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  1. São Paulo – O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou na quinta-feira, 15, em primeira instância, o ex-presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, atual secretário de Transporte da capital paulista, a perda de função pública e suspensão de direitos políticos pelo prazo de cinco anos por improbidade administrativa. Ele é acusado junto com 12’empresas de fraudar licitações para a construção da Linha 5 Lilás (Largo 13 à Chácara Klabin), em São Paulo em 2010. Avelleda presidiu o Metrô e a CPTM nas administrações tucanas de José Serra e Geraldo Alckmin. O TJ também homologou o acordo de delação premiada celebrado entre a Camargo Corrêa e o Ministério Público na área cível no qual a empreiteira confessa atos de improbidade administrativa. A origem do processo foi uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo de outubro de 2010 que informava já ter conhecimento dos vencedores do certame meses antes da contratação. Segundo a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9° Vara da Fazenda Pública, os réus “agiram como verdadeiros donos da obra pública e decidiram, muito tempo antes da entrega e abertura dos envelopes, com qual parte da obra ficariam e, para tanto, apresentaram para o lote desejado proposta com valor bem aproximado ao indicado no orçamento do metrô e para o demais lotes que não tinham interesse valor superior para que esses não saíssem vencedor”. A juíza questiona a alegação de Avelleda de que nada sabia sobre o cartel e’não poderia ter anulado o contrato unilateralmente apesar de ser diretor presidente do Metrô. “Com seu comportamento, o réu demonstrou menosprezo aos valores do cargo e concordância com a ilicitude do certame”. Decisão injusta Procurado pela reportagem, Avelleda ressaltou que não foi acusado criminalmente e disse que não está envolvido em corrupção. “Considero a decisão injusta. Vamos recorrer. Não assinei o contrato, que foi feito antes da minha chagada ao Metrô.” Ainda segundo o secretário, foi feito um processo administrativo que concluiu que não havia prova de cartel. “Como não havia prova robusta decidimos tocar a obra”. Avelleda também alega que houve cerceamento de defesa, que a sentença teria sido proferida “sem a produção de provas”. Ao tomar a decisão, o secretário avaliou que se por ventura aparecesse uma prova, as empreiteiras seriam condenadas indenizar o Metrô. Quando concluída, a Linha 5 Lilás terá 12 estações. “O prejuízo seria muito maior se não tivéssemos feito a obra e esperado a conclusão se havia ou não cartel”, afirmou Até o momento, três estações já foram entregues. As demais devem ficar prontas até o fim do ano. Ler artigo completo
  2. Um total de 13 pessoas, entre elas três crianças, morreram pelo impacto em terra do helicóptero que transportou o secretário de Governança do México à zona mais próxima ao epicentro do sismo que sacudiu, nesta sexta-feira, vários pontos do México, informou a promotoria regional. “Foram levantados os corpos de 12 pessoas: cinco mulheres, duas meninas e um menino. Outra pessoa morreu no Hospital de Jamiltepec” e outras 15 ficaram feridas, informou a promotoria de Oaxaca em um comunicado. Na noite de sexta-feira, o ministro, Alfonso Navarrete, que saiu ileso do incidente, disse à rede Televisa que todos os passageiros da aeronave estavam com vida, alguns com ferimentos, e que os mortos eram pessoas que se encontravam em terra esperando a aterrissagem do helicóptero. Navarrete, o governador de Oaxaca, Alejandro Murat, e outros funcionários do governo tinham viajado à zona de Pinotepa em uma missão de avaliação de eventuais danos provocados pelo sismo. A apenas 40 metros de aterrissar, o piloto perdeu o controle e a aeronave despencou, ficando virada em terra sobre um de seus lados, relatou Navarrete à rede Televisa na noite de sexta-feira. O helicóptero esmagou um veículo que se encontrava em terra. Oaxaca, junto com