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  1. São Paulo – Você se lembra da sua primeira entrevista de emprego? É possível que ela tenha acontecido durante o processo de seleção para um estágio. O momento da entrevista gera muitas expectativas e pode ser o primeiro contato do jovem com o mercado de trabalho. Uma experiência ruim pode prejudicar a visão que o candidato tem do empregador. “A entrevista é importante para que o jovem tenha um primeiro contato com o clima e os valores da empresa e entenda o que se exigirá dele durante o estágio”, comenta Luciana Caletti, CEO e cofundadora do Love Mondays. Os candidatos sempre procuram dicas sobre o que vestir, falar e como se comportar. Com todo o preparo para causar uma boa impressão nos entrevistadores, será que o momento da entrevista das empresas agrada aos candidatos? A Love Mondays, plataforma de avaliação de empresas pelos funcionários, buscou responder essa pergunta com uma pesquisa de satisfação usando mais de 3,3 mil avaliações dos processos seletivos de estágio em 375 empresas. O ranking dá uma nota em uma escala de 1 a 5 (sendo 1 pouco satisfeito e 5 muito satisfeito) para os programas deste ano. Apenas empresas privadas e com pelo menos 15 avaliações foram consideradas no levantamento. Segundo a presidente da Love Mondays, conversas rápidas e o sentimento de desinteresse do entrevistador são fatores que desagradam os jovens. “Nossos dados indicam que eles valorizam processos seletivos bem estruturados, organizados e claros. O feedback é muito importante, especialmente nessa fase. Os candidatos desejam saber o quanto antes se foram aprovados ou não para poderem usar essa experiência no preparo para seleções futuras”, fala Luciana Caletti. Confira o ranking completo dos melhores lugares para fazer a seleção de estágio: 1. Whirlpool Percentual de experiência positiva: 94% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,00 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,67 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 18 2. Suzano Papel e Celulose Percentual de experiência positiva: 92% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,11 Nível de satisfação geral dos funcionários: 4,21 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 26 3. Siemens Percentual de experiência positiva: 91% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,26 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,98 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 23 4. PepsiCo Percentual de experiência positiva: 88% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,25 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,55 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 16 Veja também CARREIRA - VOCÊ S/APepsiCo recruta recém-formados e universitários de qualquer universidade21 set 2018 - 06h09 5. Johnson & Johnson Percentual de experiência positiva: 86% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,14 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,89 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 29 6. White Martins Percentual de experiência positiva: 86% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,29 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,89 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 21 7. Embraer Percentual de experiência positiva: 84% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,19 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,96 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 31 Veja também CARREIRA - VOCÊ S/AEmbraer recruta 200 universitários e aceita todos os cursos e faculdades30 set 2018 - 06h09 8. General Motors (GM) Percentual de experiência positiva: 83% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,22 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,79 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 18 9. GlaxoSmithKline (GSK) Percentual de experiência positiva: 82% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,18 Nível de satisfação geral dos funcionários: 4,00 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 17 10. Nestlé Percentual de experiência positiva: 82% Nível de dificuldade do processo seletivo: 1,88 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,94 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 17 11. Nielsen Percentual de experiência positiva: 82% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,35 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,71 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 17 12. Souza Cruz Percentual de experiência positiva: 82% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,61 Nível de satisfação geral dos funcionários: 4,28 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 17 13. Procter and Gamble (P&G) Percentual de experiência positiva: 82% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,64 Nível de satisfação geral dos funcionários: 4,00 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 22 14. BRMalls Percentual de experiência positiva: 81% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,00 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,87 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 16 15. Globo Percentual de experiência positiva: 81% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,38 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,98 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 21 Veja também CARREIRA - VOCÊ S/AGlobo abre oportunidades de estágio para várias áreas e cursos5 out 2018 - 06h10 16. Natura Percentual de experiência positiva: 80% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,36 Nível de satisfação geral dos funcionários: 4,11 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 25 17. Volkswagen Percentual de experiência positiva: 80% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,05 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,76 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 20 18. Votorantim Cimentos Percentual de experiência positiva: 80% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,15 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,77 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 20 19. Solvay Group (Rhodia) Percentual de experiência positiva: 80% Nível de dificuldade do processo seletivo: 1,87 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,80 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 15 Veja também CARREIRA - VOCÊ S/AMetLife, Bunge e mais 54 empresas recrutam para estágio e trainee15 out 2018 - 06h10 20. Vallourec Percentual de experiência positiva: 80% Nível de dificuldade do processo seletivo: 2,47 Nível de satisfação geral dos funcionários: 3,92 Quantidade de avaliações de entrevistas recebidas: 15 Ler artigo completo
  2. São Paulo – Romeu Zema já é uma das maiores surpresas da eleição. De um distante terceiro lugar nas pesquisas para o governo de Minas Gerais, ele foi ao segundo turno com mais de 42% dos votos e é o favorito para vencer. Presidente por 26 anos do grupo Zema, dono de lojas de eletrodomésticos e postos de combustível no estado, o executivo concorre pelo Partido Novo, que estreou em 2018 calcado em uma plataforma liberal. O partido elegeu apenas três deputados para a Assembleia de Minas Gerais, mas Zema diz que está negociando com todos os eleitos para formar a maioria necessária para aprovar projetos caso seja eleito. “Não estou conversando com partido. Não vai ser um balcão de negócios. Muitos dos 77 deputados já têm nos procurado espontaneamente e já expressaram o seu apoio”, disse o candidato em entrevista para EXAME. A promessa é que as nomeações para cargos em secretarias, estatais e autarquias estaduais serão feitas por critérios técnicos e não políticos, e nessa “limpa” nos órgãos, funcionários serão eliminados “de cara”. “O que queremos é que o bom fique. Pessoas que agreguem. Agora, aqueles que além de não produzir ficam atrás desses cargos e de coisas, que para mim não são éticas, não vão ficar”, diz ele. Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central no governo Fernando Henrique Cardoso, um dos criadores do Plano Real e coordenador econômico do programa do Novo, é cotado para a secretaria da Fazenda. “Se ele não fizer parte do governo vai ser um dos consultores da gestão”, diz Zema. “Quero alguém com o perfil dele para a comandar a Fazenda”. Ele também promete uma ampla reforma administrativa, reduzindo o número de secretarias estaduais das atuais 21 para 9, mas ainda não há estimativa dos recursos que seriam economizados. “É muito dinheiro e devemos reduzir muito os gastos”, promete Zema. “O pior problema hoje de Minas Gerais é a questão fiscal”. Crise fiscal Se a União está em situação fiscal difícil, alguns estados estão ainda pior, uma combinação de queda na receita com despesas engessadas e crescentes, especialmente com pessoal. No ano passado, a arrecadação de Minas foi de R$ 57 bilhões, mas só a folha de pagamentos somou R$ 49,9 bilhões, ou 87,5% da receita tributária total. Desde 2009, o gasto com pagamento de inativos avançou 233% enquanto as receitas subiram 114%. A situação levou o atual governador mineiro, Fernando Pimentel (PT), a recorrer ao parcelamento do pagamento de servidores. A solução proposta por Zema passa pela revisão dos contratos de prédios estatais e da Previdência do estado, assim como a preparação de empresas públicas para a privatização. Alguns serviços de Cemig e Copasa, empresas de administração mista com ações na bolsa de valores de energia e saneamento, respectivamente, estão entre os alvos. “O Estado deve se concentrar naquilo que realmente impacta na vida da população, que é Saúde, Educação e Segurança. Atualmente, o Estado monopoliza vários serviços públicos que não precisam, necessariamente, ser oferecidos diretamente por ele”, disse o candidato, que também considera promover concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). Outro vetor é a desburocratização: Zema diz que Minas é “notoriamente o estado mais burocrático do país” e pretende simplificar as regras do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). “Não precisamos de aprovação da Assembleia para isso. O (Fernando) Pimentel todos os dias publicava uma nova regra para o ICMS no Diário Oficial e não levava para a aprovação do Legislativo”, disse Zema. O artigo 52 da Constituição de Minas Gerais dá os limites de atuação para o ocupante do Palácio da Liberdade, e mudanças mais profundas exigem aprovação de maioria simples da Assembleia Legislativa: “É vedado ao Estado, sem prejuízo das garantias asseguradas ao contribuinte e do disposto no art. 150 da Constituição da República e na legislação complementar específica: instituir tributo que não seja uniforme em todo o território estadual, ou que implique distinção ou preferência em relação a Município em detrimento de outro, admitida a concessão de incentivo fiscal destinado a promover o equilíbrio do desenvolvimento socioeconômico entre as diferentes regiões do Estado; instituir isenção de tributo da competência do Município; estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino”. Ler artigo completo
  3. São Paulo – A pesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostra que a maioria do eleitorado do País identifica o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, como o principal representante dos interesses dos ricos, dos bancos, agricultores e dos empresários no segundo turno, enquanto Fernando Haddad (PT) é o mais associado à defesa dos pobres, dos trabalhadores e das mulheres. O Ibope perguntou aos entrevistados “quem representa melhor os interesses” de uma série de setores. Em relação aos ricos, 65% responderam Bolsonaro, contra 22% de Haddad. Entre os eleitores que ganham mais de cinco salários mínimos, o presidenciável do PSL é visto por 70% como o representante da elite. Veja também BRASILHaddad contra seu maior adversário: a rejeição galopante16 out 2018 - 05h10 Já o candidato do PT lidera como defensor dos interesses dos eleitores de menor poder aquisitivo, com 48% a 37% de Bolsonaro. No segmento com até um salário mínimo de renda, o porcentual atribuído a Haddad chega a 62%. O Ibope avaliou ainda a imagem dos candidatos como defensores dos seguintes temas: agricultura (42% Bolsonaro ante 40% de Haddad), defesa do meio ambiente (40% Bolsonaro e 39% para Haddad), aposentados (39% para Bolsonaro, 44% para Haddad) e jovens (46% Bolsonaro, ante 39% de Haddad). Essas diferenças de imagem também se manifestam em relação à defesa dos empresários, dos bancos e dos trabalhadores. De acordo com o Ibope, Bolsonaro é considerado pela maioria um defensor dos interesses do empresariado (65%) e dos bancos (54%), enquanto seu rival é mais relacionado a pautas dos trabalhadores (47%). Perfil O perfil de cada candidato indicado pela pesquisa vai ao encontro do resultado da votação do primeiro turno das eleições. Enquanto o capitão reformado liderou em cidades com índice de desenvolvimento mais alto, ou seja, mais ricas, o petista teve o eleitorado concentrado em municípios com IDH menor. Historicamente, o voto antipetista se concentra mais entre eleitores brancos, mais escolarizados e de renda mais alta. Com a rejeição maior de Bolsonaro entre o eleitorado feminino, Haddad é visto pela maior parte como o principal representante dos interesses das mulheres: 48% tem essa imagem do candidato do PT, ante 37% do PSL. O Ibope ouviu 2.506 eleitores nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. Isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo Nº BR-01112/2018. Os contratantes foram o Estado e a TV Globo. Repercussão Para o cientista político Jairo Pimentel, pesquisador do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os números do Ibope mostram que Haddad só conseguiria vencer a eleição se retirar votos de Bolsonaro. “Mesmo se Haddad conseguisse reverter a totalidade de brancos, nulos e indecisos, Bolsonaro venceria mesmo assim. O mercado eleitoral disponível para Haddad parece ser bem pequeno. Ele tem de ir atrás mesmo é do eleitorado de Bolsonaro”, disse Pimentel. De acordo com o Ibope, votos em branco e nulos somaram 9%, enquanto 2% dos consultados se mostraram indecisos. Já o professor Antonio Alkmim, da PUC-RJ, diz ver um quadro praticamente definido a favor de Bolsonaro. Em sua opinião, apenas um fato novo e de forte impacto poderia tirar a diferença entre os dois candidatos a 13 dias da votação. “O que podemos ver é que existe aí um teto do Bolsonaro, se compararmos com as pesquisas da semana passada. Ao mesmo tempo, a rejeição dele cai, enquanto a de Haddad aumenta. Faltando 13 dias para a eleição, existe um quadro quase que consolidado, a não ser que ocorra algo de forte impacto na campanha.” Para ele, a possível migração de votos de outros concorrentes, como Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede), já ocorreu em direção ao petista e é raro que as intenções de voto mudem de trajetória no segundo turno. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
