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  2. São Paulo – O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou na quinta-feira, 15, em primeira instância, o ex-presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, atual secretário de Transporte da capital paulista, a perda de função pública e suspensão de direitos políticos pelo prazo de cinco anos por improbidade administrativa. Ele é acusado junto com 12’empresas de fraudar licitações para a construção da Linha 5 Lilás (Largo 13 à Chácara Klabin), em São Paulo em 2010. Avelleda presidiu o Metrô e a CPTM nas administrações tucanas de José Serra e Geraldo Alckmin. O TJ também homologou o acordo de delação premiada celebrado entre a Camargo Corrêa e o Ministério Público na área cível no qual a empreiteira confessa atos de improbidade administrativa. A origem do processo foi uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo de outubro de 2010 que informava já ter conhecimento dos vencedores do certame meses antes da contratação. Segundo a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9° Vara da Fazenda Pública, os réus “agiram como verdadeiros donos da obra pública e decidiram, muito tempo antes da entrega e abertura dos envelopes, com qual parte da obra ficariam e, para tanto, apresentaram para o lote desejado proposta com valor bem aproximado ao indicado no orçamento do metrô e para o demais lotes que não tinham interesse valor superior para que esses não saíssem vencedor”. A juíza questiona a alegação de Avelleda de que nada sabia sobre o cartel e’não poderia ter anulado o contrato unilateralmente apesar de ser diretor presidente do Metrô. “Com seu comportamento, o réu demonstrou menosprezo aos valores do cargo e concordância com a ilicitude do certame”. Decisão injusta Procurado pela reportagem, Avelleda ressaltou que não foi acusado criminalmente e disse que não está envolvido em corrupção. “Considero a decisão injusta. Vamos recorrer. Não assinei o contrato, que foi feito antes da minha chagada ao Metrô.” Ainda segundo o secretário, foi feito um processo administrativo que concluiu que não havia prova de cartel. “Como não havia prova robusta decidimos tocar a obra”. Avelleda também alega que houve cerceamento de defesa, que a sentença teria sido proferida “sem a produção de provas”. Ao tomar a decisão, o secretário avaliou que se por ventura aparecesse uma prova, as empreiteiras seriam condenadas indenizar o Metrô. Quando concluída, a Linha 5 Lilás terá 12 estações. “O prejuízo seria muito maior se não tivéssemos feito a obra e esperado a conclusão se havia ou não cartel”, afirmou Até o momento, três estações já foram entregues. As demais devem ficar prontas até o fim do ano. Ler artigo completo
  3. Um total de 13 pessoas, entre elas três crianças, morreram pelo impacto em terra do helicóptero que transportou o secretário de Governança do México à zona mais próxima ao epicentro do sismo que sacudiu, nesta sexta-feira, vários pontos do México, informou a promotoria regional. “Foram levantados os corpos de 12 pessoas: cinco mulheres, duas meninas e um menino. Outra pessoa morreu no Hospital de Jamiltepec” e outras 15 ficaram feridas, informou a promotoria de Oaxaca em um comunicado. Na noite de sexta-feira, o ministro, Alfonso Navarrete, que saiu ileso do incidente, disse à rede Televisa que todos os passageiros da aeronave estavam com vida, alguns com ferimentos, e que os mortos eram pessoas que se encontravam em terra esperando a aterrissagem do helicóptero. Navarrete, o governador de Oaxaca, Alejandro Murat, e outros funcionários do governo tinham viajado à zona de Pinotepa em uma missão de avaliação de eventuais danos provocados pelo sismo. A apenas 40 metros de aterrissar, o piloto perdeu o controle e a aeronave despencou, ficando virada em terra sobre um de seus lados, relatou Navarrete à rede Televisa na noite de sexta-feira. O helicóptero esmagou um veículo que se encontrava em terra. Oaxaca, junto com Chiapas, ambos no sudeste do México, sofreram um sismo devastador em 7 de setembro passado que deixou um saldo de uma centena de mortos. Sobre o forte movimento telúrico registrado na sexta-feira, o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS) situou o epicentro a 37 km de Pinotepa de Don Luis, a uma profundidade de 24,6 km, enquanto o Serviço Sismológico mexicano o situou a 11 km da mesma comunidade e a uma profundida de 12 km. Não há relatos de vítimas pelo tremor. Veja também MUNDOForte terremoto mata 2, destrói casas e causa apagão no México17 fev 2018 - 10h02 Ler artigo completo
  4. [EXAME] Intervenção será em cooperação com o Rio, diz Temer

    Rio – O presidente Michel Temer (PMDB) disse neste sábado, 17, após se reunir com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), que a intervenção federal nas áreas de segurança e administração penitenciária do Estado vai se dar de forma “cooperativa”, e que o objetivo é proteger “os mais vulneráveis” e evitar que a escalada da violência se alastre pelo País. Ele confirmou que irá criar o Ministério Extraordinário da Segurança Pública, que irá coordenar políticas para o setor. “É uma intervenção cooperativa. Nós a decretamos depois de uma conversa com o governador, que, naturalmente, concordou, e irá prestar toda a colaboração necessária”, afirmou Temer. “É intolerável continuar a situação que está no Rio porque ela cria também problema para outros estados. Quando as coisas desandam aqui, a tendência é desandar em outros estados. Nós não queremos isso.” O presidente se reuniu por cerca de uma hora com Pezão, o interventor, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, o prefeito da capital, Marcelo Crivella (PRB), o presidente do Tribunal Justiça, Milton Fernandes, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, entre outras autoridades, no Palácio Guanabara, no Rio, sede do governo estadual. Na saída, fez um pronunciamento de pouco mais de três minutos a jornalistas, e não respondeu a perguntas. O governador e o interventor tampouco falaram com a imprensa. Não foi divulgada qualquer informação sobre o planejamento das operações das Forças Armadas. Temer disse que será necessária a união de toda a sociedade para combater a violência. “Todos unidos juntamente com a União e o Estado para o combate à criminalidade, nesse momento fundamental”, declarou. “Queremos que o Rio esteja firme, seguro, especialmente para proteger os mais vulneráveis. Não foram poucas as mortes havidas, de trabalhadores, de crianças, jovens, lamentavelmente. Queremos dar um fim a isso, por isso nomeamos um interventor.” Sobre o Ministério Extraordinário da Segurança Pública, Temer disse que já conversou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Senado, Eunicio Oliveira (MDB-CE), sobre sua criação. Ele afirmou que a nova pasta “não vai invadir as competências de cada estado federado”, mas coordenar ações. Veja também BRASILNo RJ, Temer anuncia criação de Ministério da Segurança Pública17 fev 2018 - 14h02 BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 Ler artigo completo
