Ir para conteúdo
Siscomex - Comércio Exterior
  • Cadastre-se

Siscomex (robô)

Premium
  • Total de itens

    40.624
  • Registro em

  • Última visita

  • Days Won

    5

Siscomex (robô) last won the day on August 21 2015

Siscomex (robô) had the most liked content!

Reputação

12 Boa

Sobre Siscomex (robô)

  • Rank
    Mestre do Fórum!

Profile Information

  • Sexo
    Não Informado
  • Estado
    Rio Grande do Sul
  • Perfil
    Pessoa física regular
  • Empresa
    siscomex.com.br

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Moscou – O ex-presidente da Fifa Joseph Blatter se encontrou com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Kremlin na noite de quarta-feira, enquanto está no país para acompanhar a Copa do Mundo, disse à Reuters nesta quinta-feira. O Kremlin confirmou o encontro, mas disse ter se tratado de uma reunião particular e se recusou a fornecer detalhes. O Comitê de Ética da Fifa suspendeu Blatter, que comandou a organização durante 17 anos, de “todas as atividades relacionadas ao futebol” em 2015, depois considerá-lo culpado de conduta antiética relacionada a um escândalo global de corrupção que abalou a Fifa. Por isso, seu comparecimento à Copa do Mundo da Rússia pode causar constrangimento à Fifa e ao seu novo presidente, Gianni Infantino, que prometeu pôr fim aos problemas de corrupção da organização. Blatter, que tem negado repetidamente qualquer irregularidade, disse nesta quinta-feira que foi convidado ao torneio pela Rússia, dizendo ainda que o país organizou sua viagem e lhe forneceu ingressos e uma identidade de torcedor. “Eu me encontrei com o presidente Putin na noite de ontem. Ele me convidou a seu apartamento no Kremlin. Não foi a primeira vez que estive lá”, afirmou o ex-dirigente de 82 anos. Ler artigo completo
  2. Siscomex (robô)