  4. São Paulo – Leia as principais notícias desta terça-feira, 16, para começar o dia bem informado: As quentes do dia Haddad contra seu maior adversário: a rejeição galopante. A rejeição ao candidato do PT dobrou nos últimos 30 dias e chegou a 47%. Sem reduzir esse número, sua chance de ser eleito é zero. Sérgio Praça: Um improvável plano para Haddad virar o jogo. Haddad segue se esquivando de dizer que não dará indulto a Lula caso seja eleito. Só isso já é suficiente para qualquer eleitor ficar com os dois pés atrás Ibope do 2º turno: Bolsonaro tem 59% contra 41% de Haddad. Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira (15), o pesselista aparece com 18 pontos de vantagem de seu adversário O TSE (só agora) tenta se armar contra as fake news. Ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, tem reunião com representantes de Fernando Haddad e de Jair Bolsonaro. Quem ganha e quem perde com a incorporação da Smiles pela Gol. “A operação veio do controlador, que irá colocar no bolso uma empresa geradora de caixa”, afirma analista. A Fortuna de Bolsonaro e a Fartura de Haddad. Duas pequenas cidades brasileiras representam o tesouro eleitoral dos candidatos à Presidência. Irmão de Ciro chama petistas de babacas e diz que partido merece perder. Em evento de apoio a Haddad, Cid Gomes cobra do partido que admita erros. Bolsonaro e Haddad suavizam discursos e propostas no segundo turno. Presidenciáveis revisaram posições polêmicas para obter votos e diminuir rejeição. Aliados de Bolsonaro já fazem disputa por espaço e indicações de ministros. Grupos aliados do candidato do PSL estão se enfrentando pela primazia na indicação de nomes. Gol quer fechar capital da Smiles, que perde R$ 2,5 bi. Após comunicado ao mercado, a ação da empresa caiu ontem 39%, para R$ 31,70. Ibope: Para eleitores, Bolsonaro é quem mais defende os ricos e Haddad, os pobres. Candidato do PSL é ligado a empresários e petista, aos trabalhadores. Política e mundo TSE determina que vídeos de Bolsonaro sobre “kit gay” sejam removidos. A decisão partiu do ministro Carlos Horbach, do TSE, que determinou a remoção de seis postagens no Facebook e no Youtube. Arábia Saudita cogita admitir que jornalista morreu durante interrogatório. Jamal Khashoggi, cidadão saudita que mora nos EUA, teria morrido durante um “interrogatório que deu errado”, de acordo com a imprensa norte-americana. João Doria e Márcio França desistem de participar de debate no domingo. Representantes dos veículos que iriam transmitir o debate tentaram negociar datas mais convenientes para as duas campanhas, mas não houve acordo. TRE manda excluir vídeo contra Doria postado por vereador no Facebook. Postagem “desborda a liberdade de expressão na medida em que veicula montagem aparentemente ilícita”, afirma desembargador. Fechamento de jornais cria desertos de notícias locais nos EUA, diz estudo. Mais de 1.800 jornais americanos fecharam desde 2004, ocasionando pouca ou nenhuma informação sobre assuntos públicos, disseram pesquisadores. Justiça com poucas mulheres tem “visão limitada do mundo”, diz Toffoli. Mulheres representam 38% da magistratura, mas o percentual diminui à medida em que se avança na carreira. Bolsonaro usa “atestado fake” para não debater, diz líder do PT na Câmara. Parlamentar disse que candidato à Presidência do PSL é “covarde” e costuma ser corajoso apenas quando está “em bando” ou contra mulheres. Ministério da Saúde recebeu 416 fake news pelo WhatsApp em um mês. Órgão divulgou número para receber notícias falsas sobre saúde que circulam no aplicativo de mensagens e desmenti-las. Ibope do 2º turno: Bolsonaro tem 59% contra 41% de Haddad. Pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (15) TSE nega pedido de Haddad para suspender propaganda de Bolsonaro. Peças publicitárias afirmam que o petista quer “desarmar a população” e o associam ao ex-ministro José Dirceu e ao presidente da Venezuela. Julgamento de Harvard por suposta discriminação a asiáticos começa nos EUA. Organização de estudantes denunciou o favorecimento de alguns alunos em detrimento dos asiáticos no sistema de cotas do processo seletivo da instituição. Enquanto você desligou… “Ninguém sai quando tudo está incrível”, diz ex-presidente do Instagram. Divergências com Mark Zuckerberg seria o motivo da saída dos fundadores do aplicativo. Paul Allen, da Microsoft, morre aos 65 anos de idade. De acordo com o veículo CNBC, a causa da morte foi uma complicação de um tipo de câncer que se origina nos gânglios. Petrobras espera retomar processo de venda da TAG em novembro. Estatal depende da cassação de uma liminar no Supremo Tribunal Federal para concluir transação. Abilio Diniz nega ter cometido irregularidades na BRF. Segundo Diniz, “no relatório apresentado pela Polícia Federal não existem elementos que demonstrem irregularidades cometidas”. Palm volta ao mercado com celular para combater o vício em smartphone. Conhecida pelos seus PDAs no começo dos anos 2000, a Palm está de volta com um novo celular minimalista do tamanho de um cartão de crédito. Visitas a shoppings caem em setembro por causa de cenário político. Sudeste foi a região com o pior desempenho no período, com queda de 2,46% em relação ao mesmo mês de 2017, aponta levantamento. Greve dos caminhoneiros tirou 1,2 ponto porcentual do PIB, afirma Fazenda. Greve tirou parte importante da recuperação cíclica de 2018, afirmou a secretária-executiva da Fazenda. BNDES aprova financiamento de R$ 125 mi para cooperativa Castrolanda. Financiamento será destinado para a implantação de uma fábrica de leite em pó e uma unidade de produção de leitões da companhia no Paraná. Agenda Nesta terça-feira, a China divulga o índice de Novos Empréstimos. Nos Estados Unidos, serão divulgados o índice de Produção Industrial (Mensal), o medidor de Ofertas de Emprego JOLTs, os Estoques de Petróleo Bruto Semanal, além de ocorrer o pronunciamento de Mary Daly, do Federal Open Market Committee (FOMC). Já na Zona do Euro, ocorre a divulgação do Índice de Percepção Econômica e os dados da balança comercial em agosto. Ler artigo completo
  5. PF indicia Abilio A Polícia Federal indiciou o empresário Abilio Diniz nos autos da Operação Trapaça por estelionato, organização criminosa e falsidade ideológica. Outros 42 investigados também foram indiciados. Na lista está o ex-diretor-presidente global da BRF Pedro de Faria, também suspeito por crime contra saúde pública. O indiciamento mostra que a autoridade policial vê indícios de crime e transforma os citados em suspeitos, mas não significa culpa. A empresa não havia se posicionado até as 19h de hoje. A Trapaça, desdobramento da Operação Carne Fraca, foi deflagrada em março deste ano. A operação tinha como alvo um esquema de fraudes descoberto na BRF, gigante do setor de carnes e processados e dona das marcas Sadia e Perdigão. A operação investiga um esquema de fraudes na BRF, com irregularidades como a não notificação de irregularidades como a presença de salmonela nos produtos. – Morre Paul Allen Paul Allen, cofundador da Microsoft ao lado de Bill Gates, morreu aos 65 anos, em Seattle, nos Estados Unidos, em razão de um linfoma não-Hodgkin, doença que afeta mais de 200 mil americanos por ano no país. A luta de Allen contra o câncer não foi breve. Dianosticada no começo dos anos 1980, a doença fez com que ele deixasse a Microsoft. Por anos, ela esteve em remissão, mas sua nova incidência foi terminal. Além de ter dado o nome de Microsoft à empresa, Allen e Gates foram os responsáveis pela criação do sistema operacional dos primeiros computadores pessoais da IBM nos anos 1980. – Queda livre na Smiles A desvalorização de quase 40% das ações da Smiles nesta segunda-feira fez com que a empresa perdesse 2,5 bilhões de reais em valor de mercado. A companhia terminou o dia sendo avaliada em 3,92 bilhões de reais. Na última quinta-feira (último pregão antes do feriado do dia 12 de outubro), o valor estimado era de 6,42 bilhões de reais. No domingo, a GOL, controladora da Smiles, anunciou reorganização societária. A companhia aérea irá incorporar a Smiles, o que resultará em sua extinção. A decisão foi tomada pensando na migração para o Novo Mercado da B3. A reorganização depende da aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil e dos acionistas das companhias. Caso a reorganização não seja aprovada, a Gol disse que poderá reverter para “estruturas alternativas para alcançar seus objetivos a esse respeito, incluindo por meio de uma oferta pública de aquisição.” – Indústria de veículos desacelerando A indústria de veículos do Brasil deve desacelerar o ritmo de crescimento das vendas e produção em 2019, previu nesta segunda-feira, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. Segundo ele, o crescimento das vendas internas em 2019 deverá ser “de dois dígitos baixos, um pouco abaixo deste ano”. A Anfavea espera para 