ambiente são informais e flexíveis, no estilo startup. Essa existência de mundos tão diversos é motivo de reclamação. Por causa da diminuição das contratações, parte de uma política de redução de custos adotada em 2017, muitos empregados relatam sobrecarga de trabalho. Entre as iniciativas elogiadas está o Ei!, programa de ideias que reconhece as melhores sugestões de inovação. banco.bradesco Veja também CARREIRA - VOCÊ S/AApós aquisição, esta empresa promoveu quase 30% dos seus estagiários11 jun 2019 - 15h06 CARREIRA - VOCÊ S/AEsta empresa premiada tem uma taxa de efetivação de 70% dos estagiários4 jun 2019 - 15h06 PONTOS POSITIVOS Os empregados destacam o vale-refeição e o vale-alimentação, que somam 1 200 reais mensais. A credibilidade da empresa e a sólida estrutura organizacional também agradam aos jovens do Bradesco. PONTOS A MELHORAR Funcionários reclamam da rigidez da carreira interna, que dificulta o crescimento horizontal. O aumento do subsídio educacional e a flexibilidade em tirar férias e folgas também são reivindicados. Ler artigo completo
  7. Brasília — O presidente da República, Jair Bolsonaro, defendeu nesta terça-feira, 18, a cobrança do despacho de bagagem em voos, após ter vetado a gratuidade prevista em medida provisória aprovada pelo Congresso Nacional. Bolsonaro respondeu ainda que, quem quiser levar mais de 10 quilos no voo, que “pague” pelo serviço, referindo-se à regra que permite aos passageiros levarem sem cobrança extra uma bagagem de mão. Questionado sobre o motivo do veto, Bolsonaro afirmou que “empresas menores alegavam que seria um empecilho” a gratuidade da bagagem. A medida barrada pelo presidente foi incluída pelo Congresso Nacional durante o trâmite da Medida Provisória que autoriza investimento de até 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas que operam rotas nacionais. Até então, o limite era de 20%. A emenda previa que passageiros poderiam levar, sem cobrança adicional, uma bagagem de até 23 kg nas aeronaves acima de 31 assentos. O fim da cobrança por bagagem não fazia parte do texto original da MP. Ao incluir o dispositivo, os parlamentares argumentaram que os preços das passagens não baixaram desde que as aéreas foram liberadas a cobrar por bagagens. Veja também SEU DINHEIROBolsonaro veta bagagem gratuita em voos nacionais17 jun 2019 - 18h06 SEU DINHEIROBuscador mostra quanto custa despachar bagagem em viagens de avião9 jun 2019 - 07h06 Na segunda-feira, 17, o Planalto informou que o veto da presidência “se deu por razões de interesse público e violação ao devido processo legislativo”. “Fiz uma conta para um avião com 200 pessoas, 20 quilos a mais cada uma, é um gasto a mais. O que acontece: eu sempre viajei sem mala no avião, então eu estava pagando pelos outros”, disse Bolsonaro, que emendou: “Com todo respeito, vai fazer uma viagem, se quiser levar mais de 10 quilos, pague, sem problema nenhum”, comentou. Bolsonaro também afirmou que as empresas “low cost” estavam esperando o veto à gratuidade. “As empresas low cost eram as que queriam, para poder vir para cá, ajudar na concorrência, que fosse vetado esse dispositivo”, concluiu. Ler artigo completo
  8. Brasília — Após ter liderado sozinha durante toda manhã desta terça-feira, 18, o debate político no Twitter, a #ArmasPelaVida passou a dividir o protagonismo da discussão sobre a flexibilização da posse e do porte de armas na rede social com a #AposentadoriaSimArmasNão, promovida por parlamentares e influenciadores de oposição. Sob o mote “armas matam, essa reforma também”, em alusão à Reforma da Previdência, o tuitaço para levantar a hashtag foi organizado e divulgado principalmente por deputados do PCdoB e do PSOL, de oposição ao governo Bolsonaro. O deputado David Miranda (PSOL-RJ) disse que o decreto de armas “alimenta a ideologia da violência e do medo” e está sendo orquestrado com a indústria de armas. A conta do PSOL no Twitter também compartilhou a hashtag, com uma imagem que afirma que o partido tem uma proposta de quatro pontos para substituir a Reforma da Previdência, afirmando que é possível ampliar a receita em mais de R$ 140 bilhões por ano, mais do que as projeções de economia com a reforma. A proposta inclui a taxação de grandes fortunas e a tributação sobre lucros e dividendos. Ler artigo completo
  9. O primeiro presidente eleito democraticamente do Egito, Mohamed Mursi, foi enterrado discretamente nesta terça-feira (18), no Cairo. Ao mesmo tempo, aumentam os pedidos por uma investigação sobre as causas de sua morte, após ele ter desmaiado durante uma audiência. A ONU pediu uma investigação “minuciosa e independente” sobre a morte, aos 67 anos, do ex-chefe de Estado, após passar seis anos na prisão. “Toda morte repentina na prisão deve ser seguida de uma investigação rápida, imparcial, minuciosa e transparente por um órgão independente para esclarecer a razão do falecimento”, declarou o alto comissário da ONU para os direitos Humanos, Rupert Colville. “É preciso verificar se as condições de detenção tiveram impacto em sua morte”, considerou. Mursi foi sepultado nesta terça-feira em Medinat Nasr, um bairro da cidade do Cairo. “Ele estava na presença de sua família. As orações fúnebres ocorreram no hospital da prisão de Tora”, para onde o ex-presidente foi levado após desmaiar no tribunal, disse o advogado Abdelmoneim Abdel Maksud. Veja também BRASILBolsonaro indica chanceler do governo Dilma para embaixada no Egito23 abr 2019 - 10h04 MUNDOEx-presidente egípcio Mohamed Mursi morre após audiência17 jun 2019 - 14h06 Ele explicou que parentes lavaram o corpo e rezaram os últimos ritos na manhã de terça-feira no Hospital Leeman Tora. O centro médico fica perto da penitenciária na qual o primeiro presidente civil do Egito, uma figura de destaque da Irmandade Muçulmana, ficou preso durante seis anos em regime de isolamento, o que deteriorou sua saúde. Maksud disse à AFP que o enterro contou com a presença de apenas dez membros da família e de algumas pessoas muito próximas