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  1. “Arrumando as malas para L.A. (Los Angeles, EUA)! Netflix to chegandooooo (sic)”, escreveu Larissa Manoela na foto que publicou no Twitter e Instagram. A sede da empresa fica na Califórnia. O serviço de streaming já oferece alguns filmes da atriz, como “Meus 15 Anos”, “Carrossel, o Filme” e “Carrossel 2”. Larissa não divulgou detalhes do acordo. A atriz atua na novela infantil do SBT “As Aventuras de Poliana”. Larissa não mencionou se o negócio com a Netflix vai influenciar o contrato com a emissora de Silvio Santos. Nas redes sociais, a atriz publicou uma foto em que aparece ainda como bebê. “Quem diria que os sonhos dessa menininha aí, iriam ultrapassar fronteiras. Desde o início da minha carreira, alguns anos depois dessa foto, mesmo pequena, sempre tive consciência de que queria alcançar muito mais além do que aquilo que no momento eu já tinha”, escreveu. Ler artigo completo
  2. Siscomex (robô)

    [EXAME] Fundador do WikiLeaks é indiciado nos Estados Unidos

    Washington – O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, responsável por um gigantesco vazamento de documentos confidenciais do governo dos Estados Unidos em 2010, foi indiciado neste último país, em um caso que pode ter implicações na investigação da suposta interferência russa na campanha eleitoral americana de 2016. Promotores revelaram de modo inadvertido a existência da acusação, classificada como secreta, em um processo judicial não relacionado, afirmou o WikiLeaks. A natureza precisa das acusações contra Assange não foi divulgada. “Furo: o Departamento de Justiça ‘acidentalmente’ revelou a existência de acusações confidenciais (ou um rascunho para elas) contra o editor do WikiLeaks Julian Assange, em um aparente erro de ‘copiar e colar’ em um caso não relacionado”, escreveu o WikiLeaks no Twitter. As acusações ainda fechadas contra Assange foram reveladas pela promotora adjunta Kellen Dwyer no momento em que arquivava um caso separado e pedia a um juiz para manter o arquivo como confidencial. Mas, por erro, a promotora mencionou Assange ao invés do arquivo em questão, provavelmente ao “colar” o parágrafo de outro. Ela escreveu que “devido à sofisticação do acusado e da publicidade ao redor do caso, é improvável que outro procedimento possa manter confidencial o fato de que Assange foi acusado”, informou o jornal “The Washington Post”. Em seguida, Dwyer escreveu que o indiciamento deve “permanecer confidencial até que Assange seja preso”. A acusação de Assange nos Estados Unidos poderia ter implicações na investigação comandada pelo procurador especial Robert Mueller sobre um suposto conluio da campanha presidencial de Donald Trump de 2016 com a Rússia, e sobre se Trump obstruiu a Justiça na investigação. Em julho, Mueller acusou 12 espiões russos de conspiração ao hackear os computadores do Comitê Nacional Democrata, assim como por roubo de informação e publicação dos arquivos com o objetivo de distorcer o resultado da votação. Uma das acusações faz referência ao WikiLeaks, descrito como “Organização 1” e plataforma usada pelos russos para divulgar os e-mails roubados. A imprensa americana foi alertada no fim da noite de quinta-feira sobre a revelação involuntária, graças a um tuíte de Seamus Hugues, vice-diretor do Programa de Extremismo da Universidade George Washington, conhecido por monitorar os arquivos judiciais. “Aconteceu um erro na apresentação ao tribunal”, disse Joshua Stueve, porta-voz do gabinete da Promotoria no distrito leste de Virgínia. Assange, 47 anos, permanece desde 2012 na embaixada do Equador em Londres, onde buscou refúgio ante o temor de uma extradição aos Estados Unidos pela divulgação em 2010 de milhares de documentos confidenciais americanos. O fundador do WikiLeaks procurou asilo depois que um juiz britânico decidiu a favor de sua extradição à Suécia, onde Assange enfrentava