  5. São Paulo – Em reunião no Rio de Janeiro, na qual discute com autoridades estaduais a intervenção federal na segurança, o presidente Michel Temer anunciou publicamente a criação do Ministério da Segurança Pública. A nova pasta, explicou em coletiva de imprensa, já está em debate com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e terá a função de coordenar as ações em segurança em todo o país. Apesar de ter falado publicamente sobre o tema, o presidente não divulgou quem será o ministro responsável pelo ministério que chamou de “extraordinário”, em tese com prazo para atuar e ser extinto. Entre os nomes cotados para assumir o cargo estão o ex-secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, e o atual ministro da Defesa, Raul Jungmann. A possibilidade vinha sendo discutida pelo governo há algum tempo, mas tomou fôlego nos últimos dias em razão da crise que o Rio de Janeiro enfrentou durante o feriado do Carnaval. A expectativa é que a nova pasta passe a abrigar a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Força Nacional e o Departamento Penitenciário Nacional. Atualmente, tais instituições atuam sob Ministério da Justiça e Segurança Pública, chefiado por Torquato Jardim. Veja também BRASILGoverno Temer discute criação do Ministério da Segurança Pública16 fev 2018 - 06h02 BRASILTemer pode criar Ministério de Segurança Pública; entenda15 fev 2018 - 15h02 Ler artigo completo
  6. São Paulo – Se você ainda não começou a maratona, corra para assistir aos indicados ao Oscar de “Melhor filme” em 2018. A cerimônia acontece daqui duas semanas, dia 4 de março. Seis dos nove indicados estão em cartaz nos cinemas, incluindo “A forma da água”, que lidera o ranking com 13 indicações. O longa “Dunkirk” vem na sequência, com 8 indicações, mas já saiu de cartaz na maioria das cidades. Ainda estão fora dos cinemas os filmes “Corra!”, que estreia somente em 18 de maio, “Trama fantasma”, que estreia na próxima quinta-feira (22). Veja a lista completa dos indicados ao Oscar 2018. A seguir, confira os seis longas indicados ao Oscar de “Melhor filme” que estão em cartaz nos cinemas. Que comece a maratona! A forma da água A fantasia romântica dirigida pelo mexicano Guillermo del Toro é a favorita para ganhar o Oscar 2018. O filme já tinha sido o mais indicado no Globo de Ouro, em sete categorias, mas levou somente os prêmios de “Melhor diretor” e “Melhor trilha sonora original”. A história é uma fábula que se passa na década de 1960, em meio aos grandes conflitos políticos e bélicos e às grandes transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos. Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local e elabora um arriscado plano de fuga. O filme também concorre em outras doze categorias: “Melhor diretor” (Guillermo del Toro), “Melhor atriz” (Sally Hawkins), “Melhor atriz coadjuvante” (Octavia Spencer), “Melhor ator coadjuvante” (Richard Jenkins), “Melhor fotografia” (Dan Laustsen), “Melhor roteiro original” (Guillermo del Toro e Vanessa Taylor), “Melhor montagem”, “Melhor edição de som”, “Melhor mixagem de som”, “Melhor trilha sonora” (Alexandre Desplat), “Melhor direção de arte” e “Melhor figurino”. Três anúncios para um crime O drama sombrio da distribuidora Fox Searchlight conta a história de uma mulher furiosa que busca justiça pelo assassinato de sua filha. O longa tem roteiro do diretor Martin McDonagh e foi elogiado pelas atuações de Frances McDormand (de “Queime depoi de ler”) e Sam Rockwell (de “Poltergeist: O fenômeno”). Maior vencedor do Globo de Ouro, o filme se passa na pequena cidade americana de Ebbing, interior do Missouri, onde a mãe decide cobrar resultados da polícia local sobre o assassinato da filha. O longa também concorre em outras cinco categorias, uma delas com dois atores: “Melhor atriz” (Frances McDormand), “Melhor ator coadjuvante” (Woody Harrelson e Sam Rockwell), “Melhor roteiro original” (Martin McDonagh), “Melhor montagem” e “Melhor trilha sonora” (Carter Burwell ). O destino de uma nação Winston Churchill é o personagem principal do filme do diretor Joe Wright, com Gary Oldman vencedor do Globo de Ouro pelo papel. O longa mostra o porquê do fascínio pela figura do estadista, em um mundo dominado por líderes políticos inexpressivos, corruptos ou lunáticos. O filme também concorre em outras quatro categorias: “Melhor ator” (Gary Oldman), “Melhor fotografia” (Bruno Delbonnel), “Melhor maquiagem e cabelo” e “Melhor figurino”. Lady Bird: A hora de voar Esse é o filme de estreia de Greta Gerwig (de “Frances Ha”) como diretora e tem sido apontado como um longa despretensioso, mas sensível. O longa conta uma história clássica, de passagem da adolescência para a idade adulta. Saoirse Ronan é Christine, auto-rebatizada como a Lady Bird do título. Deseja fazer faculdade fora da cidade de Sacramento, mas a mãe (Laurie Metcalf) é controladora ao extremo e o pai (Tracy Lets) está desempregado. O filme também concorre em outras quatro categorias: “Melhor diretor” (Greta Gerwig), “Melhor atriz” (Saoirse Ronan), “Melhor atriz coadjuvante” (Laurie Metcalf) e “Melhor roteiro original (Greta Gerwig). Me chame pelo seu nome A história gira em torno do despertar da sexualidade de um adolescente durante as férias de verão, quando conhece um colega de seu pai. Elogiado pela crítica por sua sensibilidade, o filme é dirigido por Luca Guadagnino e produzido por um brasileiro, Rodrigo Teixeira. O filme foi inspirado em um livro do egípcio-americano André Aciman, lançado em janeiro. O filme também concorre em outras três categorias: “Melhor ator” (Timothée Chalamet), “Melhor roteiro adaptado” e “Melhor canção original ( “Mystery of love”, de Sufjan Stevens). The Post: A guerra secreta Com Meryl Streep e Tom Hanks no elenco, o filme de Steven Spielberg mostra o jornalismo heroico dos editores Katharine Graham e Ben Bradlee, do Washington Post. O filme se passa em 1971, quando os jornalistas arriscam suas carreiras e liberdade para expor segredos governamentais que abrangem três décadas e quatro presidentes dos Estados Unidos. O Washington Post ainda era um jornal local, que estava prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores para se capitalizar. Mas uma série de denúncias de que o governo norte-americano mentiu sobre sua atuação na Guerra do Vietnã mudou o rumo do veículo. O filme também concorre na categoria de “Melhor atriz” (Meryl Streep). Veja também ESTILO DE VIDAOs três documentários indicados ao Oscar que estão na Netflix12 fev 2018 - 07h02 Ler artigo completo
