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  2. São Paulo – Com o envio da reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional, que deve ser formalizado nesta quarta-feira (19), a sociedade brasileira se vê novamente em um debate espinhoso: Quais devem ser os valores, regras e critérios para garantir uma aposentadoria digna aos idosos do país? Uma coisa é certa: o caminho atual é insustentável. Veja 4 motivos para isso: O brasileiro está tendo menos filhos e vivendo cada vez mais O sistema de Previdência brasileiro é de repartição, que funciona pela chamada “solidariedade entre as gerações”: quem está na ativa no mercado de trabalho banca os benefícios de quem está aposentado. Esta conta só fecha se houver um certo equilíbrio na taxa de dependência, que é a proporção entre pessoas na ativa e idosos. Mas essa relação está se esgarçando pois as duas pontas torcem em direções opostas. De um lado, há menos jovens para trabalhar, pois o brasileiro está tendo menos filhos: a taxa de fertilidade despencou de 6,07 filhos por mulher em 1960 para 1,73 em 2016, segundo o Banco Mundial. É menos do que o necessário para repor a população atual e a taxa de imigrantes entrando no país é mínima. Ao mesmo tempo, os idosos vivem (e recebem aposentadoria) por cada vez mais tempo: em 1991, um homem que chegasse aos 65 anos viveria, em média, por mais 12 anos (até os 77). Hoje, um homem que complete 65 anos pode esperar viver mais 17 anos (até os 82). Os dados, tirados do IBGE, são de sobrevida. A expectativa de vida ao nascer, usado com frequência no debate, não tem tanta utilidade quando pensamos em aposentadoria, já que a média de todos que nascem e morrem é puxada para baixo por mortes precoces tanto na infância quanto por violência. O governo brasileiro já não consegue fechar as contas O Brasil registrou déficit primário em todos os anos desde 2014. Isso significa que o governo não consegue pagar suas despesas básicas, sem contar pagamentos de juros, com o dinheiro que arrecada via impostos. Em 2018, esse rombo foi de R$ 120 bilhões. Uma parte do nó é que as receitas seguem decepcionando após uma forte recessão seguida de retomada econômica fraca, mas o espaço para resolver o problema via aumento de impostos é limitado: nossa carga tributária já é uma das mais altas entre os países emergentes. E do lado do gasto, a Previdência é a questão central a ser atacada, já que responde por mais da metade da despesa primária da União (e ainda mais nos estados). Como os benefícios previdenciários são obrigatórios por lei e estão vinculados ao salário mínimo, crescem de forma automática e comprimem cada vez mais o espaço de outras despesas. O déficit somado das previdências do setor privado, dos servidores públicos da União e dos militares aumentou 8% e fechou o ano de 2018 em R$ 290 bilhões, segundo o Tesouro. O nosso gasto em Previdência está fora do padrão internacional Dados de rombo são relevantes, mas em última análise, maleáveis: você pode eliminar o déficit no papel simplesmente definindo que tal gasto não é “Previdência”, ou que tal imposto deve ser destinado para a “Previdência”. Nada disso resolve a crise fiscal. Outra forma de pensar a questão é comparar o quanto o Brasil gasta com essa rubrica comparado com outros países com a mesma proporção de idosos ou com o mesmo nível de desenvolvimento. Em 2013, antes da crise, o Brasil gastava cerca de 10% do seu PIB em Previdência. A proporção é similar à de países com muito mais idosos, como Alemanha e Japão, e supera (e muito) países com perfil etário similar, como México e Turquia. Os números são do Insper usando dados da ONU e OCDE. A Previdência piora a nossa desigualdade O ministro da Economia, Paulo Guedes, já repetiu em mais de uma ocasião que a Previdência brasileira é uma “fábrica de desigualdades”, e ele tem sua parcela de razão. A possibilidade de aposentadoria por tempo de contribuição favorece quem consegue comprovar um emprego formal por mais tempo, enquanto os mais pobres já costumam se aposentar por idade. Apenas 3% dos hoje chamados aposentados precoces (mulheres entre 46 e 54 anos, e homens entre 50 e 59 anos) estão entre os 20% mais pobres da população. 82% estão na metade mais rica da população e muitos seguem trabalhando após se aposentar. Outro mecanismo que faz a Previdência alimentar a desigualdade é a diferença entre os setores: a média de benefício no setor público (8.200 reais) é mais de 7 vezes superior à no setor privado (1.100 reais). Alguns dos maiores benefícios são amplamente financiados pela União: o déficit per capita anual dos militares, por exemplo, ficou em R$ 99,4 mil em 2017, contra déficit per capita de R$ 6,25 mil no INSS. E esse dinheiro que o governo destina para aposentadorias polpudas vem principalmente de impostos indiretos, que pesam mais sobre a renda das pessoas mais pobres. Ler artigo completo
  3. O ex-zagueiro Denis Ricardo, estreante no América Futebol Clube (MG) e hoje “intermediário cadastrado” pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para recrutar novos talentos, diz que após o incêndio que matou dez adolescentes no centro de treinamento (CT) do Flamengo, a fiscalização dos clubes e da estrutura dedicada aos jovens iniciantes deverá ficar mais severa e minuciosa. Ele jogou por mais de 20 anos em times do Brasil e do exterior, de primeira e segunda divisões, e relata que já dormiu “embaixo de arquibancadas dos estádios”. Denis, que havia estado no CT do Flamengo dias antes da tragédia, acredita que nos últimos anos houve “uma evolução grande” no cuidado de jovens atletas pelos clubes, “mas ainda está longe de um padrão mínimo de qualidade”, conforme já viu em CT de clubes estrangeiros como o Arsenal (Inglaterra) e Roma (Itália). Para ele, as agremiações no Brasil “deveriam investir mais na infraestrutura”. Em parte, o ex-jogador credita a evolução parcial dos clubes à atuação do Ministério Público que proibiu, por exemplo, o recrutamento de adolescentes menores de 14 anos. Ele considera, no entanto, que é preciso fazer mais. O respeito à idade mínima foi um dos pontos mais defendidos por uma rede de pró-infância e juventude ouvida pela Agência Brasil. Veja também BRASILFlamengo se recusa a fazer acordo para indenizar famílias de vítimas19 fev 2019 - 21h02 BRASILJhonata Ventura, ferido em incêndio do Flamengo, caminha pelo hospital18 fev 2019 - 13h02 Pepita Para alguns dos entrevistados, as divisões de base do futebol brasileiro desrespeitam direitos e funcionam como garimpo. “Um garimpo cujo único objetivo é encontrar a pepita de ouro, e não importa a destruição que causou para encontrar”, disse a procuradora Cristiane Maria Sbalqueiro, do Ministério Público do Trabalho (MPT). Segundo ela, periodicamente, olheiros, empresários e clubes fazem milhares de garotos passarem pela peneira de testes até encontrar algum raro talento quase pronto. O esforço não existe, no entanto, para formar novos atletas. “Qual a estratégia para encontrar essas pessoas? No Brasil, a estratégia é de garimpo para exportação. Os nossos atletas são commodities [como ouro, café ou boi gordo]. Isso revela nossa cultura”, compara a procuradora, que trabalha há mais de uma década fiscalizando o cumprimento da lei em clubes de formação no Paraná e em outros estados. Conforme Cristiane, “a gente se conforma em ser um país exportador” e mandar os jovens talentos para o exterior. O sonho de clubes e atletas é um contrato com clube da Europa, como aconteceu com Vinicius Jr (ex-Flamengo, hoje no Real Madrid), negociado antes de ter 18 anos. Transferências Além do dinheiro da venda do passe dos jogadores no começo de carreira, os clubes formadores têm o direito de receber parte da quantia da venda em transferências posteriores – como ocorreu no Vasco da Gama, que recebeu 2,5% da transação milionária de transferência de Philippe Coutinho entre Liverpool e Barcelona (160 milhões de euros, segundo a imprensa desportiva). Isa Oliveira, secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), tem