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Siscomex - Comércio Exterior

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  2. São Paulo – A Apple atualizou os notebooks Macbook Pro de 15 e 13 polegadas. As mudanças contarão com processadores Intel mais velozes e algumas alterações no teclado, com a intenção de agilizar os reparos. Os preços dos produtos vão de 11.699 reais a 54.999 reais. As maiores mudanças virão para o modelo de 15 polegadas, que vai receber os processadores Intel da nona geração. O modelo base do aparelho possui um processador i7 e uma frequência gigahertz (GHz) de 2,6, que pode ser turbinada até 4,5GHz. O próximo modelo, que vai possuir um processador i9, poderá ser turbinado até a frequência d 4,8 GHz. Além disso, a empresa também disponibilizará uma configuração personalizada que permitirá que um chip i9 com velocidade de 2.4GHz chegue até a frequência 5.0 GHz, tornando o novo modelo o mais rápido da marca. Essa é a versão que, com todos os recursos de hardware, sai por até 54.999 reais. Já o modelo básico do computador de 13 polegadas passará a vir com um processador i5, e sua frequência de velocidade passará de 2,4GHz para 4,1 GHz. Também existe uma configuração que permite que um processador i7 seja utilizado, aumentando a velocidade para até 4,7 GHz. Os computadores estão à venda nas cores cinza espacial e prateado. O preço dos modelos de 13 polegadas variam de 11.699,00 reais a 16.199,00 reais – dependendo da frequência Ghz – e os de 15 polegadas variam de 21.299,00 reais a 24.599,00 reais, sendo que a diferença de armazenamento é de 256 gigabytes. O frete é grátis e a compra pode ser parcelada em até 12 vezes. Veja também NEGÓCIOSDilema da Apple: subir preço do iPhone ou encolher margens16 maio 2019 - 10h05 Alterações para as duas versões Possuirão as mesmas GPUs (processadores gráficos presentes na placa de vídeo) Opções gráficas integradas, ofertas de maior capacidade de memória e melhoria no design. Teclado levemente atualizado, com mecanismo feito de um novo material que deve reduzir problemas de usabilidade. Ler artigo completo
  3. Londres — No raio X sobre o Brasil produzido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado nesta terça-feira, 21, a entidade identificou que a expansão da atividade doméstica foi alterada para uma “marcha mais lenta”. “A economia continua se recuperando, mas o ritmo diminuiu, especialmente para investimentos, já que todos os olhos estão voltados para a capacidade do novo governo de realizar reformas”, trouxe o relatório da entidade que tem sede em Paris. O documento ressaltou que a confiança das empresas começou a recuar no contexto de incerteza em torno do processo de reforma da Previdência. Segundo a OCDE, o crescimento nos setores de serviços e primário compensou a contração da produção industrial e as perspectivas de produção agrícola continuam favoráveis. “A inflação e o núcleo da inflação estão abaixo da meta, apesar de um pequeno aumento nos últimos meses, e as taxas de juros permaneceram baixas. Isso, juntamente com o crescimento moderado dos salários, está apoiando o consumo privado, embora o desemprego ainda precise melhorar”, continuou, acrescentando que os empregos criados têm sido de baixa qualidade até agora, com um número desproporcional de empregos criados no setor informal. Veja também ECONOMIAFMI: Reforma da Previdência fortalecerá previsibilidade da economia20 maio 2019 - 12h05 Sobre a questão fiscal, a Organização avaliou que os indicadores continuam se deteriorando e frisou que a melhora da qualidade das finanças públicas é crucial para restaurar a confiança. “A baixa confiança está impedindo uma recuperação mais forte da demanda doméstica, e a confiança só irá melhorar com progressos tangíveis nas reformas que garantam a sustentabilidade fiscal”, defendeu. A OCDE comentou que “algum progresso” foi feito em alguns itens de despesa, mas que a deterioração nas contas fiscais continua a ser impulsionada pelo aumento dos gastos com Previdência Social, principalmente as aposentadorias por idade. “Portanto, a reforma previdenciária, ao longo das linhas da proposta apresentada ao Congresso, continua a ser a principal prioridade para garantir a sustentabilidade da dívida, restaurar a confiança do investidor e evitar custos de financiamento mais elevados”, citou. A proposta de reforma também melhoraria, conforme a instituição, o impacto redistributivo das pensões e permitiria uma recalibragem dos gastos sociais para benefícios sociais mais eficazes. A redução da folha salarial do setor público também é uma prioridade fundamental do País, de acordo com o documento. A OCDE destacou que o aumento das remunerações de militares provavelmente tornará mais difícil a economia em outras partes da administração. A entidade salientou ainda que “esforços para reduzir os gastos com impostos e os subsídios de crédito para empresas do setor privado, que criaram terrenos férteis para a corrupção, sem gerar benefícios claros para o bem-estar ou a produtividade, devem continuar”. Ler artigo completo
  4. Siscomex (robô)

    [EXAME] Um sumiço de US$ 450 milhões

    Os 500 anos da morte de Leonardo Da Vinci, que se completam neste mês de maio, coincidem com a notícia de que não se sabe o paradeiro de uma de suas obras mais conhecidas. Trata-se de “Salvator Mundi”, que ganhou o apelido de “Mona Lisa masculina”. Dois anos atrás, ela foi leiloada pela Christie’s de Nova York por US$ 450 milhões, o equivalente a R$ 1,78 bilhão, o que fez dela a obra mais cara da história. O comprador, acredita-se, foi um representante de Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita. Previa-se que a obra fosse exposta em setembro passado na unidade do Louvre em Abu Dhabi, mas a exibição foi cancelada sem explicações. E surgiu o boato de que o paradeiro da tela é desconhecido. A pintura de 18,5 por 26 polegadas com a imagem de Cristo com um traje renascentista, a mão direita concedendo uma bênção, a outra empunhando uma bola de cristal, foi descoberta em 2005. Alexander Parish e Robert Simon, marchands americanos, a localizaram na página de leilões de uma pequena galeria em Nova Orleans, na Luisiana. Suspeitaram que se tratava de uma obra de um dos discípulos de Leonardo da Vinci. Sabiam que a obra original, pintada pelo italiano por volta do ano de 1500, deu origem a inúmeras cópias. Compraram a obra por US$ 10 mil. Reconhecida depois a autoria de da Vinci, com o que nem todos os espetas concordam, a tela “Salvator Mundi” foi alvo de vários leilões até atingir a cotação recorde. Ler artigo completo
  5. Siscomex (robô)

    [EXAME] A vez da coquetelaria oriental

    São Paulo – Shissô, kimchi e peixe seco defumado agora aparecem nas receitas de drinques servidos em bares e restaurantes badalados. Saiba onde provar os coquetéis mais emblemáticos – e também saborosos – dessa onda Mica, Baixo Pinheiros (São Paulo) Rua Guaicuí, 33, Pinheiros, São Paulo O acanhado bar dos mesmos donos do Pitico, situado na mesma rua, no Baixo Pinheiros, reabriu há pouco depois de uma reforma. Inaugurado há dois anos, somou-se ao imóvel vizinho e agora dispõe de mesas ao fundo e de mais um balcão. A vocação do endereço segue a mesma: preparar drinques e comidinhas de inspiração oriental. A cargo da bartender Beatriz Coutinho, a carta de coquetéis lista sugestões que ostentam nomes como Kinpirá e Rakkyo. O primeiro leva vinho coreano, gim, óleo de gergelim e uma conserva feita com cenoura e bardana, uma raiz asiática. O segundo drinque é preparado com vinho coreano de ameixa, jerez, rum e Campari e decorado com cebolinha. Cada um dos coquetéis custa R$ 33. Para equilibrar o álcool, a clientela costuma apostar nos sanduíches montados nos buns, aqueles pãezinhos cozidos no vapor. O de costela com picles de cenoura e nabo, ervas frescas e condimentos custa R$ 22. O udon acrescido de camarão, bacon e molho à base de feijão chinês sai por R$ 28. Drink Raikkyo, do Mica: vinho coreano de ameixa, jerez, rum e Campari e decorado com cebolinhaDivulgação Tan Tan, Pinheiros (São Paulo) Rua Fradique Coutinho, 153, Pinheiros, São Paulo Inaugurado em 2015, o noodle bar do chef Thiago Bañares rapidamente virou um dos mais bombados de São Paulo – lotava assim que abria as portas e, invariavelmente, aglomerava uma multidão na calçada até a hora de fechar. Após uma reforma que lhe dobrou o tamanho, o Tan Tan reabriu no final do ano passado. Mas sim, as filas continuam. Por isso é melhor se ater às novidades. Uma delas é o balcão no qual o bartender Douglas Peres pode preparar seus coquetéis com o espaço merecido. Uma de suas criações mais comentadas é o Yoichi Soul (R$ 33), união de vermute tinto, licor de framboesa, licor amaro, pisco, Angostura e peixe seco defumado, o mesmo que é utilizado na maioria dos caldos listados no cardápio. A R$ 36, o P&G combina pisco, louro, pera, limão e ginger ale. Visitar o Tan Tan e não comer nada equivale a beber e sair dirigindo. Para abrir o apetite recomenda-se com entusiasmo a versão de Bañares para o steak tartare, feita com carne de wagyu misturada a pedacinhos de ostras e anchova desidratada (R$ 32), e o sanduíche de barriga de porco empanada (R$ 29). Os noodles têm agora como base um caldo feito com carne bovina. Um dos mais pedidos é o Shoyu Ramen (R$ 45), que leva ainda tarê de