  7. Rio – Um dia após a publicação do decreto que determina a intervenção federal na Segurança Pública do Estado do Rio, tropas das Forças Armadas já foram vistas fazendo o policiamento na capital. Homens do Exército reforçam o policiamento ao lado do Palácio Guanabara, enquanto três militares foram vistos fazendo patrulhamento a pé no entorno do Aterro do Flamengo, na zona sul. Um caminhão e mais militares foram vistos na Praia de Botafogo, também na zona sul. O Palácio Guanabara, na Rua Pinheiro Machado, em Laranjeira, na zona sul, é a sede do governo estadual fluminense, onde, por volta de meio-dia o presidente Michel Temer terá uma reunião com o governador Luiz Fernando Pezão (MDB), ao lado dos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen. Também participará o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Por volta das 11 horas, um blindado estava estacionado em frente à sede do Fluminense Football Club, que é colada ao palácio. De outro veículo, cerca de 20 militares saíram para reforçar o policiamento. A intervenção federal começou na sexta-feira, dia 16, e foi decretada até 31 de dezembro. Esta é a primeira vez desde a promulgação da Constituição de 1988 que o Congresso se debruçará sobre um pedido de intervenção federal em um Estado. Temer designou o general do Exército Walter Sousa Braga Netto, comandante do Comando Militar do Leste (CML), como interventor. Braga Netto terá o controle sobre a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros. A medida é restrita à área de Segurança. Já em frente ao Palácio Guanabara, um grupo de cerca de 20 pessoas aprovadas em concursos passados para a Polícia Militar (PM) e para o Corpo de Bombeiros aproveitou a presença das autoridades no local para fazer um protesto. Os manifestantes não chegaram a fechar a rua, mas carregam faixas, com frases como “Chega de enganação, queremos nossa convocação”. O grupo representa cerca de 4 mil aprovados em concursos passados, mas que não foram convocados por causa da crise fiscal do governo do Rio. Veja também BRASILTemer e Pezão se reúnem no Rio para tratar da intervenção17 fev 2018 - 11h02 BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 Ler artigo completo
  8. Cidade do Vaticano – O papa Francisco assegurou que o papa Paulo VI será canonizado neste ano e brincou dizendo que o papa emérito Bento XVI e ele mesmo estão atualmente “na lista de espera”, informou a Santa Sé em comunicado. O pontífice se expressou assim em uma audiência que manteve na quinta-feira com párocos e sacerdotes de Roma no Vaticano, mas cujo discurso foi divulgado neste sábado pela Santa Sé. “Há dois bispos de Roma (recentes) que já santos (João XXIII e João Paulo II). Paulo VI será santo neste ano. João Paulo I tem sua causa aberta. E Bento e eu, na lista de espera: rezem por nós”, brincou Francisco. Paulo VI, cujo nome era Giovanni Battista Montini, exerceu o pontificado entre os anos 1963 e 1978 e é recordado por ser o pontífice que levou ao término do Concílio Vaticano II que tinha iniciado com seu predecessor João XXIII. Em 1967, tornou cardeal Karol Wojtyla e dez anos mais tarde Joseph Ratzinger. Ambos se tornariam depois os papas João Paulo II e Bento XVI, respectivamente. O papa Francisco proclamou beato o papa Paulo VI em outubro de 2014. Em abril desse mesmo ano, Francisco canonizou João Paulo II e João XXIII, e em novembro de 2017 abriu o processo para a canonização de João Paulo I, que foi pontífice por apenas 33 dias em 1978. Ler artigo completo
  9. São Paulo – A polícia do Paquistão prendeu nesta semana um grupo de homens que teriam extraído o líquido cefalorraquiano de várias mulheres e adolescentes na cidade de Hafizbad, que fica em Punjab, uma das províncias mais prósperas do país. A gangue desejava revender o fluído no mercado paralelo, embora ainda não se saiba exatamente com qual finalidade. A informação foi divulgada pelo jornal paquistanês Pakistan Times e repercutida especialmente na imprensa britânica, por veículos como os jornais The Guardian e The Independent, bem como pela rede de notícias BBC. “Este foi um dos casos mais bizarros que já me deparei durante minha carreira”, disse um dos investigadores ao The Guardian. Essa remoção teria sido realizada sem o consentimento dessas pessoas e o fluído seria vendido no comércio ilegal. O líquido cefalorraquiano envolve o cérebro e a medula espinhal. Sua extração geralmente se dá por meio de punção na região da lombar e a sua análise pode ajudar no diagnóstico de doenças como câncer e meningite. Caso A polícia chegou aos criminosos depois da denúncia de familiares de uma adolescente que foi vítima dos traficantes. De acordo com o The Guardian, os homens se identificaram oficiais do governo e disseram que estavam conduzindo uma pesquisa médica. Disseram, ainda, que pagariam uma taxa mensal pelo consentimento para o que chamaram de “testes sanguíneos”. Percebendo que a menina apresentava sinais de fraqueza logo após o procedimento, o pai a conduziu para um hospital. Inicialmente, acreditava-se que os homens pudessem ter extraído a medula óssea da jovem, o que foi negado pelos médicos que detectaram a punção do fluído. A família buscou a polícia e fez a denúncia. Pouco tempo depois, autoridades encontraram o local onde tudo aconteceu e prendeu os suspeitos. Segundo o Pakistan Times, os policiais avaliam que ao menos 90 mulheres tenham sido vítimas desse golpe e já conseguiram deter um homem acusado de ser um dos principais compradores da gangue. O Paquistão criminalizou o tráfico de órgãos humanos nos idos de 2010. Desde então, os envolvidos nesse tipo de prática (médicos, intermediários, recipientes e doadores) podem ser condenados a até 10 anos de prisão. Apesar da medida, a prática segue a todo vapor, especialmente impulsionada pela pobreza que assola o país. São frequentes os casos em que a polícia resgata vítimas dos traficantes, que as enganam com a promessas de trabalho, por exemplo. No final de outubro passado, noticiou a BBC, 24 pessoas foram encontradas reféns em Rawalpindi, também na província de Punjab. Estavam há três meses em cativeiro, aguardando a remoção forçada de seus rins. De acordo com a agência Reuters, um rim pode ser vendido por até mil dólares no mercado paralelo. Estima-se que mil pessoas sejam vítimas desse crime todos os anos no país e, até pouco tempo atrás, 85% de todos os casos de tráfico de órgãos humanos foram registrados justamente no Paquistão. Veja também MUNDOAutoridades do Paquistão detêm seis pessoas por tráfico de órgãos2 maio 2017 - 11h05 CIÊNCIA14 países assinam primeiro tratado contra tráfico de órgãos25 mar 2015 - 17h03 Ler artigo completo
  10. Munique – O primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, reconheceu neste sábado que “houve criminosos polacos” que contribuíram para os crimes contra judeus na Polônia ocupada pelos nazistas durante a II Guerra Mundial. Morawiecki fez estas declarações ao discursar na Conferência de Segurança de Munique (MSC), um fórum sobre política internacional, ao ser interrogado pela polêmica lei aprovada recentemente na Polônia que proíbe dizer que o povo polaco contribuiu de alguma forma ao Holocausto. “Houve criminosos polacos”, assegurou o premiê, que acrescentou que certamente que também houve criminosos “judeus e russos, não só alemães”. Morawiecki pediu, no entanto, “que os criminosos não sejam misturados com as vítimas” por respeito a “todos os judeus e polacos que sofreram na guerra”. Sobre o termo “campos de concentração polacos”, que a nova lei condena com até três anos de prisão, sublinhou que não houve tais centros, porque foram “campos nazistas” e “o mero fato de ter de explicá-lo” tantos anos após a II Guerra Mundial é já indicativo do problema. Ler artigo completo