a Mursi. Os jornalistas foram impedidos de entrar no cemitério, que fica na mesma área em que aconteceu o maior massacre da história moderna do Egito, a repressão de agosto de 2013 de um protesto islamita na Praça Rabaa, semanas depois da destituição de Mursi pelo exército. Mais de 800 pessoas morreram em apenas um dia. Segundo fontes das forças de segurança e judiciais, o ex-presidente depôs no tribunal antes de desmaiar. Ele chegou a ser levado para um hospital, onde faleceu. A rede de televisão estatal informou que a morte foi causada por parada cardíaca. “O tribunal concedeu o direito de falar durante cinco minutos. Ele caiu no chão e foi levado rapidamente para o hospital, onde morreu”, afirmou o Ministério Público em um comunicado. “Chegou a o hospital exatamente às 16h50 e não tinha ferimentos visíveis no corpo”, completa a nota. HRW e AI pedem investigação sobre morte de Mursi A Anistia Internacional (AI) pediu às autoridades egípcias a abertura de uma “investigação imparcial, exaustiva e transparente” sobre a morte. A Human Rights Watch (HRW) fez o mesmo pedido e afirmou que Mursi sofreu com anos de “acesso insuficiente ao atendimento médico”. “O Conselho de Direitos Humanos da ONU deveria estabelecer uma investigação sobre as graves violações dos direitos humanos que estão acontecendo no Egito, incluindo os maus-tratos generalizados nas prisões e a morte de Mursi”, afirmou a HRW. Em março de 2018, um grupo de parlamentares britânicos advertiu que as condições de detenção de Mursi não cumpriam com as normas internacionais e poderiam levar a sua “morte prematura”. Outros líderes da Irmandade Muçulmana também faleceram sob custódia. Ler artigo completo
  10. Brasília – O pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, será desidratado na Câmara dos Deputados. As medidas, que podem esvaziar os poderes de atuação do Ministério Público e da Polícia Federal, são costuradas pelo grupo de trabalho formado por parlamentares que discutem o tema. Um dos itens que devem ser alterados é o que facilita a criação e a atuação de forças-tarefa, como a da Lava Jato. A proposta de Moro que chegou ao Congresso permitia, por exemplo, o compartilhamento de provas sem autorização judicial. Isso, porém, deve ficar fora do texto. “Não cabe ao MP definir o que deve ou não ser compartilhado pelas forças-tarefa. Isso é papel de juiz”, afirmou o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que faz parte do grupo. A proposta de Moro também dá poder para a Polícia Federal desmembrar automaticamente investigações. A ideia é que os casos que envolvam pessoas com prerrogativa de foro sigam diretamente para tribunais superiores. Atualmente, essa decisão é tomada pelas instâncias superiores. O grupo de trabalho rejeita a sugestão de Moro. “A resistência a esses pontos está posta. Tanto no grupo de trabalho quanto no plenário não há clima para dar superpoderes à Polícia Federal ou ao MP”, afirmou o deputado Capitão Augusto (PL-SP), relator da proposta no grupo. Os parlamentares também resistem a aprovar as modificações no Código Penal. Moro defende que agentes infiltrados possam induzir um suspeito a cometer um crime. Os deputados não concordam ainda com a ideia de diminuir a possibilidade de recursos na Justiça, como o uso de embargos infringentes, fartamente usados por advogados em processos. Parlamentares avaliam que essas medidas dariam “um cheque em branco” aos investigadores. Resistências Desde que chegou ao Congresso, o pacote anticrime de Moro encontra resistência de parlamentares não alinhados ao governo. Capitão Augusto entregou, na sexta-feira passada, seu parecer aos outros nove membros do grupo de trabalho. Apesar de manter, na íntegra, o texto do pacote, apresentado em fevereiro, o deputado disse que “20%” dele deve ser alterado. O caminho para isso ainda está em discussão. O grupo de trabalho vai se reunir na terça-feira da próxima semana para discutir e votar o relatório final. Após essa etapa, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), vai escolher um novo relator para submeter o texto ao plenário da Casa, que pode modificar o texto antes de ir a votação. Nesta segunda-feira, 17, Maia sugeriu, em entrevista à rádio Jovem Pan, que o governo federal não deu prioridade suficiente ao pacote anticrime. “O governo nunca tratou desse projeto, fora o ministro, fora os discursos. Se o governo tivesse interesse, tinha encaminhado com urgência constitucional. Aí, fica fácil, mandar sem a urgência, falar que a prioridade é a reforma da Previdência e depois vir criticar o Parlamento”, afirmou Maia. O presidente da Câmara disse ainda que vai escolher um relator que se baseie “naquilo que a maioria do grupo pensa, e não só no que pensa um só membro”, em referência à decisão de Capitão Augusto, que manteve a íntegra do texto de Moro. A discussão sobre o pacote anticrime do ministro da Justiça só deve ir ao plenário da Casa após concluída a votação da reforma da Previdência. A proposta tramita no momento em que Moro é alvo de acusações e vazamentos de supostas conversas com procuradores da força-tarefa da Lava Jato. O site The Intercept Brasil divulgou mensagens nas quais acusa o ex-juiz de atuar em conluio com os investigadores. “Vamos tentar aprovar urgência. De fato, nas próximas duas semanas, temos dificuldade de avançar em qualquer projeto do tamanho do anticrime, porque significaria perder as condições de aprovar a Previdência no primeiro semestre”, disse o presidente da Câmara. Moro tem enfrentado uma série de reveses à frente da pasta. No Congresso, conta com a simpatia do PSL, partido que cresceu na defesa da Lava Jato. Por outro lado, não são poucas as siglas que querem “dar o troco” no ex-juiz de Curitiba. Ler artigo completo