a mesma opinião sobre a mercantilização das divisões de base e a despreocupação com o trabalho de formação dos novos atletas. “O Brasil não investe, não assegura à população infantojuvenil o direito à prática desportiva”, afirmou Isa. Para ela, o resultado é que “o adolescente fica numa situação de extrema desproteção, com risco iminente de ter seus direitos violados”. A secretária alerta para o risco de frustração dos jovens e para a falta de cultura protetiva entre os clubes e as pessoas que recrutam novos jogadores. “Há os chamados empresários, ou aliciadores, que são agentes que atuam vendendo ilusão”, afirmou. “Com tanta injustiça social, com tanta disparidade, se vende para as famílias de baixa renda e de poucas oportunidades e para os adolescentes a garantia de que aquele sonho vai acontecer”. Fundação Criança O advogado Ariel de Castro Alves, presidente da Fundação Criança de São Bernardo do Campo (SP), também relaciona a ilusão dos jogadores e o descumprimento de obrigações legais pelos clubes. “Depositam tudo naquele sonho e acabam abrindo mão de direitos. Muitos desses casos podem configurar situações cruéis, desumanas, degradantes e até de maus-tratos”. Ler artigo completo
  4. Bebianno fala Gustavo Bebianno disse nesta terça-feira que o responsável por sua demissão do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência foi Carlos Bolsonaro, um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. “Acredito que o Carlos tenha inflamado a cabeça do presidente”, disse Bebianno em entrevista à rádio Jovem Pan, referindo-se ao período em que Bolsonaro esteve hospitalizado devido à cirurgia para a remoção de uma bolsa de colostomia. “Eu fui demitido pelo Carlos Bolsonaro”, afirmou o agora ex-ministro. Bebianno disse reconhecer que Carlos, vereador pelo PSC no Rio de Janeiro, tem “uma admiração bonita pelo pai”. Por outro lado, criticou o filho do presidente, afirmando que “Carlos tem um nível de agressividade acima do normal”. O ex-ministro negou, no entanto, que seja um homem-bomba, alguém que poderia causar estragos ao presidente. “Tem muita gente dizendo que eu sou homem-bomba. Tenho caráter, não vou atacar o presidente.” Greve contra fechamento de fábrica da Ford Em assembleia realizada na noite de ontem, os metalúrgicos da Ford decidiram entrar em greve contra o fechamento da fábrica em São Bernardo do Campo (SP). Uma nova assembleia está marcada para a próxima terça-feira (26). A montadora anunciou ontem que deixará de atuar no segmento de caminhões na América do Sul e, como consequência, irá encerrar a produção na planta de São Bernardo do Campo ao longo de 2019. Por isso, deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques. O movimento faz parte de uma reformulação global do negócio da companhia, “como um importante marco para o retorno à lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul”, segundo comunicado. Honda fecha fábrica no Reino Unido A montadora japonesa Honda anunciou nesta terça-feira o fechamento, em 2021, da fábrica de Swindon no Reino Unido, que emprega 3.500 pessoas, o que constitui um novo golpe para o país, em meio ao processo do Brexit. Esta fábrica, a única da gigante japonesa na Europa, é a principal fonte de trabalho de um local com mais de 180 mil habitantes. Imediatamente após o anúncio, o ministro britânico para as Empresas, Greg Clark, considerou a decisão “devastadora”. Indenização O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio de Mello rejeitou o recurso apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro e manteve a decisão que condena o presidente a pagar uma multa no valor de 10 mil reais à deputada Maria do Rosário (PT-RS). A informação foi publicada nesta terça-feira, 19, no Diário de Justiça Eletrônico, mas a defesa de Bolsonaro ainda pode recorrer à Primeira Turma do STF. O processo por danos morais que Maria do Rosário move contra Bolsonaro remonta a 2014, quando ele afirmou que a deputada não merecia ser estuprada, pois não é bonita. Bernie Sanders concorrerá O senador independente pelo estado de Vermont, Bernie Sanders, anunciou nesta terça-feira, 19, que concorrerá pela segunda vez às primárias do Partido Democrata para alcançar a candidatura à Presidência nas eleições americanas de 2020. Em 2016, Sanders já havia concorrido as primárias Democrata com Hillary Clinton, que venceu. Durante o governo e até mesmo na campanha presidencial, Sanders se consolidou como um forte crítico de Donald Trump. Hoje, ao anunciar sua candidatura, o Senador declarou que a campanha “não é apenas sobre derrotar Donald Trump, um dos presidentes mais perigosos que já vimos, ou ganhar a nomeação democrata e a eleição geral. Nossa campanha é sobre transformar nosso país e criar um governo baseado nos princípios de justiça econômica, social, racial e ambiental”, disse. Morre Karl Lagerfeld Faleceu nesta terça-feira,19, o estilista alemão Karl Lagerfeld, um dos maiores nomes da moda global e figura de peso para a grife Chanel. O designer de 85 anos morreu em um hospital de Paris onde tinha sido internado com urgência na última segunda-feira, de acordo com informações da revista PurePeople. A causa da morte do estilista e diretor artístico da Chanel não foi divulgada. Ler artigo completo
  5. O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje (20), a partir das 14h, o julgamento da ação protocolada pelo PPS para criminalizar a homofobia, que é caracterizada pelo preconceito contra o público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais). Será a terceira sessão seguida para o julgamento da questão. A análise começou na semana passada e foi suspensa após a primeira parte do voto do relator, ministro Celso de Mello. Até o momento, o ministro reconheceu a omissão do Congresso Nacional ao não criminalizar a homofobia desde a promulgação de Constituição, em 1988. A possibilidade de criminalização é debatida na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) nº 26, protocolada em 2013. Até o momento, Celso de Mello entendeu que há inércia do Congresso ao não aprovar uma lei para proteger a comunidade LGBT de agressões e preconceitos. Dessa forma, a Corte poderá conceder um prazo para o Congresso aprovar uma lei sobre a matéria. Na sessão de hoje, após a parte final do voto do relator, devem votar o ministro Edson Fachin, relator de outra ação sobre o tema, além dos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e o presidente, Dias Toffoli. Veja também BRASILMinistros do Supremo defendem equiparar homofobia a racismo19 fev 2019 - 08h02 BRASILRede contesta no STF permissão para que governo supervisione ONGs18 fev 2019 - 13h02 Julgamento A partir da ação protocolada pelo PPS, os ministros devem definir se o Supremo pode criar regras temporárias para punir agressores do público LGBT, devido à falta de aprovação da matéria no Congresso Nacional. Pelo atual ordenamento jurídico, a tipificação de crimes cabe ao Poder Legislativo, responsável pela criação das leis. O crime de homofobia não está tipificado na legislação penal brasileira. No entendimento do PPS, a minoria LGBT deve ser incluída no conceito de “raça social”, e os agressores, punidos na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível. A pena varia entre um a cinco anos de reclusão, de acordo com a conduta. Manifestações No dia 13 de fevereiro, primeiro dia de julgamento, a sessão foi dedicada somente às sustentações orais das partes contrária e a favor do tema. O primeiro advogado a sustentar foi Paulo Roberto Iotti Vechiatti, representante do PPS. Segundo o advogado, existe uma omissão do Congresso brasileiro em criminalizar os casos de agressões a homossexuais. Em seguida, o advogado-geral da União (AGU), André Mendonça, reprovou qualquer tipo de conduta ilícita em relação à liberdade de orientação sexual, mas entendeu que o Judiciário não tem poderes legais para legislar sobre matéria penal, somente o Congresso. O advogado Tiago Gomes Viana, representante do Grupo Gay da Bahia, disse que a criminalização da homofobia pelo STF é necessária porque todos os projetos favoráveis à comunidade LGBT que começam a tramitar no Congresso são barrados por parlamentares ligados à bancada evangélica. Representante da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), o advogado Luigi Mateus Braga defendeu que o Congresso tenha a palavra final sobre o caso. Braga disse que a comunidade LGBT deve ter seus direitos protegidos, mas é preciso assegurar que religiosos não sejam punidos por pregaram os textos bíblicos. Ler artigo completo