shoyu, rosbife, cebolinha, alho poró e broto de bambu. Yoichi Soul, do Tan TanDivulgação Mr. Lam, Lagoa (Rio de Janeiro) Rua Maria Angélica, 21, Lagoa, Rio de Janeiro Do império criado por Eike Batista ruiu praticamente tudo, à exceção do restaurante aberto por ele em 2006 em parceria com o chef Sik Chung Lam, o Mr. Lam, do famoso Mr. Chow, em Nova York. Ainda com o encrencado empresário como sócio, o endereço segue ostentando cozinha competente. Os dumplings, aqueles pastéis de massa cozidos no vapor, que podem vir recheados de camarão (R$ 29), fazem enorme sucesso para enganar o estômago. O famoso pato laqueado (R$ 192, para quatro pessoas) demora cerca de uma hora para ficar pronto. Para quem não tem tanto tempo o Maracanã Prawns talvez seja uma opção de prato principal mais indicada. Leva camarões graúdos empanados, salteados com cebola e pimentões em molho de champanhe, laranja e leve toque de baunilha (R$ 120). Um dos drinques com inclinação oriental une bourbon, sour mix, chá de Jasmin, xarope de gengibre e espuma de Yuzu (R$ 43). É o Mr Mule. O nome da versão do gim-tônica que junta infusão de zimbro, cardamomo, limão siciliano, alecrim e água tônica (R$ 69)? Thor GT, uma clara homenagem a um dos filhos de Eike. Mr Mule, do Mr. LamDivulgação Komah, Barra Funda, São Paulo Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378, Barra Funda, São Paulo Foi de última hora que o chef Paulo Shin escolheu apostar na culinária coreana em seu restaurante. Com passagens pelo extinto Le Coq Hardy e pelo D.O.M, do chef Alex Atala, ele se decidiu por ela quando o estabelecimento na Barra Funda já estava pronto. Eleito o chef do ano pela revista “Veja São Paulo”, ele serve um menu-degustação a cerca de R$ 80. Começa com aperitivos como o kimchi, aquela acelga fermentada, que pode vir seguida, por exemplo, da barriga de porco tostada. Servida dentro de um caldo, a costela bovina ganha a companhia de arroz, nabo e salada (tome nota: recentemente, o Komah passou a abrir também para o almoço, servindo um menu executivo a R$ 47). Assinada pelo bartender Vinícius Apolinário, a carta de drinques vai na mesma linha. A releitura dele do Bloody Mary, por exemplo, leva o nome de Kimchi Mary (R$ 31). Isso porque a pimenta é substituída pelo kimchi e o molho inglês dá lugar ao shoyu. A vodca segue na receita e a decoração na borda do copo é feita com um condimento seco japonês, o furikake. Kimchi Mary, do KomahDivulgação Naga, Itaim, São Paulo Rua Bandeira Paulista, 383, Itaim, São Paulo O requintado endereço é vizinho ao Nagayama e ao Nagayama Café, todos do mesmo grupo, encabeçado pelo empresário Mário Nagayama. Desde abril, o estabelecimento passou a dar mais atenção aos coquetéis com a entrada em cena de uma nova carta, desenvolvida pelo bartender Thiago Pereira. Alinhada com os pratos, ela lista criações marcadas por ingredientes típicos da culinária japonesa. Tome de exemplo o Shissô Collins (R$ 31), feito com gim, espumante, shissô, licor de yuzu e limão tahiti. Já o Wasabi Sour (R$ 31) junta gim, saquê, calda de wasabi, limão tahiti e espuma de gengibre. Tem mais, a exemplo do Naga G&T (R$ 40), versão do gim-tônica marcada pelo licor de yuzu e pela laranja kinkan, e do Asian Mist (R$ 29), feito com espumante, creme de lichia e pó de hibisco com aroma de rosas. Para comer, têm boa saída os espetinhos, ou robatas, como o de aspargo (R$ 13), e os sushis sofisticados, como o de atum com foie gras (R$ 40). Yuzu Spritz, do NagaDivulgação Ler artigo completo
  6. Brasília – O presidente Jair Bolsonaro participou nesta terça-feira, 21, de cerimônia religiosa no Palácio do Planalto para receber a imagem de Nossa Senhora, considerada santa na religião católica. No evento, o ministro da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto, fez um apelo para que os religiosos rezem para que os “irmãos do Legislativo” votem pautas importantes no Congresso no curto prazo. O ministro também pediu oração em prol dos “irmãos” do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro não discursou. Floriano Peixoto se apresentou como “católico fervoroso” e afirmou que o Planalto é um espaço de “muita fé cristã”. “Esse espaço, o Palácio, assim como todas as dependências públicas, por orientação do presidente da República, todos esses espaços são espaços onde se professa muita fé cristã”, disse. O ministro se referiu ao atentado sofrido pelo presidente durante a campanha eleitoral, no ano passado, como evidência para justificar a “consolidação de uma fé enorme que reina nessa casa”. “Somos todos tementes a Deus, acreditamos enormemente no seu poder com inúmeros exemplos que já contabilizamos. O maior exemplo disso foi ter salvo o nosso presidente daquela ação covarde e criminosa que aconteceu em Juiz de Fora (MG)”, disse Floriano, que foi aplaudido pelos convidados. Floriano também pediu aos convidados para que continuem rezando pelo sucesso do governo, pelos trabalhos dos “irmãos” do STF e pelos “irmãos do Legislativo”, que, segundo ele, possuem “muitas pautas importantes”. No início e no final do discurso, ele cumprimentou diretamente os parlamentares da Frente Parlamentar Católica. “Agradeço a todos os presentes e peço que continuem orando, rezando pelo nosso sucesso, pelos nossos trabalhos, pelos trabalhos dos irmãos do STF, do Legislativo, que têm pautas importantes, muitas pautas, que esperamos que se concretizem para o bem do Brasil a curto prazo, para que, de forma unida, a gente consiga nosso objetivo maior que é dignificar o ser humano.” De acordo com o Planalto, a agenda foi proposta pelo deputado Eros Biondini, com participação de Dom Terra, bispo emérito de Brasília, e Dom Fernando Rifan, bispo da administração apostólica São João Maria Vianney. Na cerimônia, também foi assinado um documento para registrar o recebimento da imagem religiosa, doada para a Presidência da República pela Associação Aliança de Misericórdia. A imagem deve ficar no Palácio do Planalto, segundo a Secretaria de Comunicação. Em abril, também foi realizado um evento religioso no Planalto para celebrar o feriado de Páscoa. Na ocasião, houve apresentação de uma banda neopentecostal, ligada à igreja evangélica Sara Nossa Terra, do bispo Robson Rodovalho, apoiador do presidente. Entre uma música e outra, servidores públicos se revezaram no púlpito citando versículos bíblicos. Ler artigo completo
  7. Siscomex (robô)

    [EXAME] Ibovespa tem 2ª alta forte e dólar cai

    São Paulo — A bolsa paulista emendou o segundo dia de alta robusta, com investidores voltando às compras dada a forte queda recente, num momento de maior otimismo das praças globais com o arrefecimento de atritos comerciais entre Estados Unidos e China. Veja também MERCADOSFintech quer concorrer com a B3 no mercado de bolsas de valores18 maio 2019 - 08h05 Segundo dados preliminares, o principal índice do mercado acionário brasileiro, Ibovespa, fechou esta terça-feira com avanço de 2,51%, a 94.254,72 pontos, zerando perdas da semana passada. O giro financeiro somou R$ 15,9 bilhões. Dólar O dólar fechou em queda de mais de 1% ante o real nesta terça-feira, a mais forte em quase quatro meses, puxado por ingressos de recursos para o setor produtivo em meio a um dia favorável ao risco no exterior e a alguma aproximação entre Congresso e Executivo sobre a reforma da Previdência. O dólar à vista caiu 1,39%, a R$ 4,0478 na venda. É a mais forte desvalorização diária desde 31 de janeiro passado (-1,77%). Na B3, o dólar futuro cedia 1,45%, para R$ 4,0500. Ler artigo completo
  8. Coca-Cola está se juntando ao elenco da popular série da Netflix, “Stranger Things”. A empresa de bebidas com sede em Atlanta vai relançar a tão criticada New Coke por um período limitado durante o verão no hemisfério norte, logo antes da terceira temporada da série “Stranger Things”. A história se passa em 1985, mesmo ano em que a Coca-Cola tentou empurrar uma nova fórmula do refrigerante sobre os consumidores. E a New Coke vai ser vista em cenas da próxima temporada, disseram as empresas na terça-feira. A Netflix disse que não aceitou nenhum pagamento da Coca-Cola para a inserção do produto e que os criadores Ross e Matt Duffer conceberam a ideia por conta própria. Já a fabricante de refrigerantes vai ajudar a promover a série imprimindo a marca de “Stranger Things” em garrafas e latas. A Netflix se tornou um império do setor de vídeo, com valor de mercado de mais de US$ 150 bilhões, oferecendo aos usuários uma alternativa aos serviços de TV a cabo ou via satélite, sem comerciais. Mas a empresa começou a testar parcerias com grandes empresas sem ter que vender espaço publicitário tradicional. “É uma nova área para nós”, disse Barry Smyth, diretor de marketing global da Netflix, em entrevista. “Não estamos fazendo isso por receita. Estamos fazendo isso para criar boas experiências para os assinantes, até o ponto em que a expressão criativa de um programa possa ter o apoio do trabalho em conjunto com uma marca. ” Veja também MARKETINGO Boticário lança 1ºs perfumes feitos com ajuda de inteligência artificial21 maio 2019 - 14h05 Liderança “Stranger Things” é a série original mais popular da Netflix, de acordo com dados de institutos de pesquisa externos, e está sendo usada pela empresa para experimentar novas oportunidades de negócios. A fabricante de briquedos Hasbro lançou a