    [EXAME] Prévia da inflação sobe 1,11% em junho, diz IBGE

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, subiu 1,11 por cento em junho, sobre alta de 0,14 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 1,00 por cento para o período. Ler artigo completo
  3. São Paulo – Está difícil trabalhar na Copa do Mundo 2018? Você não é o único. Com cerca de três jogos por dia, bolões e festas, o rendimento dos funcionários brasileiros tende a cair durante o campeonato esportivo, principalmente nos dias de jogo do Brasil, que joga contra a Costa Rica, amanhã às 9h. De acordo com uma pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, o rendimento irá cair para 46% dos entrevistados nos dias em que o Brasil estará em campo. Para 51%, o rendimento irá se manter e, para 3%, irá melhor. A pesquisa entrevistou 387 profissionais responsáveis pelo recrutamento dentro das empresas e 387 profissionais qualificados. Nos dias em que a seleção brasileira irá jogar, o número de faltas também deve aumentar para 19% dos entrevistados. Para 77% irá se manter e, para 5%, irá diminuir. A torcida pela Copa é nacional. Não há diferença em relação à queda de desempenho entre as regiões brasileiras, afirma Maria Sartori, gerente sênior de recrutamento da Robert Half. O impacto é ainda maior por conta do horário dos jogos da Seleção Brasileira, que coincidem com os turnos de trabalho da maior parte dos funcionários. A próxima partida, contra a Costa Rica, está marcada para amanhã, às 9h. Já a disputa com a Sérvia ocorrerá no dia 27, às 15h. “O funcionário já vai trabalhar sabendo que irá parar no meio do dia por conta do jogo e perde o foco no restante do dia”, diz Sartori. Essa pausa impacta muito mais que o tradicional café da tarde ou mesmo um intervalo para descontração, jogos e videogame, promovido por algumas empresas mais descoladas. Isso porque a cabeça dos funcionários já estará focada no jogo durante todo o dia, de acordo com a gerente. A atuação da empresa Diante da queda de foco e desempenho nos dias de jogo, qual é a melhor saída para a companhia? Sartori afirma que proibir que os colaboradores de acompanhem as partidas não é a melhor saída. “Depende muito da necessidade de cada empresa, mas o ideal é que os líderes montem estruturas para que todos assistam aos jogos juntos”, aconselha. Para ela, quando todos torcem juntos, melhora o senso de trabalho em equipe. Além disso, a pessoa não perde tempo com o deslocamento, como ocorre quando a empresa decide liberar o trabalho no horário da partida. A maioria, 41% dos entrevistados, irá liberar os funcionários no horário do jogo, para que eles assistam à partida fora da empresa, mas o expediente acontece normalmente nos outros períodos. Cerca de 30% das empresas terá uma televisão para que todos assistam aos jogos e 6% dispensaram os colaboradores totalmente nos dias de jogo. Os 23% restantes não irão parar a operação. Nas regiões mais industrializadas, como Campinas ou o ABC paulista, a programação é diferente, afirma. Mais empresas irão instalar televisões ou programar uma festa coletiva no horário do jogo em vez de liberar os funcionários, pois a presença deles no local é imprescindível para o trabalho. Veja também NEGÓCIOSA camisa amarela do Brasil perdeu espaço – e é culpa da política15 jun 2018 - 08h06 CARREIRA - VOCÊ S/AAs regras de etiqueta para nunca quebrar ao ver jogos da Copa no trabalho18 jun 2018 - 15h06 Ler artigo completo
  4. São Paulo – Leia as principais notícias desta quinta-feira (21) para começar o dia bem informado: As quentes do dia Admirador de Trump, Bolsonaro tenta se aproximar de Trumo. Segundo jornal Folha de S. Paulo, a família do presidenciável tenta pavimentar um caminho de acesso para que um encontro com o chefe de estado dos EUA aconteça entre o 1º e 2º turnos da eleição. BC diz que próximos passos continuarão dependendo da atividade econômica. Copom decidiu manter taxa básica de juros em 6,50%; é a segunda manutenção consecutiva da taxa após 12 cortes seguidos, realizados desde outubro de 2016. Deputados aprovam projeto que cria isenções para transportadora. Projeto prevê até alíquota zero em tributos como IPI e PIS/Cofins para renovação da frota de caminhões. Política e mundo CVM abre processo contra Dilma e mais 11 por irregularidades em Pasadena. Medida se baseia em inquérito administrativo aberto pela autarquia no final de 2014, após denúncias de irregularidades na compra de refinaria. Senado aprova acordo tributário com Argentina. Texto aborda uma série de questões, incluindo capital formado por bens imóveis e móveis, além de navios, aeronaves ou veículos de transporte terrestre. Câmara aprova Texto-base de PL que permite venda de campos no pré-sal. Texto diz que campos cedidos pela União à Petrobras podem ser negociados, desde que preservada a participação da estatal em, no mínimo, 30% do consórcio. Presidente da Coreia do Sul vai à Rússia. Essa é a primeira vez que um presidente sul-coreano visita o país desde 1999. Encontro entre Moon Jae-in e o presidente russo Vladmir Putin tem como foco a discussão para cooperação econômica. Enquanto você desligou… Braskem normaliza operações após greve dos caminhoneiros. Petroquímica havia anunciado que paralisação afetou parcialmente suas operações. Resultados da Micron superam estimativas, com forte demanda por chips. Lucro líquido da fabricante de chips subiu para US$ 3,82 bilhões no trimestre encerrado em 31 de maio. Agenda Nesta quinta-feira, sai o IPCA-15 de junho. Nos Estados Unidos, os destaques são o índice de atividade industrial Fed Filadélfia e o relatório de empregos Fed Filadélfia no mês. Já na zona do euro, serão divulgados os dados de confiança do consumidor em junho. Ler artigo completo
  5. Siscomex (robô)