  11. O ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, classificou como “falatório”, neste sábado (17), as acusações de que Moscou interferiu na eleição presidencial americana de 2016, corrida que levou o republicano Donald Trump à Casa Branca. “Até que vejamos fatos, tudo o mais é falatório”, disse Lavrov, na Conferência sobre Segurança realizada na cidade alemã de Munique, um dia depois de a Justiça americana acusar 13 russos por suspeita de ingerência na disputa de 2016. Lavrov não comentou as acusações, limitando-se a afirmar que as declarações das autoridades americanas são contraditórias. “Não tenho reação, porque se publica qualquer coisa. Vemos uma multiplicação de acusações, afirmações e declarações”, criticou. O chanceler russo lembrou que o vice-presidente americano, Mike Pence, e uma autoridade do Departamento de Segurança Interna dos EUA garantiram que “nenhum país influenciou o resultado da eleição” nos Estados Unidos. Em Munique, o conselheiro para Segurança Nacional de Trump, general H.R. McMaster, considerou que “as provas são realmente irrefutáveis” contra a Rússia nesse tema. “A Rússia deveria reavaliar o que está tramando, porque simplesmente não funciona”, alfinetou, apresentando como “prova” que os Partidos Republicano e Democrata estão excepcionalmente unidos na hora de impor sanções a Moscou. Ler artigo completo
  12. Munique – A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, descartou um segundo referendo a respeito da permanência ou saída do país da União Europeia, afirmando que o resultado do pleito de junho de 2016 não tem volta. “Nós estamos deixando a União Europeia e não há possibilidade de um segundo referendo ou de voltar atrás e eu acredito que isso é importante”, disse May neste sábado durante uma conferência de segurança em Munique. “As pessoas no Reino Unido acreditam veementemente que, se tomamos uma decisão, os governos não devem chegar e dizer que não, ‘você está errado'”, disse ela quando perguntada se o país consideraria um segundo referendo. Ler artigo completo
  13. Rio – Policiais militares (PM) fazem o patrulhamento na região central para garantir a segurança dos foliões para o desfile do Bloco das Poderosas comandado pela cantora Anitta, na manhã deste sábado, 17. Na sexta-feira, 16, o presidente Michel Temer assinou decreto de intervenção federal do Rio de Janeiro. O Exército irá assumir a segurança pública do Estado, com responsabilidade sobre as polícias, bombeiros e a área de inteligência, inclusive com poder de pedir a prisão de seus membros. O interventor será o general Walter Braga Neto. Ele, na prática, vai substituir o governador do Rio na área de segurança pública. O reforço da PM também ocorre na zona sul da cidade, onde outros blocos de rua irão desfilar. Na noite de sexta-feira, criminosos armados trocaram tiros com agentes da Unidade de Polícia Pacificadora do Caju, na Avenida Brasil, nas proximidades da comunidade do Caju. A via expressa permaneceu fechada à noite. Veja também BRASILTemer e Pezão se reúnem no Rio para tratar da intervenção17 fev 2018 - 11h02 BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 Ler artigo completo
  14. São Paulo – O economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, afirma que uma possível suspensão da reforma da Previdência por causa da intervenção no Rio deve agravar ainda mais o quadro de degradação da política pública. Na avaliação dele, as consequências da falta de reformas (especialmente a previdenciária) já estão espalhadas pelo Brasil inteiro, com a piora da segurança pública e a infraestrutura precária. “É um quadro que já está aí e vai se agravar. Haverá piora progressiva da qualidade da política pública.” A avaliação do mercado é que a intervenção no Rio deve enterrar a reforma da Previdência. Quais os reflexos disso? Está cada dia mais difícil. Quanto mais se demora para fazer as reformas necessárias, maior é o quadro de degradação da política pública. A segurança falha (como no Rio); a manutenção de viadutos não é feita; problemas de infraestrutura em vários lugares vão surgindo, como falta de acesso à água; há atraso de salários, de aposentadorias e de pagamento de fornecedores. Há um prazo limite para se fazer a reforma da Previdência? Não é que haja uma data limite, mas a medida que você não faz as reformas – e a Previdência é a mais importante -, o dinheiro vai acabando e você tem de cortar em algum lugar. E começam cortando a manutenção. O que vai ocorrer é que, na medida que o dinheiro vai acabando, você vai cortando ciência e tecnologia, manutenção de estrada, investimento em saneamento. Os relatos estão pipocando e estamos vendo uma série de casos espalhados pelo Brasil, com uma infraestrutura deficiente. A tendência é piorar? É um quadro que já está aí e que vai se agravar. Haverá uma piora progressiva na qualidade da política pública com a falta do dinheiro. Quando você para de fazer manutenção em estradas e em saneamento, você está criando um problema para o futuro. O viaduto que caiu (semana passada) em Brasília não é resultado de apenas um ano sem investimento, mas de vários. Sem dinheiro, corta-se a manutenção. Já estamos vendo as consequências da crise fiscal. A degradação da violência e das estradas é o retrato disso. E onde isso pode chegar? O que tem agora é o debate em torno da regra de ouro. Chega uma hora em que a despesa obrigatória do governo federal fica maior que a receita corrente líquida. Se não há recursos extraordinários, como os do BNDES neste ano, o governo precisa de empréstimo para pagar a despesa corrente. No fundo, ele estará tomando empréstimo para pagar a Previdência. A regra de ouro proíbe essa prática. Se começa a fazer isso, perde-se o controle. É insustentável a médio prazo. Deixar a reforma para o próximo governo significaria ter uma reforma mais rígida? Vai ser cada vez pior. O gasto da Previdência cresce acima do PIB por causa do envelhecimento da população. Quanto mais demora, mais grave fica o quadro. A questão é que, embora a Previdência seja a mais importante, é preciso fazer outras coisas para equilibrar as contas públicas. A retomada econômica pode ser interrompida? De um ano e meio para cá, houve uma inflexão grande da política econômica, que terminou com maior responsabilidade para enfrentar o problema fiscal. Teve a PEC do Teto, a reforma trabalhista, melhora na governança da Petrobrás e da Caixa. Houve uma agenda importante que permitiu a queda dos juros e da inflação. Na hora que houve melhora na condição da política econômica, o mercado passou a acreditar que o futuro não seria tão ruim. Hoje, estamos colhendo os frutos da melhora da política econômica iniciada no fim de 2016. Este ano seria de alívio e de recuperação da economia. O risco é perder a oportunidade de continuar essa trajetória boa. A melhora pode ter fôlego curto. Se tem um desequilíbrio fiscal deste tamanho, como vai fazer ajuste? Vai aumentar imposto? Vai cortar despesas? Se você não sabe como vai ser o ajuste, como vai investir? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja também BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 BRASILSem Previdência, intervenção no Rio vira última cartada de Temer17 fev 2018 - 10h02 Ler artigo completo