versão “Stranger Things” do jogo de tabuleiro Monopoly. E a varejista de roupas Hot Topic está vendendo camisetas e moletons com a marca da série. Everyone: I don’t think Stranger Things can get any more 80’s. Stranger Things: Hold my New Coke… #StrangerThings3 #Enjoy pic.twitter.com/xnCGY1dkrQ — Coca-Cola (@CocaCola) May 21, 2019 A Netflix não tem planos de exibir comerciais tradicionais durante seus programas, mas já fez inserções de produtos de consumo nos enredos de seus filmes e séries. Os personagens de “Stranger Things” comem Kentucky Fried Chicken na segunda temporada, enquanto os sanduíches da Subway são vistos na comédia romântica “Para Todos os Garotos que já Amei”. Os produtos da Coca-Cola já apareceram mais de dez vezes em “Stranger Things”, um drama adolescente ambientado em uma pequena cidade do estado americano de Indiana durante os anos 80. A Coca-Cola disse que estudou formas de integrar ainda mais seus produtos ao programa, sem que isso tenha uma aparência forçada. Fracasso épico A gigante do setor de bebidas lançou a New Coke em abril de 1985 para conter a queda da fatia de mercado. Mas enfrentou forte resistência de consumidores, que inundaram a empresa com cartas e telefonemas. O recuo veio 79 dias depois, com o anúncio de que a fórmula original do refrigerante seria relançada. As ambições da Coca-Cola são mais modestas desta vez. A empresa vai vender um pequeno lote de latas da New Coke e garrafas com a marca “Stranger Things” em seu website. Máquinas de venda automática também com a marca da série serão instaladas em cidades selecionadas para oferecer latas de Coca-Cola tradicional com o design original e um logotipo “Stranger Things”. “O verão de 1985 foi um grande momento para nós, e trazer de volta a New Coke de forma limitada vai gerar burburinho e discussão”, disse Stuart Kronauge, presidente da unidade de bebidas gaseificadas da Coca-Cola na América do Norte. “Isso é bom para nós e é bom para ’Stranger Things’.” Ler artigo completo
  9. George R. R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo, coletânea de livros que deu origem a Game of Thrones, publicou um texto em seu blog pessoal falando sobre o fim da série, que teve o último episódio de sua última temporada exibido pela HBO no último domingo, 19. “A última noite, o último episódio. Após oito temporadas épicas, a série Game of Thrones da HBO chegou a um fim. É difícil acreditar que acabou, para falar a verdade. Os anos se passaram num piscar de olhos”, começou o autor. Ele relembrou a primeira reunião feita para tratar sobre a produção da série, com David Benioff, D. B. Weiss e seu empresário, Vince Gerardis: “eu não tinha ideia de que naquela tarde eu estava para embarcar em uma jornada que iria mudar a minha vida.” George R. R. Martin também fez agradecimentos ao elenco, à produção e à equipe envolvida em Game of Thrones, antes de falar sobre o assunto que desperta a curiosidade de muitos fãs: os livros da saga As Crônicas de Gelo e Fogo terão o mesmo fim que a série Game of Thrones? “Como tudo vai acabar? Ouço as pessoas perguntando. O mesmo fim que a série? Diferente? Bem… Sim. E não. E sim. E não. E sim. E não. E sim”, escreveu, causando certo mistério. Veja também Último episódio de Game of Thrones: os assuntos mais comentados no Twitter20 maio 2019 - 16h05 VIP – ESTILO DE VIDAGarrafa de água aparece em cena do último episódio de Game of Thrones20 maio 2019 - 16h05 Em seguida, continuou: “Eu estou trabalhando em um meio muito diferente de David e Dan, nunca se esqueçam. Eles tinham seis horas para esta última temporada. Eu espero que os meus últimos dois livros preencham 3 mil páginas manuscritas antes que eu acabe. E se mais páginas e capítulos e cenas forem necessárias, eu irei adicioná-las.” George R. R. Martin ainda citou exemplos de mudanças entre As Crônicas de Gelo e Fogo e Game of Thrones: “Existem personagens que nunca foram para as telas, e outros que morreram na série, mas permanecem vivos nos livros.” “Livro ou série, qual será o final ‘real’? É uma pergunta estúpida. […] Que tal o seguinte? Eu vou escrever. Vocês vão ler. Então todos podem tirar suas próprias conclusões e debater sobre elas na internet”, encerra o autor. Ler artigo completo
  10. Brasília — Após um acordo com o Centrão, o plenário da Câmara dos Deputados decidiu que deve votar nesta quarta-feira (22) a medida provisória 870, que trata da reforma administrativa que organizou os ministérios da gestão do presidente Jair Bolsonaro. Se for aprovada, a medida pode seguir para discussão no Senado ainda nesta semana. A votação nesta Casa, porém, só deve acontecer na próxima semana. O acordo para a votação foi fechado em uma reunião entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), nesta manhã. A medida tem prazo de validade até 3 de junho. Se não for aprovada até lá, há a interpretação de que o governo seria obrigado a recriar os ministérios que existiam durante o mandato do ex-presidente Michel Temer. Bolsonaro, ao assumir, reduziu o número de pastas de 29 para 22. Os parlamentares não devem alterar o texto da medida para extinguir o ministério do Desenvolvimento Regional e para recriar os ministérios das Cidades e da Integração Nacional, como havia sido anunciado na semana passada. Os parlamentares querem evitar dar argumentos para que Bolsonaro continue acusando o Congresso de atrapalhar o seu governo. Veja também BRASILPor que a mudança na estrutura ministerial virou um desafio para o governo8 maio 2019 - 06h05 BRASILNão podemos permitir Coaf fora da Justiça, diz deputado do PSL10 maio 2019 - 12h05 De acordo com Bezerra, a proposta de recriação dos ministérios foi sua sugestão e teve o apoio dos presidentes das duas Casas e do governo. “Ocorre que, aprovado o relatório, surgiram muitas declarações dentro e fora do Parlamento de que isso tinha sido uma iniciativa dos presidentes das Casas para pressionar por espaços (no governo). Os presidentes comunicaram que o melhor seria zerar o jogo e devolver a estrutura original apresentada pelo governo”, disse o senador. Ontem, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, admitiu que há o risco do Congresso aumentar o número de ministérios, mas cobrou “bom senso” dos deputados. Já Bolsonaro afirmou no fim de semana esperar que o Congresso aprove a MP na íntegra, da forma como ela foi enviada ao Legislativo. Ler artigo completo
  11. Um elenco de luxo, com Quentin Tarantino, Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie, concentra todas as atenções nesta terça-feria no tapete vermelho do Festival de Cannes, antes da muito aguardada exibição de “Era Uma Vez em Hollywood“, na disputa pela Palma de Ouro. Depois de momentos impactantes protagonizados na semana passada por Pedro Almodóvar, Antonio Banderas e Penélope Cruz com “Dolor y gloria”, e Elton John e Taron Egerton com “Rocketman” sobre o astro da música, chegou a vez da equipe de “Era Uma Vez em Hollywood” subir a famosa escadaria do Palácio dos Festivais. A história de Tarantino em Cannes está repleta de cenas memoráveis, começando pela conquista da Palma de Ouro, entregue por Clint Eastwood há 25 anos, por “Pulp Fiction”. Ao receber o prêmio, entre aplausos e vaias, o cineasta fez um gesto obsceno com o dedo médio para uma mulher que gritou “Que merda”. Dez anos mais tarde, Tarantino retornou a Croisette para apresentar “Kill Bill vol.2” fora de competição, assim como já havia feito com seu primeiro longa-metragem, “Cães de Aluguel”, em 1992. Com “Bastardos Inglórios”, o diretor voltou a disputar a Palma de Ouro em 2009, mas o prêmio foi vencido pelo cineasta austríaco Michael Haneke com “A Fita Branca”. Mas “Bastardos Inglórios” não saiu de mãos vazias, já que Christoph Waltz foi escolhido o melhor ator da edição 2009 do festival. Na ocasião, sua participação foi marcada pelos passos de dança com a atriz francesa Mélanie Laurent no tapete vermelho. Em 2014, repetiu a cena com Uma Thurman, na celebração dos 20 anos de “Pulp Fiction”. Muitos questionam se ele dançará desta vez com Margot Robbie, que interpreta Sharon Tate em “Era Uma Vez em Hollywood”. De qualquer modo, o glamour está garantido com a dupla Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, que trabalham juntos pela primeira vez. Na manhã desta terça-feira, os fãs já estavam posicionados diante do histórico Palácio dos Festivais em busca de um convite para a exibição. Apelo contra “spoilers” O filme de 2 horas e 45 minutos, filmado em 35mm, está ambientado em Los Angeles em 1969, “Era Uma Vez…” segue as aventuras de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), astro de westerns da TV, de seu dublê nas cenas de ação Cliff Booth (Brad Pitt), assim como de sua vizinha, a atriz Sharon Tate. Outras figuras famosas, como Bruce Lee e Steve McQueen, aparecem na tela. Poucas informações foram divulgadas sobre o nono filme do diretor. “É seu roteiro mais pessoal”, declarou um dos produtores do longa-metragem, David Heyman, à revista Entertainment Weekly. “No filme há suas recordações de criança que cresceu em Los Angeles e que sonhava com Hollywood. É realmente emocionante, porque há muito de sua história”, completou. Com tantas expectativas, Tarantino, 56 anos, pediu às pessoas que assistirão o filme em Cannes que não revelem detalhes do filme. “Eu amo o cinema. Você ama o cinema. É a jornada de descobrir uma história pela primeira vez. O elenco e a equipe trabalharam duro para criar algo original e eu peço apenas que todos evitem revelar qualquer coisa que impediria futuros espectadores a viver a mesma experiência com o filme”, escreveu Tarantino em uma carta publicada na segunda-feira. O diretor pode passar a integrar no sábado o seleto grupo de cineastas com duas Palmas de Ouro, ao lado de Bille August, Francis Ford Coppola, Luc e Jean-Pierre Dardenne, Michael Haneke, Shohei Imamura, Emir Kusturica e Ken Loach. Ler artigo completo