acusações de estupro, que depois foram arquivadas. Ele considerava a extradição uma desculpa para ser levado para os Estados Unidos. Londres afirma agora que ele deve enfrentar a Justiça por não cumprir as regras da liberdade condicional ao buscar refúgio na representação equatoriana, mas Assange teme que a situação termine com sua extradição aos Estados Unidos. Barry J. Pollack, um dos advogados de Assange, disse que “a única coisa mais irresponsável do que acusar uma pessoa por publicar informação verídica seria ventilar, em um caso público, informação que claramente não era destinada ao público, e sem nenhuma notificação ao sr. Assange”. Ler artigo completo
  3. São Paulo — Um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, apontou que cantar pode trazer benefícios para pessoas com Parkinson. Nos próximos 20 anos, o número de pessoas com a doença no mundo deve dobrar. Os pesquisadores observaram melhoras no humor e nos sintomas motores, além de redução de indicadores de estresse. A pesquisa foi apresentada no encontro de 2018 da Sociedade Americana de Neurociência. “Nós vemos uma melhora toda semana quando eles saem do grupo de canto”, afirma Elizabeth Stegemöller, uma das autoras do estudo. “Alguns dos sintomas, como o toque do dedo e a marcha, nem sempre respondem à medicação, mas com o canto eles estão melhorando.” Veja também CIÊNCIATomar café pode reduzir chances de Alzheimer e Parkinson8 nov 2018 - 18h11 CIÊNCIARemédio em fase experimental detém progressão do Parkinson em ratos2 jul 2018 - 20h07 O grupo de pesquisadores acompanhou 17 participantes de um grupo de terapia por meio do canto. Eles mediram frequência cardíaca, pressão arterial e níveis de cortisona de todos os pacientes, além de fazerem uma pesquisa sobre sentimentos de tristeza, ansiedade, felicidade e raiva entre os participantes antes e depois de uma hora de cantoria. Após as sessões de canto, não houve diferença em sentimentos de alegria ou raiva, mas os pacientes ficavam menos ansiosos e menos tristes. Os níveis de frequência cardíaca, pressão arterial e cortisona também caíram, o que levou os pesquisadores a analisar amostras de sangue dos pacientes. Os cientistas querem medir níveis de ocitocina (hormônio conhecido como hormônio do amor), mudanças na inflamação da doença, que mede sua progressão, e na neuroplasticidade do cérebro para entender se estes fatores podem explicar os benefícios da cantoria. A pesquisa é inspirada nos resultados de um estudo prévio da mesma equipe, que descobriu que cantar é eficiente para melhorar a respiração e controlar os músculos usados para engolir em pessoas com Parkinson. Ler artigo completo
  4. Siscomex (robô)

    [EXAME] Dólar cai abaixo de R$ 3,70 com exterior e política

    O dólar iniciou novembro em queda e terminou a quinta-feira abaixo de 3,70 reais, em dia de maior busca pelo risco no mercado internacional e com os investidores animados com os primeiros passos do novo governo eleito. O dólar recuou 0,76 por cento, a 3,6943 reais na venda, depois de cair 7,79 por cento em outubro, sua maior queda porcentual desde junho de 2016. Na semana, subiu 1,09 por cento, a primeira alta após seis semanas consecutivas de queda, período no qual perdeu 12,29 por cento de seu valor. Na mínima, a moeda foi a 3,6797 reais e, na máxima, a 3,7149 reais. O dólar futuro tinha baixa de 0,80 por cento. “Equipe econômica e projetos do governo Bolsonaro continuam sendo o foco do mercado nesse período de transição”, destacou a Elite Corretora em relatório. Nesta quinta-feira, o destaque foi a decisão do juiz federal Sérgio Moro de aceitar o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para ser o futuro ministro da Justiça. “Bolsonaro ganha pontos muito positivos com a população, que tem em Moro um exemplo probo e tê-lo no governo seria uma garantia de que a ordem seria mantida e a corrupção combatida”, já antecipava logo cedo a gestora