  15. Rio – O presidente da República, Michel Temer, vai se reunir neste sábado, por volta do meio-dia, com o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), no Palácio Guanabara, no Rio, para tratar da intervenção federal na segurança do Estado. A cargo da missão, o general do Exército Walter Sousa Braga Netto também participará. Após o encontro, eles falarão a jornalistas. A intervenção foi decretada na sexta-feira por Temer, e tem duração até o fim deste ano. É a primeira do tipo desde a promulgação da Constituição Federal, há 30 anos. O general Braga Netto ficará no comando das polícias Civil e Militar, no lugar de Pezão. A medida ainda terá de ser aprovada pelo Congresso, mas já está em vigor. No período da manhã deste sábado, ainda não foram vistos militares do Exército nas ruas da capital, apenas reforço de policiais militares. A cidade ainda está celebrando o carnaval, com cerca de 30 blocos nas ruas só neste sábado. Veja também BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 BRASILEm 25 anos, uso das Forças Armadas no Rio tem guinada17 fev 2018 - 10h02 Ler artigo completo
  16. Rio – A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro só será eficaz se problemas estruturais forem atacados, acreditam espetas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. Dentre os mais importantes para a redução da violência a médio e longo prazos estão o investimento em recursos e pessoal nas polícias, o aprimoramento do trabalho de investigação e a ocupação social das áreas mais carentes. Se nada disso for feito, dizem, pode haver uma sensação de maior segurança, mas ela dificilmente trará resultados efetivos. “Essa receita de pedir socorro ao governo federal vem se repetindo ao longo dos anos”, constata o coronel Robson Rodrigues, ex-comandante das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio. “Se os pontos estruturais não forem atacados, será mais do mesmo.” De acordo com o Human Rights Watch, a implementação das UPPs nas comunidades mais violentas surtiu efeito positivo na redução da violência. De 2008 a 2013, o número de homicídios em ações policiais caiu 63%. Nas comunidades com UPPs, o recuo foi de 86%. “Infelizmente, esse projeto começou a fracassar por vários motivos, entre eles o fato de a segunda etapa nunca ter acontecido: após a ocupação, era preciso levar às comunidades os serviços de saneamento, cuidados e saúde. Os serviços de segurança pública não vieram acompanhados dos serviços sociais”, afirmou a diretora do escritório do Brasil da HRW, Maria Laura Canineu. “Por outro lado, a polícia foi abandonada.” Antropólogo e ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Paulo Storani concorda com a colega. “Não adianta ter homens nas comunidades, sendo atacados, sem condições de trabalho.” Storani lembrou ainda que a polícia está desfalcada em pelo menos 4 mil homens, que se encontram cedidos a outros órgãos públicos. “Se eles não forem trazidos de volta, saberemos que tudo isso é apenas uma cortina de fumaça, medida para inglês ver.”As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
  17. Cidade do México – Um terremoto de magnitude 7,2 que balançou o México na sexta-feira à noite, deixando quase um milhão de lares e empresas sem eletricidade na capital e no sul, e duas mortes foram relatadas da queda de um helicóptero militar que avaliava os danos. Pelo menos 50 casas foram danificadas no estado de Oaxaca, que, junto com a Cidade do México, ainda estão sofrendo terremotos que causaram danos generalizados em setembro. O epicentro estava a cerca de 145 quilômetros do resort de Puerto Escondido, em Oaxaca, e tinha uma profundidade de 24,6 quilômetros, segundo o US Geological Survey. Pelo menos duas pessoas morreram quando um helicóptero que transportava o ministro do Interior do México e o governador de Oaxaca caiu enquanto tentava aterrissar após avaliar danos causados ​​pelo terremoto, disseram autoridades. Os altos funcionários sobreviveram. O poderosa e persistente tremor teve 225 réplicas, disse o serviço nacional de sismologia, e causou pânico generalizado. Na Cidade do México, o alarme sísmico soou 72 segundos antes dos tremores serem sentidos, disse o prefeito Miguel Angel Mancera, dando aos residentes tempo para fugir para as ruas. A cidade de Jamiltepec, em Oaxaca, pareceu ter tido o impacto mais pesado no sul, com 50 casas danificadas junto com uma igreja e edifício do governo, disse a agência de proteção civil do estado. Pacientes foram evacuados de um hospital lá e de outro na cidade vizinha de Putla Villa de Guerrero. Em uma estrada local, um incêndio aconteceu quando dois cabos elétricos de alta tensão se tocaram. Cerca de 100 mil pessoas em Oaxaca ficaram sem eletricidade, disse o governador do Estado. Tremores foram sentidos até na Guatemala. Na Cidade do México, os edifícios altos balançaram por mais de um minuto quando os alarmes sísmicos tocaram, com estruturas mais antigas no sofisticado bairro de Condesa se tocando, e algumas fissuras aparecendo no gesso e na pintura. O vulcão Popocatepetl ao sul da capital enviou uma coluna de cinzas de um quilômetro ao céu, disse a agência de prevenção de desastres do México. Ler artigo completo
  18. [EXAME] TCU fará pente-fino em estudo de concessões

    Brasília – O Tribunal de Contas da União (TCU) vai fiscalizar cada um dos contratos que o governo firmou desde 2015 com a iniciativa privada para elaboração de estudos técnicos que embasaram concessões de infraestrutura. O alvo são os contratos em que a União repassa para a iniciativa privada o desenvolvimento de estudos que asseguram a viabilidade das concessões, chamados de Procedimento de Manifestação de Interesse Público (PMI). A decisão foi tomada após auditoria realizada na contratação da empresa Triunfo Participações e Investimentos (TPI), dona da concessionária Concepa. Companhia, que foi a única a entregar estudos técnicos para embasar a concessão da Rodovia de Integração do Sul (RIS), 473 quilômetros que integram trechos das BR-101 no Rio Grande do Sul com mais três rodovias federais, já atua no trecho da BR-290 entre Porto Alegre e Gravataí, estrada que integra a nova concessão planejada pelo governo. Vantagens Conforme reportagem publicada na sexta-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, relatório dos auditores do TCU aponta que documentos apreendidos pela Polícia Federal na Operação Cancela Livre – de agosto de 2017 para apurar possíveis fraudes e desvio de recursos públicos pela empresa durante a execução de obras na BR-290 – indicam