  12. São Paulo – A Netflix promete divulgar uma série de teasers sobre a terceira temporada de Stranger Things, que já tem data para ir ao ar: 4 de julho. O serviço de streaming publicou nesta segunda-feira, 20, um trecho de um dos episódios, intitulado Verão em Hawkins. Nas imagens, o bad boy Billy, interpretado pelo ator Dacre Montgomery, vive um salva-vidas e arranca suspiros das mulheres que estão tomando sol ao lado da piscina, com seus maiôs ‘asa-delta’, um clássico modelito de verão nos anos 1980. “É hora do show”, vibra uma delas ao avistar Billy. No mesmo instante, o salva-vidas dá um apito. “Ei, nada de correr!”, grita para um garotinho, que fica visivelmente amedrontado. Todos na piscina param de brincar. “Se eu tiver que avisar de novo, vai ser banido! Quer ser banido? Acho que não”, afirma Billy, arrumando seus óculos escuros e observando o movimento na piscina. Ler artigo completo
  13. A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram nesta manhã a Operação Egypto, que investiga a empresa financeira InDeal Investimentos, que atua sem autorização do Banco Central e teria movimentado um total de R$ 700 milhões em um esquema de pirâmide financeira que prometia ganhos de 15% ao mês. A ação recebeu o nome em referência ao esquema no qual os investidores que entram na base pagam os resgates dos que estão saindo, no topo, e tem o apoio da Polícia Civil do Rio Grande do Sul. A empresa já vinha sendo alvo de investigações desde janeiro deste ano, segundo jornais da região. Cerca de 130 policiais federais, 20 servidores da Receita Federal do Brasil e seis policiais civis cumprem dez mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão nas cidades gaúchas de Porto Alegre (3), Novo Hamburgo (13), Esteio (1), Estância Velha (2), Campo Bom (1); Laguna (1) e Florianópolis (1) no estado de Santa Catarina e em São Paulo (3), capital paulista. Além dos mandados, foram expedidas ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros em nome de pessoas físicas e jurídicas, de dezenas de imóveis e a apreensão de veículos de luxo. Veja também SEU DINHEIROSaiba reconhecer o golpe da pirâmide financeira16 ago 2017 - 05h08 O inquérito policial foi instaurado em janeiro de 2019, para apurar a atuação da InDeal, com sede em Novo Hamburgo. Segundo a PF, ela estaria captando recursos de terceiros, sem a autorização, para investimento no mercado de criptomoedas. A empresa assumia o compromisso de retorno de 15%, ao menos, no primeiro mês de aplicação. Segundo o Jornal NH, de Novo Hamburgo, em fevereiro deste ano, o tabelionado que funcionava perto da empresa teve de contratar um funcionário somente para autenticar os contratos da InDeal com seus investidores. Conforme levantamentos da Receita Federal, uma das contas da empresa teria recebido créditos de mais de R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. Os sócios da instituição financeira clandestina apresentaram evolução patrimonial de grande vulto, que, em alguns casos, passou de menos de 100 mil para dezenas de milhões de reais em cerca de um ano. Além dos crimes de operação de instituição financeira sem autorização legal, gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, lavagem de dinheiro e organização criminosa, o inquérito apura o envolvimento de pessoas que teriam tentado obter informações sigilosas da investigação e que foram identificadas. Ler artigo completo
  14. São Paulo — Governadores de 12 estados mais o Distrito Federal assinaram nesta terça-feira (21) uma carta pedindo a revogação do novo decreto de porte de armas assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, que ampliou o acesso a armamento para 20 categorias de profissionais do Brasil. No documento, cujo a reportagem teve acesso, os dirigentes manifestam preocupação em relação ao aumento da violência no país com mais armas de fogo em circulação. “Sabemos que a violência e a insegurança afetam grande parte da população de nossos estados e que representam um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento humano e econômico no Brasil. Nesse contexto, a grande disponibilidade de armas de fogo e munições que são usadas de maneira ilícita representa um enorme desafio para a segurança pública do país”, diz um dos trechos da carta. Veja também BRASILPor que o decreto de armas de Bolsonaro está sendo tão questionado8 maio 2019 - 18h05 BRASILSenado articula medida que derruba decreto das armas16 maio 2019 - 08h05 Apesar da questão da legalidade do decreto não ser citada na carta dos governadores, este vem sido um dos pontos de questionamento. “Fomos no limite da lei. O que a lei abria oportunidade para nós, fomos no limite”, disse o presidente no evento de assinatura. Em nota técnica, consultores do Senado indicaram que o decreto extrapolou limites determinados pelo Estatuto do Desarmamento, que é uma lei federal e só pode ser modificado pelo Congresso. O decreto também foi criticado por associações da sociedade civil, como o Instituto Sou da Paz, e espetas na área de segurança pública. Algumas dessas críticas também aparecem na carta, como a possibilidade de que mais armas adquiridas legalmente sejam usadas pela criminalidade e maior risco de homicídios por motivação banal. Também há sugestão de medidas para aumentar a rastreabilidade das armas, por exemplo, e mais coordenação entre os estados no combate à criminalidade. Tanto o presidente quanto o ministro Sérgio Moro, no entanto, já deixaram claro que o decreto não é uma medida de segurança pública. Veja quem são os governadores signatários: Ibaneis Rocha (MDB), governador do Distrito Federal Rui Costa (PT), governador da Bahia Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão Wellington Dias (PT), governador do Piauí Paulo Câmara (PSB), governador do Pernambuco Camilo Santana (PT), governador do Ceará João Azevedo (PSB), governador da Paraíba Renato Casagrande (PSB), governador do Espírito Santo Fátima Bezerra (PT), governadora do Rio Grande do Norte Renan Filho (MDB), governador do Alagoas Belivaldo Chagas (PSB), governador do Sergipe Wilson Miranda Lima (PSC), governador do Amazonas Mauro Carlesse (PHS), governador do Tocantins Ler artigo completo
  15. São Paulo – Depois de mais de dois anos de desenvolvimento, o grupo paranaense Boticário, maior varejista de cosméticos do país, lança os primeiros perfumes do mundo feitos com ajuda de Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês). Antecipada ao site EXAME, a novidade chega em duas versões — “On you” (Em Você) e “On me” (Em Mim) — e integra o portfólio da marca Egeo, voltada para o público mais jovem. Para criar as novas fragrâncias, a fabricante “invocou” a deusa grega do perfume, Phylira, que no mundo real empresta seu nome a um sistema inédito de AI criado pela IBM em parceria com a alemã Symrise, uma das principais fornecedoras de fragrância da rede. O sistema Phylira foi alimentado com milhões de dados referentes a fórmulas, ingredientes, história da perfumaria e taxas de aceitação do consumidor. Com a precisão e capacidade de processamento que só um “cérebro artificial” é capaz de entregar, Phylira buscou e cruzou os dados que mais se aproximavam ao que O Boticário queria. O resultado são duas combinações de fragrâncias que levam um pouco de frutas, flores, especiarias, madeiras e até notas inusitadas, como caramelo e leite condensado. Como o sistema não tem limitação de combinações, pode usar ingredientes que às vezes passam despercebidos por serem muito incomuns. Ao final do processo, as fragrâncias foram submetidas ao crivo do nariz exigente do perfumista para ajustes. A nova linha estará disponível a partir do dia 27 de maio em todas as lojas, revendedoras e e-commerce da rede no Brasil, pelo valor de R$ 104,90 cada. Atenta à importância das representações de gênero e diversidade, a rede não distingue os perfumes em “masculino” e feminino”, apesar das embalagens destacarem tons mais quentes e mais frios, que remetem aos ingredientes. “Fragrâncias são fragrâncias, e homens e mulheres devem decidir o que preferem usar. Queremos ser menos taxativos nesse processo”, diz a EXAME o diretor de marketing de O Boticário, Alexandre Bouza. “Temos trabalhado com nossos consultores e lojas sobre questões de gênero e diversidade, para que façam menos pré-julgamentos sobre caminhos olfativos e cores. Devemos ser capazes de oferecer maquiagens a rapazes que procuram esse tipo de produto e apresentar as fragrâncias de forma diferenciada, sem pré-definição”, acrescenta o executivo. Egeo “On Me” e Egeo “On You”: fragâncias feitas com ajuda de AI trazem notas inusitadas.Divulgação Robôs perfumistas: quando a inovação encontra a tradição A essa altura você deve estar se perguntando se os robôs serão os perfumistas do futuro. Não, o cérebro artificial está