  6. Um vídeo publicado pelas Forças Armadas da Venezuela mostra militares venezuelanos testando equipamentos e armas comprados da Rússia nos últimos ano. O vídeo mostra um caça Sukhoi Su-30MK2V disparando um míssil antinavio Kh-31, ambos comprados dos russos. O teste de armamento faz parte de exercícios militares que ocorreram entre os dias 10 e 15 de fevereiro e têm como objetivo fortalecer a capacidade defensiva do território venezuelano pelas Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB). De acordo com o site especializado em tecnologia aeronáutica Airforce Technology, a Sukhoi Su-30MK2V é uma aeronave de fabricação russa armada com mísseis de precisão e tem um alcance de lançamento de 120 quilômetros. Essas aeronaves começaram a chegar na Venezuela em 2006 após um dos muitos acordos de venda de armas entre o governo de Hugo Chávez e o presidente russo, Vladimir Putin. Acredita-se que existam 24 unidades em serviços. Veja também Na batalha das doações, Maduro recebe ajuda da Rússia20 fev 2019 - 06h02 MUNDOBrasil montará força-tarefa para entrega de ajuda humanitária à Venezuela19 fev 2019 - 20h02 Além disso, os Kh-31 são mísseis antinavio supersônicos, capazes de voar 250 quilômetros . Em suas versões modernas, eles são capazes de afundar um navio de 4.500 toneladas e ter uma velocidade máxima de 1.000 metros por segundo. Os exercícios de defesa das Forças Armadas venezuelanas ocorreram em meio à crescente tensão política causada pelo apoio dos Estados Unidos ao autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó. Os Estados Unidos enviaram recentemente três aviões militares carregados com toneladas de ajuda humanitária para Cúcuta, na Colômbia, como parte de suas ações para pressionar o chavismo. Os militares venezuelanos leais a Maduro prometeram defender a integridade do território da Venezuela e impedir a entrada de ajuda humanitária. Ler artigo completo
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    [EXAME] Entre Magazine Luiza e Amazon: a dura vida da Via Varejo

    A varejista Via Varejo, dona de Casas Bahia e Ponto Frio, divulga nesta quarta-feira os resultados anuais de 2018 e deve reforçar a dificuldade de competir num mercado cada dia mais disputado. Suas principais competidores no país vivem bom momento. A B2W, tradicional líder do varejo online, aposta numa crescente integração com a Lojas Americanas para levar mais opções de retirada aos consumidores. O Mercado Livre investe em sua carteira digital e em mais centros de distribuição próprios para fidelizar os vendedores. O Magazine Luiza, que divulga resultados nesta quinta-feira, acertou tanto a mão na integração de lojas físicas e online que valorizou 13 vezes na bolsa em dois anos. Para completar, a americana Amazon lança cada vez mais categorias de produtos no Brasil e deve começar a operar sua própria rede logística. A Via Varejo, que opera duas das mais tradicionais marcas do varejo brasileiro, ainda sofre com a claudicante estratégia de ora integrar, ora separar suas operações física e online. Segundo previsão do banco Itaú BBA, o lucro líquido da varejista deve recuar 17,6% no quarto trimestre em relação ao fim de 2017, para 106 milhões de reais. O faturamento também deve sofrer leve queda, de 0,9%, para 7,3 bilhões de reais. a margem operação, por sua vez, deve apresentar recuo de 1,6 ponto percentual, para 5,4%. São números que contrastam com os do Magazine Luiza, que amanhã deve anunciar aumento de 22% no faturamento trimestral e queda menor no lucro, de 3%. São especialmente tímidos para uma empresa que na teoria está muito bem posicionada para um mercado que demanda agilidade na entrega e um contato com o consumidor sem fricção entre as operações online e digital — a Via Varejo tem mais de mil lojas e 26 centros de distribuição pelo país. Segundo relatório do banco BTG Pactual, o ano de 2018 não foi “brilhante” para o varejo brasileiro, mas há grande expectativa para 2019. Nos últimos 12 meses, as ações da Via Varejo caíram 30%. A retomada demandará superar suas próprias dificuldades, e uma concorrência cada vez mais azeitada. Ler artigo completo
  8. Seul – O ministro das Finanças da Coreia do Sul, Hong Nam-ki, confirmou nesta quarta-feira oficialmente que começará a oferecer serviços 5G para telefones celulares no próximo mês, o que o tornará no primeiro país do mundo em oferecer comercialmente esta tecnologia. O ministro sul-coreano fez o anúncio durante uma reunião com os principais responsáveis da sua pasta, em Seul, segundo informações da agência de notícias “Yonhap”. Calcula-se que a velocidade de transmissão sem fio de dados que permite o conjunto de tecnologias 5G seja até 50 vezes mais rápida que a fornecida pelas atuais redes 4G e LTE e espera-se que sua implementação multiplique no futuro os serviços para os usuários e oportunidades de negócios para empresas. Veja também TECNOLOGIAGalaxy S10: a nova aposta da Samsung contra a Apple20 fev 2019 - 06h02 MUNDOCandidato de Trump para o Banco Mundial fala em assistência a Pyongyang11 fev 2019 - 09h02 Hong disse que as três principais operadoras de telecomunicações devem fazer um investimento conjunto de aproximadamente 3 trilhões de wons (cerca de US$ 2,67 bilhões) este ano para a implantação completa do 5G na Coreia do Sul. Na Coreia do Sul, a principal destas operadoras, KT, já realizou o primeiro teste de serviços 5G em uma área limitada durante os Jogos Olímpicos de Inverno, que foram realizados em fevereiro do ano passado, em PyeongChang. Além da KT, as outras duas principais operadoras de telefonia móvel do país, SK Telecom e LG Uplus, também começarão a oferecer o serviço 5G no mês que vem e colocarão à venda os primeiros terminais capazes de utilizar esta tecnologia. Os analistas esperam que o novo smartphone de alta qualidade do gigante tecnológico sul-coreano Samsung que será apresentado mundialmente hoje em San Francisco (Estados Unidos), o Galaxy S10, seja o primeiro capaz de operar na rede 5G. Da mesma forma, a gigante chinesa Huawei anunciou que apresentará seu primeiro celular para 5G no Mobile World Congress, que será realizado em Barcelona, na próxima semana. EFE Ler artigo completo
  9. Após o furacão Bebianno, o governo tenta retomar os ares de normalidade nesta quarta-feira. Ontem, áudios divulgados pela revista VEJA mostram que o ex-ministro da Secretaria-Geral não tinha mentido ao dizer que conversou com o presidente Jair Bolsonaro durante a polêmica sobre o uso de candidaturas laranjas pelo partido de ambos, o PSL. Nesta quarta-feira, a popularidade de Bolsonaro e a assertividade do governo começam a ser postos à prova na mais importante pauta governista: a reforma da Previdência. O texto do projeto será entregue às 9h30 de hoje pessoalmente por Bolsonaro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Na sequência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, parte para um encontro com governadores em mais uma agenda para tentar angariar apoios. Embora a reforma tenha amplo apoio entre parlamentares majoritariamente aliados a Bolsonaro, a aprovação vai ser dura. O texto precisa do aval de dois terços de um Congresso insatisfeito com os rumos do governo. Ontem, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que ainda precisa de 60 a 70 votos para aprovar a proposta na Câmara. Veja também BRASILComo será a tramitação da reforma da Previdência por Câmara e Senado20 fev 2019 - 06h02 BRASIL61% dos deputados apoiam regime único de Previdência, diz pesquisa19 fev 2019 - 19h02 É um cálculo considerado otimista por aliados do Planalto. Nesta terça-feira, a Câmara derrubou o decreto que permite a mais funcionários classificar documentos como secretos e ultra-secretos. Foi a primeira derrota do governo no Congresso e um recado dos deputados. Eles não estão de acordo com a falta de interlocução do governo, nem ficaram satisfeitos com a forma como o então ministro da Secretaria-geral da Presidência, Gustavo Bebianno, foi rifado pelo filho de Bolsonaro, Carlos. Todos os partidos, com exceção do PSL, defenderam que o decreto fosse avaliado nesta terça-feira. Enfraquecido, o governo tende a depender ainda mais de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, ambos do DEM. A estratégia do governo de negociar não com bancadas ou partidos, mas com grupos de interesse, fica em suspenso em menos de dois meses de governo. O texto da reforma da Previdência prevê idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres. A transição para a idade mínima irá começar em 56 anos para as mulheres, e em 61 anos para os homens, segundo revelou nesta quarta-feira 0 jornal O Globo. Ler artigo completo