que a empresa teria omitido intervenções relevantes e necessárias para a concessão da RIS. Tratava-se, segundo o tribunal, de “vantagem competitiva de não inclusão de obras de ampliação de capacidade na BR-290 (RS), pois seriam incluídas em futuro pedido de reequilíbrio contratual”. A Triunfo declarou que os estudos que entregou “seguiram todos os requisitos do edital” e que apresentou seus documentos em julho de 2016, que “poderão sofrer ajustes que o Ministério dos Transportes entender adequados”. No processo que analisou os estudos para a concessão do trecho gaúcho, o TCU deixa claro que “a apuração dos fatos e responsabilidades acerca de eventuais irregularidades cometidas no âmbito do PMI será realizada oportunamente”. O entendimento é de que as empresas que já atuam nos trechos têm informações privilegiadas. Por isso, o tribunal atua para coibir eventual manipulação de dados que pudesse favorecer empresas envolvidas nos leilões. O governo não realiza mais contratações por meio de PMI, mas decidiu levar adiante quatro estudos de concessões de rodovias que já estavam em andamento. Os estudos passaram por análises da Empresa de Planejamento e Logística (EPL).As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
  19. Sorocaba – A prefeitura de Bragança Paulista, interior de São Paulo, confirmou duas mortes causadas pela febre amarela no município. As vítimas são homens de 52 e 74 anos respectivamente. A Secretaria de Saúde da cidade investiga ainda uma morte suspeita. Em todo o Estado, 75 pessoas morreram com febre amarela desde janeiro do ano passado, conforme boletim da Secretaria da Saúde. São 64 casos autóctones – em que a pessoa se contaminou em sua região – e 11 importados. Há ainda 28 casos em investigação. Uma das mortes confirmadas em Bragança Paulista ainda não entrou no boletim da pasta estadual. A cidade é vizinha de Atibaia, onde foram confirmadas 12 mortes pela febre amarela, segundo a Secretaria. Em Bragança, os dois óbitos aconteceram em janeiro. As vítimas eram moradoras do Bairro Morro Grande, na zona rural, na divisa com o município de Atibaia. Na região também foram achados macacos mortos com a doença. No total, 82 macacos foram recolhidos no município e, destes, 65 apresentaram o vírus. Conforme a prefeitura, 128 mil pessoas foram vacinadas contra a doença, 75% da população. A cidade recebeu doses extras do imunizante para intensificar a vacinação. Ler artigo completo
  20. [EXAME] Em 25 anos, uso das Forças Armadas no Rio tem guinada

    São Paulo – O uso das Forças Armadas no Rio mudou profundamente nos últimos 25 anos. Na primeira vez, seu objetivo era proteger mais de uma centena de chefes de Estado e de governo que estavam na cidade para a ECO 92, a conferência das Nações Unidas para o meio ambiente. O sucesso da operação criou a demanda pelo uso dos militares na garantia da ordem pública. Depois disso, o Rio foi alvo de 36 operações da Forças Armadas – contando como uma única ação as 15 fases da Operação Furacão, iniciada em 2017 -, 41% das quais serviram para combater o crime organizado. Ocorrida entre 3 e 14 de junho de 1992, a ECO 92 pôs cerca de 20 mil homens com fuzis, fardas camufladas e blindados Urutus e Cascavel por 15 dias nas ruas. A queda da criminalidade – cerca de 20% – na região onde houve a presença dos militares abriu o caminho para novas ações no Estado. Em 1994 e 1995, as Operações Rio, Alvorada, Topázio e Velame colocaram cerca de 10 mil militares nas ruas da cidade, coma prisão de 58 acusados. Eram as primeiras ações contra os bandidos. A partir dos anos 2000, essas operações se intensificaram – foram 26, das quais apenas 8 não tinham como objetivo combater o crime organizado. Invasão O grande teste viria no dia 25 de novembro de 2011, quando blindados da Marinha foram emprestados para a invasão da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha. Naquele momento, o Comando Militar do Leste (CML) havia colocado os homens da 9.ª Brigada de Infantaria Motorizada na Avenida Brasil para evitar a ação de criminosos, que estavam fechando a via, a principal de ligação entre a Vila Militar e o centro, onde fica a sede do CML. Em seu relato sobre aqueles dias, o general Adriano Pereira Júnior, então comandante do CML, contou que tomou a decisão “em virtude da gravidade da situação da segurança pública, com ataques, arrastões e incêndios de carros”. No dia seguinte, as tropas começariam a ocupação do Complexo do Alemão, que duraria 583 dias. A avaliação então dos generais era a de que a ação havia sido um sucesso. Em seguida, as Forças Armadas ocuparam o complexo da Maré. Documentos das Forças Armadas mostram que, de 2013 a dezembro de 2017, o Exército e a Marinha mataram 19 bandidos e feriram 81 no Rio. Houve ainda 2 militares mortos – um deles por tiro acidental – e 84 feridos. Eles relataram a prisão de 1.375 suspeitos nas operações no Alemão, na Maré e na Operação Furacão. O modelo de ocupação, que custava cerca de R$ 1 milhão por dia na Maré, foi deixado de lado depois do término da ação na Maré, em 2015. Com a crise do sistema de Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) e a retomada de áreas do Alemão e da Maré pelos grupos armados, os militares passaram a defender que suas ações fossem pontuais, com o uso da inteligência e se valendo do efeito causado pelo emprego de grandes contingentes. Essa é a forma considerada mais adequada pelos militares para as ações de Garantia de Lei e Ordem no Rio. O modelo prevê o trabalho da inteligência do Exército com a da Secretaria da Segurança, até com o uso do Centro de Informações do Exército.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
  21. Brasília – O decreto que autoriza a intervenção na Segurança Pública do Rio terá efeito também na pauta do Congresso. Além da reforma da Previdência, a medida paralisa a tramitação ao menos 149 Propostas de Emendas à Constituição (PECs) no Congresso, entre elas a que restringe o foro privilegiado. Na Câmara, estão em tramitação 57 PECs. Para 23 delas os partidos nem indicaram os membros para participar da comissão especial que discutirá o tema. Esse é o caso da PEC do Foro, que já foi aprovada no Senado, mas emperrou na Casa. No Senado, entre as propostas que estão prontas para ir a votação estão medidas até para a área de segurança. Uma delas é a que proíbe o contingenciamento de verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública. Ela já passou pela primeira discussão, chegou a ser incluída na ordem do dia, mas teve apreciação adiada para a próxima terça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja também BRASILNas primeiras horas de intervenção, arrastão interdita Av. Brasil16 fev 2018 - 22h02 BRASILIntervenção no RJ vai “aperfeiçoar democracia”, diz Torquato16 fev 2018 - 22h02 Ler artigo completo