  11. Brasília — O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, participa nesta terça-feira (18) de uma audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados para falar sobre o decreto que flexibiliza o porte de armas (9.785/19), assinado em maio pelo presidente Jair Bolsonaro. Acompanhe ao vivo: Como Onyx foi convocado após votação pelos parlamentares, ele foi obrigado a comparecer. A reunião estava inicialmente marcada para quarta-feira passada, dia 12, mas o ministro enviou justificativa dizendo que não poderia comparecer Sob protestos de deputados da oposição, o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), aprovou a justificativa do ministro. Armas Onyx foi convocado para explicar o decreto que liberou o porte de armas para uma série de categorias de trabalhadores. Desde que o presidente assinou o documento, sua legalidade tem sido questionada por organizações que atuam na área da segurança pública no Brasil. O decreto de nº 9.785 alterou a regulamentação anterior do Estatuto do Desarmamento, em vigor desde 2003, que liberava o porte para apenas 11 categorias, a maioria delas ligada à segurança pública e privada. Veja também BRASILPor que o decreto de armas de Bolsonaro está sendo tão questionado8 maio 2019 - 18h05 O novo decreto amplia este número para 20. Isso significa que o governo está modificando o Estatuto, que é uma lei federal, e isso só poderia ser feito pelo Congresso. Nesta terça-feira (18), o plenário do Senado também debate o decreto. Os senadores vão analisar o parecer de sua CCJ sobre a derrubada do decreto de Bolsonaro, que precisa de maioria simples de 41 senadores para ser aprovado. Na sequência, o tema precisará ser analisado pela Câmara. Pelas declarações dos senadores até então, a tendência é que o governo volte a perder. Durante evento nesta manhã, o presidente Bolsonaro fez um apelo aos senadores para que eles “não deixem esse decreto morrer”. Ele destacou que o texto permite o uso de arma em todo o perímetro da propriedade rural. “A segurança no campo é uma coisa importantíssima, e nós ampliamos por decreto o porte de fogo em todo o perímetro da propriedade”, disse em discurso. (Com Agência Câmara e Reuters) Ler artigo completo
  12. O conglomerado industrial alemão Siemens anunciou nesta terça-feira (18) o corte de 2.700 postos de trabalho em todo mundo, 1.400 deles na Alemanha, na divisão de turbinas elétricas, da qual quer se separar por meio de sua saída da Bolsa. Esta reestruturação visa “a reduzir custos e a responder ao baixo número de grandes projetos” e se soma às medidas já anunciadas no setor, que preveem a eliminação de 7.000 postos de trabalho e o fechamento de várias fábricas na Alemanha. Siemens emprega 379.000 pessoas no mundo inteiro, 67.000 das quais no setor de turbinas elétricas. Estes postos de trabalho serão eliminados “nos próximos anos”, informou o grupo em um comunicado, sem dar detalhes. Há cada vez menos pedidos no mundo para as grandes turbinas Siemens, devido à falta de interesse em combustíveis fósseis. Apesar de alguns grandes contratos no Egito e no Iraque, a rentabilidade desta divisão atingiu apenas 3,8% do volume de negócios em 2018, enquanto o conglomerado estabeleceu uma meta de 11% a 15%. Ler artigo completo
  13. Brasília – A necessidade de um esforço de fiscal de R$ 1 trilhão em dez anos centraliza o debate entre parlamentares contrários e favoráveis à reforma da Previdência em discussão na Comissão Especial. Para o deputado Aliel Machado (PSB-PR), sem a capitalização no texto final, não existiria mais a necessidade de uma economia de R$ 1 trilhão em dez anos. “Cai o argumento e o apelo do governo por essa economia. Então podemos avançar em relação às dificuldades e pressões que temos aqui”, acrescentou. Segundo Machado, a proposta de extinção do repasse de 40% do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para o BNDES, incluída pelo relator no texto, preocupa. “Tenho preocupação com relação aos investimentos”, completou. Já o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), considerou que a potência fiscal pedida pelo governo foi atingida em 90%. “Isso para nós é uma grande conquista. Vamos tentar construir um consenso para sanar a retirada precoce da capitalização do texto”, argumentou. O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), elogiou o relatório do seu colega de partido. “Se a proposta do ex-presidente Michel Temer tivesse sido aprovada, teríamos uma economia de cerca de R$ 500 bilhões, e o relatório de Moreira traz quase R$ 1 trilhão em dez anos”, apontou. Veja também ECONOMIAPrevidência: versão de relator vê economia de R$ 915 bi; veja o que mudou13 jun 2019 - 10h06 ECONOMIAGuedes diz que reforma economiza R$ 860 bi: “abortaram a Nova Previdência”14 jun 2019 - 13h06 Sampaio ainda fez um apelo pelo apaziguamento entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que trocaram farpas sobre o relatório de Moreira na última sexta-feira, 14. “Guedes e Maia são os fiadores dessa reforma e faço votos de que voltem a trilhar o mesmo caminho em defesa do relatório”, completou. O deputado Capitão Wagner (PROS-CE), alegou que o relatório de Moreira deixou os policiais militares em situação pior do que estão hoje, ao estabelecer que caberá aos governos estaduais definirem as alíquotas de contribuição das categorias. “Queremos um tratamento isonômico em relação aos demais profissionais de segurança”, completou. O deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) voltou a chamar a reforma da Previdência de catástrofe. “Não há possibilidade de melhorar esse projeto, porque ele tem um problema na raiz. Os ricos não estão sendo chamados a darem sua cota de sacrifícios”, atacou. Em duas horas de sessão, 12 parlamentares já fizeram o uso da palavra. A lista de inscritos conta com 155 deputados, sendo 64 para falar a favor da reforma e 91 para falar contra a medida. Além disso, os cerca de 30 líderes partidários também têm direito a fala. A expectativa é de que o debate dure por diversas sessões. Ler artigo completo