Chiapas, ambos no sudeste do México, sofreram um sismo devastador em 7 de setembro passado que deixou um saldo de uma centena de mortos. Sobre o forte movimento telúrico registrado na sexta-feira, o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS) situou o epicentro a 37 km de Pinotepa de Don Luis, a uma profundidade de 24,6 km, enquanto o Serviço Sismológico mexicano o situou a 11 km da mesma comunidade e a uma profundida de 12 km. Não há relatos de vítimas pelo tremor. Veja também MUNDOForte terremoto mata 2, destrói casas e causa apagão no México17 fev 2018 - 10h02 Ler artigo completo
  3. [EXAME] Intervenção será em cooperação com o Rio, diz Temer

    Rio – O presidente Michel Temer (PMDB) disse neste sábado, 17, após se reunir com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), que a intervenção federal nas áreas de segurança e administração penitenciária do Estado vai se dar de forma “cooperativa”, e que o objetivo é proteger “os mais vulneráveis” e evitar que a escalada da violência se alastre pelo País. Ele confirmou que irá criar o Ministério Extraordinário da Segurança Pública, que irá coordenar políticas para o setor. “É uma intervenção cooperativa. Nós a decretamos depois de uma conversa com o governador, que, naturalmente, concordou, e irá prestar toda a colaboração necessária”, afirmou Temer. “É intolerável continuar a situação que está no Rio porque ela cria também problema para outros estados. Quando as coisas desandam aqui, a tendência é desandar em outros estados. Nós não queremos isso.” O presidente se reuniu por cerca de uma hora com Pezão, o interventor, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, o prefeito da capital, Marcelo Crivella (PRB), o presidente do Tribunal Justiça, Milton Fernandes, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, entre outras autoridades, no Palácio Guanabara, no Rio, sede do governo estadual. Na saída, fez um pronunciamento de pouco mais de três minutos a jornalistas, e não respondeu a perguntas. O governador e o interventor tampouco falaram com a imprensa. Não foi divulgada qualquer informação sobre o planejamento das operações das Forças Armadas. Temer disse que será necessária a união de toda a sociedade para combater a violência. “Todos unidos juntamente com a União e o Estado para o combate à criminalidade, nesse momento fundamental”, declarou. “Queremos que o Rio esteja firme, seguro, especialmente para proteger os mais vulneráveis. Não foram poucas as mortes havidas, de trabalhadores, de crianças, jovens, lamentavelmente. Queremos dar um fim a isso, por isso nomeamos um interventor.” Sobre o Ministério Extraordinário da Segurança Pública, Temer disse que já conversou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Senado, Eunicio Oliveira (MDB-CE), sobre sua criação. Ele afirmou que a nova pasta “não vai invadir as competências de cada estado federado”, mas coordenar ações. Veja também BRASILNo RJ, Temer anuncia criação de Ministério da Segurança Pública17 fev 2018 - 14h02 BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 Ler artigo completo
  4. São Paulo – Em reunião no Rio de Janeiro, na qual discute com autoridades estaduais a intervenção federal na segurança, o presidente Michel Temer anunciou publicamente a criação do Ministério da Segurança Pública. A nova pasta, explicou em coletiva de imprensa, já está em debate com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e terá a função de coordenar as ações em segurança em todo o país. Apesar de ter falado publicamente sobre o tema, o presidente não divulgou quem será o ministro responsável pelo ministério que chamou de “extraordinário”, em tese com prazo para atuar e ser extinto. Entre os nomes cotados para assumir o cargo estão o ex-secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, e o atual ministro da Defesa, Raul Jungmann. A possibilidade vinha sendo discutida pelo governo há algum tempo, mas tomou fôlego nos últimos dias em razão da crise que o Rio de Janeiro enfrentou durante o feriado do Carnaval. A expectativa é que a nova pasta passe a abrigar a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Força Nacional e o Departamento Penitenciário Nacional. Atualmente, tais instituições atuam sob Ministério da Justiça e Segurança Pública, chefiado por Torquato Jardim. Veja também BRASILGoverno Temer discute criação do Ministério da Segurança Pública16 fev 2018 - 06h02 BRASILTemer pode criar Ministério de Segurança Pública; entenda15 fev 2018 - 15h02 Ler artigo completo