  22. São Paulo – O Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês) divulgou nesta semana suas estatísticas do mercado anual do setor. Em 2017, o mundo instalou um total de 52,57 gigawatts (GW) de potência à produção mundial, totalizando 539,58 GW de capacidade instalada global. Líder mundial em instalações, a China adicionou quase 20 GW em projetos eólicos a sua matriz energética. Na sequência aparecem os Estados Unidos, que tiveram outro ano forte, com 7,1 GW instalados, e boas perspectivas para os próximos anos, em grande medida favorecidas pela compra corporativa de energia renovável por gigantes domésticas, como Google, Apple, Nike, Facebook, Walmart e Microsoft. Apesar das crises políticas e econômicas, o Brasil instalou mais de 2 GW em capacidade de energia eólica no ano passado. No ranking dos dez países com mais capacidade de energia eólica no acumulado, o país subiu uma posição e aparece agora em oitavo na lista, com 12,76 GW, ultrapassando o Canadá, que está com 12,39 GW. “Temos hoje uma capacidade instalada que está quase chegando aos 13 GW, com mais de 500 parques eólicos, e chegamos a abastecer 11% do país e mais de 60% do Nordeste, na época que chamamos de safra dos ventos, que vai mais ou menos de junho a novembro. Nos últimos anos, e especialmente no ano passado, as eólicas salvaram o Nordeste de um racionamento em tempos de reservatórios baixos e com bandeira vermelha”, diz em comunicado a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Élbia Gannoum. Ela destaca alguns fatores que tornam vantajoso o uso dessa fonte renovável por aqui, como o fator de capacidade do país (medida de produtividade do setor), que passa do dobro da média mundial, e a cadeia produtiva 80% nacionalizada, que no ano passado gerou 30 mil postos de trabalho. “Até 2020, considerando apenas os contratos assinados e leilões já realizados, vamos chegar a 18,63 GW. Com novos leilões, esse número ainda vai crescer. Importante lembrar que, hoje, as eólicas são a opção mais competitiva de contratação, conforme resultado do último leilão, realizado em dezembro de 2017”, analisa Elbia. No cenário mundial, a energia eólica avança com força no alto-mar. Análise recente da consultoria Navigant Research indica que a indústria eólica global instalou 3,3 gigawatts (GW) de capacidade offshore em 2017, elevando o total mundial para quase 17 GW no acumulado. Na Alemanha, o setor teve seu primeiro leilão “sem subsídio” este ano, com propostas para mais de 1 GW de nova capacidade. Nos próximos cinco anos, o mercado global de energia eólica offshore deve instalar mais de 24 GW de nova capacidade, atingindo no acumulado mais de 40 GW até o final de 2022. Confira abaixo os principais números do mercado eólico em 2017, segundo o estudo do Conselho Global de Energia Eólica: Step by Step Charts Infogram Ler artigo completo
  23. A ideia inicial era montar um café que funcionasse 24 horas por dia. Acabou se transformando em um dos restaurantes mais badalados de São Paulo, com enormes filas de espera e presença constante de famosos em suas mesas. Assim é o Paris 6, de Isaac Azar. Formado em administração de empresas, Azar conversou com o Jornal de Negócios sobre a trajetória do seu restaurante, empreendedorismo e inovação. Como começou o Paris 6? Foi idealizado em 2005, logo após a inauguração do meu primeiro restaurante, o Azaït. Era para ser apenas um café com funcionamento 24 horas. À medida que fomos construindo o Paris 6 e explorando mais o conceito, percebemos uma evolução e o quanto poderia se tornar um bistrô completo, atendendo 24 horas por dia. Atualmente são 12 casas espalhadas pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Campinas, Brasília e Miami. Nos próximos meses iremos inaugurar as unidades de Curitiba e Salvador. O Paris 6 é conhecido como um restaurante inovador. Como isso surgiu? Desde o nascimento, o Paris 6 representou uma série de vanguardas no segmento da gastronomia, tanto em controles quanto na busca de atendimento ao cliente na casa e ao público fora dela. Para uma pessoa que deseja se comunicar conosco, temos a maior rede de relacionamento eletrônico de um restaurante no mundo – quase 800 mil seguidores no Instagram, 700 mil no Facebook e 400 mil usuários no aplicativo “Paris 6”. Hoje o público que deseja conhecer mais o Paris 6 tem o acesso muito mais à mão. É uma inovação. Sabemos que, quanto mais acessível, maior a chance de o cliente conhecer o seu negócio, tanto na questão real, de visitar o local, quanto na conceitual, de passar a sua mensagem. Quais são os principais pontos que um restaurante deve ter para se diferenciar? Para uma empresa se diferenciar no mercado, ela precisa ter alma, DNA, autenticidade e personalidade. Isso é um conceito que seguimos à risca no Paris 6, e isso fica muito claro quando um cliente ou público vê um elemento do Paris 6 e identifica o todo pela parte. A partir do momento em que você consegue fazer uma parte lembrar o todo, você pode dizer que está construindo uma marca de sucesso. Quais as dicas para quem quer abrir um negócio na área de alimentação? Em qualquer segmento, o primeiro passo é entender o quanto você consegue focar, a capacidade de extensão desse foco e, assim, definir o seu tamanho. Ele não pode ser acima e também não pode ser abaixo do seu potencial. Entender o seu potencial e desenvolver o negócio que seja à altura dele sempre. Quais as principais dificuldades de ser um dono de negócio no Brasil? A primeira dificuldade para ser dono de um negócio estabelecido na rua, no Brasil, é a questão da segurança. Sem dúvida, é um grande limitador. Por isso, decidimos abrir lojas fora de São Paulo e Rio de Janeiro que fossem dentro de shopping centers. Até em São Paulo já começamos a adotar essa medida de abertura. É uma maneira de preservar a segurança do cliente e da nossa equipe. Outra dificuldade para um negócio como o nosso é conseguir atender às diferentes cargas tributárias, mantendo os mesmos preços e as mesmas condições em todas as casas. Qual a comparação com os EUA, por exemplo? O Paris 6 Miami ainda engatinha. Seria muito prematuro e injusto fazer qualquer comparação entre o Brasil e Estados Unidos. Dizer que no Brasil é mais difícil e nos Estados Unidos é mais fácil é um mito. Cada país tem suas dificuldades. O importante é aprender como lidar e superar essas dificuldades. Nos Estados Unidos temos apenas um ano e acreditamos que levará, no mínimo, de dois a três anos para termos uma marca consolidada. Em paralelo, continuamos aproveitando o sucesso da marca no Brasil e expandido por todo o país. Qual o plano de expansão do restaurante? O primeiro plano é solidificar nas praças em que já temos casas em funcionamento. Em paralelo iremos buscar aberturas de mercados próximos a essas praças. Caso não estiverem tão próximos assim, buscaremos regiões onde exista uma grande adesão à marca Paris 6. Por exemplo, iremos abrir em Curitiba, pois sabemos que a marca é forte por lá. Foi assim que fizemos em Brasília e hoje é um retumbante sucesso. Qual o segredo por trás do marketing tão eficaz do Paris 6? É o próprio segredo do Paris 6, que posso resumir em duas palavras: foco e determinação. Hoje somos uma das redes mais focadas do mercado e uma das que mais têm determinação. Comparativamente, posso colocar lado a lado marcas como Coca-Cola, McDonald’s e outras que se preocupam com o valor da sua marca e com que ela seja identificada. Você reconhece a marca de longe. E nas redes sociais? Quais as dicas para um empreendedor? O acompanhamento das redes sociais é muito importante. Diria que é fundamental a atenção aos usuários dentro delas. O Paris 6 conta com mais de um milhão de pessoas em todas as nossas redes sociais. Entendemos como é importante acompanhar de perto as opiniões de cada um dos usuários que postam ali os seus comentários. Ler artigo completo