    [EXAME] Agibank: o banco digital que o mercado não quis

    O banco gaúcho Agibank deveria apresentar nesta quinta-feira o preço final de suas ações para a estreia na bolsa, prevista para a próxima segunda-feira. Mas a ambiciosa proposta fracassou. Um misto de grande volatilidade na bolsa e a insegurança dos investidores com o modelo de negócios da empresa foram os responsáveis por fazer o Agibank adiar a sua oferta (citando apenas as famosas “condições do mercado”). O país de fato vive momentos conturbados. Mas não é tão difícil entender porque investidores não quiseram pagar o preço estipulado pela companhia, que a avaliaria em 9 bilhões de reais. Seria cerca de 20 vezes o seu patrimônio — enquanto o Itaú é negociado a 1,8 vez seu valor patrimonial. O Agiplan, criado em 1999 como uma financeira, mudou seu nome para Agibank há seis meses, para dar uma guinada digital com o objetivo de quintuplicar o número de correntistas neste ano. Fica difícil, portanto, avaliar em um espaço tão curto de tempo o potencial de crescimento da nova empresa. De longe, o Agibank parece mais um dos muitos bancos digitais que surgem por aí. De perto, no entanto, o modelo é diferente e, em alguns momentos, nada disruptivo (como propõem os bancos digitais ou outras fintechs). Com foco nas classes C e D, o Agibank tem o legítimo objetivo de trazer o universo dos bancos para pessoas desbancarizadas e ignoradas pelas grandes instituições. O caminho para isso, no entanto, passa pelo oferecimento de empréstimos e créditos consignados com altas taxas de juros (para compensar a conta da inadimplência). Juros menores é uma das principais bandeiras da maioria das fintechs, que focam em trazer melhores condições para seus clientes do que os grandes bancos. “As fintechs buscam entrar em segmentos que os grandes bancos não fazem tão bem e oferecer alternativas para os clientes. O Agibank tem um modelo de negócios difícil de entender porque eles pegam um público que não parece interessar nem aos grandes bancos”, diz Tiago Reis, da casa de análises Suno Research. Juros altos vão até mesmo contra o trabalho atual do Banco Central, que tem adotado cada vez mais medidas para reduzir juros nos mais variados serviços bancários. Pesa ainda para o modelo da companhia o fato de o Ministério Público ter entrado, no fim de maio, com um processo acusando o Agibank de “práticas como a retenção automática de saldos em conta-corrente de aposentados, pensionistas e pessoas de baixa renda, sob o pretexto de que tarifas e parcelas de empréstimo consignado estariam em atraso.” Até aqui, os altos juros com uma estratégia enxuta (poucas agências) trouxeram um retorno sobre o pratimônio (ROE) — usado para avaliar a atratividade de um banco — de 44% ao Agibank. O maior banco privado do país, Itaú, o ROE está em 22,2%. Vendo que não conseguiriam fazer a oferta de ações decolar na faixa de preço estabelecida (13,87 a 16,95 reais), os bancos coordenadores baixaram o preço para a faixa entre 11,50 a 13 reais. O esforço não foi suficiente. O adiamento dificulta uma nova tentativa antes das eleições presidenciais, o que dá ao Agibank mais um tempo para apresentar mais resultados e, quem sabe, explicar melhor seus números e previsões para potenciais investidores. Até lá, por outro lado, a concorrência com outros bancos digitais deve estar ainda mais acirrada. Veja também PMEComo a maior fintech do mundo fez a China ser uma nação sem dinheiro7 jun 2018 - 17h06 SEU DINHEIROBanco Agiplan vira digital, muda nome e acaba com tarifa mensal26 jan 2018 - 08h01 Ler artigo completo
  6. Trump recua e assina ordem Pressionado por aliados e opositores, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou, nesta quarta-feira, uma ordem para que as famílias imigrantes não sejam mais separadas ao entrar nos Estados Unidos. No início da semana, divulgações de reportagens e de vídeos chocantes sobre os campos de concentração em que crianças imigrantes eram mantidos apartados dos pais na fronteira americana levantaram uma enxurrada de críticas e viraram a mais nova de tantas polêmicas sociais do governo Trump. Estima-se que 2.300 menores de idades foram separados de suas famílias nas últimas cinco semanas. Entre as crianças estão 49 brasileiras, segundo o cônsul-geral adjunto do Brasil, em Houston, Felipe Santarosa, que concedeu entrevista à Empresa Brasil de Comunicação. Delações com a polícia valendo Por 10 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quarta-feira a validade da autorização legal para que delegados das polícias Civil e Federal possam negociar delações premiadas, conforme previsto na Lei de Organizações Criminosas (12.850/2013). Para os ministros, delegados podem usar os depoimentos de colaboração como instrumento de obtenção de provas durante a investigação. A decisão terá impacto nas delações de investigados na Operação Lava-Jato que não conseguiram assinar acordos com a força-tarefa de procuradores do Ministério Público e tentaram acordo com a Polícia Federal, como o publicitário Duda Mendonça e o ex-ministro Antonio Palocci. Com a decisão do STF, a Justiça poderá decidir sobre a homologação dos acordos. A norma foi questionada no Supremo pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2016. Na ocasião, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot alegou que a possibilidade de a PF realizar acordos enfraquece a atribuição exclusiva do Ministério Público (MP) de oferecer denúncia contra criminosos. Mais um problema para Temer O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, atendeu ao pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e autorizou a inclusão da colaboração premiada do corretor Lúcio Funaro no inquérito que mira o presidente Michel Temer e investiga suspeitas de irregularidades em torno do decreto dos Portos. Com a inclusão no inquérito, a delação de Funaro poderá ser utilizada para corroborar as investigações em curso e fundamentar uma eventual denúncia de Raquel Dodge contra o presidente. O inquérito, de relatoria de Barroso, apura se a Rodrimar foi beneficiada pelo decreto assinado por Temer em maio do ano passado, que ampliou de 25 para 35 anos as concessões do setor, prorrogáveis por até 70 anos. Funaro afirmou, em delação, que Temer tem negócios com a empresa Rodrimar e por isso influenciou diretamente a aprovação do decreto. Acordo amigo A Odebrecht admitiu ter formado um cartel com mais 11 empresas para fraudar sete licitações