  14. Rio de Janeiro — O consumo de gás natural no Brasil em abril caiu 9% em relação ao mesmo mês do ano passado e recuou 9,9% ante março, para 52 milhões de metros cúbicos/dia (m³/d). As informações foram dadas pela Abegás, associação que representa as distribuidoras à Reuters. Segundo a entidade, o resultado foi principalmente devido a uma queda na demanda termoelétrica. A redução do despacho termelétrico “tem puxado o resultado para baixo” do setor de gás, em meio a condições hidrológicas favoráveis para maior geração hidrelétrica, mais barata, notou o diretor de Estratégia e Mercado da Abegás, Marcelo Mendonça, em nota. No acumulado do primeiro quadrimestre, o consumo nacional ficou praticamente estável, a 58,9 milhões de m³/d. O consumo industrial, principal demanda de gás e importante sinalizadora do comportamento da economia, apresentou alta de 2,5% em abril ante março e subiu 0,7% quando comparado ao mesmo mês de 2018, para 28,3 milhões de m³/d. No acumulado do ano, subiu 2,7%. “Hoje, a recuperação econômica é muito lenta. A gente vê que o consumo (total de gás) está no mesmo patamar que do ano passado. O que é necessário realmente para ter um crescimento de consumo gás natural é justamente trazer competição para esse o mercado”, disse Mendonça. A Abegás faz coro com outros agentes do mercado por uma reforma regulatória no setor que possibilite, dentre outras coisas, um número maior de ofertantes do gás natural além da Petrobras. Veja também CIÊNCIATrocar diesel por gás natural permitiria economia de até 60% em São Paulo18 abr 2019 - 14h04 NEGÓCIOSPetrobras e BR fecham contrato de R$2 bi para comércio de gás natural8 jan 2019 - 18h01 A demanda por gás para geração elétrica em abril caiu 31,9% ante o mesmo mês de 2018 e recuou 36,1 ante março, para 11,6 milhões de m³/d. No acumulado dos quatro primeiros meses, o recuo foi de 7,4%. “Vemos que em junho está até com bandeira verde, exatamente pelo aumento incidente de chuvas. Então isso é o que provoca a redução do despacho termelétrico”, disse Mendonça. Coube ao setor automotivo evitar que a queda fosse maior. O consumo de Gás Natural Veicular (GNV) em abril teve um crescimento de 4,5% na comparação com abril de 2018 e alta de 1 por cento na comparação com março. No acumulado até abril registrou alta de 7,2%. “A percepção do usuário é que o GNV continua competitivo apesar dos últimos aumentos. O preço de gasolina e álcool continuam muito elevados e o usuários em buscado a utilização do GNV para vencer nesse momento de crise”, afirmou. Ler artigo completo
  15. São Paulo — Autoridades paraguaias já estimam haver cerca de 400 membros da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) em presídios do país vizinho. Segundo ele, 90% das cadeias têm detentos ligados ao grupo criminoso. No Paraguai desde 2010, o PCC ganhou força nos últimos três anos, após a morte de um líder do tráfico local. No domingo, 16, rebelião liderada pela facção na penitenciária da cidade de San Pedro del Ycuamandyyu terminou com 10 mortos. O PCC começou a se infiltrar no Paraguai em 2010, quando um de seus líderes, Elton Leonel da Silva, o Galã, foi à região na tentativa de eliminar intermediários para trazer drogas daquele país. Logo Galã percebeu que o tráfico local era controlado por Jorge Toumani Rafaat, o “rei da fronteira” e, com o apoio da facção carioca Comando Vermelho (CV), montou um plano para matar o rival. Rafaat foi executado numa ação cinematográfica, em Pedro Juan Caballero, em junho de 2016. Rapidamente, o PCC começou a ocupar os espaços deixados, entrando em conflito com os interesses do CV. A guerra entre as duas facções já produziu mais de uma centena de mortes na região de fronteira. Além da disputa das rotas de tráfico, os grupos passaram a arregimentar mão de obra nas prisões. Para manter seu poder sobre os seguidores, os criminosos cooptam agentes e dirigentes do sistema prisional. Em resposta à ofensiva das facções, o governo paraguaio passou a expulsar os bandidos. Em 2018, foram extraditados 97 presos brasileiros, 60% mais que no ano anterior. Entre os expulsos, estão líderes do PCC, como Thiago Ximenes, conhecido como Matrix, entregue à polícia brasileira em março, e Jarvis Chimenez Pavão, vinculado ao CV, extraditado em novembro. Rebelião A suspeita das autoridades paraguaias é de que a rebelião desta semana no presídio San Pedro del Ycuamandyyu ocorreu por uma briga entre o PCC e a facção local, conhecida como Clã Rotela, pelo comando da cadeia. Além dos dez mortos, que foram decapitados, queimados ou baleados, houve 12 feridos. “O que sabíamos é que essa gente do clã Rotela trabalhava antes com o PCC. Não tivemos a informação de que esse tipo de confronto pudesse acontecer”, disse o ministro da Justiça paraguaio, Julio Javier Ríos. Segundo as investigações preliminares, o massacre está relacionado ao assassinato de dois detentos na sexta-feira, 14, no presídio de Tacumbú, em Assunção. Veja também BRASILAutoridades do Paraguai admitem que PCC detém controle dos presídios18 jun 2019 - 10h06 Na ocasião, membros do PCC executaram dois presos e deixaram outro ferido, durante “batismo de sangue” da facção para admitir novos integrantes. As vítimas seriam do clã Rotela. Dois presos envolvidos nessas mortes foram transferidos para San Pedro e, ao encontrarem o grupo criminoso rival, houve confronto. O governo anunciou nesta segunda-feira, 17, a destituição do diretor do presídio de San Pedro, Wilfrido Quintana, e do diretor de Estabelecimentos Penitenciários do Paraguai, Blaz Martínez. Segundo ele, as primeiras apurações indicam que as recentes matanças em unidades prisionais do país podem ter acontecido devido à negligência ou cumplicidade dos agentes penitenciários, com a omissão dos dirigentes. O ministro Ríos afirmou que os membros do PCC envolvidos nos assassinatos podem ser expulsos do país. Ele admitiu, porém, que alguns membros da facção já têm documentos paraguaios, o que dificulta a extradição. “Há muitos criminosos poderosos dentro do sistema, não só do clã Rotela, como também do PCC, do Comando Vermelho e de outros paraguaios que atuam em negócios sujos”, afirmou. Ler artigo completo