  5. São Paulo – Se você ainda não começou a maratona, corra para assistir aos indicados ao Oscar de “Melhor filme” em 2018. A cerimônia acontece daqui duas semanas, dia 4 de março. Seis dos nove indicados estão em cartaz nos cinemas, incluindo “A forma da água”, que lidera o ranking com 13 indicações. O longa “Dunkirk” vem na sequência, com 8 indicações, mas já saiu de cartaz na maioria das cidades. Ainda estão fora dos cinemas os filmes “Corra!”, que estreia somente em 18 de maio, “Trama fantasma”, que estreia na próxima quinta-feira (22). Veja a lista completa dos indicados ao Oscar 2018. A seguir, confira os seis longas indicados ao Oscar de “Melhor filme” que estão em cartaz nos cinemas. Que comece a maratona! A forma da água A fantasia romântica dirigida pelo mexicano Guillermo del Toro é a favorita para ganhar o Oscar 2018. O filme já tinha sido o mais indicado no Globo de Ouro, em sete categorias, mas levou somente os prêmios de “Melhor diretor” e “Melhor trilha sonora original”. A história é uma fábula que se passa na década de 1960, em meio aos grandes conflitos políticos e bélicos e às grandes transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos. Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local e elabora um arriscado plano de fuga. O filme também concorre em outras doze categorias: “Melhor diretor” (Guillermo del Toro), “Melhor atriz” (Sally Hawkins), “Melhor atriz coadjuvante” (Octavia Spencer), “Melhor ator coadjuvante” (Richard Jenkins), “Melhor fotografia” (Dan Laustsen), “Melhor roteiro original” (Guillermo del Toro e Vanessa Taylor), “Melhor montagem”, “Melhor edição de som”, “Melhor mixagem de som”, “Melhor trilha sonora” (Alexandre Desplat), “Melhor direção de arte” e “Melhor figurino”. Três anúncios para um crime O drama sombrio da distribuidora Fox Searchlight conta a história de uma mulher furiosa que busca justiça pelo assassinato de sua filha. O longa tem roteiro do diretor Martin McDonagh e foi elogiado pelas atuações de Frances McDormand (de “Queime depoi de ler”) e Sam Rockwell (de “Poltergeist: O fenômeno”). Maior vencedor do Globo de Ouro, o filme se passa na pequena cidade americana de Ebbing, interior do Missouri, onde a mãe decide cobrar resultados da polícia local sobre o assassinato da filha. O longa também concorre em outras cinco categorias, uma delas com dois atores: “Melhor atriz” (Frances McDormand), “Melhor ator coadjuvante” (Woody Harrelson e Sam Rockwell), “Melhor roteiro original” (Martin McDonagh), “Melhor montagem” e “Melhor trilha sonora” (Carter Burwell ). O destino de uma nação Winston Churchill é o personagem principal do filme do diretor Joe Wright, com Gary Oldman vencedor do Globo de Ouro pelo papel. O longa mostra o porquê do fascínio pela figura do estadista, em um mundo dominado por líderes políticos inexpressivos, corruptos ou lunáticos. O filme também concorre em outras quatro categorias: “Melhor ator” (Gary Oldman), “Melhor fotografia” (Bruno Delbonnel), “Melhor maquiagem e cabelo” e “Melhor figurino”. Lady Bird: A hora de voar Esse é o filme de estreia de Greta Gerwig (de “Frances Ha”) como diretora e tem sido apontado como um longa despretensioso, mas sensível. O longa conta uma história clássica, de passagem da adolescência para a idade adulta. Saoirse Ronan é Christine, auto-rebatizada como a Lady Bird do título. Deseja fazer faculdade fora da cidade de Sacramento, mas a mãe (Laurie