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    [EXAME] Galaxy S10: a nova aposta da Samsung contra a Apple

    O novo rival do iPhone Xs vem aí. A Samsung apresenta nesta quarta-feira em um evento em São Francisco, nos Estados Unidos, os novos smartphones da linha Galaxy S10. O novo modelo é a décima versão do celular topo de linha da fabricante sul-coreana e o principal concorrente do iPhone, da Apple. EXAME apurou que os novos modelos começam a ser vendidos no Brasil em abril. Os novos aparelhos devem ser os primeiros smartphones topo de linha com cinco câmeras — duas dianteiras e três traseiras — a chegar no Brasil. O diferencial é o posicionamento das câmeras frontais, as mesmas usadas para tirar selfies. Elas ficam escondidas na própria tela do celular, o que evita a necessidade de um recorte preto no display, como o que existe nos iPhones Xs. Se em 2018 a tecnologia das telas infinitas (aquelas que cobrem toda a frente do aparelho) foi a grande novidade em termos de design dos smartphones, 2019 deverá ser o ano das câmeras escondidas nas telas. A expectativa é que o Galaxy S10 seja vendido em três versões. Os dois principais modelos serão chamados Galaxy S10 e Galaxy S10+ e terão telas Oled (a mesma tecnologia das telas dos iPhones) de 6,1 e 6,4 polegadas. Outra novidade esperada é que o sensor de impressões digitais fique diretamente na tela e não mais na parte de trás do aparelho, como no Galaxy S9. É algo que a fabricante chinesa Vivo já havia feito em seus produtos no ano passado. Veja também TECNOLOGIAVaza vídeo que mostra detalhes sobre Galaxy S10 e S10+18 fev 2019 - 14h02 TECNOLOGIASamsung abandona Blu-Ray, o sucessor do DVD19 fev 2019 - 10h02 A terceira versão é o Galaxy S10e, um modelo mais acessível feito para rivalizar com o iPhone Xr, que é o celular “baratinho” da Apple. O S10e terá uma tela menor, de 5,8 polegadas, sem os cantos curvos típicos da linha S. E o seu sensor de impressão digital continuará na parte de trás. Os aparelhos serão as principais apostas da Samsung para o primeiro semestre de 2019 e chegam para substituir o Galaxy Note 9, que ocupa esse posto desde agosto do ano passado. A expectativa da Samsung é que o S10, junto da linha Galaxy M (de preço intermediário), revertam a situação ruim da fabricante. A empresa registrou uma queda anual de 10% no faturamento no quatro trimestre de 2018 e uma redução de 28,7% no lucro. A Samsung ainda é líder no mercado de smartphones no mundo e no Brasil, mas as concorrentes chinesas já ameaçam seu reinado. As vendas da Xiaomi, que voltará a vender celulares no Brasil em março, cresceram mais de 30% em 2018, enquanto a Samsung teve queda de participação de mercado mundial. Nesse contexto, outra carta na manga da Samsung para o ano é o Galaxy Fold, um modelo de smartphone com tela dobrável que ainda deve ser lançado. A premissa é que o usuário tenha a opção de transformar seu celular em um tablet sempre que precisar de uma tela grande para ver vídeos, navegar na internet ou ler livros digitais. A concorrente sul-coreana LG, criadora da primeira TV com tela dobrável, já deixou o caminho livre ao dizer que não pretende lançar um smartphone com a mesma tecnologia tão cedo. Num mercado tão competitivo como o de smartphones, a tela dobrável pode convencer alguns consumidores a trocar o seu celular por um Samsung — ou evitar que os clientes da Samsung migrem para as marcas chinesas ou para a Apple. Ler artigo completo
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    [EXAME] Na batalha das doações, Maduro recebe ajuda da Rússia

    Nesta quarta-feira, 20, uma leva de ajuda humanitária vinda da Rússia desembarcará em Caracas. É mais um capítulo do teatro de Nicolás Maduro para se manter no poder, e para aumentar o impasse venezuelano. Por um lado há um presidente eleito sob um processo eleitoral completamente questionável que se agarra à China e à Rússia para se manter no poder. Por outro, o autointitulado presidente Juan Guaidó, tem amplo apoio do Ocidente, mas poucos meios internos de furar a muralha de apoio de Maduro entre os militares. Enquanto a guerra de braço permanece, o país continua em crise e a população é quem paga. O anúncio da chegada dos suprimentos humanitários foi feito pelo próprio Nicolás Maduro na tevê estatal do país na última segunda-feira. O presidente informou que chegarão “300 toneladas de ajuda e assistência humanitária da Rússia legalmente”. Maduro também ressaltou que o auxílio que seu governo receberá hoje foi pago pelo executivo, e ainda disse ser possível que nos próximos dias outros países manifestem interesse em oferecer suprimentos à Venezuela através da ONU. Paradoxalmente, Maduro critica as ajudas humanitárias que a Assembleia Nacional, liderada pela oposição, vem negociando com os Estados Unidos e a Colômbia. Segundo Maduro, os suprimentos recebidos por seu oponente não passam de um “show humanitário”. “É uma armadilha para caçar bobos, nos roubam 30 bilhões e nos oferecem 20 milhões em comida podre para tentar intervir na Venezuela”, disse. Veja também MUNDOBrasil montará força-tarefa para entrega de ajuda humanitária à Venezuela19 fev 2019 - 20h02 MUNDOEles terão que passar por nossos cadáveres, diz ministro fiel a Maduro19 fev 2019 - 15h02 O Brasil anunciou ontem que vai permitir o uso de seu território para que os Estados Unidos e a oposição tentem entregar ajuda humanitária ao país no sábado. Uma leva de mantimentos e medicamentos enviados pelos americanos segue barrada na fronteira com a cidade colombiana de Cúcuta. A batalha das doações vai também a outros campos. Ontem, militares venezuelanos divulgaram vídeo testando equipamento de guerra russo. Os Estados Unidos volta e meia falam numa possível intervenção no país. A dúvida é como o Brasil se posicionará se a retórica passar do arroz com feijão para a doação de mísseis. Ler artigo completo