de obras viárias na cidade de São Paulo no valor de 4 bilhões de reais durante 2008 e 2011 na gestão do hoje ministro Gilberto Kassab (PSD). A empresa firmou um acordo com o Ministério Público do Estado de São Paulo para indenizar o município em 7 milhões de reais (a ser pagos em 22 anos). O acordo favorece a Odebrecht ao permitir que, caso a prefeitura decida recuperar o projeto, a empreiteira retome o contrato que ela mesma admitiu ter conquistado de maneira fraudulenta, sem necessidade de nova licitação pública. Corrigido pela inflação, o valor do contrato chega a 740 milhões de reais. Em 2011, a prefeitura contratou um consórcio capitaneado pela Odebrecht para construir um trecho do túnel Roberto Marinho. Em 2013, suspeitas de superfaturamento levaram à suspensão do projeto em 2013, após a chegada do petista Fernando Haddad à prefeitura. De acordo com a promotoria do estado, o esquema para fraudar a licitação foi chefiado pelo ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, com a participação do ex-secretário de Infraestrutura e braço direito de Kassab no ministério Elton Santa Fé Zacarias. Eles teriam cobrado 5% de propina sobre o valor dos contratos. Bolsonaro líder em SP Levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que o deputado federal Jair Bolsonaro é o candidato favorito dos paulistas para assumir a Presidência da República. De acordo com a sondagem, que ouviu 2.000 eleitores no estado de São Paulo entre os dias 13 e 18 de junho, o pré-candidato do PSL soma 21,4% das intenções de voto, empatado com os brancos e nulos, que somam 21%. Em segundo, aparece o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), com 18,4%, e Marina Silva (Rede), com 11,7%. Caso o ex-presidente Lula (PT) participe das eleições de outubro, ele terá 19,5% dos votos, ante 20,6% de Bolsonaro. Alckmin tem 16,7% e Marina 9%. Nesse cenário, brancos e nulos somam 16,6%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. Fux: um novo encontro O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmou, nesta quarta-feira, que representantes dos caminhoneiros e das empresas que contratam o transporte de cargas concordaram sobre um novo encontro na quinta-feira da semana que vem. O acordo ocorreu após uma reunião de conciliação proposta pelo próprio ministro, numa nova tentativa de encerrar o embate sobre os preços de frete. Ainda segundo Fux, está mantida a decisão de suspender todos os processos e efeitos de liminares que questionem a tabela de fretes, considerada inconstitucional pelos contratantes de transporte por ferir regras do livre mercado e, caso não haja um consenso sobre o preço intermediário, uma audiência pública com técnicos da área será realizada. Mais férias na BRF A companhia de alimentos BRF informou ao Grupo Estado que concederá férias coletivas em quatro unidades da empresa localizadas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ao todo, 5.600 funcionários terão as atividades suspensas nas linhas de produção de frango. Segundo a BRF, “a decisão leva em conta a necessidade de ajustes para atender à demanda atual, agravada pela recente greve dos caminhoneiros”, que parou o tráfego de cargas por mais de dez dias no fim de maio. As unidades vêm sendo notificadas das férias desde a segunda-feira dia 18. PagSeguro tem nova promessa A empresa brasileira de conteúdo UOL afirmou, nesta quarta-feira, que se comprometeu a não vender as ações da companhia PagSeguro nos próximos 12 meses. Controlador da credenciadora de cartões, o UOL assinou uma cláusula de “lock up”, depois de investidores reagirem negativamente a um anúncio de que uma nova oferta à PagSeguro poderia movimentar até 1,2 bilhão de dólares. A oferta ocorre menos de seis meses após a abertura de capital na bolsa de Nova York. Com o anúncio da oferta, as ações da companhia registraram uma queda de 14,6% na terça-feira. FMI aprova acordo com Argentina A diretoria do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou, nesta quarta-feira, um acordo de financiamento de 50 bilhões de dólares para a Argentina. De acordo com o FMI, haverá um desembolso imediato de 15 bilhões de dólares ao governo do país, e 35 bilhões de dólares adicionais estarão sujeitos a revisões trimestrais pelo conselho. Em maio, o governo da Argentina procurou o fundo após uma queda na moeda local. O governo de Macri se comprometeu a acelerar seus esforços para reduzir o déficit orçamentário como parte do acordo. O FMI informou que as autoridades argentinas usarão metade do desembolso inicial, ou 7,5 bilhões de dólares, para financiar o orçamento. O Tesouro e o Ministério da Fazenda vão vender esses fundos nos mercados de câmbio em leilões diários previamente anunciados. Retrocesso migratório O Parlamento da Hungria aprovou, nesta quarta-feira, uma lei que castiga com até um ano de prisão as pessoas que ajudarem imigrantes em situação irregular. A maioria do partido governante, o Fidesz, dirigido pelo primeiro-ministro nacionalista Viktor Orbán, apoiou a legislação apesar das críticas e das solicitações, por parte de organizações humanitárias húngaras e estrangeiras, para que retirasse o projeto de lei. Além da lei, o Parlamento aprovou uma emenda constitucional contra o sistema europeu de realocação de refugiados entre os países da União Europeia (UE). As emendas aprovadas proíbem o assentamento de cidadãos não húngaros na Hungria – com exceção dos europeus –, e também declara que a composição da população do país não pode ser modificada “mediante uma vontade externa”. A lei foi aprovada no Dia Mundial do Refugiado. Nova oferta da Disney A companhia de mídia Walt Disney elevou a oferta para comprar ativos da empresa americana de meios de comunicação Twenty-First Century Fox, nesta quarta-feira. Agora a oferta está em 71,3 bilhões de dólares, incluindo ainda componente em dinheiro na proposta, numa tentativa de superar os 65 bilhões de dólares ofertados pela americana Comcast na semana passada. A nova oferta em dinheiro ou ações também é um incentivo para o maior acionista da Fox, o bilionário Rupert Murdoch, uma vez que a venda da companhia terá uma grande cobrança tributária. Disney e Comcast estão disputando os ativos de televisão e cinema da Fox em um momento em que as companhias tradicionais de mídia estão enfrentando competição mais intensa de rivais online, como a Netflix, que vendem conteúdo diretamente aos consumidores. Ler artigo completo
  7. Siscomex (robô)