Metcalf) é controladora ao extremo e o pai (Tracy Lets) está desempregado. O filme também concorre em outras quatro categorias: “Melhor diretor” (Greta Gerwig), “Melhor atriz” (Saoirse Ronan), “Melhor atriz coadjuvante” (Laurie Metcalf) e “Melhor roteiro original (Greta Gerwig). Me chame pelo seu nome A história gira em torno do despertar da sexualidade de um adolescente durante as férias de verão, quando conhece um colega de seu pai. Elogiado pela crítica por sua sensibilidade, o filme é dirigido por Luca Guadagnino e produzido por um brasileiro, Rodrigo Teixeira. O filme foi inspirado em um livro do egípcio-americano André Aciman, lançado em janeiro. O filme também concorre em outras três categorias: “Melhor ator” (Timothée Chalamet), “Melhor roteiro adaptado” e “Melhor canção original ( “Mystery of love”, de Sufjan Stevens). The Post: A guerra secreta Com Meryl Streep e Tom Hanks no elenco, o filme de Steven Spielberg mostra o jornalismo heroico dos editores Katharine Graham e Ben Bradlee, do Washington Post. O filme se passa em 1971, quando os jornalistas arriscam suas carreiras e liberdade para expor segredos governamentais que abrangem três décadas e quatro presidentes dos Estados Unidos. O Washington Post ainda era um jornal local, que estava prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores para se capitalizar. Mas uma série de denúncias de que o governo norte-americano mentiu sobre sua atuação na Guerra do Vietnã mudou o rumo do veículo. O filme também concorre na categoria de “Melhor atriz” (Meryl Streep). Veja também ESTILO DE VIDAOs três documentários indicados ao Oscar que estão na Netflix12 fev 2018 - 07h02 Ler artigo completo
  6. Rio – Um dia após a publicação do decreto que determina a intervenção federal na Segurança Pública do Estado do Rio, tropas das Forças Armadas já foram vistas fazendo o policiamento na capital. Homens do Exército reforçam o policiamento ao lado do Palácio Guanabara, enquanto três militares foram vistos fazendo patrulhamento a pé no entorno do Aterro do Flamengo, na zona sul. Um caminhão e mais militares foram vistos na Praia de Botafogo, também na zona sul. O Palácio Guanabara, na Rua Pinheiro Machado, em Laranjeira, na zona sul, é a sede do governo estadual fluminense, onde, por volta de meio-dia o presidente Michel Temer terá uma reunião com o governador Luiz Fernando Pezão (MDB), ao lado dos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen. Também participará o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Por volta das 11 horas, um blindado estava estacionado em frente à sede do Fluminense Football Club, que é colada ao palácio. De outro veículo, cerca de 20 militares saíram para reforçar o policiamento. A intervenção federal começou na sexta-feira, dia 16, e foi decretada até 31 de dezembro. Esta é a primeira vez desde a promulgação da Constituição de 1988 que o Congresso se debruçará sobre um pedido de intervenção federal em um Estado. Temer designou o general do Exército Walter Sousa Braga Netto, comandante do Comando Militar do Leste (CML), como interventor. Braga Netto terá o controle sobre a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros. A medida é restrita à área de Segurança. Já em frente ao Palácio Guanabara, um grupo de cerca de 20 pessoas aprovadas em concursos passados para a Polícia Militar (PM) e para o Corpo de Bombeiros aproveitou a presença das autoridades no local para fazer um protesto. Os manifestantes não chegaram a fechar a rua, mas carregam faixas, com frases como “Chega de enganação, queremos nossa convocação”. O grupo representa cerca de 4 mil aprovados em concursos passados, mas que não foram convocados por causa da crise fiscal do governo do Rio. Veja também BRASILTemer e Pezão se reúnem no Rio para tratar da intervenção17 fev 2018 - 11h02 BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 Ler artigo completo