  12. São Paulo – Contratar um plano dental é sinônimo de economia, já que cuidar dos dentes pode custar bem caro. Mas a diferença de preço entre os planos é grande. É possível poupar mais de 2 mil reais ao ano ao escolher o plano certo, segundo a associação de consumidores Proteste. Os planos com melhor custo-benefício são da Uniodonto Campinas, da Dental Uni e da Inpao Dental. A associação analisou 18 planos odontológicos e avaliou os preços, os principais procedimentos cobertos e o período de carência exigido pelas operadoras. Também analisou se o plano oferece cobertura nacional, se tem rede de atendimento própria e se oferece reembolso, caso o paciente opte por se consultar com um dentista não credenciado. O Índice de Desempenho de Saúde Suplementar (IDSS) e o Índice de Reclamação, da da ANS, também foram checados. A partir desses critérios, o estudo chegou a uma pontuação. A seguir, confira a avaliação de cada plano, ordenada da melhor para a pior, e o custo da mensalidade de cada um: Plano odontológico Avaliação final Preço por mês, em R$ Uniodonto Campinas/Plano Básico 1 73 71,30 Dental Uni/Avançado Mais 72 39,90 Proteste/Inpao Dental/Especial com Ortodontia 71 134,30 Uniodonto Goiânia/Uni Light Plus 70 99,00 Odonto Prev/Dental Orto 68 147,00 Odonto Prev/Dental Vip 68 220,35 Uniodonto São José dos Campos/Branco 67 75,35 Proteste/Inpao Dental/Plus 67 36,67 Odonto Prev/Dental Estética 66 115,00 Sul América/Odonto Mais Individual Rol Ampliado 65 43,90 Odonto Prev/Dental Bem-Estar 63 45,60 Metlife/Sorria Mais Essencial 63 41,00 Metlife/Sorria Mais Essencial Doc 63 52,90 Uniodonto Belém/Individual/Familiar 62 48,00 Uniodonto Goiânia/Uni Smart 62 30,00 Uniodonto Goiânia/Uni Quality Plus 60 60,00 Sempre Odonto/Sorriso Família 59 23,90 Prodent/Totality Plus Insp 57 39,90 Coberturas Metade dos planos analisados têm cobertura boa ou muito boa, segundo a Proteste. A outra metade fica abaixo do esperado. As coberturas mais comuns são para consulta, cirurgia oral, obturação, tratamento de canal, limpeza e radiologia. Antes de fechar negócio, é importante se certificar de que pelo menos esses serviços estão no contrato. No site da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), há uma lista de procedimentos que devem ser obrigatoriamente cobertos pelos planos. Em geral, próteses, implantes dentários e tratamentos ortodônticos não são cobertos, por serem considerados procedimentos estéticos. Na amostra avaliada pela Proteste, somente Odonto Prev, Metlife e Inpao Dental cobrem todo o tratamento ortodôntico. A maioria dos planos oferece cobertura nacional, ou seja, o consumidor não precisa estar na sua cidade ou no seu estado para se consultar em uma situação de urgência odontológica. As exceções ficam por conta dos planos Uniodonto Goiânia e Metlife, cujas coberturas se restringem ao atendimento estadual. Alguns planos contam com rede própria de atendimento: Dental Uni, Inpao Dental, Sul América, Sempre Odonto, Prodent, Metlife e Odontoprev. Carência e reembolso Em alguns planos, a espera é longa até que o novo cliente tenha direito a se submeter consultas, exames e procedimentos. Para tratamento de canal, pode ser necessário esperar até 120 dias. Em relação à carência, Metlife, Odonto Prev, Sul América, Uniodonto Goiânia e Prodent decepcionam, segundo a Proteste. Além disso, grande parte dos planos não oferece reembolso, caso o paciente opte por se consultar com um dentista não credenciado. Isso limita as opções do consumidor, impedindo que ele faça um tratamento junto ao profissional de sua preferência. Apenas os planos da operadora Odonto Prev garantem o reembolso. Ler artigo completo
  13. JZG_Pedro

    Importação de Produto Controlado pelo Exército

    Gustavo, Obrigado, novamente! Sobre a CII ser solicitada pelo Siscomex, acho que você está errado.... continua sendo pelos Correios, diretamente ao Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados - DFPC, em Brasília. Bem uns 2 ou 3 meses para analisarem. Lembrando que a pessoa precisa ser atirador registrado, ter CR. Falam que é possível importar arma elétrica sem CR, mas eu duvido muito que dê certo, frente ao caos atual. Na realidade, essa complicação toda aqui nem ocorria, antes. A galera pedia o CII, e este bastava para importar o produto e fazer todos os trâmites legais. Ninguém mexia com LI, DI, etc....mas enfim, agora mudou, a RFB tá em cima perturbando, ninguém entende nada (RFB, DFPC e SFPCs locais), o usuário entende menos ainda; mas vamos tentando nos achar. Como falei no post anterior, estou empacado na DI ( parece que há uma resolução vetando DSI para esse tipo de produto, e também, ao tentar fazer uma DSI, vi que é impossível vinculá-la a um LI completa). Quanto a contratar um despachante, acho um absurdo. Com todo o respeito ao trabalho de vocês, mas a pessoa física tem o direito de ter acesso a informação minimamente simplificada e fazer tudo sozinha, recorrendo ao despachante apenas se quiser se dar ao luxo de não ter trabalho. Ademais, ninguém está cobrando menos de 1000 reais para um simples preenchimento de DI; sendo que a mercadoria em si é metade desse valor. Abs Pedro
  14. Preenchi todas as informações sobre valores da mercadoria e frete em dólar dos EUA, no código 220. Tudo aparentemente correto... não entendo o erro.
  15. Obrigado, Gustavo! Sobre isso do banco, realmente não tive nenhuma resposta do gerente, e nem vi qualquer opção disso. De qualquer forma, já compreendi aqui que isso será após solicitação e registro da DI, certo? Agora estou empacado em conseguir registrar a DI - consegui que a 1a Região Militar (Rio, a carga está presa no Galeão) entendesse a situação e deferisse minha LI. Ao tentar registrar a DI, recebo mensagem de erro dizendo que o VMLE está diferente do calculado pelo sistema. Não faço ideia do que pode estar errado, já chequei várias vezes, preenchi tudo de acordo com a nota fiscal.
  16. JZG_Pedro

    Importação

    Oi Brandon. Acho que a modalidade de frete não tem nada a ver com as limitações de importação. O que pega mesmo, penso eu (não sou profissional), é o valor total e o tipo de produto (controlado? Sim ? Por quem?). O que falam é isso mesmo, que abaixo de 50 dólares não tem bronca; mas estará sujeito à análise subjetiva do fiscal para dizer se o seu produto realmente está cotado abaixo de 50 dólares ou não.
  17. A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público Estadual informaram que o Flamengo se recusou hoje (19) a fechar o acordo de reparação às vítimas do incêndio no alojamento do Centro de Treinamento (CT) do clube, o Ninho do Urubu, em Vargem Grande, na zona oeste, no qual dez atletas morreram e três ficaram feridos. O acordo estava sendo negociado entre o clube, as duas instituições e o o Ministério Público do Trabalho. Em nota, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público do Trabalho informam que o caso vai ser definido na Justiça. Com a tentativa de acordo encerrada, as instituições buscarão a reparação judicial. Amanhã (20), os parentes dos jogadores serão atendidos pela Defensoria Pública para que sejam orientados sobre as medidas possíveis. Segundo as instituições, a “recusa do acordo” foi informada por meio de ligação telefônica às 19h desta terça-feira. Conforme a nota divulgada à imprensa, não houve consenso nas negociações para fechar os valores das indenizações e eventuais pensões. “Os valores apresentados pelo clube estão aquém daquilo que as instituições entendem como minimamente razoável diante da enorme perda das famílias e demais envolvidos”, indicou o comunicado. Veja também BRASILApós Ninho do Urubu, governo promete varredura em CTs de todo o Brasil17 fev 2019 - 09h02 BRASILJhonata Ventura, ferido em incêndio do Flamengo, caminha pelo hospital18 fev 2019 - 13h02 Confiança No fim da tarde, a coordenadora cível da Defensoria Pública, Cíntia Guedes, disse durante uma entrevista coletiva que quase 90% do acordo estavam acertados e que tinha confiança em uma resposta positiva do Flamengo ainda hoje. A defensora destacou que apenas dois pontos estavam em aberto e se referiam a valores de indenizações e de pensões às famílias dos atletas atingidos. “A bola agora está com o Flamengo”, chegou a dizer a defensora ao fim da coletiva. Segundo a Defensoria Pública, anteriormente, o Flamengo havia se comprometido em prestar assistência médica aos jovens que necessitarem de tratamento, assim como apoio psicológico às famílias dos atletas que morreram. O clube também havia se responsabilizado a manter por um período mínimo de dois anos, os contratos de formação dos atletas que sobreviveram, além dos contratos dos empregados que de certa forma se envolveram no incêndio. Ler artigo completo