2018 crescimento de 13,7 por cento nas vendas internas, para 2,546 milhões de veículos, após alta de 9% em 2017. Megale também afirmou, durante evento promovido pela AutoData, que a produção deve crescer “um pouco abaixo de 2 dígitos” em 2019, pressionada pela crise argentina, principal mercado externo do setor. A previsão da Anfavea para este ano é de crescimento de 11% na produção, para 3 milhões de unidades. – Recorde de produção A Vale registrou recorde de produção e vendas de minério de ferro e pelotas no terceiro trimestre, com impulso das atividades da mina S11D, informou nesta segunda-feira, a mineradora, que registrou também recuo de volumes em metais básicos, além de cortes em previsões para níquel e carvão. Com menos impurezas, a mina no Pará vem colocando a maior produtora de minério de ferro do mundo em boa posição para lidar com a busca de siderúrgicas chinesas por produtos de maior qualidade para reduzir a poluição, segundo analistas. A Vale quebrou a barreira de produção de 100 milhões de toneladas de finos de minério de ferro em um trimestre, alcançando o novo recorde de 104,9 milhões de toneladas no terceiro trimestre, alta de 10,3% ante o mesmo período de 2017. A mina de ferro S11D, o maior projeto já realizado pela Vale, que começou a operar no fim de 2016, atingiu produção de 16,1 milhões de toneladas no terceiro trimestre, alta de 160% ante o mesmo período do ano passado, rodando em um ritmo de aproximadamente 70 por cento de sua capacidade nominal no período. – Bank of America tem “melhor lucro” O Bank of America anunciou nesta segunda-feira uma alta de seu lucro no terceiro trimestre, descrito como “o melhor de sua história”, devido, principalmente, ao aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed). O segundo maior banco dos Estados Unidos em ativos relatou um lucro líquido de 6,7 bilhões de dólares, 35,1% mais alto que no mesmo período do ano passado. Antes do pagamento de impostos, essa margem alcança 9 bilhões de dólares, um nível inédito até hoje. – Rever 1964? À frente do grupo que elabora propostas para o Ministério de Educação de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL), o general Aléssio Ribeiro Souto diz que “é muito forte a ideia” de se fazer ampla revisão dos currículos e das bibliografias usadas nas escolas para evitar que crianças sejam expostas a ideologias e conteúdo “impróprio”. Ele defende que professores exponham a verdade sobre o “regime de 1964”, narrando, por exemplo, mortes “dos dois lados”. “É muito forte a ideia de revisão dos processos curriculares, das bibliografias. Isso precisa ser muito cuidado para não termos absurdos que vimos na TV, como a distribuição de livros que deixam qualquer mãe estupefata”, disse. Para o general, “determinadas coisas são responsabilidade dos pais”, porque a escola “não tem de influenciar para uma direção ideológica”. “Estamos colocando revisão completa dessas questões curriculares.” Em relação à temática da ditadura militar, o general defende um debate “à luz da liberdade”. “A questão de golpe é a menor. Há quem diga que o afastamento da Dilma, feito no âmbito do Congresso, foi golpe. Mas sonegar para crianças o que ocorreu? Não concordo”, disse. “Quando você trata dos problemas e das mortes — e guerra traz mortes —, tem de tratar dos dois lados. Existe a verdade. Ela nem sempre tem sido retratada”, acrescentou. – Ministro desejado O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, postou uma mensagem em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira (15) sugerindo o nome do filósofo e articulista Mario Sérgio Cortella para o Ministério da Educação. “Sou amigo do Mario Sérgio Cortella há anos. Ele acompanhou meu trabalho como ministro e há muito tempo digo que ele deveria pensar em ocupar o Ministério da Educação. Quero montar a equipe dos melhores”, escreveu o ex-prefeito da capital paulista. Em entrevista à rádio Bandeirantes também nesta segunda, Haddad havia falado sobre o assunto. “Há muito tempo eu liguei para o Cortella e falei, se eu puder opinar — não era candidato a nada —, eu acho você tem que pensar em ocupar o Ministério da Educação. Você é um quadro que tem o respeito de todas as forças. Eu fiz um comentário tempos atrás. Recentemente, trocamos um telefonema porque ele é meu amigo”, disse. Cortella não é o primeiro nome aventado pelo presidenciável do PT para compor um eventual ministério. Na semana passada, o ex-prefeito de São Paulo sugeriu que o empresário Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, “tem todas as condições, perfil e sensibilidade social” para chefiar a Fazenda caso ele seja eleito. Haddad também disse estar mantendo diálogo com o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa, com quem chegou a se reunir em Brasília. – May: UE negociará solução aduaneira A primeira-ministra britânica, Theresa May, afirmou nesta segunda-feira que a União Europeia consentiu em torno de “explorar” uma “solução aduaneira” que valha para todo o Reino Unido no caso de um eventual acordo do Brexit ainda não estar integralmente em vigor ao fim do período de implementação, em 1º de janeiro de 2021. Essa solução, se futuramente concretizada, serviria como uma “apólice de seguro” para evitar que se erga uma fronteira física entre a Irlanda do Norte, que é parte do Reino Unido, e a República da Irlanda, integrante da UE. “O que queremos ver em uma solução emergencial (‘backstop‘) é uma situação em que a Irlanda do Norte possa exportar livremente para a Grã-Bretanha e para a UE”, explicou. – Maior fome em 100 anos O Iêmen, país que vive três anos de uma violenta guerra civil, está prestes a se tornar a maior crise de fome no planeta em cem anos, se os bombardeios da coalizão liderada pela Arábia Saudita, e que tem o apoio dos Estados Unidos, Reino Unido e França. O alerta veio da Organização das Nações Unidas no início desta semana. De acordo com estimativas recentes da entidade, 18 milhões de pessoas vivem em “insegurança alimentar”. Um dos países mais pobres do mundo, o Iêmen está em conflito desde idos de 2015, quando rebeldes huthis se levantaram contra o presidente iemenita Abedrabbo Mansour Hadi. A guerra civil se agravou na medida em que os diferentes lados passaram a ser apoiados por diferentes potências militares em 2015. Do lado dos huthis, que conseguiram se consolidar e controlar grandes territórios no país (a capital Sana, inclusive), está o Irã e do lado do governo, que ganhou reconhecimento internacional, a coalizão saudita. Ler artigo completo
  6. O grupo de ensino Kroton escolheu o dia do professor (15/10), para marca o início da gestão das operações da Somos Educação, empresa focada em colégios e escolas de educação básica. O negócio foi fechado em abril, por cerca de 6,3 bilhões de reais, mas só agora passou por todos os trâmites do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e também pelos processos internos das empresas. Mais do que o primeiro dia de trabalho com o novo ativo, a compra da Somos deve representar um hiato da Kroton em aquisições multibilionárias. A ordem na Kroton, Conhecida por ser uma consolidadora em série, agora é focar no crescimento orgânico. “Não estamos fechados para compras, nem em ensino superior e nem no básico, mas temos um grande trabalho para ganhos de sinergia”, afirma Rodrigo Galindo, presidente da companhia. Veja também NEGÓCIOSIntegração da Saber e Somos Educação deve levar dois anos, diz Kroton15 out 2018 - 12h10 Ele lembra que a nova empresa, mesmo sendo a líder, terá menos do que 1% de participação do ensino básico privado. No Brasil, há 40.000 colégios e a Saber conta com 46 colégios próprios de educação básica, além de 17 escolas de idiomas, o que totaliza 32.000 alunos. Um dos desafios da educação básica é a falta de ativos graúdos à venda. Grandes concorrentes, como o Grupo SEB, do empresário Chaim Zaher, e Eleva, que tem o bilionário Jorge Paulo Lemann como um dos acionistas, não se mostram abertos para propostas. No