    [EXAME] Temer visita abrigos para venezuelanos em Roraima

    O presidente Michel Temer desembarca nesta quinta-feira em Roraima para visitar abrigos e acompanhar as ações de acolhimento aos imigrantes e refugiados venezuelanos. Com o agravamento da crise humanitária e econômica na Venezuela, que sofre com desabastecimento de alimentos e remédios, milhares de pessoas têm deixado o país. Nos últimos cinco meses, 416 venezuelanos cruzaram todos os dias a fronteira com o estado em busca de abrigo no Brasil. “O povo irmão da América do Sul atravessa um momento preocupante e não há espaço para hesitações”, afirmou Temer, durante a cúpula do Mercosul, em Assunção, capital do Paraguai, no início desta semana (inicialmente, a viagem estava prevista para terça). Reportagem de EXAME mostrou que o número de venezuelanos que entraram em Roraima já é 55% maior nos cinco primeiros meses de 2018 do que em todo o ano de 2017. De acordo com a sondagem, realizada pelo Exército e pela prefeitura de Boa Vista, dos 12.000 venezuelanos que entram por mês em Roraima, 22% (equivalente a 2.700 pessoas) permanecem na capital. Hoje, a cidade conta com 25.000 refugiados da Venezuela. Em abril, o estado chegou a entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo o fechamento temporário da fronteira com a Venezuela e ações imediatas do governo federal para conter a crise. Foi necessária a reunião do Mercosul para Temer decidir ir averiguar a situação com os próprios olhos. Ele irá à Pacaraima, cidade que faz divisa com a Venezuela, onde visitará o centro de triagem de imigrantes da Polícia Federal. Na capital Boa Vista, conhecerá um centro de atendimento aos imigrantes, que conta com o apoio dos governos federal e estadual e da Organização das Nações Unidas (ONU). “Continuamos vigilantes frente a uma deterioração humanística no quadro daquele país. No Brasil, temos recebido milhares e milhares de imigrantes venezuelanos que buscam uma vida melhor” afirmou Temer, em discurso proferido durante reunião de líderes do Mercosul. Segundo ele, o Brasil tem distribuído roupas e alimentos para os imigrantes. Em Assunção, os representantes do grupo assinaram uma declaração sobre a Venezuela, na qual confirmam a preocupação com a crise humanitária no país e pedem ao presidente Nicolás Maduro que atue para resolver o problema. Veja também BRASILMPF cobra explicações sobre atendimento a venezuelanos em São Paulo20 jun 2018 - 17h06 BRASILQuem são os venezuelanos que levaram o Brasil a nova fase migratória20 jun 2018 - 11h06 Ler artigo completo
  8. Siscomex (robô)