  18. Em assembleia realizada no início da noite, os metalúrgicos da Ford decidiram entrar em greve contra o fechamento da fábrica em São Bernardo do Campo (SP). Uma nova assembleia ocorrerá na próxima terça-feira (26). “Nós lutamos, fizemos de tudo para que isso não ocorresse. Precisamos ir todos para a casa e retornar na semana que vem. Até lá é greve”, disse o coordenador-geral do Comitê Sindical na Ford, José Quixabeira de Anchieta. A Ford anunciou hoje (19) que encerrará as atividades na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A empresa também confirmou que deixará o mercado de caminhões na América do Sul. No Brasil, deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques. Veja também NEGÓCIOSFord fechará fábrica em São Bernardo do Campo, que faz caminhões e Fiesta19 fev 2019 - 16h02 “A manutenção do negócio teria exigido um volume expressivo de investimentos para atender às necessidades do mercado e aos crescentes custos com itens regulatórios sem, no entanto, apresentar um caminho viável para um negócio lucrativo e sustentável”, disse a empresa em nota. O sindicato retificou o número de trabalhadores na fábrica para 3.200 diretos e mil indiretos. Mais cedo, havia sido informado que eram 2.800 diretos. A Ford tem três fábricas no Brasil, em Camaçari (BA), São Bernardo do Campo (SP) e Taubaté (SP), e um campo de provas em Tatuí (SP). Ler artigo completo
  19. Siscomex (robô)

    [EXAME] A pedido da PF, Justiça solta presidente da CNI

    A pedido da Polícia Federal, a Justiça Federal de Pernambuco mandou soltar o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Andrade, alvo da Operação Fantoche, deflagrada contra supostas fraudes no sistema S e no Ministério do Turismo. Ele havia sido preso ainda na manhã desta nesta terça, 19. Segundo informações da Justiça, a PF fez o pedido de soltura após a conclusão de buscas e apreensões em endereços ligados a ele e outros investigados. Também foram soltos o presidente da Fiepe, Ricardo Essinger, o presidente do Sesi de Alagoas, José Carlos Lira Andrade, o presidente da Fiep, Francisco de Assis Benevides Gadelha, além do empresário Hebron Costa Cruz de Oliveira. Responsável pela representação da indústria do Brasil, a CNI é o órgão máximo do sistema sindical patronal da indústria e atua em articulação com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de entidades no Brasil e no exterior. Segundo informações da PF, um grupo de empresas, sob o controle de um mesmo núcleo familiar, atuava desde 2002 executando contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades paraestatais do intitulado “Sistema S”. Estima-se que o grupo já tenha recebido mais de R$ 400 milhões decorrentes desses contratos. Veja também BRASIL“Eu fui demitido pelo Carlos Bolsonaro”, diz Bebianno19 fev 2019 - 20h02 As investigações apontaram que o grupo utilizava entidades de direito privado, sem fins lucrativos, para justificar a celebração de contratos e convênios diretos com o Ministério e Unidades do Sistema S. Os contratos eram, em sua maioria, voltados à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados e com inexecução parcial, sendo os recursos posteriormente desviados em favor do núcleo empresarial por intermédio de empresas de fachada. A principal beneficiária do suposto esquema teria sido a empresa Aliança Comunicação. Ler artigo completo
  20. Yesterday
  21. São Paulo – Gustavo Bebianno disse nesta terça-feira que o responsável por sua demissão do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência foi Carlos Bolsonaro, um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. “Acredito que o Carlos tenha inflamado a cabeça do presidente”, disse Bebianno em entrevista à rádio Jovem Pan, referindo-se ao período em que Bolsonaro esteve hospitalizado devido à cirurgia para a remoção de uma bolsa de colostomia. “Eu fui demitido pelo Carlos Bolsonaro”, afirmou o agora ex-ministro. Bebianno disse reconhecer que Carlos, vereador pelo PSC no Rio de Janeiro, tem “uma admiração bonita pelo pai”. Por outro lado, criticou o filho do presidente, afirmando que “Carlos tem um nível de agressividade acima do normal”. O ex-ministro negou, no entanto, que seja um homem-bomba, alguém que poderia causar estragos ao presidente. “Tem muita gente dizendo que eu sou homem-bomba. Tenho caráter, não vou atacar o presidente.” Mas o vice-presidente Hamilton Mourão disse que houve quebra de confiança, atribuindo ao ex-ministro a divulgação de áudios postados em trocas de mensagem pelo WhatsApp e divulgados nesta terça-feira. “Não resta dúvida que o ex-ministro Gustavo Bebianno ao divulgar uma conversa privada dele com o presidente, ele está faltando com a lealdade”, disse Mourão a jornalistas. “Se eu vou conversar particularmente com uma pessoa que é da minha confiança em tese, eu posso falar o que eu quero. Aí se a outra pessoa divulga isso, isso aí é muito ruim”, disse. O vice-presidente, no entanto, não quis comentar as declarações de Bebianno relacionadas ao filho do presidente. “Não vou entrar em comentários a respeito do Carlos. Carlos é filho e filho é filho, né? Então tem que aguardar, esse episódio aí todo, agora que o Bebianno resolveu divulgar essa questão dos áudios mostra porque o presidente não queria mais ele no governo”, disse Mourão. Veja também BRASILÁudios entre Bebianno e Bolsonaro desmentem versão de Carlos, revela VEJA19 fev 2019 - 14h02 BRASILNo mundo real não existe nenhuma crise dentro do governo, diz Moro19 fev 2019 - 18h02 Áudios Os áudios divulgados pelo site da revista Veja na tarde desta terça mostram que Bebianno trocou mensagens via WhatsApp com Bolsonaro, contrariando as declarações do presidente e de Carlos, de que Bebianno tinha mentido ao dizer que se falaram. Na troca de mensagens revelada pela revista, Bebianno disse considerar isso como se fosse uma conversa. Bolsonaro, por sua vez, rebateu e disse que esse envio de áudios por aplicativos não configuraria uma conversa, defendeu a atuação do filho e contestou atitudes tomadas por Bebianno no governo. As mensagens revelam a evolução por dentro da crise entre o presidente e Bebianno, que teve como ponto de partida o fato de Carlos e o próprio Bolsonaro terem chamado o agora ex-ministro de mentiroso ao dizer que tinha conversado com o presidente três vezes em 12 de fevereiro, véspera do dia em que o chefe do Executivo teve alta hospitalar. Segundo a Veja, o presidente questionou num dos áudios, o fato de constar na agenda de Bebianno do dia 12 uma reunião com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo. Na gravação, Bolsonaro pede que ele não receba o executivo, pois a Globo é inimiga do governo e que esse contato o colocaria em situação delicada com outras emissoras. Em outros dois áudios, Bolsonaro pede para cancelar a agenda que Bebianno e outros dois ministros fariam ao Pará para discutir projetos para a Amazônia com líderes locais, argumentando que seria cobrado por obras na região amazônica. Outros áudios mostram que a relação entre ambos degringolou. O presidente chega a acusar Bebianno de plantar notícia em um site para envolvê-lo nas supostas irregularidades relacionadas a candidaturas do PSL. Bebianno foi presidente do PSL durante a campanha vitoriosa de Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Protagonista do episódio, Bebianno é alvo de denúncias de uso de candidaturas-laranjas em Estados para desvio de recursos eleitorais enquanto presidia o PSL, o que ele nega. Em uma mensagem, Bolsonaro chega a dizer que “querer empurrar essa batata quente” para ele não iria dar certo. “Aí é desonestidade e falta de caráter”, atacou, completando que a Polícia Federal “entrou no circuito” para apurar o caso. Posteriormente, Bebianno se defende e diz que não vazou ou plantou nada do que foi publicado na imprensa contra o governo e o presidente. Diz que o presidente está “bem envenenado”, deixando implicitamente que o envenenador seria Carlos. Na segunda-feira, Bolsonaro demitiu Bebianno, sem dar detalhes da sua decisão, numa tentativa do governo de estancar a crise às vésperas do envio da principal proposta de ajuste das contas públicas do governo: a reforma da Previdência, que chegará ao Congresso na quarta-feira. Luciano Bivar O ex-ministro afirmou que, se houver algo errado em relação a candidaturas laranjas no Pernambuco, a responsabilidade é do diretório estadual. Mas destacou que não acredita que o presidente do PSL, Luciano Bivar, tenha cometido qualquer irregularidade. “Não me pareceu desde o início que Bivar tenha atuado em benefício próprio”, disse. Ele destacou que Bivar é “bem-sucedido” e que não tentaria uma manobra em uma candidatura “tão visível quanto foi a do atual presidente”. “Eu confio no deputado e acredito que tenha agido de acordo com a lei”, completou. Ler artigo completo