  7. Cidade do Vaticano – O papa Francisco assegurou que o papa Paulo VI será canonizado neste ano e brincou dizendo que o papa emérito Bento XVI e ele mesmo estão atualmente “na lista de espera”, informou a Santa Sé em comunicado. O pontífice se expressou assim em uma audiência que manteve na quinta-feira com párocos e sacerdotes de Roma no Vaticano, mas cujo discurso foi divulgado neste sábado pela Santa Sé. “Há dois bispos de Roma (recentes) que já santos (João XXIII e João Paulo II). Paulo VI será santo neste ano. João Paulo I tem sua causa aberta. E Bento e eu, na lista de espera: rezem por nós”, brincou Francisco. Paulo VI, cujo nome era Giovanni Battista Montini, exerceu o pontificado entre os anos 1963 e 1978 e é recordado por ser o pontífice que levou ao término do Concílio Vaticano II que tinha iniciado com seu predecessor João XXIII. Em 1967, tornou cardeal Karol Wojtyla e dez anos mais tarde Joseph Ratzinger. Ambos se tornariam depois os papas João Paulo II e Bento XVI, respectivamente. O papa Francisco proclamou beato o papa Paulo VI em outubro de 2014. Em abril desse mesmo ano, Francisco canonizou João Paulo II e João XXIII, e em novembro de 2017 abriu o processo para a canonização de João Paulo I, que foi pontífice por apenas 33 dias em 1978. Ler artigo completo
  8. São Paulo – A polícia do Paquistão prendeu nesta semana um grupo de homens que teriam extraído o líquido cefalorraquiano de várias mulheres e adolescentes na cidade de Hafizbad, que fica em Punjab, uma das províncias mais prósperas do país. A gangue desejava revender o fluído no mercado paralelo, embora ainda não se saiba exatamente com qual finalidade. A informação foi divulgada pelo jornal paquistanês Pakistan Times e repercutida especialmente na imprensa britânica, por veículos como os jornais The Guardian e The Independent, bem como pela rede de notícias BBC. “Este foi um dos casos mais bizarros que já me deparei durante minha carreira”, disse um dos investigadores ao The Guardian. Essa remoção teria sido realizada sem o consentimento dessas pessoas e o fluído seria vendido no comércio ilegal. O líquido cefalorraquiano envolve o cérebro e a medula espinhal. Sua extração geralmente se dá por meio de punção na região da lombar e a sua análise pode ajudar no diagnóstico de doenças como câncer e meningite. Caso A polícia chegou aos criminosos depois da denúncia de familiares de uma adolescente que foi vítima dos traficantes. De acordo com o The Guardian, os homens se identificaram oficiais do governo e disseram que estavam conduzindo uma pesquisa médica. Disseram, ainda, que pagariam uma taxa mensal pelo consentimento para o que chamaram de “testes sanguíneos”. Percebendo que a menina apresentava sinais de fraqueza logo após o procedimento, o pai a conduziu para um hospital. Inicialmente, acreditava-se que os homens pudessem ter extraído a medula óssea da jovem, o que foi negado pelos médicos que detectaram a punção do fluído. A família buscou a polícia e fez a denúncia. Pouco tempo depois, autoridades encontraram o local onde tudo aconteceu e prendeu os suspeitos. Segundo o Pakistan Times, os policiais avaliam que ao menos 90 mulheres tenham sido vítimas desse golpe e já conseguiram deter um homem acusado de ser um dos principais compradores da gangue. O Paquistão criminalizou o tráfico de órgãos humanos nos idos de 2010. Desde então, os envolvidos nesse tipo de prática (médicos, intermediários, recipientes e doadores) podem ser condenados a até 10 anos de prisão. Apesar da medida, a prática segue a todo vapor, especialmente impulsionada pela pobreza que assola o país. São frequentes os casos em que a polícia resgata vítimas dos traficantes, que as enganam com a promessas de trabalho, por exemplo. No final de outubro passado, noticiou a BBC, 24 pessoas foram encontradas reféns em Rawalpindi, também na província de Punjab. Estavam há três meses em cativeiro, aguardando a remoção forçada de seus rins. De acordo com a agência Reuters, um rim pode ser vendido por até mil dólares no mercado paralelo. Estima-se que mil pessoas sejam vítimas desse crime todos os anos no país e, até pouco tempo atrás, 85% de todos os casos de tráfico de órgãos humanos foram registrados justamente no Paquistão. Veja também MUNDOAutoridades do Paquistão detêm seis pessoas por tráfico de órgãos2 maio 2017 - 11h05 CIÊNCIA14 países assinam primeiro tratado contra tráfico de órgãos25 mar 2015 - 17h03 Ler artigo completo