longe de roubar o papel central desses profissionais, segundo Bouza. “Existem menos perfumistas no mundo do que astronautas. Eles combinam um grande conhecimento sensorial com um vasto conhecimento sobre ingredientes. A utilização de inteligência artificial no processo de criação ajuda a captar e refinar a afinidade das pessoas com diferentes caminhos olfativos e isso vai ajudar os perfumistas a criar produtos que tenham poder de empatia maior”, destaca o executivo. Ao combinar tecnologia de ponta com processos tradicionais de produção na perfumaria, o grupo Boticário dá mais um passo para expandir seu império. Hoje, a empresa possui a maior rede de franquias do Brasil e a maior do mundo em perfumaria e cosméticos. Espaço há de sobra: o mercado de perfumaria no Brasil – segundo maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos – cresce cerca de 5% ao ano. Segundo análise da Euromonitor, as vendas de fragrâncias seguem em ascensão apesar da crise por conta da expansão nos canais de venda, promovida pelas empresas líderes, e também pelo hábito cultural do uso de fragrâncias entre os brasileiros, especialmente os produtos de massa. Parte da estratégia de crescimento do grupo também passa por mostrar que o perfume nacional pode estar no mesmo patamar de qualidade dos internacionais. Para mudar essa imagem, a empresa lançou a campanha de marketing “A Arte da Perfumaria”, criada pela agência Almap BBDO, ue conta com ativações digitais, anúncios e um filme televisivo que estreou no dia 12. “O consumidor médio brasileiro tem a percepção de que produto estrangeiro tem melhor qualidade. Em avaliação de produtos blind test [teste às cegas], sem definir marcas, muitas vezes os consumidores até preferem os produtos feitos no Brasil. Nestes testes, nossos produto superam os internacionais. Por conta disso, achamos importante reforçar a qualidade do que fazemos e falar do que nos inspira. Vemos a perfumaria com uma combinação entre técnica, ingredientes de qualidade e o trabalho do perfumista, para fazer combinações interessantes e atuais que tragam prazer olfativo”, explica o diretor de marketing. Ao melhorar a imagem da perfumaria brasileira, O Boticário também espera aumentar a disposição do consumidor em desembolsar mais por seus produtos. Segundo Bouza, no mercado brasileiro, o ticket médio é de 50 a 60 reais por perfume. Os mais sofisticados estão na faixa de 120 a 160 reais, mais que o dobro da média da perfumaria nacional. Dois lançamentos recentes se encaixam nessa faixa: na linha feminina, o Botica 214, com notas de cânfora e ingredientes da perfumaria clássica, como jasmim e patchouli; e na perfumaria masculina, o Malbec Magnetic, de notas amadeiradas, feito com uvas. Este segundo, inclusive, é um dos carros-chefe em vendas nas duas lojas que a rede possui em dois luxuosos shoppings de Dubai, nos Emirados Árabes, sinalizando que o movimento de “sofisticação” da rede está alinhado à internacionalização dos seus produtos. Atualmente, O Boticário está presente em 15 países (há três anos, eram apenas 8) com 90 lojas próprias, além das operações em venda direta e lojas multimarcas, o que garante presença em 150 pontos de vendas. As principais operações estão em Portugal, na Colômbia e em Dubai. Em 2018, o Grupo Boticário apresentou receita líquida de 13,2 bilhões, aumento de 7% em relação ao anterior. Ler artigo completo
  16. São Paulo – O lançamento da música “Juntos”, de Paula Fernandes e Luan Santana, deu o que falar. A versão brasileira de “Shallow”, que Lady Gaga e Bradley Cooper interpretaram no filme “Nasce uma estrela”, gerou uma infinidade de memes na internet. E algumas empresas aproveitaram a repercussão para conquistar novos clientes. A Uber foi uma delas. O app de transporte de passageiros vai transformar o nome da categoria “Juntos” (serviço em que até quatro pessoas dividem o mesmo carro durante a corrida) em “Shallow Now” por 24 horas. A ideia é estimular a corrida coletiva, que é mais barata do que a individual. Além da mudança temporária no nome do serviço, a Uber também vai dar 25% de desconto na corrida para os usuários do “Juntos e Shallow Now”. É preciso utilizar o código SHALLOWNOW. O desconto é válido apenas para uma corrida e limitado a 20 reais, até 26 de maio. A promoção só vale para os locais onde o serviço “Juntos” está disponível (a lista está no site da Uber). Esse papo vai trazer saudade mas chegou o destino final A gente se vê na próxima viagem De Uber Juntos e shallow now pic.twitter.com/EE8sHQAfe4 — Uber Brasil (@Uber_Brasil) May 17, 2019 Ler artigo completo
  17. Brasília e São Paulo — O presidente Jair Bolsonaro manteve nesta segunda-feira (20) discurso hostil e ao mesmo tempo errático em relação à classe política enquanto um núcleo de fiéis apoiadores usou as redes sociais para pedir adesão aos atos pró-governo marcados para o próximo domingo, dia 26. A pauta das manifestações, no entanto, gera divergências. Líderes ligados ao movimento evangélico e aos caminhoneiros endossam os eventos em favor do presidente, mas evitam corroborar mensagens radicalizadas de grupos que pedem o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Representantes do PSL na Câmara e no Senado usaram as redes para convocar manifestantes. O Clube Militar também fez uma convocação para os atos. Em declarações ao longo do dia, Bolsonaro oscilou entre a crítica mais direta aos políticos e aos “grupos corporativistas” e um tom conciliador quando falou especificamente dos parlamentares durante o lançamento da campanha de comunicação da reforma da Previdência. Ao discursar para empresários no fim da manhã, em evento na Federação das Indústrias do Rio (Firjan), o presidente responsabilizou os políticos pelas dificuldades que enfrenta para, segundo disse, tomar as medidas necessárias para colocar o país no “rumo certo”. Ele voltou a culpar parlamentares e “grupos corporativistas” pelos problemas de sua administração. Afirmou que o “grande problema é a classe política”, mas não se excluiu do grupo. Atacou também a imprensa, que considera não ser isenta. “(O Brasil) É um país maravilhoso que tem tudo para dar certo, mas o grande problema é a nossa classe política. É nós (sic), Witzel, é nós (sic), Crivella, sou eu, Jair Bolsonaro, é o Parlamento, em grande parte, é a Assembleia Legislativa. Nós temos que mudar isso”, afirmou, se referindo ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e ao prefeito da capital fluminense, Marcelo Crivella (PRB). “Tenho enfrentado grupos corporativistas, é uma vontade enorme de colocar o Brasil onde ele merece.” Porém, no fim da tarde, em Brasília, Bolsonaro mudou o tom e incluiu os parlamentares no “time” que está empenhado em aprovar a reforma da Previdência. Também fez um aceno à imprensa, ponderando que já deu “caneladas” em meios de comunicação, mas que a mídia é “importante para que a chama da democracia não se apague”. “Não pode um país tão maravilhoso patinar na economia. O time que formamos, junto com parlamentares, tem essa preocupação com o futuro do Brasil.” Na sexta-feira passada (17), Bolsonaro acirrou o clima com o Congresso ao compartilhar, por WhatsApp, texto que diz que o Brasil é “ingovernável” fora dos “conchavos”. O gesto foi interpretado por parlamentares como mais um ataque ao Legislativo, mas serviu de combustível para a convocação dos atos. Até o início da noite desta segunda-feira, pelo menos 60 cidades já haviam programado manifestações no domingo. Há atos previstos para todas as capitais e o Distrito Federal. Ainda que o objetivo central seja o apoio às pautas do Planalto como a Previdência, o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro e a Medida Provisória 870 — que reorganiza a estrutura do governo e está sob ameaça —, alguns grupos defendem do enfrentamento ao Centrão à criação da CPI da Lava Toga, além do impeachment de ministros do Supremo como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Grande parte das páginas que divulgam os atos pede que apoiadores vistam verde-amarelo. Levantamento do jornal O Estado de S. Paulo nas redes dos 54 deputados do PSL identificou que pelo menos 19 fizeram convocações. Um dos mais engajados é Coronel Tadeu (SP). “Pegue sua camisa do Bolsonaro, aquela da campanha, e compareça”, diz o deputado em um vídeo. E por nós!!#BolsonaroNossoPresidente #BolsonaroPresidente @PSL_Nacional @pslnacamara @majorolimpio @jairbolsonaro pic.twitter.com/H2qLz1LCVa — Coronel Tadeu (@CoronelTadeu) May 20, 2019 Márcio Labre (RJ) defendeu os atos afirmando que eles ocorrem em um momento de “chantagens e traições”. Carla Zambelli (SP) disse que o Congresso pode derrubar “qualquer medida positiva que venha do governo Bolsonaro”. “Se o Centrão se unir com o PT como fez, o Brasil está acabado.” A @JanainaDoBrasil pode discordar mil vezes de mim. Nada vai mudar o carinho e a gratidão que eu tenho por ela, nem o fato de que o povo de bem Brasil estará, para sempre, em dívida com ela.