ensino superior, a negativa do Cade em aprovar a fusão com a Estácio, no ano passado, fechou algumas portas para a estratégia de crescimento acelerado via aquisições. Logo, sobram os ativos menores – que não vão fazer a Kroton dar saltos de crescimento como em anos anteriores. De 2010 até 2017, a empresa saiu de uma receita líquida de 640 milhões de reais para 5,5 bilhões. A prioridade, agora, será na integração das companhias, que nasce com um faturamento de 7,4 bilhões de reais. Segundo Galindo, deve levar dois anos para ocorrer a junção integral das operações e as sinergias podem chegar a 300 milhões de reais. Nesse tempo, a Kroton, por meio de sua holding de ensino básico Saber, terá algumas missões. Uma delas será fazer uma oferta pública de ações (OPA) até o dia 12 de novembro aos investidores minoritários da Somos. O fundo de investimentos Tarpon tinha 74% da empresa e recebeu 4,6 bilhões por sua fatia. A ideia é fechar o capital da Somos até maio de 2019 para a empresa se tornar uma subsidiária da Saber. A integração começará com os trâmites financeiros. Comandada pelo executivo Mário Ghio, que acumula os cargos de diretor-presidente de educação básica da Kroton e de CEO da Saber, a companhia buscará logo as sinergias de redução de custos, principalmente os gastos ligados à operação, quanto com a geração de novas receitas. Uma das maiores oportunidades, segundo Galindo e Ghio, está na extensão do aprendizado da criança além do horário de aula. A Saber irá focar especialmente em segmentos mais tradicionais, como o ensino bilíngue, mas pretende estender para outras áreas de estudo no futuro como robótica e desenvolvimento de códigos. “Isso representa um ganho de receita sem aumento de gastos administrativos”, diz Ghio. EaD no ensino básico? Essa, aliás, deve ser a tônica de investimentos em educação básica. A empresa pretende ser uma solução integrada para apoio à escola. Atualmente, 67% da receita da Saber vem das escolas. Outros 25% vêm dos livros didáticos feitos para escolas públicas por meio das editoras Scipione, Ática e Saraiva. O faturamento dessa área, no entanto, deve cair. Não por diminuição das vendas, mas pela substituição por soluções tecnológicas, como materiais didáticos digitais – que apresentam margens superiores aos livros físicos. Um outro fator que chama a atenção da Kroton é a possibilidade de o ensino básico público ter disciplinas a distância, como aventado pelo candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro (PSL) em sua campanha. Galindo não acredita que o ensino seria eficiente para alunos mais novos, mas não descarta a metodologia no ensino médio, por exemplo. “Um aluno pode começar a ter contato com matérias de alguns cursos em específico ainda no ensino médio para escolher a sua graduação”, diz o presidente. “De qualquer forma, estamos preparados para oferecer o ensino a distância em colégios.” O plano ainda não está formatado, ressalta. As ações da empresa, antes considerada uma queridinha dos investidores, caíram 42% este ano. No terceiro trimestre de 2018, a base de alunos no ensino superior teve uma queda de 2,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. Por isso, o mercado de 60 bilhões de reais do ensino básico pode representar uma injeção de ânimo que está faltando para os acionistas da Kroton. Ler artigo completo
  7. Brasília, 16 – O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de seis postagens no Facebook e no YouTube em que o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, faz críticas ao livro “Aparelho Sexual e Cia.” e afirma que a obra integraria material a ser distribuído a escolas públicas na época em que Fernando Haddad (PT) comandava o Ministério da Educação. No vídeo, Bolsonaro afirma que o livro é “uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem pelo sexo”. “No meu entender, isso é uma porta aberta para a pedofilia”, diz o candidato do PSL, que ainda afirma que “esse é o livro do PT”. Veja também BRASILTSE lança página para esclarecer eleitores sobre notícias falsas12 out 2018 - 13h10 BRASILHaddad não criou o “kit gay”12 out 2018 - 08h10 BRASILPT pede direito de resposta no TSE contra Bolsonaro sobre “kit gay”15 out 2018 - 07h10 Em nota, o Ministério da Educação (MEC) já afirmou em diversas oportunidades que não produziu nem adquiriu ou distribuiu “Aparelho Sexual e Cia.”, esclarecendo que o livro é uma publicação da editora Companhia das Letras publicada em 10 idiomas. “É igualmente notório o fato de que o projeto ‘Escola sem Homofobia’ não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado. Assim, a difusão da informação equivocada de que o livro em questão teria sido distribuído pelo MEC gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor”, concluiu Horbach. Os advogados do PT afirmam que, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, no dia 28 de agosto, Bolsonaro mentiu e difundiu a falsa ideia de que o livro seria distribuído em escolas públicas. “O candidato vem proferindo esta grave mentira há mais de dois anos. A informação de que o livro seria distribuído em escolas públicas começou a ser difundida por Bolsonaro no dia 10 de janeiro de 2016 através de um vídeo que publicou no Facebook”, observa a coligação de Haddad. Em outra representação, o ministro negou um pedido do PT para remover uma entrevista de Bolsonaro concedida ao programa “Pânico”, na qual o deputado federal faz referência ao material didático do projeto “Escola sem homofobia” como sendo o “kit gay”, atribuindo a responsabilidade pela sua elaboração a Fernando Haddad. “É possível concluir que os representantes buscam impedir que o candidato representado chame o material didático do projeto ‘Escola sem Homofobia’ de ‘kit gay’. Tal pretensão, caso acatada pelo Poder Judiciário, materializaria verdadeira censura contra o candidato representado, que estaria impedido de verbalizar, de acordo com suas concepções, críticas à gestão do concorrente à frente do Ministério da Educação”, observou Horbach. Ler artigo completo
  8. Siscomex (robô)

    [EXAME] O TSE (só agora) tenta se armar contra as fake news

    Com a campanha presidencial praticamente decidida em favor de Jair Bolsonaro (PSL), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu agir para tentar conter a onda de notícias falsas que invadiu as redes sociais espalhada sobretudo por apoiadores do capitão reformado do exército. Ontem, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, e o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, se reuniram para discutir medidas de segurança no segundo turno. Anunciaram a criação de um aplicativo para que mesários possam denunciar em tempo real irregularidades no dia da eleição. E também afirmaram que técnicos do TSE vão passar a trabalhar dentro do Centro de Comando e Controle para acelerar a investigação de possíveis fake news — o centro precisa de autorização da Justiça Eleitoral para começar a investigação de cada caso. Veja também BRASILTSE determina que vídeos de Bolsonaro sobre “kit gay” sejam removidos16 out 2018 - 06h10 BRASILHaddad não criou o “kit gay”12 out 2018 - 08h10 Nesta terça-feira, Weber deve se encontrar com representantes das campanhas de Bolsonaro e de Fernando Haddad (PT) para discutir a disseminação de fake news e a lisura eleitoral. A medida, importante, vem tarde. O tribunal até criou um Conselho Consultivo Sobre Eleições e Internet, mas o órgão só foi se reunir na quarta-feira após o primeiro turno. Segundo o Datafolha, os eleitores de Bolsonaro são os que mais distribuem conteúdo pela internet (40%, ante 22% dos eleitores petistas). Na semana passada, Haddad propôs ao adversário uma carta de compromisso contra a difamação na internet, mas seu adversário se recusou a assinar e ainda o chamou de “canalha”. A verdade é que Bolsonaro tem vencido a batalha digital, que conta com informações verdadeiras, e também com muita mentira. Na semana passada, Steve Bannon, estrategista político de Donald Trump, citou o Brasil como parte de um movimento global que coordena para levar o populismo de direita ao poder. Sua estratégia é baseada na desinformação e nas fake news. Bannon se encontrou com Eduardo Bolsonaro, o filho do candidato, em agosto. Neste contexto, a Justiça Eleitoral não só tarda, como também falha. Ontem, o TSE negou uma liminar ao petista num dos casos de fake news mais surreais desta campanha. O pedido era para que o escritor Olavo de Carvalho retirasse do ar publicações com ataques ao petista. Numa delas, afirma que, em livro, “Haddad sugere que os meninos comam suas mães”. O ministro Luís Felipe Salomão, do TSE, negou a liminar em defesa da “liberdade de expressão”. Ler artigo completo