    [EXAME] Moon vai à Rússia para ver Putin e a Copa do Mundo

    Nos bastidores da Copa do Mundo, a política internacional não para na Rússia. Nesta quinta-feira, o presidente Vladimir Putin recebe o sul-coreano Moon Jae-in para discutir cooperação econômica e a nova dinâmica política da península coreana. “A Coreia do Sul é nosso segundo maior parceiro comercial na Ásia depois da China, é importante termos uma melhor integração econômica”, afirmou Igor Morgulov, diplomata e vice-ministro de Relações Exteriores. A visita de Moon foi um convite feito pelo próprio Putin. Apesar da importância econômica da Coreia do Sul, esta é a primeira vez que um presidente sul coreano vai à Rússia desde 1999. O convite de Putin tem relação com a crescente influência de Donald Trump na região, que após o encontro com o ditador norte coreano Kim Jong-un conseguiu abrir o caminho para uma eventual desnuclearização da península. Para Putin, estar bem posicionado diante das movimentações que acontecem no oriente é essencial. Segundo a Coreia do Sul, esse deve ser um assunto sobre a mesa nas conversas entre Moon e Putin e que os sul coreanos esperam que o encontro possa servir como “uma chance de aumentar a cooperação estratégica rumo à paz na região”. Mas o principal evento da Rússia em junho não fica fora da agenda. Moon foi um dos poucos líderes internacionais que aceitaram o convite de Putin para comparecer à Copa do Mundo — a chanceler alemã Angela Merkel, por exemplo, uma fã inveterada de futebol, ainda não confirmou sua presença, em razão de desentendimentos políticos com Putin. Moon tira o sábado para ir ao estádio de Rostov, onde acompanha a partida entre Coreia do Sul contra México. Dentro de campo, os mexicanos são favoritos. Nas tribunas, Moon assuntos mais importantes a tratar que a campanha sul-coreana na Copa. Veja também MUNDOCoreias concordam em competir juntas nos Jogos Asiáticos em agosto18 jun 2018 - 09h06 MUNDOEUA e Coreia do Sul vão suspender exercício militar conjunto, diz fonte18 jun 2018 - 19h06 MUNDOA Copa do Mundo já tem um vencedor: Vladimir Putin16 jun 2018 - 09h06 Ler artigo completo
  9. A Coreia do Norte pode parecer um terreno árido para os empresários. Mas fundadores entusiastas desafiaram a falta de tecnologia e de apoio para iniciar seus próprios empreendimentos, mesmo antes que a cúpula histórica desta semana em Cingapura criasse a perspectiva de mais oportunidades econômicas. Existe um site de comércio eletrônico chamado Manmulsang – que significa “a loja de tudo”, em um aceno à Amazon.com – e o Okryu, um serviço de compras pelo celular. Existe também um aplicativo de navegação, Gildongmu 1.0, que significa “amigo da estrada”. Os fundadores precisam superar alguns obstáculos incomuns. A única maneira que os clientes têm de conseguir aplicativos novos para o smartphone, por exemplo, é ir até uma loja física e fazer o download lá. É a App Store para autocratas. Ainda assim, a Coreia do Norte permitiu que milhares de cidadãos estudassem empreendedorismo, apesar do aparente conflito com as práticas sotas. Choson Exchange, um grupo sem fins lucrativos, treinou mais de 2.000 norte-coreanos em seu próprio país e em Cingapura nos últimos dez anos. Muito antes que Kim Jong-un admirasse o horizonte de Cingapura do edifício Marina Bay Sands antes da cúpula com o presidente dos EUA, Donald Trump, muitos compatriotas tomaram cerveja naquele mesmo lugar quando estavam de visita para frequentar aulas sobre empreendedorismo e capital de risco. Ian Collins, um instrutor australiano da Choson Exchange, realizou um workshop de quatro dias para 80 pessoas ao norte de Pyongyang, em novembro. Seus alunos aprenderam a desenvolver modelos de negócios e a apresentar suas ideias de negócios em discursos de elevador de três minutos – embora não estivesse claro se algum dia eles estariam em um elevador com um capitalista de risco. A falta de recursos desperta a engenhosidade. Vários estudantes criaram produtos móveis que usam energia solar. Outro grupo propôs tábuas de taekwondo que podem ser quebradas e remontadas mais de 100 vezes. “Eles eram provavelmente as pessoas mais ávidas e ansiosas com quem já conversei”, disse Collins. Os melhores estudantes frequentam as principais universidades do país, como a Universidade Kim Il-sung e a Universidade de Tecnologia Kim Chaek, onde aprendem os fundamentos da ciência da computação, embora o acesso à internet seja limitado. Eles frequentemente ganham prêmios em competições internacionais de codificação, e seus talentos ajudaram a Coreia do Norte a despontar como uma ameaça global à segurança cibernética. Jim Rogers, investidor veterano e presidente da Rogers Holdings, ficou surpreso ao ver as mudanças que estão ocorrendo no regime controlado estritamente. Sua maior surpresa foi durante uma visita a um mercado movimentado na cidade norte-coreana de Rason, há alguns anos, onde centenas de barracas vendiam produtos do mundo inteiro. “A Coreia do Norte está hoje onde a China estava no início dos anos 1980”, disse ele. “Tem todos os sinais – um mercado negro que estava se desenvolvendo e novas coisas estavam acontecendo. Todas essas coisas geralmente levam a um futuro muito empolgante.” Veja também PMEConcorrente do Nubank mira setor bilionário: os cartões de crédito de loja18 jun 2018 - 06h06 PMEComo abrir uma empresa (e morar) em Portugal15 jun 2018 - 06h06 Ler artigo completo