#Dia26BrasilNasRuas, eu estarei lá! — Carla Zambelli (@CarlaZambelli17) May 20, 2019 O deputado Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente, também foi às redes defender o protesto como “ato legítimo dos brasileiros” que apoiam Bolsonaro “diante de chantagens e traições em curso”. “Estaremos de olho para divulgar os resultados e a conduta dos parlamentares nas pautas que interessam ao Brasil”, escreveu. Nada mais democrático do que uma manifestação ordeira que cobra dos representantes a mesma postura de seus representados. Estaremos de olho para divulgar os resultados e a conduta dos parlamentares nas pautas que interessam ao Brasil: -MP dos ministérios -Previdência -Anti-crime — Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) May 19, 2019 Críticas ao protesto Apesar do apoio de uma parcela de parlamentares do partido do presidente, há congressistas que são contrários às manifestações do dia 26. O presidente da sigla, Luciano Bivar, afirmou que não há sentido nos protestos. “Para que tirar o povo para uma coisa que já está dentro de casa? Já ganhamos as eleições, já passou isso aí”, disse. Na tarde desta terça-feira (21) a bancada do partido no Congresso deve se reunir para decidir se apoiará formalmente os protestos. Veja também BRASILJanaina Paschoal diz a colegas que quer deixar o PSL: “vocês estão cegos”20 maio 2019 - 16h05 “Nós fomos eleitos democraticamente, institucionalmente, não há crise ética, não há crise moral, estão se resolvendo os problemas das reformas, então eu vejo sem sentido essa manifestação, mas toda manifestação é válida, é um soluço do povo para expressar o que ele está achando”, disse Bivar ao chegar ao gabinete da liderança do PSL na Câmara. Já a deputada estadual Janaina Paschoal também não concorda com os protestos. No último fim de semana, ela publicou no Twitter duas séries de mensagens explicando as suas razões. Janaina escreve que “o Governo se coloca em uma situação de imobilismo e chama as pessoas para tirá-lo do imobilismo”. No início da legislatura, o Governo orientou seus deputados a votarem a favor da PEC que retirou poderes da Presidência da República. Os Deputados Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro, que estão convocando as manifestações contra o Congresso, votaram a favor da medida. Por quê? — Janaina Paschoal (@JanainaDoBrasil) May 20, 2019 O deputado federal Kim Kataguiri, que foi um dos principais organizadores dos protestos de rua pelo impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff, passou a ser alvo de ataques de grupos bolsonaristas nas redes sociais após a recusa de participar dos atos. Depois de apoiar Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial de 2018, o MBL — que tenta criar um partido — se distanciou do governo e adotou uma agenda própria, com a reforma da Previdência à frente. A ofensiva contra o MBL parte de grupos como Direita São Paulo, Juntos pela Pátria e Movimento Brasil Conservador, além de youtubers alinhados com o Palácio do Planalto. Em vídeo divulgado nesta segunda-feira (20), o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) disse que o grupo está sendo alvo de “fake news” e de “mau-caratismo”. “Radicalismo” Durante solenidade na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou seu discurso para afirmar que o país vive um momento em que “radicalismos se sobrepõem ao diálogo, principalmente nas redes sociais”, em que “quem está no extremo tem mais espaço do que quem quer construir consenso”. Líderes evangélicos e caminhoneiros manifestaram apoio à agenda de protesto, mas sem “radicalismo”. “A solução para o novo Brasil virá pela classe política. Vejo no Congresso vontade e decisão política de fazer as reformas de que o Brasil precisa. Tenta-se jogar a população contra o Congresso quando as crises não estão sendo criadas lá”, afirmou o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Silas Câmara (PRB-AM). Representante dos caminhoneiros, Wanderlei Alves, o Dedéco, foi categórico na defesa dos atos. “Vamos sair para apoiar a governabilidade. Não está certo o que eles (deputados) estão fazendo com o presidente.” Para um dos líderes da greve dos caminhoneiros em 2018 Wallace Costa Landim, o “Chorão”, a categoria está com Bolsonaro, “mas temos que avaliar se isso mais ajuda do que atrapalha”. “O Brasil está parado e não podemos ser um fator a mais de instabilidade”, afirmou. Veja também BRASILPresidente do PSL, Bivar não vê sentido em protesto a favor de Bolsonaro21 maio 2019 - 11h05 BRASILJanaina Paschoal diz a colegas que quer deixar o PSL: “vocês estão cegos”20 maio 2019 - 16h05 Desde o fim de abril, quando caminhoneiros ameaçaram iniciar uma nova paralisação após anúncio de aumento no diesel, o governo convocou uma série de lideranças para discutir medidas imediatas para o setor e desarmar possíveis protestos. O Clube Militar, que possui cerca de 38 mil sócios, entre oficiais da ativa e da reserva, divulgou na noite desta segunda-feira em seu site uma convocação de “seu quadro social e convidados” para que participem das manifestações, “apoiando o governo federal na implementação das reformas necessárias à governabilidade”. O texto tem como título “Brasil acima de tudo”, parte do slogan de campanha de Bolsonaro. Ler artigo completo
  18. Buenos Aires — O primeiro julgamento por supostos crimes de corrupção cometidos durante o mandato de Cristina Kirchner começou nesta terça-feira, em Buenos Aires, com a presença da ex-presidente da Argentina e de outros 13 acusados no caso. Às 12h10 (mesmo horário em Brasília), os juízes Jorge Gorini, Rodrigo Giménez Uriburu, Andrés Basso e Adriana Palliotti deram início à audiência em um tribunal federal da capital. O Ministério Público, o Escritório Anticorrupção e a Unidade de Informação Financeira são as partes acusadoras do processo. Cristina se sentou ao lado de seu advogado Carlos Beraldi nas fileiras ao fundo da sala de audiência. Além da ex-presidente, estão entre os acusados o empresário Lázaro Báez, o ex-ministro do Planejamento Julio de Vido e o ex-secretário de Obras Públicas José López. Na sala também estavam presentes, além dos espectadores que apoiam Cristina, o secretário-geral do Centro dos Trabalhadores Argentinos, Hugo Yasky, a presidente das Avós da Praça de Maio, Estela de Carlottom, e Taty Almeida e Hebe de Bonafini, representante das Mães de Praça de Maio. A primeira audiência, na qual serão lidas as acusações, conta um forte esquema de segurança no exterior do tribunal, onde também estão apoiadores da ex-governante, atual senadora e candidata a vice-presidente para as eleições de outubro. O julgamento deve se prolongar durante um ano, com depoimentos de cerca de 160 testemunhas e audiências em todas as segundas-feiras. Cristina Kichner é acusada de liderar uma quadrilha e cometer fraudes em concessões de contratos de obras públicas quando estava no poder. Ler artigo completo
  19. Brasília — O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), disse nesta terça-feira, 21, que as manifestações a favor de Jair Bolsonaro marcadas para o próximo domingo (26) também servirão para chamar a atenção da sociedade para a atuação de parlamentares que se diziam apoiadores do governo, mas que estariam atuando sistematicamente contra as propostas governistas no Congresso Nacional. “Pedimos que a população acompanhe como votam e como se posicionam cada um dos parlamentares. Eu respeito a oposição, legítima e democrática, que tem feito um trabalho muito respeitoso com o governo. O que me deixa indignado é o presidente Bolsonaro tomar uma apunhalada nas costas por dia de pseudoaliados ou aliados de ocasião”, desabafou, após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Sem citar nomes, o senador criticou parlamentares de DEM, PR, PP e outros partidos que teriam declarado apoio a Bolsonaro nas eleições do ano passado, mas que agora estariam dificultando o avanço dos projetos do governo no parlamento. “Cada matéria tem um debate e um resultado diferente. Não dá para enquadrar os partidos, tem que ser por convencimento. Vamos ganhar em umas matérias e perder em outras, mas levar essas apunhaladas é muito duro”, completou. Major Olímpio admitiu que as manifestações de domingo já contam com pautas que não eram as originais da mobilização proposta por ele e pelo movimento “Avança Brasil”. “A manifestação ganhou outras conotações, até mesmo de censura de partidos políticos, mas esse não é o nosso objetivo. É uma manifestação pró-Bolsonaro, contra a corrupção, pela diminuição do Estado e em apoio ao pacote anticrime do governo”, destacou. Veja também BRASILPresidente do PSL, Bivar não vê sentido em protesto a favor de Bolsonaro21 maio 2019 - 11h05 BRASILJanaina Paschoal diz a colegas que quer deixar o PSL: “vocês estão cegos”20 maio 2019 - 16h05 Questionado sobre se o ataque a parlamentares no domingo pode tensionar ainda mais a relação entre o Executivo e o Legislativo, o senador criticou a articulação política do próprio governo. “Não faço censura a partidos, mas a pessoas. Doeu ver parlamentares do DEM encabeçarem a tentativa de retirar o Coaf do Ministério da Justiça, enquanto o ministro que comanda a articulação política é do mesmo partido”, afirmou, em referência ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Segundo o senador, o PSL fará uma reunião ainda nesta terça para decidir se apoiará formalmente as manifestações de domingo. “Há segmentos do PSL que não querem participar e respeitamos isso. Mas eu estarei domingo na Avenida Paulista”, concluiu. Ler artigo completo