  16. Londres — Um jovem neonazista que chamou o príncipe Harry de “traidor da raça” meses depois do casamento do britânico com a atriz norte-americana Meghan Markle e insinuou que ele deveria ser baleado foi condenado a 4 anos e 3 meses de prisão nesta terça-feira, noticiou a rede BBC. Michal Szewczuk, de 19 anos, publicou propaganda de extrema-direita na internet que incluiu uma imagem de Harry, o duque de Sussex, com uma arma apontada para a cabeça e a legenda “Te vejo mais tarde, traidor da raça”. A imagem foi postada meses depois do casamento de Harry com Meghan, filha de mãe negra e pai branco. Szewczuk e o co-acusado Oskar Dunn-Koczorowski, de 18 anos, ambos cidadãos poloneses, se declararam culpados de incentivar o terrorismo, e Szewczuk também assumiu cinco acusações de posse de material passível de ser usado por alguém que planeja um ato terrorista. “Dunn-Koczorowski e Szewczuk se veem claramente como superiores à maioria da sociedade, e sentem que sua tarefa é expressar suas crenças, ensinando outros por sua vez”, disse o detetive-chefe Martin Snowden, chefe de policiamento de contraterrorismo do norte da Inglaterra. Veja também VIP – ESTILO DE VIDAHarry e Meghan: As imagens do casamento real que rompeu tradições19 maio 2018 - 10h05 “A quantidade considerável de material que eles postaram em canais de redes sociais não só reflete suas crenças extremistas, mas pretendia incentivar outros a realizarem atos desprezíveis”. Szewczuk foi condenado a 4 anos e 3 meses de prisão, e Dunn-Koczorowski a 18 meses. Outras postagens dos dois incluíram demonstrações de apoio ao assassino em série norueguês de extrema-direita Anders Breivik e ao grupo neonazista Sonnenkrieg Division. Ler artigo completo
  17. Brasília – O governo federal aumentou os juros do Plano Safra 2019/20 para parte dos produtores, diante da forte demanda verificada no ano programa anterior, afirmou nesta terça-feira o secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio. Segundo ele, o governo ainda optou por elevar as taxas de algumas linhas visando aumentar a abrangência do plano, que ainda tem 10 bilhões de reais do Tesouro para permitir juros mais baixos que os de mercado para boa parte dos agricultores. No Plano Safra 2019/20, anunciado nesta terça-feira, o governo aumentou os juros para 8% ao ano para financiamentos a grandes produtores, na comparação com o patamar de 7% visto no programa 2018/19, e elevou de 2,5% para 3% ao ano o piso dos juros para pequenos agricultores. Veja também ECONOMIACom crédito suplementar, Plano Safra investirá R$ 194 bilhões18 jun 2019 - 06h06 As taxas para financiamento de custeio, comercialização e industrialização para os médios produtores foram mantidas em 6% ao ano, na comparação com o plano anterior. Já os programas de investimento terão juros variando de 3% a 10,5% ao ano. “No ano passado, ela (taxa) ficou meio baixa, o dinheiro acabou todo”, afirmou Sampaio a jornalistas, explicando que o governo optou, diante de um cenário de aperto fiscal, em praticamente manter o montante de recurso, mas elevar um pouco os juros de algumas linhas. O plano terá 222,74 bilhões de reais para crédito à agricultura empresarial e familiar, alta de 0,28% ante o plano anterior. O secretário destacou que o governo optou por taxas mais altas em algumas categorias buscando beneficiar um maior número de produtores. “Então foi feita a opção: se eu mantiver a taxa de juros, eu vou ter xis bilhões. Se eu mexer um pouquinho nesses juros, eu alavanco muito mais.” O aumento nos juros em algumas linhas ocorreu apesar de a taxa básica de juros (Selic) estar estável desde março de 2018, em 6,5% ao ano. Presidente Bolsonaro Durante discurso no evento de lançamento do Plano Safra 2019/20, o presidente Jair Bolsonaro elogiou a atuação da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e do secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Jorge Seif. Bolsonaro disse também que o Plano Safra foi uma construção que “passou por muita gente”, e que fica “muito feliz” de estar à frente de um governo em que “todos se falam entre si”. “Aqui não há briga política, há briga apenas para que cada um possa melhor servir o seu Brasil”, afirmou o presidente nesta terça-feira, 18. Armas Bolsonaro também fez no evento um apelo aos parlamentares para que não derrubem o decreto de armas do governo, que flexibiliza o porte e a posse de armas no Brasil. “Não deixem esse decreto morrer”, disse. (Com Estadão Conteúdo) Ler artigo completo
  18. Genebra — Ao menos 380 imigrantes latino-americanos morreram em viagem neste ano, muitos deles venezuelanos que se afogaram no Caribe ou centro-americanos que pereceram tentando cruzar a fronteira entre os Estados Unidos e o México, disse a agência de migração da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira. O saldo, 50% maior do que as 241 fatalidades registradas até meados de 2018, também coincide com um reforço da segurança ao longo da fronteira sul dos EUA, o que muitas vezes leva os imigrantes a recorrer a traficantes criminosos e percorrer rotas mais arriscadas, informou a entidade. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez da redução da imigração ilegal uma de suas principais políticas de governo. Na segunda-feira, seu governo cortou centenas de milhões de dólares de ajuda a El Salvador, Guatemala e Honduras – Trump repreendeu os três países centro-americanos porque milhares de seus cidadãos procuraram asilo na divisa entre EUA e México. “Este mês foi marcado por várias tragédias na fronteira EUA-México, onde ao menos 23 pessoas morreram desde 30 de maio, isso é mais de uma por dia”, disse Joel Millman, porta-voz da Organização Internacional para as Migrações (OIM), em um boletim à imprensa. Cifras da OIM mostram que, até agora, sabe-se que 144 imigrantes morreram no México, 143 no Caribe, 66 ao longo da fronteira sul do México com a América Central e 27 na América do Sul. Outras 42 mortes relatadas estão sendo investigadas no México, e também as de várias dezenas de refugiados e imigrantes que cruzavam a selva de Darién, no Panamá, acrescentou. “Então estamos vendo um nível de fatalidade que não vimos antes. Alertamos que, como os meses de verão estão só começando, com o calor intenso que trazem, podemos esperar que piore”, disse Millman. Quatro milhões de venezuelanos fugiram de sua terra natal, a maioria desde o início de uma crise econômica e humanitária em 2015, disse a agência de refugiados da ONU. A maioria foi por terra para Colômbia, Peru, Equador e Brasil. Mas cada vez mais venezuelanos estão se lançando ao mar em barcos frágeis, imagens que lembram cubanos desesperados em fuga de seu país em décadas passadas. O saldo geral inclui mais de 80 venezuelanos que morreram ou desapareceram em três naufrágios no Caribe nos últimos dois meses, disse Millman. Ler artigo completo