  9. São Paulo – A computação em nuvem é a menina dos olhos de gigantes como Amazon, Google e Microsoft – mas uma novidade da startup brasileira ContaAzul mostra como o Brasil ainda está longe de aproveitar todo o potencial dessa tecnologia. O negócio anunciará hoje a Conta Azul Mais, uma plataforma dedicada a incluir contadores na computação em nuvem. Antes, inclusive na Conta Azul, o profissional de contabilidade tinha de transferir dados de seus clientes a um software instalado em seu computador. Agora, as informações serão atualizadas em tempo real não só para o cliente, mas também para ele. Essa mudança pode ajudar contadores a economizarem até 85% de tempo de trabalho e fazer a Conta Azul a dobrar de tamanho neste ano, afirmou em entrevista exclusiva a EXAME Vinícius Roveda, CEO da startup. “Um estudo do Sebrae mostrou que 65% dos donos de negócio no Brasil esperam que o contador seja o principal aliado do negócio. Nossa plataforma surge em compasso com essa expectativa”. A novidade será divulgada à tarde no evento Conta Azul [CON], conferência organizada pela startup que discute tendências de tecnologia, inovação, serviços financeiros e o futuro da contabilidade. Evolução de negócio A Conta Azul nasceu em 2012, com a proposta de dar uma plataforma de gestão financeira em nuvem ao pequeno e médio negócio. Três anos depois, Roveda percebeu como mandar notificações aos empreendedores sobre problemas no caixa não era suficiente – eles quebravam mesmo assim, enrolados com outras atividades empresariais. “O dono de negócio precisa de alguém próximo, que entenda o contexto da empresa e apresente medidas práticas para controlar as contas e impulsionar o sucesso. O contador seria o profissional mais preparado para esse trabalho.” Vinícius Roveda, CEO da Conta AzulDivulgação Após estudar casos como o do unicórnio neozelandês Xero, a Conta Azul lançou a Conta Azul para Contadores em 2015. Por meio desse sistema de gestão, o contador pode organizar seus clientes, inserir dados contábeis e gerar relatórios com menor trabalho manual, aumentando o tempo dedicado a questões mais estratégicas. Desde a criação da Conta Azul, o cliente final pode inserir informações a qualquer hora por meio da computação em nuvem. Algumas áreas cobertas são cobranças, estoque, vendas, notas fiscais, pagamentos, faturamento e documentos para a cobrança de tributos. Mas, até agora, o contador ainda era obrigado a pegar novos dados a cada atualização de seu cliente. O profissional acessava a Conta Azul dos seus clientes, visualizava as informações e as exportava para o sistema contábil usado em seu escritório de contabilidade. No final do ano passado, a Conta Azul começou a trabalhar em um sistema de computação de nuvem também para o lado do contador, que se tornou a Conta Azul Mais. O recurso para impulsionar o desenvolvimento dessa plataforma veio de um aporte de 30 milhões de reais, liderado pelo fundo Tiger Global Management, também usado para adquirir a startup de software Wabbi, que ajudou a desenvolver o sistema de contabilidade em nuvem. Em 2011, a Conta Azul foi selecionada pela 500 Startups para o programa de aceleração de startups sediado no Vale de Silício (Estados Unidos) e recebeu seu primeiro aporte, no valor de 50 mil dólares. Na sequência, foram realizadas mais quatro rodadas de investimentos. Em 2012, um Série A liderado pelo fundo Monashees. No ano seguinte, um aporte Série B liderado pela Ribbit Capital. Em 2014, um follow Série C da Ribbit Capital. E agora, em 2018, o aporte Série D da Tiger Global Management. <span class="hidden">–</span>Divulgação Com a Conta Azul Mais, o profissional não precisa mais instalar um software: ele vê a mesma tela de seu cliente, com alguns dados a mais e outros a menos. Isso fará com que contadores trabalhem com seus clientes em tempo real, com a mesma versão das informações. Juntos, podem organizar e agir estrategicamente em busca de alto desempenho e produtividade, diz Roveda. A Conta Azul Mais é um recurso gratuito para quem já paga um plano da Conta Azul, com mensalidades que vão de 69 e 419 reais por mês. Podem fazer um plano tanto empreendedores, que repassarão a Conta Azul Mais ao seu contador, quanto contadores que queiram repassar a Conta Azul a seus clientes. A Conta Azul foca cada vez mais na integração com aplicativos que forneçam serviços complementares, um movimento praticado por outras startups de software como serviço (Saas), como a Resultados Digitais. Os usuários da Conta Azul já podem emitir boletos e fazer a conciliação de crédito pela plataforma, por meio da associação com empresas como Stone, Cielo e iugu. Por meio do open banking, também podem ver seu extrato em tempo real, contratar serviços financeiros e realizar transferências, caso tenham contas em instituições como o Banco do Brasil. Há mais de 40 empresas associadas à startup. Daqui em diante, a Conta Azul busca integrar players em áreas como e-commerce e marketing, além de outros bancos dispostos a praticar o open banking. A ContaAzul não divulga números exatos de usuários, mas mais de 800 mil empresas assinaram algum dia o serviço, que recebe ultimamente três mil clientes novos por mês. Ao todo, possui “dezenas de milhares” de usuários ativos. A startup também diz ter economizado até agora 300 mil horas das pequenas empresas e escritórios contábeis atendidos. Passam por ano pela Conta Azul 30 bilhões de reais em vendas, por meio de notas fiscais emitidas. Veja também PMEEmpréstimos de até R$ 20 mil sem juros para MEIs já atendem centenas em SP9 out 2018 - 06h10 Roveda espera que a Conta Azul atinja 100% de crescimento neste ano – até agora, os números caminham dentro da meta – e que repita a porcentagem em 2019 e 2020. A companhia prepara sua mudança para ocupar, a partir de janeiro do próximo ano, uma área com 9 mil metros quadrados localizada no parque tecnológico Ágora Tech Park (Joinville, Santa Catarina). A troca de sede acompanha a expectativa de aumentar de 250 para 500 funcionários até o final deste ano. Hoje, o maior desafio da startup é convencer as mais de 60% das empresas brasileiras que não possuem uma plataforma de gestão, segundo estudos do CEO, a abandonarem o Excel. Grandes empresas de software, como SAP e TOTVS, não entraram no mercado de contabilidade. A depender da agilidade em captar investimentos e expandir serviços, Roveda pretende continuar na dianteira. Ler artigo completo