  22. O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, disse nesta terça-feira, 19, que o Brasil montará uma força-tarefa em Roraima, na fronteira com a Venezuela, para definir a entrega de ajuda humanitária enviada pelos Estados Unidos em coordenação com a oposição venezuelana. Roraima será o segundo ponto de ajuda, ao lado de Cúcuta, na Colômbia. Segundo Rêgo Barros, alimentos e remédios serão disponibilizados na capital, Boa Vista, e em Pacaraima, na fronteira com Santa Elena de Uairen. O terceiro ponto de entrega de ajuda fica nas Antilhas Holandesas, que reúnem as ilhas de Aruba, Curaçao e Bonaire. Mais cedo, no entanto, a Marinha venezuelana anunciou que fecharia a fronteira aérea e marítima com o arquipélago caribenho. O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, reafirmou hoje seu compromisso com o presidente Nicolás Maduro e prometeu proteger a fronteira de “ameaças à integridade territorial venezuelana”. Maduro tem rejeitado a entrega de mais de 900 toneladas de alimentos por julgá-la um pretexto dos Estados Unidos para intervir militarmente na Venezuela. O líder opositor Juan Guaidó diz que 300 mil venezuelanos precisam com urgência de comida e remédios e a ajuda humanitária é um meio de forçar o Exército a escolher entre o chavismo e o povo. Veja também MUNDOEles terão que passar por nossos cadáveres, diz ministro fiel a Maduro19 fev 2019 - 15h02 MUNDOJapão reconhece Guaidó como presidente interino da Venezuela19 fev 2019 - 09h02 “A Força Armada permanecerá mobilizada e alerta ao longo das fronteiras (…) para evitar qualquer violação à integridade de seu território”, disse Padrino. O comandante das Forças Armadas ainda acusou o presidente americano, Donald Trump, de ser “arrogante” por pedir ao Exército venezuelano que aceite a anistia oferecida pelo líder da oposição Juan Guaidó e a romper com Maduro. “Reiteramos sem restrições obediência, subordinação e lealdade”, afirmou Padrino. “Aqui temos presidente, aqui temos o comandante-em-chefe, Nicolás Maduro.” Guaidó, por seu lado, começou nas redes sociais uma campanha para que os generais que comandam brigadas na fronteira atendam aos pedidos dos venezuelanos por comida e remédios. “Soldados, escutem”, pediu Guaidó, tornando públicos os nomes dos comandantes dos batalhões de fronteira. A aposta da oposição é que em vez de ouvir Padrino, esses militares ouçam ao apelo popular. A crise econômica que atinge a Venezuela desde 2013 levou o país à hiperinflação, escassez de alimentos, remédios e de serviços básicos, como água e luz. A queda do preço do petróleo e sanções impostas pelos EUA agravaram a situação. Ler artigo completo
  23. Rio de Janeiro – A Vale informou nesta terça-feira, que estão em andamento as iniciativas para conter os rejeitos da barragem I da Mina de Córrego do Feijão, que rompeu dia 25 de janeiro. As ações foram acordadas com a secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), em 8 de fevereiro. Parte delas também consta das exigências apresentadas pela Procuradoria Geral do Estado e pelo Ministério Público de Minas Gerais no Termo de Compromisso Preliminar que está em negociação com a companhia. Em nota, a Vale afirma que está realizando a limpeza do trecho 1, que vai da barragem até o Rio Paraopeba, onde será implantado um dique para retenção dos rejeitos mais grossos e pesados. Nesse trecho, também estão sendo retirados os rejeitos que bloquearam um trecho da Avenida Alberto Flores, que liga as localidades de Córrego do Feijão e Parque da Cachoeira, as duas mais atingidas. Veja também BRASILVale destina R$ 2,6 milhões para assistência psicossocial em Brumadinho19 fev 2019 - 11h02 BRASILBrumadinho: mortes confirmadas chegam a 16918 fev 2019 - 10h02 Nessa área, será construída uma ponte metálica para garantir que os moradores tenham acesso mais rápido ao centro de Brumadinho e à Belo Horizonte. Com o rompimento da barragem, a viagem, que leva cerca de 20 minutos, passou a ser feita em cerca de 50 minutos, e a mineradora foi obrigada a colocar uma linha ônibus passando por dentro de sua unidade para reduzir o transtorno dos moradores. A empresa também informou que está analisando medidas para melhorar a qualidade da água que deságua no rio Paraopebas vinda do córrego Ferro Carvão, o mais atingido pela lama. Entre essas medidas estaria a instalação de uma Estação de Tratamento de Água (ETA). De acordo com a companhia, o monitoramento da água do Paraopebas indica que cinco barreiras (membranas) antiturbidez instaladas alcançam uma redução de 10% a 15% da turbidez da água do rio, afetado pela lama da barragem. Ler artigo completo
  24. A polícia investiga a hipótese de as violentas agressões sofridas pela paisagista Elaine Peres Caparróz, de 55 anos, na madrugada de sábado, terem sido premeditadas pelo agressor. Elaine foi espancada durante quatro horas, dentro de seu apartamento na Barra da Tijuca, na zona oeste, pelo estudante de Direito Vinícius, de 27 anos. Os dois se conheciam há oito meses, mas tiveram seu primeiro encontro na sexta-feira. A delegada Adriana Belém, da 16ª Delegacia de Polícia, na Barra, onde o caso está sendo investigado, contou que antes de subir ao apartamento da vítima, Vinícius se identificou na portaria com um nome falso, Felipe, o que poderia indicar uma premeditação do crime. Elaine contou que permitiu a entrada do homem porque o estava esperando e achou apenas que o porteiro havia se enganado. Em depoimento à polícia, Vinícius afirmou apenas que tinha tomado vinho e “surtado”. Elaine foi espancada durante quatro horas até que os vizinhos, ouvindo seus gritos de socorro, chamaram os porteiros e a polícia. O agressor foi preso em flagrante por tentativa de feminicídio. Sua prisão já foi convertida em preventiva. Vinícius já tinha um registro de agressão, de 2016, por agredir o irmão deficiente físico. A justiça determinou que ele passe por uma avaliação psicológica. Histórias que circulavam ontem nas redes sociais apontavam para a hipótese de o crime ter sido uma vingança contra a família Gracie, toda ela de lutadores de jiu-jítsu. Elaine foi casada com Rayan Gracie e teve um filho com ele, que também é lutador e mora no exterior. Segundo os relatos, Vinicius, que também luta jiu-jítsu, poderia estar se vingando da família. Partiu de Vinícius, inclusive, a aproximação de Elaine por meio de uma rede social. Veja também BRASIL“Logo estarei numa boa”, diz mulher espancada por 4 horas no Rio19 fev 2019 - 13h02 BRASILPreso por espancar mulher no Rio tem prisão preventiva decretada19 fev 2019 - 09h02 O irmão de Elaine e um amigo da família consideram a hipótese improvável. “A princípio não temos nenhum conhecimento que aponte para isso”, afirma o empresário Carlos Eduardo Martins, amigo da família. “O nome dela nunca foi vinculado ao dos Gracies, isso é algo que ela preserva desde o falecimento do Ryan. Tanto que ela usa o sobrenome Caparróz. E o filho mora no exterior. A gente não consegue acreditar nessa hipótese.” Nesta segunda, Elaine foi transferida da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Casa de Portugal, no Centro, para um quarto. Boletim médico divulgado nesta segunda diz que sua “evolução clínica e laboratorial é boa” e que, neste primeiro momento, “ela não precisará de nenhuma intervenção cirúrgica. O irmão de Elaine, o programador Rogério Peres, disse que a preocupação de alguma sequela mais grave, como um dano neurológico, já havia sido afastada. “Ela já apresentou uma melhora boa diante do quadro estarrecedor”, explicouMartins. “A equipe médica não viu necessidade de fazer nenhuma intervenção cirúrgica por ora, mas ela está ainda muito inchada, com muitos hematomas, não consegue abrir a boca porque levou mais de 40 pontos, tem várias fraturas, mordidas.” Para Martins, a recuperação psicológica deverá ser mais penosa. “Ela está completamente desesperada, com medo de ir para casa.” “Num primeiro momento, a probabilidade de ela ter alguma sequela neurológica era muito grande”, contou Rogério Peres. “Isso foi uma preocupação, mas, graças a Deus, esse risco passou. Agora, a recuperação dela é estética; o rosto ainda está muito inchado e ela não consegue abrir os olhos direito.” Em vídeo postado na segunda em uma rede social, Elaine diz que está bem. “Está tudo bem, logo logo estou numa boa. Amo vocês, fiquem com Deus”, disse. A delegada Adriana Belém aguarda a recuperação de Elaine para tomar seu depoimento. Ler artigo completo