  19. Rio — O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinou a quebra de sigilo bancário do deputado estadual Carlos Minc (PSB), ex-ministro do Meio Ambiente do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão tem como base a suspeita de “rachadinha”, prática por meio da qual assessores devolvem parte dos salários para o parlamentar que os nomeou – o que pode configurar peculato e lavagem de dinheiro. Trata-se da mesma acusação feita pelo Ministério Público do Rio no pedido que resultou na quebra de sigilo de 95 pessoas e empresas ligadas ao hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). A decisão, que também atinge cinco assessores e ex-assessores do deputado, teve como ponto de partida os relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontaram movimentações atípicas nas contas deputados e ex-deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), além de seus assessores – caso revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em dezembro de 2018. No caso de Minc, o período abarcado pela quebra de sigilo é de janeiro de 2016 a março deste ano. O de Flávio Bolsonaro vai de janeiro de 2007 até o final do ano passado. Além deles, outros nove parlamentares do Rio tiveram sigilo quebrado recentemente pela Justiça fluminense, incluindo o presidente da Alerj, André Ceciliano (PT). Em nota, Minc afirmou que a investigação do Coaf não identificou pagamentos de assessores para ele. “Não há depósitos fracionados em dinheiro na minha conta. Nem negócios com carros ou apartamentos. Um assessor pagou três faturas de R$ 2.100 do aluguel de oito notebooks para o gabinete, pois a Alerj só forneceu quatro (enviei o contrato ao MPRJ)”, diz. “E no mesmo período o Coaf constatou dois depósitos meus para este assessor, no total de R$ 18.600, para ressarcirem estes valores e outros gastos diários de gabinete, já que não havia qualquer verba de gabinete.” O ex-ministro também alegou que, em 14 anos, não teve aumento patrimonial real e que mora no mesmo apartamento há 31 anos. “Provoquei duas grandes operações contra a corrupção na área ambiental: as Operações Euterpe e Cartas Marcadas. Fui relator da CPI de Fiscais e do Silverinha, que provou desvio de R$ 57 milhões dos cofres públicos.” Leia a íntegra da nota: “A investigação do Coaf não identificou pagamentos de assessores para mim ou para minha família. Não há depósitos fracionados em dinheiro na minha conta. Nem negócios com carros ou apartamentos. Um assessor pagou três faturas de R$ 2.100 do aluguel de oito notebooks para o gabinete, pois a Alerj só forneceu quatro (enviei o contrato ao MPRJ). E no mesmo período o Coaf constatou dois depósitos meus para este assessor, no total de R$ 18.600, para ressarcirem estes valores e outros gastos diários de gabinete, já que não havia qualquer verba de gabinete. Nos últimos 14 anos, não tive qualquer aumento patrimonial real. Moro no mesmo apartamento há 31 anos, tenho o mesmo telefone, o mesmo email e a mesma conta de banco há 22 anos”, diz o texto. “Provoquei duas grandes operações contra a corrupção na área ambiental: as Operações Euterpe eCartas Marcadas. Fui relator da CPI de Fiscais e do Silverinha, que provoudesvio de R$ 57 milhões dos cofres públicos. Grande parte de meus assessores trabalha comigo há mais de 20 anos. Sou o deputado que mais leis aprovou na história da Alerj, nenhuma para nome de rua ou de escola. E dedico o mandato a que elas sejam cumpridas”. Ler artigo completo
  20. Brasília – Após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir enquadrar a homofobia e a transfobia como racismo, senadores se movimentam para tentar anular o julgamento. Parlamentares reagiram ao julgamento do STF, que avaliou omissão do Congresso por não ter aprovado até hoje uma lei sobre o tema. Aliado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o senador Marcos Rogério (DEM-RO) protocolou um projeto de decreto legislativo para derrubar os efeitos da decisão do STF. O argumento do parlamentar não é contra o mérito do julgamento, mas contra o papel de o Supremo “legislar” enquanto o Parlamento discute o tema. “O que se coloca, portanto, não é um posicionamento em relação ao mérito da decisão adotada pela Suprema Corte, mas, sim, o de resguardar o papel constitucional do Parlamento como o principal foro da democracia, no qual as opiniões de todos os setores da sociedade podem se fazer ouvir, seja diretamente, seja por meio de seus representantes eleitos”, diz o senador na justificativa do projeto. A proposta foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Para que um decreto seja anulado pelo Congresso, um projeto como esse precisa passar pelo Senado e pela Câmara. Na semana passada, após o julgamento do STF, o presidente do Senado emitiu uma nota para defender o papel do Congresso em se posicionar sobre o assunto. Alcolumbre escreveu que a Constituição Federal assegura aos deputados e senadores a atribuição de legislar. “O Parlamento respeita a decisão do Poder Judiciário na sua independência e autoridade para dirimir conflitos constitucionais, mas não pode aceitar a interpretação de que é omisso, uma vez que se guia pela devido respeito à democracia e à pluralidade de opiniões, representadas nos diferentes parlamentares eleitos pelo povo”, afirmou o presidente do Senado. Um projeto que enquadra a discriminação por orientação sexual ou de identidade de gênero ao crime de racismo está pendente de votação na CCJ do Senado e, depois do colegiado, deverá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados. O Senado chegou a encaminhar um parecer ao STF para informar a aprovação da proposta na CCJ. Outra votação, no entanto, deve ser feita no colegiado por emendas terem sido apresentadas. Ler artigo completo