  10. São Paulo – O anúncio da GOL, de incorporar a Smiles, pegou o mercado de surpresa: desagradou investidores e acionistas minoritários e confundiu analistas. A operação resultará na extinção da empresa de fidelidade, da qual a aérea é acionista controladora, com migração da base acionária da Smiles para a GOL. O cenário ainda é incerto, já que os detalhes da transação ainda precisam ser acordados. Mas, entre consumidores, viajantes, investidores e empresas envolvidas, ganha a GOL e perdem acionistas minoritários, afirmam analistas ouvidos por EXAME. Para o consumidor, a operação deve ter pouco ou nenhum impacto, avaliam os analistas. A GOL teria mais poder de decisão sobre os preços das passagens resgatadas pela Smiles e poderia ajustar o valor para ter mais vantagens. Mas Max Oliveira, cofundador e CEO da MaxMilhas, acredita que isso é improvável, uma vez que a estratégia da companhia aérea tem sido valorizar o consumidor com seus produtos, como rede wifi, facilidades pelo aplicativo ou assentos com mais conforto. De acordo com a companhia, “a reorganização proposta não afetará em absolutamente nada as milhas ou benefícios dos membros da SMILES. Eles continuarão a desfrutar dos mesmos termos e condições, independentemente do resultado da nossa proposta”. “Vale lembrar que a GOL é o maior parceiro comercial da SMILES, já que mais de 90% das milhas resgatadas são utilizadas em passagens aéreas em nossa rede (GOL e parceiros)”, afirmou a empresa por email. Segundo Tatiana Brandt, analista da corretora Eleven Financial, os acionistas minoritários foram os mais prejudicados com o anúncio. Grande parte do valor era o elevado potencial de geração de caixa e pagamento de dividendos. Agora, com a incorporação da companhia pela GOL, os acionistas deixarão de receber essas vantagens. “Ao nosso ver, o posicionamento do controlador desconsiderou as boas práticas de governança corporativa, ferindo completamente o interesse dos acionistas minoritários e destruindo o valor da companhia”, diz a Eleven em relatório incisivo. Já a controladora tem muito a ganhar com a operação. As duas empresas operam de forma bastante diferente. A companhia aérea sofre com a instabilidade do câmbio e do preço do combustível, enquanto a empresa de fidelidade opera com maior estabilidade, margens maiores e lucros crescentes. “Acreditamos que essa operação veio do controlador, que irá colocar no bolso, por um preço barato, uma empresa geradora de caixa”, afirmou Brandt. A necessidade de levantar caixa foi justamente o que motivou as companhias aéreas a dividirem suas empresas de fidelidade, em primeiro lugar. “As aéreas brasileiras separaram seus negócios de fidelidade para gerar caixa, por meio de um IPO”, diz Oliveira, doMax Milhas. Agora, fazem o caminho inverso pelos mesmos motivos. Outra vantagem da incorporação para as empresas é a redução no pagamento de impostos. Por ter lucros altos, a Smiles paga imposto de renda cheio sobre esse valor. Por outro lado, a GOL tem lucros e margens menores, com trimestres de prejuízo. Assim, ao unir as duas operações, o imposto pago deve ser menor. A reorganização societária depende da aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil e dos acionistas das companhias. Surpresas e dúvidas O anúncio da companhia aérea, feito na noite de domingo, ocorre poucas semanas depois que a a TAM Linhas aéreas, subsidiária integral da Latam Airlines decidiu fechar o capital da sua operadora de programa de fidelidade Multiplus. Apesar disso, analistas ouvidos por EXAME duvidavam que o mesmo poderia acontecer com a Smiles. Ainda que as duas fossem empresas de fidelidade controladas por companhias aéreas, elas operavam com estratégias e resultados diferentes. A Multiplus já vinha perdendo mercado, principalmente para a concorrente, e reportava resultados negativos. Já a Smiles crescia a passos largos e tinha planos de dobrar de tamanho em cinco anos. Com foco em viagens e parcerias para resgate de milhas em hotéis, aluguel de carro, Uber e passeios, gerava valor para o viajante e para o acionista. Além da surpresa, analistas e investidores também ficaram apreensivos com a falta de informações sobre a operação. Uma das propostas é a troca de ações da Smiles por papéis da Gol, mas a empresa não divulgou qual seria a proporção nem o valor que seria levado em consideração. “O valor será dado por uma avaliação independente, mas não sabemos se irão considerar o valor de antes do anúncio ou após ele”, diz Bruna Pezzin, analista da XP Investimentos. Os papéis da Smiles chegaram a registrar queda de mais de 34%. Já as ações da Gol operaram em alta de 6,20% na bolsa paulista. Com tantas incertezas, para Roberto Chade, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf), uma coisa é certa. Não importa quem é acionista controlador das empresas, o mercado de fidelização deve continuar crescendo. As empresas associadas tiveram aumento de 9,8% no faturamento no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2017. Há cada vez mais espaço para novas companhias no setor, na medida em que chegam novos consumidores e novas empresas parceiras, para acumular ou resgatar os pontos. Ler artigo completo
  11. São Paulo – O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, 15, com o avanço de mais de 2 por cento da Vale entre os principais suportes após dados recordes de produção, enquanto Smiles desabou quase 40 por cento com planos da controladora Gol de incorporar a empresa. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,64 por cento, a 83.449,15 pontos, segundo dados preliminares, em pregão também influenciado por ajustes ao movimento dos ADRs brasileiros em Nova York na sexta-feira, quando a bolsa não funcionou em razão de feriado no país. O volume financeiro alcançava 19,5 bilhões de reais, inflado pelo vencimento de opções sobre ações, que totalizou 6,1 bilhões de reais, com opções de compra de papéis preferenciais da Petrobras respondendo pelos maiores giros do exercício. Ler artigo completo
  12. São Paulo – A desvalorização de quase 40% das ações da Smiles nesta segunda-feira fez com que a empresa perdesse 2,50 bilhões de reais em valor de mercado. A companhia terminou o dia sendo avaliada em 3,92 bilhões de reais. Na última quinta-feira (último pregão antes do feriado do dia 12 de outubro), o valor estimado era de 6,42 bilhões de reais. No domingo, a GOL, controladora da Smiles, anunciou reorganização societária. A companhia aérea irá incorporar a Smiles, o que resultará em sua extinção. A decisão foi tomada pensando na migração para o Novo Mercado da B3. A reorganização depende da aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil e dos acionistas das companhias. Caso a reorganização não seja aprovada, a Gol disse que poderá reverter para “estruturas alternativas para alcançar seus objetivos a esse respeito, incluindo por meio de uma oferta pública de aquisição.” Após o anúncio, a equipe de analistas do BTG Pactual cortou a recomendação das ações da Smiles para ‘neutra’ e reduziu o preço-alvo a 50 reais, citando que a “GOL aparentemente não está mais alinhada com os interesses da Smiles.” Disse ainda que a iniciativa deve beneficiar a GOL e dar maior flexibilidade nas transações relacionadas à Smiles e de sinergias significativas relacionadas a impostos. Eles estimam que as eficiências fiscais trazidas a valor presente podem superar 1,5 bilhão de reais para a Gol. Hoje, as ações da GOL fecharam em alta de 4,14%. Ler artigo completo
  13. São Paulo – O presidente da Fiat Chrysler para a América Latina, Antonio Filosa, admitiu nesta segunda-feira, 15, que não é fácil explicar o Brasil para os acionistas da empresa, mas disse que eles não vão desistir do País, apesar das incertezas que envolvem o ambiente político e econômico. “O Brasil e a Argentina não são os melhores países para explicar aos acionistas. Mas nosso acionista tem confiança no Brasil. Na maior crise do País, investimos pesadamente em uma fábrica nova em Goiana, Pernambuco, inaugurada em 2015, e hoje estamos produzindo lá em três turnos”, disse o executivo durante evento do setor automotivo em São Paulo. “Não acho que a visão do nosso acionista agora seja de desistir. É claro que o questionamento é maior quando vamos aprovar projetos de investimentos individualmente a cada acionista. É normal. Mas é positiva e fundamentada a confiança em toda a América Latina”, afirmou Filosa. Veja também NEGÓCIOSVale tem produção de minério de ferro recorde no 3º tri; níquel tem queda15 out 2018 - 16h10 ECONOMIAAlta na venda de veículos no Brasil deve desacelerar em 2019, diz Anfavea15 out 2018 - 16h10 O presidente da Fiat Chrysler disse que a projeção da empresa para o mercado brasileiro de veículos leves em 2018 é de 2,44 milhões a 2,5 milhões de unidades. Para 2019, ele afirmou “que não há razões específicas para pensar em mercado inferior a 2,6 milhões de unidades”. Segundo ele, a expansão se dará apoiada no crescimento econômico, que deve ser maior em 2019 (entre 2,4% e 2,6%) do que em 2018 (entre 1,2% e 1,35%). Ler artigo completo