  20. A primeira-ministra britânica Theresa May propôs, nesta terça-feira, aos parlamentares que votem um quarto acordo do Brexit, incluindo desta vez a possibilidade de opinarem sobre a celebração de um segundo referendo e uma união aduaneira temporária com a União Europeia (UE). “Há uma última chance de encontrar uma maneira” de dar fim ao impasse do Brexit, afirmou a primeira-ministra conservadora, que incluiu neste “novo acordo”, sem data de votação estabelecida, as exigências do opositor Partido Trabalhista – com quem estava negociando até sexta-feira. Iniciados no começo de abril, esses diálogos com a oposição tinham como objetivo encontrar um acordo suscetível de obter apoio de uma maioria do Parlamento – que desde janeiro rejeitou três vezes o texto assinado em novembro pela primeira-ministra e seus 27 sócios europeus. Veja também MUNDOCom acordo, sem acordo ou extensão? O que os britânicos querem do Brexit12 mar 2019 - 11h03 MUNDODesmantelar algo é mais fácil que construir, diz economista sobre o Brexit26 mar 2019 - 09h03 MUNDOAs lições que o caótico Brexit ensina ao mundo (e ao Brasil, inclusive)23 mar 2019 - 06h03 Mas, após o seu fracasso depois de seis semanas negociando, a primeira-ministra parece estar decidida a fazer concessões. May já tinha anunciado intenção de submeter um novo acordo à votação do Parlamento, desta vez no formato de uma Lei sobre o Acordo de Retirada. Se os deputados aprovarem seu projeto, ela propõe que eles votem a eventual convocação de um segundo referendo e a manutenção temporária do Reino Unido numa união aduaneira com a UE. Após o referendo de junho de 2016, no qual 52% dos britânicos votaram a favor do Brexit, o Reino Unido deveria ter deixado a UE em 29 de março de 2019. Contudo, a recusa do Parlamento ao acordo de divórcio com Bruxelas levou May a adiar este prazo – atualmente estabelecido para 31 de outubro, com a possibilidade de deixar o bloco antes se encontrar uma solução para o entrave. Ler artigo completo
  21. Belo Horizonte — O ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo, pediu desfiliação do PSDB alegando motivos pessoais para a saída do partido do qual foi presidente nacional de 2005 a 2007. O agora ex-tucano foi condenado no ano passado a 20 anos e um mês de prisão por envolvimento no esquema que ficou conhecido como mensalão mineiro. Ele iniciou o cumprimento da pena em 23 de maio de 2018 em um batalhão do Corpo de Bombeiros na zona sul de Belo Horizonte. O diretório estadual do partido, em nota, disse ter sido informado da desfiliação por familiares do ex-governador depois de o pedido ser protocolado no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG). O texto diz ainda que a legenda não fará comentários sobre a desfiliação, por se tratar de iniciativa de foro pessoal do ex-tucano. “O diretório estadual do PSDB-MG informa que o Sr. Eduardo Azeredo deu ciência ao partido, através de sua família, que protocolou perante o Tribunal Regional Eleitoral de MG sua desfiliação partidária do PSDB. As razões que motivaram sua decisão, por serem de caráter pessoal e de foro íntimo, não serão objeto de comentários deste diretório”, diz a nota. O TRE informou que o cancelamento da filiação de Eduardo Azeredo ocorreu em 8 de maio. Convenção A saída do ex-governador do partido acontece no mesmo mês em que será realizada a convenção nacional do PSDB, marcada para o próximo dia 31. O governador de São Paulo, João Doria, deverá ter forte influência na composição do novo diretório. O PSDB elabora um texto que estabelece regras internas para filiados flagrados em supostos esquemas de corrupção. O partido poderá estabelecer regras que afastariam tucanos réus criminais e expulsariam condenados em segunda instância. Na proposta já formulada pelo atual comando do PSDB, o partido passará a ter formalmente um código de ética. O mensalão mineiro foi como ficou conhecido o esquema, segundo acusação da Procuradoria-Geral da República, de desvio de recursos de empresas públicas de Minas Gerais, como o então Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) para o financiamento da campanha de Azeredo à reeleição em 1998, disputa em que o tucano foi derrotado pelo ex-presidente Itamar Franco. Ler artigo completo
  22. Após as boas-vindas, os devidos cumprimentos, apresentação curricular, o apresentador do evento dirige o microfone ao entrevistado, ao palestrante. O público tem aquele brilho nos olhos, à espera de palavras educativas. Tensão à flor da pele, uma piada impensada no início, gestos estranhos, básicos desvios gramaticais, pouca didática na exposição, o palestrante ouve tímidos aplausos ao fim. Resultado: frustração maior (quando o profissional percebe a decepção de seu público, causada por tantos ruídos). Para evitar prejuízos (eliminá-los praticamente), é preciso prever a oportunidade futurística. Muitos profissionais passam a conhecer o palco, quando existe uma plateia à frente, no grande “teste” de sua vida. São raras as pessoas que fazem como atrizes, bailarinos, artistas, ou seja, encaram o ensaio como caminho fundamental ao sucesso de uma apresentação. Antes do ensaio, existe o primeiro contato com o texto, o reconhecimento de cada “esquina” vocabular, como plurais, inversões, sentido, possíveis prolixidades, exemplos concretos, dúvidas, vocabulário. Depois desse reconhecimento do “roteiro”, inicia-se uma seriíssima organização de tudo que será exposto no palco. Algumas peças investem meses e meses na preparação. Mesmo assim, a estreia é sempre um momento cuidadoso, por mais décadas e décadas de experiência daquele elenco. No mundo corporativo, quantas marcas, ideias e pessoas já perderam preciosas oportunidades, uma vez que não estabeleceram uma estratégia comunicativa? Quem faz uso da palavra, pode usar o gravador do telefone celular, já se colocando como entrevistado (com o tempo, sugiro até que seja criado seu próprio podcast). Para o trabalho trazer evolução, é válido ter uma programação temática, evitando assim improvisos ou ausência de ideia. Ouça sua própria voz, não tenha receio de expor seus pensamentos, principalmente se tudo o que você pratica tem base científica ou obedece a uma referência bibliográfica reconhecida. Sempre que puder, tenha acesso a um palco; no primeiro momento, sem plateia alguma, treinando muito. Estude, se possível, em cursos sobre Expressão, Teatro, Dança e Negociação. Ah! Conheça a força de Figurino, Fotografia e Cenário. Toda pessoa consciente sobre Imagem e Estilo, promovendo-se o autoconhecimento, chega além. Chega além e com segurança. Por fim, escreva bem e ganhe autoridade. Para isso, o trabalho diário, o respeito à poesia em Língua Portuguesa e à norma gramatical: esse cuidado com as sentenças criadas gerará clareza, concisão e organização. Um grande abraço, até a próxima e inscreva-se no meu canal! DIOGO ARRAIS http://www.ARRAISCURSOS.com.br YouTube: MesmaLíngua Autor Gramatical pela Editora Saraiva Professor de Língua Portuguesa Fundador do ARRAIS CURSOS Ler artigo completo
  23. São Paulo — A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou nesta segunda-feira (20) ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, um amplo estudo sobre o Projeto de Lei Anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, e atualmente em tramitação no Congresso Nacional. “Reconhecemos que o tema da segurança pública saiu do período eleitoral como prioridade. É uma mazela que deve ser enfrentada de forma dura, frontal e transformadora, mas com inteligência e à luz dos institutos que criamos em nosso texto constitucional”, afirmou o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz durante a cerimônia. O documento, aprovado por unanimidade pelo Conselho da OAB, traz 81 páginas de considerações sobre o projeto elaboradas por dezenas de espetas em direito penal, processo penal, criminalistas e entidades diversas. Uma das críticas é que o projeto não foi discutido com a sociedade antes de sua elaboração. “Há convergência total por parte da comunidade científica de que a proposta do Ministério da Justiça não foi precedida do indispensável debate público que se esperava em um projeto com esse impacto”, diz trecho do documento. O impacto se daria pela abrangência do projeto, que altera 14 leis brasileiras incluindo o Código Penal, Código de Processo Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos e o Código Eleitoral. Durante a entrega do relatório, Maia reforçou a necessidade de maior debate: “Vivemos em um momento de transformações em todo o mundo e as relações se aproximam, mas muitas vezes os radicalismos se sobrepõem ao diálogo, principalmente nas redes sociais”, declarou. Veja também BRASILReveses de Sergio Moro à frente da Justiça colocam em xeque superministro10 maio 2019 - 18h05 BRASILVeja o texto do PL Anticrime de Moro, que altera 14 leis brasileiras4 fev 2019 - 11h02 O que sugere o estudo da OAB O relatório divide as medidas do projeto em dois grupos. O primeiro, que a OAB vê como positivo, inclui mudanças para aprimorar e digitalizar processos criminais no Brasil. São eles: criminalização do Caixa 2; criação de Banco de Perfil Genético de condenados; regulamentação da conexão de crimes da competência da Justiça Eleitoral; criação da figura do Informante do Bem; alteração do regime jurídico dos presídios federais; interrogatório e audiências por videoconferências; aperfeiçoamento do conceito de organizações criminosas; regulamentação das escutas ambientais; modificação do sistema de cobrança das multas penais. De acordo com o estudo, essas propostas podem ser aprovadas se forem procedidas de debates suficientes na Câmara dos Deputados e no Senado, em conjunto com outros projetos já em tramitação sobre os mesmos temas. No segundo eixo estão as propostas que tem “expressa oposição” da OAB. São eles execução antecipada da pena; execução antecipada das decisões do Tribunal do Júri; modificação dos embargos infringentes; mudanças no instituto da legítima defesa, em especial aos agentes de segurança pública; alterações no regime da prescrição; mudanças no regime de pena; mudanças ao crime de resistência; criação do confisco alargado; acordo penal; e interceptação de advogados em parlatório. O estudo apresenta uma série de incoerências nesses temas e avalia a maior parte das proposições como inconstitucional. As oposições da OAB vão ao encontro de críticas feitas tanto por advogados quanto espetas em segurança pública ouvidos por EXAME quando o projeto foi apresentado inicialmente. Leia o estudo da OAB na íntegra View this document on Scribd Ler artigo completo