  21. Alguma vez na vida já catalogamos as palavras que representam nosso Negócio, nossa marca, nossa carreira? No dia a dia, procuramos – de fato – ser criativos e coerentes em relação ao vocabulário e à nossa imagem? Muitos profissionais não alcançam um objetivo porque são confusos, não preparam o texto, passam desleixo. O QUE VOCÊ LÊ A leitura proporciona milagres. Basta observarmos quem se destaca; basta lembrarmos os conselhos dos nossos professores. No entanto, a grande dúvida: que obra ler? Além das referências na área de atuação, é importantíssimo o contato com obras que ampliarão vocabulário, senso crítico, gramática, compreensão textual. Dez escritores mágicos: Rachel de Queiroz, Clarice Lispector, Adélia Prado, Lygia F. Telles, Cora Coralina, Machado de Assis, Monteiro Lobato, Graciliano Ramos, João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa. 2. COMO É A EXPOSIÇÃO Até mesmo dentro dos nossos lares, expomos ideias, frases, sentenças. Quantas vezes refletimos sobre como determinadas palavras podem machucar nossos ouvintes? O descuido – na vida pessoal e profissional – resultará em uma mensagem muito confusa. Em muitos casos, não basta apenas ter o conhecimento sobre um assunto: as pessoas querem ser bem tratadas; elas querem comunicadores didáticos, pacientes, bem-humorados. 3. MÍDIAS SOCIAIS Comecemos a notar ainda mais os profissionais respeitados: veja como são, em tese, preocupados com o que “postam” nas mídias sociais. Dediquemo-nos, nessas redes, aos temas referentes à área de atuação e a temas construtivos, inserindo legendas, textos gentis, humanos e responsáveis. Quem busca ser um grande líder precisa começar já. No lugar de frases prontas, uma sugestão é buscar o autoral, o original e o que alterará o comportamento de quem lê. Exemplo: compartilhar obras, filmes vistos, valores educativos, postura de estudioso. Para crescer no mundo profissional, o cuidado com a palavra é essencial, pois ela é extensão da nossa imagem, da nossa marca. Um grande abraço, até a próxima e inscreva-se no meu canal! DIOGO ARRAIS YouTube: MesmaLíngua Autor Gramatical pela Editora Saraiva Professor de Língua Portuguesa Fundador do ARRAIS CURSOS Ler artigo completo
  22. As criptomoedas vivem em um ambiente volátil, uma espécie de montanha russa que o Facebook busca mudar com sua nova moeda Libra. A nova moeda digital será supervisionada por uma organização sem fins lucrativos e será apoiada por ativos reais para ser confiável e estável. Como funcionam as criptomonedas Para usar moedas como a Libra, as pessoas precisarão instalar um software conhecido como carteira digital. Várias carteiras digitais estão disponíveis, mas uma chamada Calibra está sendo projetada por uma subsidiária do Facebook para smartphones dos sistemas operacionais Apple e Android e será integrada aos serviços de mensagens Messenger e WhatsApp. Esse sistema “permite que todos guardem seu dinheiro com segurança em seus telefones”, disse à AFP o vice-presidente de produtos da Calibra, Kevin Weil. Uma carteira digital escolhida pelo usuário deve estar vinculada a contas bancárias ou cartões de crédito para transferências ou transações on-line. “Da mesma forma que você pode recorrer a qualquer navegador para se conectar à internet, você poderá escolher qualquer carteira digital”, disse Weil. Veja também TECNOLOGIAFacebook anuncia sua moeda digital, a libra18 jun 2019 - 06h06 As vantagens A Libra foi lançada como um ecossistema aberto, para que qualquer negócio, ou serviço, possa aceitá-la como meio de pagamento. As instituições financeiras também poderão oferecer empréstimos, ou créditos, em Libra. “Imagine guardar as economias de sua vida em casa. É mais seguro levá-las com você em seu telefone”, alegou Weil. O Calibra poderá, por exemplo, ser usado para enviar dinheiro para amigos, ou familiares, em outro país. Também servirá para comprar em lojas on-line, ou no mundo real, da mesma maneira que se usa o Pay Apple, ou o Google Pay. Atualmente, mais de um bilhão de pessoas usam o WhatsApp e o Messenger para se comunicar. Segundo essa empresa, faz sentido, portanto, fornecer a eles uma maneira de movimentar dinheiro. “Com o tempo, à medida que o ecossistema da Libra crescer e a Libra for incorporada a produtos e serviços, haverá mais coisas que poderão ser feitas”, disse Weil. Como transformar dinheiro vivo em criptomoeda Pessoas sem acesso a bancos poderão ir a uma casa de câmbio, por exemplo, para converter o dinheiro em Libra. Uma vez em um smartphone, a Libra poderá ser enviada como uma mensagem de texto. Os destinatários terão a opção de salvá-la em suas próprias carteiras para uso futuro, ou convertê-la em suas moedas locais. “Faremos com que seja fácil converter para a moeda local”, acrescentou Weil. “Se você não tiver conta em banco, poderá recorrer a lugares como casas de câmbio que operem com a Libra”, completou. As comissões de câmbio de dinheiro poderão ser administradas pelo mercado, mas provavelmente serão menores do que as cobradas pelas empresas que transferem fundos. O Calibra terá proteção contra fraudes e recuperação de senhas, e haverá um procedimento para reconhecer o cliente, por meio de documento de identidade oficial. “Este é o dinheiro do povo. Sentimos uma grande responsabilidade de mantê-lo seguro”, completou Weil. Ler artigo completo
  23. José Carlos Cardoso Duque

    Existe API para comunicação com o Siscomex Importação?

    Sou iniciante!!! Não sei se postei certo!!!