  25. Brasília – A agência Artplan ganhou a concorrência para fazer a campanha publicitária da reforma da Previdência. A campanha terá duas fases e reforço nas redes sociais e portais. O slogan será “Nova Previdência: Justa para todos. Melhor para o Brasil”. O governo quer evitar na campanha o uso da palavra “reforma” para se referir à proposta de mudança nas regras das aposentadorias. O governo vai reforçar na campanha que a proposta vai atingir todos os brasileiros e acabar com os privilégios. Veja também ECONOMIAAs condições para Bolsonaro aprovar sua Previdência, mesmo que desidratada19 fev 2019 - 13h02 BRASILMourão: governo ainda precisa buscar entre 60 e 70 votos para Previdência19 fev 2019 - 15h02 Ler artigo completo
  26. A delegada da Polícia Federal (PF), Heloisa Albuquerque, disse haver uma “fragilidade” na legislação que trata da prestação de contas pelas chamadas paraestatais – entidades que prestam serviços de interesse público sem integrar a estrutura da Administração Pública, a exemplo das instituições sociais que integram o chamado Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Senac, Sebrae, Senar, Sescoop, Sest, Senat). “Uma destas fragilidades é o fato de tudo ser feito com base em atos declaratórios”, disse a delegada ao detalhar a jornalistas os indícios que levaram a decretação da prisão temporária do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, e das federações das Indústrias de Alagoas (Fiea), da Paraíba (Fiep) e de Pernambuco (Fiepe). Responsável por conduzir as investigações que apuram as suspeitas de fraudes em convênios do Ministério do Turismo com entidades do Sistema S, a delegada federal disse que, embora obrigadas a prestar contas da forma como gastam os recursos públicos provenientes de contribuições compulsória, as entidades paraestatais não estão sujeitas ao mesmo rigor da Administração Pública Direta ou Indireta. “No caso do Sistema S, a obrigatoriedade que existe é, meramente, apresentar um relatório de gestão. O setor público tem o Siafi [Sistema Integrado de Administração Financeira], onde todo pagamento é registrado e os órgãos de controle têm acesso. No caso do Sistema S não. Eles têm um sistema próprio que eles próprios alimentam. Não há, portanto, a possibilidade de um órgão de controle fazer uma auditoria”, explicou a delegada. Veja também BRASILPresidente da CNI é preso em operação sobre fraude envolvendo Sistema S19 fev 2019 - 10h02 Prejuízo potencial Segundo Heloisa, em virtude desses fatos, os investigadores ainda não sabem o potencial prejuízo causado pelo suposto esquema investigada pela Operação Fantoche. A estimativa é que ao menos R$ 40 milhões foram desviados a partir de 2002. Os principais elementos probatórios, até o momento, são as notas fiscais apresentadas pelas empresas sob investigação, a movimentação financeira dos envolvidos e diligências de campo que, de acordo com a delegada, indicam que parte das empresas subcontratadas não passam de empreendimentos fantasmas. “Muitos documentos nós ainda não conseguimos obter. Daí a importância das buscas [de documentos feitas hoje]. Será importante analisar a documentação apreendida hoje para calcularmos os reais prejuízos”, disse Heloisa Albuquerque, insistindo em classificar a situação como “uma fragilidade” não levada em conta quando a legislação das paraestatais foi elaborada. Participação das Oscip De acordo com a delegada, outra dificuldade para as investigações é a participação de organizações da sociedade civil de interesse público (Oscip) no suposto esquema. De acordo com a PF, o grupo investigado fraudava convênios para a realização de eventos culturais que o Ministério do Turismo assinava com as unidades do Sistema S por meio de Oscips. Heloisa disse que estas organizações “têm mais flexibilidade para ser contratadas” e, por isso, serviam de fachada para o grupo de empresas controladas por uma mesma família e que são o principal alvo das investigações. A delegada explicou que estas organizações ficavam com entre 2% e 10% do valor total do convênio e, em alguns casos, pagavam alguns serviços contratados de empresas idôneas que não tinham conhecimento do esquema. Os valores restantes eram repassados para os idealizadores do esquema. “Os entes do Terceiro Setor não são obrigados a licitar. Eles têm que fazer uma cotação de preços – neste caso, nem isso era feito. Legalmente, eles não têm o dever legal de licitar e, portanto, não estão submetidos à Lei de Licitações”, disse a delegada, acrescentando que, em alguns casos, licitações foram realizadas apenas para dar “um aspecto de lisura” a práticas ilícitas. “Observamos tratar-se de uma falsa concorrência.” Ler artigo completo
  27. São Paulo — Uma série de listas com nomes de usuários e senhas de serviços na web foi colocada à venda em uma “loja online” na chamada dark web. O responsável foi um hacker identificado apenas como Gnosticplayers, segundo reportagem do site ZDNet. Entre os sites que tiveram informações supostamente vazadas, está o portal nacional Legendas.tv De acordo com a conta que está vendendo os dados, o arquivo relativo ao site traz 3,8 milhões de credenciais de usuários cadastrados. Ele está à venda por 0,35 bitcoin, cerca de 5.100 reais. Ainda há listas com supostas informações de usuários do site de hospedagem de GIFs GfyCat, do editor de fotos online Pizap, do portal de empregos britânico Job and Talent e de outros quatro serviços. Ao todo, os bancos de dados contém 92,7 milhões de credencias, que custam 2,6249 bitcoins, ou cerca de 38 mil reais. Veja também REVISTA EXAMEDados e ideias: Um passo à frente dos cibercriminosos14 fev 2019 - 05h02 TECNOLOGIANovo vazamento expõe 1 bilhão de combinações de senhas e e-mails17 jan 2019 - 11h01 Os dados, no entanto, não são necessariamente novos — as credenciais do Legendas.tv, por exemplo, foram vazadas em outubro de 2017 — e nem se sabe se eles ainda funcionam. Porém, todas as listas dizem trazer milhões de nomes de usuários e senhas. Em entrevista ao ZDNet, o responsável pela conta Gnosticplayers disse ter ele mesmo obtido as informações de cada site através de falhas de segurança. Não é muito difícil de acreditar: o portal brasileiro de legendas, por exemplo, não usa HTTPS para criptografar o tráfego nem mesmo da página de login. Ou seja, dá para interceptar as informações enviadas pelos usuários ao servidor (e vice-versa) sem grandes dificuldades. Esta é a terceira vez que o hacker — ou o grupo de hackers — age na dark web. A mesma conta divulgou, há apenas alguns dias, um banco com informações de 617 milhões de contas de 16 serviços (como Dubsmash, MyFitnessPal e 500px) e depois uma segunda lista com 127 milhões de registros de usuários de outros 8 sites. Qual o risco? Um vazamento como esse é especialmente perigoso para quem não tem o costume de trocar as senhas regularmente e para quem usa a mesma combinação em diferentes serviços. Caso ponha as mãos em uma lista de credenciais do tipo, um hacker pode ter acesso à vida toda de uma vítima mais descuidada online sem grandes dificuldades. Ler artigo completo
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