  9. Munique – O primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, reconheceu neste sábado que “houve criminosos polacos” que contribuíram para os crimes contra judeus na Polônia ocupada pelos nazistas durante a II Guerra Mundial. Morawiecki fez estas declarações ao discursar na Conferência de Segurança de Munique (MSC), um fórum sobre política internacional, ao ser interrogado pela polêmica lei aprovada recentemente na Polônia que proíbe dizer que o povo polaco contribuiu de alguma forma ao Holocausto. “Houve criminosos polacos”, assegurou o premiê, que acrescentou que certamente que também houve criminosos “judeus e russos, não só alemães”. Morawiecki pediu, no entanto, “que os criminosos não sejam misturados com as vítimas” por respeito a “todos os judeus e polacos que sofreram na guerra”. Sobre o termo “campos de concentração polacos”, que a nova lei condena com até três anos de prisão, sublinhou que não houve tais centros, porque foram “campos nazistas” e “o mero fato de ter de explicá-lo” tantos anos após a II Guerra Mundial é já indicativo do problema. Ler artigo completo
  10. O ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, classificou como “falatório”, neste sábado (17), as acusações de que Moscou interferiu na eleição presidencial americana de 2016, corrida que levou o republicano Donald Trump à Casa Branca. “Até que vejamos fatos, tudo o mais é falatório”, disse Lavrov, na Conferência sobre Segurança realizada na cidade alemã de Munique, um dia depois de a Justiça americana acusar 13 russos por suspeita de ingerência na disputa de 2016. Lavrov não comentou as acusações, limitando-se a afirmar que as declarações das autoridades americanas são contraditórias. “Não tenho reação, porque se publica qualquer coisa. Vemos uma multiplicação de acusações, afirmações e declarações”, criticou. O chanceler russo lembrou que o vice-presidente americano, Mike Pence, e uma autoridade do Departamento de Segurança Interna dos EUA garantiram que “nenhum país influenciou o resultado da eleição” nos Estados Unidos. Em Munique, o conselheiro para Segurança Nacional de Trump, general H.R. McMaster, considerou que “as provas são realmente irrefutáveis” contra a Rússia nesse tema. “A Rússia deveria reavaliar o que está tramando, porque simplesmente não funciona”, alfinetou, apresentando como “prova” que os Partidos Republicano e Democrata estão excepcionalmente unidos na hora de impor sanções a Moscou. Ler artigo completo
  11. Munique – A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, descartou um segundo referendo a respeito da permanência ou saída do país da União Europeia, afirmando que o resultado do pleito de junho de 2016 não tem volta. “Nós estamos deixando a União Europeia e não há possibilidade de um segundo referendo ou de voltar atrás e eu acredito que isso é importante”, disse May neste sábado durante uma conferência de segurança em Munique. “As pessoas no Reino Unido acreditam veementemente que, se tomamos uma decisão, os governos não devem chegar e dizer que não, ‘você está errado'”, disse ela quando perguntada se o país consideraria um segundo referendo. Ler artigo completo