  24. Nova York – O mercado global de videogames vai gerar 152,1 bilhões de dólares em receita este ano, um crescimento de 9,6% sobre 2018, segundo levantamento da empresa de pesquisa de mercado Newzoo divulgado nesta terça-feira. Este ano, os Estados Unidos deverão superar a China como maior mercado de jogos do mundo em faturamento, com 36,9 bilhões de dólares ante 36,5 bilhões, por conta do crescimento dos games para consoles e o efeito de um congelamento do mercado, determinado pelo governo na China. “Eu acredito que isso é algo temporário”, disse Peter Warman, presidente-executivo da Newzoo, citando que há muitos jogos na China esperando aprovação do governo para irem a mercado. Companhias japonesas também estão passando por um movimento de recuperação, em parte por causa da nostalgia com games antigos. Uma versão atualizada de Final Fantasy VII, game lançado originalmente em 1997 pela Square Enix, deve ser lançado no próximo ano, por exemplo. Nintendo e Bandai Namco, produtora dos clássicos jogos do Pac-Man, estão em 9º e 10º lugares na lista da Newzoo de maiores empresas de games em receita. Os jogos para dispositivos portáteis como celulares e tablets continuam como maior categoria do mercado, gerando receita de 68,5 bilhões de dólares, ou 45% do mercado global, segundo o estudo. A Newzoo entrou em contato com mais de 62.500 pessoas convidadas para o estudo entre fevereiro e março em 30 mercados. A pesquisa também usou dados de outras fontes. É o 9º levantamento anual do tipo realizado pela empresa. A pesquisa exclui receita gerada por competições profissionais de videogames. Em fevereiro, a Newzoo estimou que a receita global com os chamados “e-sports” deve atingir 1,1 bilhão de dólares neste ano. Ler artigo completo
  25. Florianópolis – A Policia Federal (PF) prendeu na manhã desta terça-feira, 18, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (sem partido); o delegado Fernando Caieron, da própria PF; e o ex-secretário estadual da Casa Civil Luciano Veloso Lima. Eles são suspeitos de participar de uma organização criminosa que violaria o sigilo de operações policiais em Santa Catarina, além de construir um esquema para bloquear o monitoramento de órgãos públicos. Operação Chabu A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira, 18, a Operação Chabu para desarticular uma organização que violava sigilo de operações policiais em Santa Catarina. O grupo contava com uma rede de políticos, empresários e agentes da PF e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Além de vazar informações, o grupo contrabandeava equipamentos de contra inteligência. Agentes cumprem 30 mandados, sendo 23 de busca e apreensão e sete de prisão temporária, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Os crimes foram descobertos a partir da análise dos materiais apreendidos durante a Operação Eclipse, deflagrada em agosto de 2018. A PF identificou que a organização criminosa teria formado uma rede de políticos, empresários e servidores da própria corporação e também da PRF lotados em órgão de inteligência e investigação. Segundo a PF, o grupo “embaraçava investigações policiais em curso e protegia o núcleo político em troca de vantagens financeiras e políticas”. A investigação apurou ainda que a quadrilha vazava sistematicamente informações sobre operações policiais que ainda seriam deflagradas e também contrabandeava equipamentos de contra inteligência para montar “salas seguras”, à prova de monitoramento, em órgãos públicos e empresas. A PF investiga associação criminosa, corrupção passiva, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa e tentativa de interferir em investigação penal que envolva organização criminosa. “Falha” A Polícia Federal ressaltou que o nome da operação, “Chabu”, significa “dar problema, dar errado, falha no sistema”. “O termo é utilizado em festas juninas quando falham fogos de artifício e era empregado por alguns dos investigados para avisar da existência de operações policiais que viriam a acontecer”, destacou a PF. Defesas Gean Loureiro estava prestando depoimento à polícia no final da manhã desta terça-feira. A assessoria de imprensa da Prefeitura afirmou que vai esperar ter mais informações para se pronunciar. A reportagem não localizou os advogados de Caieron e de Veloso Lima, que atuou na gestão do ex-governador do Estado Pinho Moreira (MDB), em 2018. O espaço está aberto para as manifestações dos citados. Ler artigo completo
  26. Moscou — O parlamento da Rússia aprovou nesta terça-feira, 18, a lei para suspender Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), assinado com os Estados Unidos em 1987, durante a Guerra Fria. No último dia 2 de fevereiro, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou que o país abandonaria o tratado de controle de armas nucleares em resposta a decisão do presidente americano, Donald Trump, de deixar o acordo. O Departamento de Estado americano alega que as negociações para obrigar Moscou a abandonar mísseis e lançadores falharam. Os dois países trocaram acusações de descumprimento do INF e, após contatos infrutíferos entre representantes dos EUA e da Rússia em Genebra e em Pequim, Washington anunciou finalmente em 1º de fevereiro que deixará o tratado em um prazo de seis meses. Previamente, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, tinha dado em dezembro passado um prazo de 60 dias à Rússia para que esta voltasse a cumprir o tratado. EUA e Otan exigiram à Rússia que destrua o míssil de cruzeiro Novator 9M729 (SSC-8, segundo a classificação da Otan), por considerar que supera os 500 quilômetros de alcance. Por sua parte, a Rússia considerou “inadmissível” o pedido e argumentou que o Novator tem um alcance de 480 quilômetros, o que inscreve-se dentro do tratado. Além disso, a Rússia acusou os EUA de terem começado a preparar o terreno para deixar o INF há quase dois anos, quando começaram os trabalhos para a fabricação de mísseis de curto e médio alcance em uma das suas plantas militares do Estado do Arizona. Após a aprovação da lei pelo parlamento russo, a expectativa é que o Conselho da Federação a adote no próximo dia 26. A lei outorga a Putin o direito a restabelecer a vigência do tratado se os EUA retificarem sua postura. O Tratado INF, assinado em 8 de dezembro do 1987 e que entrou em vigor em 1º de junho de 1988, pôs fim às tensões existentes pela presença de mísseis soviéticos e americanos na Europa O documento estabeleceu a destruição de toda uma classe de mísseis, ao proibir as partes criar, testar e instalar mísseis balísticos e de cruzeiro terrestres de alcance médio (de 1.000 a 5.500 quilômetros) e alcance curto (de 500 a 1.000 quilômetros), assim como suas plataformas de lançamento O pacto foi assinado em dezembro de 1987 pelo presidente Ronald Reagan e o líder soviético Mikhail Gorbachev. Pelo tratado, Washington e Moscou destruíram 846 e 1.846 mísseis respectivamente. Eles eram tratados como uma ameaça de guerra nuclear na Europa. Além disso, pelo tempo curto de voo e padrão difícil de detectar, eram mais suscetíveis a acidentes. (Com agências internacionais). Ler artigo completo
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