  10. São Paulo – Com centenas de vagas de trabalho para engenheiros e desenvolvedores, a Movile, dona do iFood, está selecionando profissionais da área de TI para dar um curso gratuito sobre tecnologia mobile. As inscrições vão até o dia 1º de julho e o objetivo é capacitar desenvolvedores de tecnologia Android, iOS e Backend de nível pleno e sênior. As aulas, aos sábados entre 14 de julho e 4 de agosto, somam 32 horas de treinamento presencial no escritório do iFood, em Campinas (SP). Os professores são espetas do mercado e os alunos também participam de desafios online entre uma aula e outra. São 45 vagas ao todo e o treinamento, chamado de Movile Next, é composto por três turmas simultâneas (Android, iOS e Backend) de 15 alunos, no máximo. De acordo com o regulamento, para se candidatar é preciso ter no mínimo quatro anos de experiência profissional e prática na área e conhecimento intermediário ou avançado no tema de estudo escolhido. O processo seletivo terá avaliação de perfil e testes de nivelamento. As inscrições podem ser feitas pelo site Movile Next. Empresa vai recrutar 600 profissionais até março de 2019 O grupo Movile cresce 60% ao ano há seis anos, muito por conta de fusões e aquisições. Além de seu app mais famoso o IFood, o grupo é hoje em dia é dono de marketplaces e aplicativos como Playkids, Maplink, Rapiddo Entregas. Com 1.600 funcionários e 15 escritórios em sete países. A promessa da empresa é contratar mais 600 engenheiros desenvolvedores, justamente focados nas áreas dos cursos oferecidos. Veja como se candidatar às vagas na Movile aqui. SERVIÇO: Data: 14, 21, 28/07 e 04/08 Inscrições: até 1º de julho pelo site Movile Next Local do curso: escritório do IFood em Campinas: Rua Jasmin, 660. Veja também NEGÓCIOSConheça o novo escritório descolado do iFood em Campinas11 abr 2018 - 06h04 Ler artigo completo
  11. São Paulo – Uma nova competição do BTG Pactual paga prêmios de até 20 mil reais pela criação de algoritmos de negociações de ativos financeiros. O concurso é da iniciativa Stratsphera, portal criado pelo banco para fomentar uma comunidade de Algo Trading no país. O objetivo da criação de códigos para lidar com ativos financeiros é eliminar a subjetividade humana nas decisões de movimentações financeiras de investidores individual (pessoa física). Algoritmos podem ser definidos como um conjunto de instruções lógicas finitas escritas em uma linguagem de programação. Por meio delas, tarefas podem ser realizadas automaticamente e em velocidade superior à dos humanos. Na primeira fase, que começa nesta semana e termina em 20 de julho, os participantes poderão criar e simular o desempenho dos seus algoritmos na plataforma da Stratsphera. A segunda etapa, que termina em 15 agosto, será o período de avaliação da performance dos algoritmos criados. O resultado será divulgado em 17 de agosto e os três primeiros colocados receberão prêmios de 20 mil reais, 15 mil reais e 10 mil reais, respectivamente. Para viabilizar o desenvolvimento dos algoritmos, a plataforma do BTG Pactual oferece um acervo de dados do mercado brasileiro e dos Estados Unidos. Com registros desde 2007, a biblioteca conta com informações como índices do Ipea e dados do Twitter. Programadores interessados podem se cadastrar no site da iniciativa do BTG. Ler artigo completo
  12. São Paulo — Autoridades, espetas, médicos e executivos do setor da saúde têm um encontro marcado na manhã desta quinta-feira em Brasília – o EXAME Fórum Saúde. O evento tem o tema “Viver mais e melhor – Como ampliar o acesso a saúde e prolongar a vida dos brasileiros”. Um dos destaques é uma palestra de Alexandre Kalache, médico gerontólogo e presidente do Centro Internacional da Longevidade. Ele vai abordar o envelhecimento da população brasileira e seu impacto no sistema de saúde. O EXAME Fórum Saúde Brasília terá também um debate sobre a inovação na indústria farmacêutica. Estarão nele Varley Dias Sousa, gerente geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Thiago Rodrigues Santos, diretor do Departamento do Complexo Industrial e Inovação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, e Pedro Bernardo, presidente da Interfarma. Os três vão discutir como os setores público e privado podem trabalhar conjuntamente para que os avanços em medicamentos beneficiem mais pessoas. Leandro Fonseca, diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, vai falar sobre o papel da saúde complementar na ampliação do acesso aos serviços. Por fim, haverá um debate sobre gestão de custos, produtividade e tecnologia no setor de saúde. Vão participar dele Adriano Caldas, presidente Johnson & Johnson Medical Devices, Denise Eloi, diretora-executiva do Instituto Coalizão Saúde, e Lídia Abdalla, presidente do Laboratório Sabin. O EXAME Fórum Saúde Brasília tem o patrocínio da Bristol-Meyers Squibb e conta com apoio do Ministério da Saúde e apoio institucional da Interfarma. Vai ser transmitido ao vivo na página de EXAME no Facebook e no site, das 9h às 12h30. Ler artigo completo