  12. Rio – Policiais militares (PM) fazem o patrulhamento na região central para garantir a segurança dos foliões para o desfile do Bloco das Poderosas comandado pela cantora Anitta, na manhã deste sábado, 17. Na sexta-feira, 16, o presidente Michel Temer assinou decreto de intervenção federal do Rio de Janeiro. O Exército irá assumir a segurança pública do Estado, com responsabilidade sobre as polícias, bombeiros e a área de inteligência, inclusive com poder de pedir a prisão de seus membros. O interventor será o general Walter Braga Neto. Ele, na prática, vai substituir o governador do Rio na área de segurança pública. O reforço da PM também ocorre na zona sul da cidade, onde outros blocos de rua irão desfilar. Na noite de sexta-feira, criminosos armados trocaram tiros com agentes da Unidade de Polícia Pacificadora do Caju, na Avenida Brasil, nas proximidades da comunidade do Caju. A via expressa permaneceu fechada à noite. Veja também BRASILTemer e Pezão se reúnem no Rio para tratar da intervenção17 fev 2018 - 11h02 BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 Ler artigo completo
  13. São Paulo – O economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, afirma que uma possível suspensão da reforma da Previdência por causa da intervenção no Rio deve agravar ainda mais o quadro de degradação da política pública. Na avaliação dele, as consequências da falta de reformas (especialmente a previdenciária) já estão espalhadas pelo Brasil inteiro, com a piora da segurança pública e a infraestrutura precária. “É um quadro que já está aí e vai se agravar. Haverá piora progressiva da qualidade da política pública.” A avaliação do mercado é que a intervenção no Rio deve enterrar a reforma da Previdência. Quais os reflexos disso? Está cada dia mais difícil. Quanto mais se demora para fazer as reformas necessárias, maior é o quadro de degradação da política pública. A segurança falha (como no Rio); a manutenção de viadutos não é feita; problemas de infraestrutura em vários lugares vão surgindo, como falta de acesso à água; há atraso de salários, de aposentadorias e de pagamento de fornecedores. Há um prazo limite para se fazer a reforma da Previdência? Não é que haja uma data limite, mas a medida que você não faz as reformas – e a Previdência é a mais importante -, o dinheiro vai acabando e você tem de cortar em algum lugar. E começam cortando a manutenção. O que vai ocorrer é que, na medida que o dinheiro vai acabando, você vai cortando ciência e tecnologia, manutenção de estrada, investimento em saneamento. Os relatos estão pipocando e estamos vendo uma série de casos espalhados pelo Brasil, com uma infraestrutura deficiente. A tendência é piorar? É um quadro que já está aí e que vai se agravar. Haverá uma piora progressiva na qualidade da política pública com a falta do dinheiro. Quando você para de fazer manutenção em estradas e em saneamento, você está criando um problema para o futuro. O viaduto que caiu (semana passada) em Brasília não é resultado de apenas um ano sem investimento, mas de vários. Sem dinheiro, corta-se a manutenção. Já estamos vendo as consequências da crise fiscal. A degradação da violência e das estradas é o retrato disso. E onde isso pode chegar? O que tem agora é o debate em torno da regra de ouro. Chega uma hora em que a despesa obrigatória do governo federal fica maior que a receita corrente líquida. Se não há recursos extraordinários, como os do BNDES neste ano, o governo precisa de empréstimo para pagar a despesa corrente. No fundo, ele estará tomando empréstimo para pagar a Previdência. A regra de ouro proíbe essa prática. Se começa a fazer isso, perde-se o controle. É insustentável a médio prazo. Deixar a reforma para o próximo governo significaria ter uma reforma mais rígida? Vai ser cada vez pior. O gasto da Previdência cresce acima do PIB por causa do envelhecimento da população. Quanto mais demora, mais grave fica o quadro. A questão é que, embora a Previdência seja a mais importante, é preciso fazer outras coisas para equilibrar as contas públicas. A retomada econômica pode ser interrompida? De um ano e meio para cá, houve uma inflexão grande da política econômica, que terminou com maior responsabilidade para enfrentar o problema fiscal. Teve a PEC do Teto, a reforma trabalhista, melhora na governança da Petrobrás e da Caixa. Houve uma agenda importante que permitiu a queda dos juros e da inflação. Na hora que houve melhora na condição da política econômica, o mercado passou a acreditar que o futuro não seria tão ruim. Hoje, estamos colhendo os frutos da melhora da política econômica iniciada no fim de 2016. Este ano seria de alívio e de recuperação da economia. O risco é perder a oportunidade de continuar essa trajetória boa. A melhora pode ter fôlego curto. Se tem um desequilíbrio fiscal deste tamanho, como vai fazer ajuste? Vai aumentar imposto? Vai cortar despesas? Se você não sabe como vai ser o ajuste, como vai investir? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja também BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 BRASILSem Previdência, intervenção no Rio vira última cartada de Temer17 fev 2018 - 10h02 Ler artigo completo
  14. Rio – O presidente da República, Michel Temer, vai se reunir neste sábado, por volta do meio-dia, com o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), no Palácio Guanabara, no Rio, para tratar da intervenção federal na segurança do Estado. A cargo da missão, o general do Exército Walter Sousa Braga Netto também participará. Após o encontro, eles falarão a jornalistas. A intervenção foi decretada na sexta-feira por Temer, e tem duração até o fim deste ano. É a primeira do tipo desde a promulgação da Constituição Federal, há 30 anos. O general Braga Netto ficará no comando das polícias Civil e Militar, no lugar de Pezão. A medida ainda terá de ser aprovada pelo Congresso, mas já está em vigor. No período da manhã deste sábado, ainda não foram vistos militares do Exército nas ruas da capital, apenas reforço de policiais militares. A cidade ainda está celebrando o carnaval, com cerca de 30 blocos nas ruas só neste sábado. Veja também BRASILSem reforma estrutural, intervenção inócua, dizem espetas17 fev 2018 - 11h02 BRASILEm 25 anos, uso das Forças Armadas no Rio tem guinada17 fev 2018 - 10h02 Ler artigo completo
  15. Rio – A intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro só será eficaz se problemas estruturais forem atacados, acreditam espetas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. Dentre os mais importantes para a redução da violência a médio e longo prazos estão o investimento em recursos e pessoal nas polícias, o aprimoramento do trabalho de investigação e a ocupação social das áreas mais carentes. Se nada disso for feito, dizem, pode haver uma sensação de maior segurança, mas ela dificilmente trará resultados efetivos. “Essa receita de pedir socorro ao governo federal vem se repetindo ao longo dos anos”, constata o coronel Robson Rodrigues, ex-comandante das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio. “Se os pontos estruturais não forem atacados, será mais do mesmo.” De acordo com o Human Rights Watch, a implementação das UPPs nas comunidades mais violentas surtiu efeito positivo na redução da violência. De 2008 a 2013, o número de homicídios em ações policiais caiu 63%. Nas comunidades com UPPs, o recuo foi de 86%. “Infelizmente, esse projeto começou a fracassar por vários motivos, entre eles o fato de a segunda etapa nunca ter acontecido: após a ocupação, era preciso levar às comunidades os serviços de saneamento, cuidados e saúde. Os serviços de segurança pública não vieram acompanhados dos serviços sociais”, afirmou a diretora do escritório do Brasil da HRW, Maria Laura Canineu. “Por outro lado, a polícia foi abandonada.” Antropólogo e ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Paulo Storani concorda com a colega. “Não adianta ter homens nas comunidades, sendo atacados, sem condições de trabalho.” Storani lembrou ainda que a polícia está desfalcada em pelo menos 4 mil homens, que se encontram cedidos a outros órgãos públicos. “Se eles não forem trazidos de volta, saberemos que tudo isso é apenas uma cortina de fumaça, medida para inglês ver.”As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
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