  14. Rio de Janeiro – A Vale registrou recorde de produção e vendas de minério de ferro e pelotas no terceiro trimestre, com impulso das atividades da mina S11D, informou nesta segunda-feira, 15, a mineradora, que registrou também recuo de volumes em metais básicos, além de cortes em previsões para níquel e carvão. Com menos impurezas, a mina no Pará vem colocando a maior produtora de minério de ferro do mundo em boa posição para lidar com a busca de siderúrgicas chinesas por produtos de maior qualidade para reduzir a poluição, segundo analistas. A Vale quebrou a barreira de produção de 100 milhões de toneladas de finos de minério de ferro em um trimestre, alcançando o novo recorde de 104,9 milhões de toneladas no terceiro trimestre, alta de 10,3 por cento ante o mesmo período de 2017. A mina de ferro S11D, o maior projeto já realizado pela Vale, que começou a operar no fim de 2016, atingiu produção de 16,1 milhões de toneladas no terceiro trimestre, alta de 160 por cento ante o mesmo período do ano passado, rodando em um ritmo de aproximadamente 70 por cento de sua capacidade nominal no período. A produção de pelotas da Vale alcançou um recorde trimestral de 13,9 milhões de toneladas, alta de 8,7 por cento ante o mesmo período de 2017, principalmente devido à retomada das plantas de Tubarão I e II. “Esperamos que a Vale performe em linha com esses resultados, que foram amplamente esperados em termos de produção, vendas e prêmios. Classificamos a Vale para ‘compra’ com forte fluxo de caixa livre e expectativas de retorno de capital significativo em 2019 e seguintes”, disse o analisa do Citi Alexandre Hacking em relatório a clientes. O resultado financeiro da empresa deve ser publicado em 24 de outubro. As ações da empresa subiam quase 3 por cento às 16h15 desta segunda. VENDAS RECORDES O avanço da produção se refletiu em um novo recorde de vendas de minério de ferro e pelotas de 98,2 milhões de toneladas no terceiro trimestre, alta de 9,2 por cento ante o mesmo período de 2017. O analista do Bernstein Paul Gait destacou que a Vale “continuou a capitalizar os prêmios de qualidade, fazendo melhorias adicionais no mix de vendas através de contínuos crescimentos na S11D… e nas plantas de pelotização de Tubarão”. A participação de vendas de produtos premium passou de 77 por cento no segundo trimestre de 2018 para 79 por cento no terceiro trimestre, de acordo com a empresa. No caso apenas do minério de ferro, a Vale vendeu 83,976 milhões de toneladas da commodity entre julho e setembro, alta de 9,4 por cento ante igual período de 2017. Mesmo assim, a empresa deu ainda continuidade ao aumento de estoques no exterior, como forma de aumentar a flexibilidade no atendimento de tais clientes. Nos próximos trimestres, segundo a empresa, esses estoques irão crescer a uma taxa menor do que a observada nos trimestres anteriores. O prêmio médio para o preço realizado de finos de minério de ferro alcançou 8,6 dólares/tonelada no terceiro trimestre de 2018, ante 7,1 dólares/tonelada no segundo trimestre. “Esperamos que os prêmios de qualidade de minério de ferro permaneçam altos devido às mudanças estruturais em curso na indústria siderúrgica chinesa e devido aos níveis mais altos de impurezas no minério de ferro oriundo do mercado transoceânico vindo da Austrália”, disse o analista da Jefferies Christopher LaFemina. “A Vale está idealmente posicionada para se beneficiar dessa mudança no mercado devido ao seu minério de ferro de altíssima qualidade em seu Sistema Norte.” Em meio ao aumento de produção, a Vale reiterou sua meta de produção de minério de ferro de cerca de 390 milhões de toneladas para 2018 e aproximadamente 400 milhões de toneladas em 2019 e nos anos seguintes. METAIS BÁSICOS E CARVÃO Já no segmento de metais básicos, a Vale cortou novamente a meta de produção de níquel para o ano após registrar uma queda de 23,4 por cento da extração do metal entre julho e setembro ante o mesmo período de 2017, para 55,7 mil toneladas. A previsão da empresa era produzir 60 mil toneladas no terceiro trimestre. Em meio à performance abaixo do esperado, impactada por paradas para manutenção no Canadá já previstas, a empresa indicou revisão na estimativa de produção de níquel em 2018, para cerca de 240 mil toneladas de níquel, ante 250 mil toneladas estimadas em julho. A produção de cobre caiu 19,2 por cento no terceiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, para 94,5 mil toneladas, enquanto as vendas do metal caíram 16,2 por cento no mesmo período, para 92,4 mil toneladas. Veja também ECONOMIAAlta na venda de veículos no Brasil deve desacelerar em 2019, diz Anfavea15 out 2018 - 16h10 ECONOMIADéficit orçamentário nos EUA atinge US$779 bilhões, maior valor desde 201215 out 2018 - 15h10 No carvão, a empresa afirmou que está “revisando seus planos de lavra e padrões operacionais para garantir um crescimento sustentável a partir de 2019” e que tais iniciativas trazem impacto de curto prazo na produção. A previsão foi revisada para aproximadamente 12 milhões de toneladas em 2018. No terceiro trimestre, a produção de carvão da empresa somou 3,2 milhões de toneladas, queda de 0,6 por cento ante o mesmo período de 2017. As vendas também registraram 3,2 milhões de toneladas, alta de 1,5 por cento na mesma comparação. Ler artigo completo
  15. São Paulo – A indústria de veículos do Brasil deve desacelerar o ritmo de crescimento das vendas e produção em 2019, previu nesta segunda-feira, 15, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale. Segundo ele, o crescimento das vendas internas em 2019 deverá ser “de dois dígitos baixos, um pouco abaixo deste ano”. A Anfavea espera para 2018 crescimento de 13,7 por cento nas vendas internas, para 2,546 milhões de veículos, após alta de 9 por cento em 2017. Megale também afirmou, durante evento promovido pela AutoData, que a produção deve crescer “um pouco abaixo de 2 dígitos” em 2019, pressionada pela crise argentina, principal mercado externo do setor. A previsão da Anfavea para este ano é de crescimento de 11 por cento na produção, para 3 milhões de unidades. “Independente do governo que assumir no próximo ano, o mercado (interno) vai crescer 10 a 14 por cento. Tem estrutura macroeconômica que permite isso. Os juros estão baixos, o PIB está voltando, os bancos estão emprestando”, disse Megale. “O que está difícil é a exportação e isso depende muito da Argentina, que ainda vai ter dificuldades no primeiro semestre do ano que vem”, acrescentou o presidente da Anfavea, citando que os mercados do Chile e Colômbia estão avançando na pauta de vendas externas do setor. Durante o evento, o presidente da Volkswagen para a América Latina, Pablo Di Si, melhorou a estimativa de crescimento do mercado brasileiro de carros e comerciais leves de 10 por cento para 12 por cento ao ano, também citando fatores macroeconômicos, como a maior disposição de concessão de financiamentos pelos bancos. Veja também ECONOMIADéficit orçamentário nos EUA atinge US$779 bilhões, maior valor desde 201215 out 2018 - 15h10 SEU DINHEIROOs bancos com mais reclamações no 3º trimestre, segundo o BC15 out 2018 - 15h10 Di Si afirmou que a produção de motores da Volkswagen em sua fábrica em São Carlos (SP) deve dobrar para 830 mil neste ano ante 2017, mas para 2019 ele estimou crescimento de 10 a 20 por cento no volume produzido na unidade. O executivo da Volkswagen estimou que as vendas de carros e comerciais leves na Argentina devem cair para 770 mil unidades neste ano após 857 mil em 2017, mas que a produção da Volkswagen no país vizinho deverá crescer 8 por cento por causa da expansão do mercado brasileiro. Ler artigo completo
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