  13. O diretor da organização Luta Pela Paz, Luke Downdney, criticou hoje (20) operação da Polícia Civil contra o crime organizado, no Complexo da Maré. Durante a ação, os agentes usaram um helicóptero e dispararam tiros de fuzil contra a comunidade. “É inaceitável e repugnante ver um helicóptero atirando em uma comunidade cheia de pessoas inocentes que não tem nada a ver com a violência que ocorre diariamente nas comunidades do Rio“, disse Downdney em sua conta no Facebook. A ação da polícia resultou na morte de seis pessoas. Um adolescente de 14 anos foi baleado na barriga e está internado em um hospital da rede de saúde estadual. O diretor da ONG disse ainda que os tiros foram disparados próximo a uma escola. “Acabei de testemunhar muitas mães com medo, correndo para a escola. Vocês podem imaginar seus filhos em uma escola, em uma creche, com um helicóptero atirando de bala de fuzil em cima deles? Como vocês se sentiriam? Como é aceitável que isso ocorra em uma comunidade do Rio de Janeiro hoje em dia”, questionou Luke Dowdney. Moradores relataram desde cedo, nas redes sociais, que o helicóptero blindado da Polícia Civil que dava apoio à operação para cumprir mandados de prisão no Complexo da Maré dava voos rasantes e os policiais da aeronave davam rajadas de tiros. A Agência Brasil procurou a Polícia Civil para comentar as críticas, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Veja também BRASILOperações levam pânico a moradores de favelas do Rio20 jun 2018 - 17h06 Ler artigo completo
  14. São Paulo – O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alencar Burti, acredita em manutenção da Selic até o fim deste ano. “Isso porque o ritmo da atividade econômica está fraco e deve seguir assim, uma vez que a taxa de desemprego e a capacidade ociosa ainda estão muito altas, o que não pressiona a inflação”, diz Burti, em nota divulgada nesta quarta-feira, 20. Ele considerou a decisão de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a taxa básica de juros em 6,50% ao ano, acertada, “visto que a inflação está bem abaixo do centro da meta”. Burti, que também preside a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), comenta ainda que “mesmo que a inflação suba, refletindo o aumento de preços dos alimentos resultante da paralisação dos caminhoneiros, ela continuará abaixo do centro da meta (4,5%)”. Veja também ECONOMIACopom decide manter taxa de juros em 6,5%20 jun 2018 - 18h06 ECONOMIACom Selic parada, Brasil tem 7º maior juro real do planeta20 jun 2018 - 18h06 Ler artigo completo
  15. Brasília – Pela segunda reunião consecutiva, os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiram, por unanimidade, manter a Selic (os juros básicos da economia) em 6,50% ao ano. Com isso, a taxa manteve-se no nível mais baixo da série histórica do Copom, iniciada em junho de 1996. No comunicado, o BC retirou a indicação usada em maio que sinalizava juros estáveis no futuro. Na decisão anterior, o comunicado citava que “para as próximas reuniões, o Comitê vê como adequada a manutenção da taxa de juros no patamar corrente”. A frase não consta do comunicado divulgado nesta noite. A decisão de hoje era largamente esperada pelos economistas do mercado financeiro. De um total de 49 instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, todas projetavam manutenção da Selic em 6,50% ao ano. Parte dos economistas, no entanto, admitia que o cenário para a taxa básica estava mais incerto, em função da disparada do dólar ante o real nos últimos meses, da greve dos caminhoneiros iniciada no fim de maio e do próprio cenário internacional. O BC argumentou que o juro estável “é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2018 e, principalmente, de 2019”. Apesar do juro estável, o BC manteve a percepção de que a conjuntura econômica “prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural”. Ao tratar do futuro, o comunicado cita apenas que os próximos passos da política monetária “continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”. Não há menção, como visto em maio, de que o comitê entende como adequada “a manutenção da taxa de juros no patamar corrente”. No documento, o BC também atualizou suas projeções para a inflação. No cenário de mercado – que utiliza expectativas para câmbio e juros do mercado financeiro, compiladas no relatório Focus -, o BC alterou sua projeção para o IPCA em 2018 de 3,6% para 4,2%. No caso de 2019, a expectativa foi de 3,9% para 3,7%. No cenário de referência, em que o BC utilizou uma Selic fixa a 6,50% e um dólar a R$ 3,70 nos cálculos, a projeção para o IPCA em 2018 passou de 4,0% para 4,2%. No caso de 2019, o índice projetado foi de 4,0% para 4,1%. As projeções anteriores constaram na ata do encontro de maio do Copom. Veja também ECONOMIACopom decide manter taxa de juros em 6,5%20 jun 2018 - 18h06 ECONOMIACom Selic parada, Brasil tem 7º maior juro real do planeta20 jun 2018 - 18h06 Ler artigo completo
×