  24. Para todos os homens japoneses que se sentirem decepcionados por não terem recebido chocolate de suas colegas no Dia de São Valentim: coragem, este provavelmente é um bom sinal para a saúde econômica do país a longo prazo. O Dia de São Valentim é marcado por gestos românticos em muitos países, e, no Japão, é costume que as mulheres comprem chocolates para compartilhá-los com todos os seus colegas de trabalho do sexo masculino. Embora os homens devam retribuir o gesto um mês depois, o problema é que as mulheres são obrigadas a participar, gostem ou não. Mas este ano pode ser diferente, porque mais mulheres disseram que não vão participar. Apenas 15 por cento das trabalhadoras consultadas pelo site de recrutamento Shufu Job disseram apoiar o costume de dar chocolates a colegas de trabalho, e 33 por cento se opuseram à prática. Cerca de 71 por cento viam isso como um aborrecimento que elas prefeririam evitar. Assim como a expectativa de que elas sirvam chá para colegas do sexo masculino, dar “giri choco” – chocolates por obrigação – é algo imposto às mulheres nas empresas, e a diretoria deveria começar a apoiar aquelas que querem mudar isso, disse Kazuko Ito, advogada da Mimosa Forest Law Office em Tóquio que é espeta em direitos humanos e igualdade de gênero. O fato de que mais mulheres sintam que podem desafiar o costume é um sinal de certo progresso nas relações no local de trabalho. E isso é crucial para o programa “womenomics”, do primeiro-ministro Shinzo Abe, que busca derrubar as barreiras de gênero que impedem as mulheres de desempenhar papéis seniores e influentes. Talvez nada disso importe para as fabricantes de chocolate. Uma pesquisa realizada pela varejista on-line Rakuten concluiu que as mulheres que planejam gastar menos em chocolate para os colegas do sexo masculino pretendem comprar mais para si e para suas amigas. Veja também BRASILA relação do brasileiro com o chocolate27 mar 2016 - 06h03 Ler artigo completo
  25. [EXAME] As mais novas vítimas da Amazon nos EUA

    No fim das contas, os consumidores dos EUA podem estar comprando mais roupas do que meias e cuecas na Amazon. A Amazon.com está arrebatando parte das vendas de vestuário da Target, da Macy’s e da J.C. Penney, de acordo com um relatório divulgado na quinta-feira pela Coresite Research. A Amazon Fashion está empatada com a Target como a segunda varejista de roupa nos EUA, atrás do Walmart, de acordo com o número de compradores, concluiu a pesquisa. Mais de 20 por cento dos entrevistados disseram que transferiram uma parcela maior de seus gastos com vestuário da Macy’s e da J.C. Penney para a Amazon. A unidade de vestuário da Amazon é sustentada pelos usuários que já são membros do site, de acordo com a pesquisa. Enquanto 46 por cento de todos os compradores de vestuário consultados disseram ter comprado roupas ou sapatos na Amazon nos últimos 12 meses, quase dois terços dos membros Prime fizeram isso, segundo a empresa de pesquisa. “O crescimento adicional da adesão ao Prime será, pelo menos a curto prazo, a base sobre a qual a Amazon irá construir uma participação maior na categoria vestuário”, afirmou Deborah Weinswig, diretora administrativa da Coresite Research, no relatório. Veja também NEGÓCIOSApple Music está próximo de superar Spotify em assinantes nos EUA15 fev 2018 - 16h02 NEGÓCIOSHees, da Kraft Heinz: “2017 não refletiu o nosso potencial”16 fev 2018 - 17h02 As conclusões chegam em um momento em que os varejistas tradicionais lutam para impulsionar suas vendas, especialmente na categoria vestuário, onde os gastos caíram. Os americanos gastam apenas 3,1 por cento do orçamento doméstico em roupas, de acordo com dados do governo, e desembolsam mais dólares em viagens, tecnologia e novas experiências. Lojas virtuais novatas e redes de fast-fashion de baixo custo atraíram consumidores preocupados com as tendências e em busca de valor, afastando-os das lojas de departamento e dos varejistas que não oferecem descontos. Os varejistas sofreram um grande abalo nos preços, embora um ganho de 1,7 por cento em janeiro tenha oferecido certo alívio, de acordo com o último relatório de inflação do governo dos EUA. Marcas próprias A Amazon, com sede em Seattle, nos EUA, está trabalhando para aumentar sua participação nas vendas de roupas, lançando marcas próprias para preencher lacunas em sua oferta. A empresa está recorrendo a alguns dos maiores fornecedores de roupas esportivas para sua marca de vestuário esportivo, disseram pessoas a par da situação em outubro. Um em cada nove clientes já comprou roupas ou sapatos de uma marca própria da Amazon, de acordo com a Coresite Research. Nike, Under Armour e Hanes foram as marcas externas mais compradas pelos entrevistados. Dizem que a Amazon é o prenúncio da morte de muitos varejistas americanos, mas Weinswig reconheceu que “nenhuma empresa de pesquisa sabe realmente “quanto a Amazon vende em roupas e calçados. A companhia não divulga essas informações. Veja também NEGÓCIOSMercado Livre investirá US$100 milhões no México16 fev 2018 - 11h02 NEGÓCIOSCVM abre inquérito administrativo contra a JBS15 fev 2018 - 21h02 Ler artigo completo
  26. Com as novas ressonâncias magnéticas, é possível “fotografar” a inteligência de uma pessoa. É o que diz uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York, publicada no jornal Plos One. O estudo foi baseado em uma tecnologia que mediu a entropia no cérebro dos pacientes, ou seja, a capacidade dos circuitos nervosos de interpretarem o mundo e o ambiente. Isso porque, segundo os estudiosos, essa tecnologia é um fator fundamental para entender as informações sensoriais que chegam ao cérebro. 892 pacientes, entre homens e mulheres, passaram por análises e embasaram os resultados. “Nosso estudo oferece a primeira evidência concreta de que as ressonâncias magnéticas funcionais da entropia cerebral são um novo meio de compreensão da inteligência humana”, afirmou Glenn Saxe, professora de psiquiatria infantil e adolescente da Escola Nyu de Medicina, em Nova York. Saxe ainda revela que, se outros estudos se mostrarem efetivos, exames cerebrais irão ajudar médicos a avaliar problemas de função cerebral em pessoas com depressão, transtorno de estresse pós-traumático e também autismo. Veja também CIÊNCIABuracos negros são maiores do que astrônomos acreditavam15 fev 2018 - 21h02 Ler artigo completo
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