  24. Buenos Aires — A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner afirmou que o julgamento contra si que começa nesta terça-feira por suspeita de corrupção é um “novo ato de perseguição” que tem como finalidade criar uma “cortina de fumaça” para “desviar a atenção” da crise econômica do país e negou as acusações. Claramente no se trata de hacer justicia. Sólo armar una nueva cortina de humo que pretende distraer a los argentinos y las argentinas -cada vez con menos éxito- de la dramática situación que vive nuestro país y nuestro pueblo. — Cristina Kirchner (@CFKArgentina) May 21, 2019 “Claramente não se trata de fazer justiça. Só armar uma nova cortina de fumaça que pretende desviar a atenção de argentinos e argentinas – cada vez com menos sucesso – sobre a dramática situação que nosso país e nosso povo vivem”, escreveu Cristina no Twitter poucas horas antes de comparecer a um tribunal federal em Buenos Aires. A ex-presidente, que ocupa o cargo de senadora desde 2017, é acusada de formação de quadrilha durante o seu mandato e de fraude contra o Estado por supostas irregularidades na concessão na província de Santa Cruz, reduto da família Kirchner, ao empresário Lázaro Báez – que está preso desde 2016 – de 52 contratos de obras públicas avaliados em 46 bilhões de pesos argentinos (US$ 1 bilhão). A Justiça acredita que a viúva do também ex-presidente Néstor Kirchner e integrantes de seu governo criaram um sistema para se apoderarem de recursos alocados para diversos projetos. “Trata-se de um novo ato de perseguição com um único objetivo: colocar uma ex-presidente de oposição ao atual governo no banco dos réus em plena campanha presidencial”, acrescentou Cristina, três dias depois de anunciar que integrará uma coalizão para as eleições de outubro como candidata a vice-presidente. Veja também MUNDOCandidato escolhido por Kirchner rebate críticas e nega ser “fantoche”20 maio 2019 - 11h05 MUNDOArgentina: Cristina Kirchner disputará eleição como vice-presidente18 maio 2019 - 09h05 Assim, a ex-presidente ressaltou que, “mais uma vez” e como “sempre” fez, voltará aos tribunais, aos quais comparece desde abril de 2016 por dezenas de casos. Cristina relatou que foi convocada hoje por conta do início do julgamento do caso conhecido como “Vialidad”. Trata-se de uma denúncia realizada pelo governo de Mauricio Macri sobre obras públicas viárias feitas “inteiramente” na província de Santa Cruz. “Não se trata de uma denúncia original, mas de uma adaptação de denúncias que vêm desde 2008 armadas por deputados da Coalizão Cívica”, enfatizou a senadora. “Para que se entenda: são licitações de obras públicas viárias realizadas por um órgão provincial subordinado ao Ministério da Economia e do governo da província”, acrescentou Cristina. Nesse sentido, a ex-presidente insistiu que “jamais” interveio nos expedientes administrativos que foram realizados para essas obras e esclareceu que entre a Presidência da Nação e as obras denunciadas “existem 12 instâncias administrativas de caráter nacional e provincial”. “As ‘provas’ pelas quais fui acusada são as leis nacionais de orçamento aprovadas por ambas as câmaras do Congresso da Nação, os DNU (decretos de necessidade e urgência) de ajustes orçamentários de toda a Administração Pública Nacional e as Decisões Administrativas ditadas pelos Chefes de Gabinete”, afirmou Cristina. Ler artigo completo
  25. Brasília — O relator da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara, deputado federal Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou que vai trabalhar para manter a meta de R$ 1 trilhão de economia estipulado pela equipe econômica do governo Jair Bolsonaro. Moreira recebe nesta terça-feira, 21, centrais sindicais e se reúne com coordenadores de partidos na comissão especial para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras previdenciárias. “Queremos manter a estimativa de R$ 1 trilhão”, afirmou o relator, nesta terça-feira, na Câmara dos Deputados, dizendo que já acreditava neste número antes de relatar a matéria. Ele afirmou que pretende apresentar seu relatório até o dia 15 de junho. Moreira, mais uma vez, minimizou as alterações que possam vir a ser feitas no texto. “É natural que (alterações) sejam feitas. É papel exclusivo do parlamento melhorar os projetos que vêm do Executivo e essas alterações remetem a uma técnica legislativa normal que é um substitutivo. Só existe esse projeto e eu não tenho outro projeto para analisar”, comentou. Ler artigo completo
  26. São Paulo — A bolsa paulista avançava nesta terça-feira, sustentando alguns ganhos do dia anterior, com agentes financeiros monitorando os discursos do governo sobre a reforma da Previdência e em meio a um cenário externo mais positivo após os Estados Unidos reduzirem as pressões sobre a chinesa Huawei. Às 11:28, o Ibovespa subia 1,37%, a 93.209 pontos. O volume financeiro era de 3,47 bilhões de reais. Na segunda-feira, o Ibovespa encerrou em alta de 2,17%, a 91.946,19 pontos, seu maior ganho diário em quase dois meses, com investidores voltando à ponta compradora, especialmente por ações que caíram mais forte na semana passada. Para Thiago Salomão, analista da Rico Investimentos, o nível de preço convidativo da bolsa com um discurso mais alinhado do governo e do Congresso sobre a reforma da Previdência chancelam o tom mais positivo. “É uma questão de oportunidade de compra. Na semana passada, vimos uma queda muito descolada e a tendência é que o pregão desta terça-feira dê continuidade aos ganhos do dia anterior”, afirmou. A articulação política sobre a reforma da Previdênhcia continua sendo um ponto de atenção. Depois de dizer que a classe política é o grande problema que impede o Brasil de dar certo, Bolsonaro mudou o tom na segunda-feira dizendo que valoriza o Parlamento e que os deputados e senadores terão a palavra final sobre o texto que reformula a aposentadoria dos brasileiros. Na véspera, o relator da reforma na comissão especial da Câmara dos Deputados, Samuel Moreira (PSDB-SP), disse estar preparando o parecer em cima do projeto enviado pelo governo e que concluirá o texto até 15 de junho. Nas principais praças no exterior, o clima era de mais otimismo, com os principais índices de Wall Street operando em alta após os EUA aliviaram temporariamente as restrições comerciais à chinesa Huawei para minimizar os transtornos a seus clientes. Destaque – EDP BRASIL valorizava-se 4%, figurando entre as maiores altas do Ibovespa, com seus papeis próximos ao maior valor desde 1 de março. Na véspera, a companhia de energia elétrica anunciou que pretende avançar no cada vez mais cobiçado setor de serviços em energia do Brasil com uma nova marca, que reunirá diversas soluções da companhia para clientes residenciais e empresas –um cardápio que envolve desde instalações de geração solar e eficiência energética até seguros. – GOL avançava 4,8%, depois de registrar na sexta-feira seu menor valor de fechamento desde 11 de dezembro de 2018 e em meio a discussões sobre aquisição de ativos da Avianca Brasil. Além disso, o plenário da Câmara dos Deputados tem na pauta análise de medida provisória 863/18 que autoriza até 100 por cento de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil. A MP perde validade em 27 de maio. – PETROBRAS PN subia 0,8% e PETROBRAS ON ganhava 1%, em meio à notícia de que conselho de administração da estatal aprovou nesta terça-feira a assinatura de termo aditivo ao chamado contrato da cessão onerosa. Segundo a petrolífera, o movimento fica condicionado a uma solução orçamentária para um pagamento de 9,058 bilhões de dólares devido pela União à companhia e previsto no documento. – ITAÚ UNIBANCO PN valorizava-se 1,6%, enquanto BRADESCO PN avançava 1,3%, contribuindo para o viés positivo do Ibovespa. – VALE recuava 0,75%, ainda na esteira de incertezas sobre a segurança das barragens de rejeitos das mineradora, apesar da alta dos preços do minério de ferro na China. Na véspera, o secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, Germano Vieira, afirmou que a barragem de rejeitos de minério de ferro Sul Superior da mineradora em Barão de Cocais (MG) tem até 15% de probabilidade de se romper. Ler artigo completo
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