Infinity sobre o assunto. Isso pode ser um ponto “a elevar ainda mais a confiança pós-vitória, com consequência nos indicadores econômicos de fim de ano”. Em nota, Moro disse que pretende implementar uma “forte agenda anticorrupção e anticrime organizado”. Além disso, informou que vai se afastar de novas audiências no âmbito da Lava Jato “para evitar controvérsias desnecessárias”, mas declarou que a operação seguirá em Curitiba sob comando de outros juízes. No Twitter, o presidente eleito Jair Bolsonaro disse que a agenda anticorrupção e anticrime organizado de Sérgio Moro será o norte de seu governo. O otimismo do mercado não deve, no entanto, promover alterações no patamar atual do dólar. Pesquisa Reuters mostrou que a perspectiva é de que a moeda fique em 3,75 reais em 12 meses, perto do nível de 3,70 reais com o qual a moeda vem trabalhando. O otimismo com o cenário político doméstico nesta quinta-feira encontrou respaldo num movimento de maior busca pelo risco no exterior, levando o dólar cair forte ante a cesta de moedas e também ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano. Expectativa de que a China aumente seu estímulo fiscal ajudou as divisas emergentes, enquanto o euro foi favorecido pela esperança de acordo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit. Na sexta-feira, dia em que o mercado doméstico estará fechado com o feriado de Finados, será divulgado o relatório do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que pode reforçar a percepção de mais alta de juros no país. O Banco Central vendeu nesta sessão 13,6 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 680 milhões de dólares do total de 12,217 bilhões de dólares que vence em dezembro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral. Ler artigo completo
  5. São Paulo – Um juiz federal dos Estados Unidos ordenou nesta sexta-feira, 16 de novembro, que a Casa Branca devolva a credencial para imprensa ao jornalista Jim Acosta, da rede de notícias CNN, retirada do profissional após um desentendimento com o presidente, Donald Trump, em coletiva de imprensa. A informação foi divulgada pela CNN. Veja também MUNDOCNN processa Donald Trump por banir jornalista da Casa Branca13 nov 2018 - 12h11 A ação da emissora foi ajuizada no início desta semana e tinha como réus o presidente Trump, a secretária de imprensa, Sarah Sanders, e o chefe de gabinete, John Kelly. Nos autos, a CNN alegou que o ato da Casa Branca violou os dispositivos constitucionais Primeira Emenda, que regula a liberdade de imprensa e de expressão, e Quinta Emenda, que trata da proteção a indivíduos contra abusos de poder. Statement from CNN and @Acosta on today’s ruling: “We are gratified with this result and we look forward to a full resolution in the coming days. Our sincere thanks to all who have supported not just CNN, but a free, strong and independent American press.” — CNN Communications (@CNNPR) November 16, 2018 A decisão tem caráter temporário e acatou as alegações da CNN de que a apreensão do documento do jornalista fora uma violação da Quinta Emenda, mas não entrou no mérito de uma possível violação da Primeira Emenda. We are not the enemy of the people. I am not your enemy. You are not my enemy. It is wrong to call your fellow Americans the enemy. We are all on the same team. We are all Americans. — Jim Acosta (@Acosta) October 29, 2018 De acordo com a emissora, o juiz do caso, Timothy J. Kelly, foi nomeado à corte federal no ano passado por Trump e teve seu nome aprovado para o cargo após consenso bipartidário no Senado. Relembre o caso Na semana passada, Acosta teve o seu documento apreendido pelo Serviço Secreto após uma coletiva de imprensa sobre o resultado das eleições legislativas de 2018, que culminaram com a perda da maioria no Congresso por Trump, na qual se desentendeu com o presidente. Veja também MUNDOTensão entre Trump e CNN aumenta após descredenciamento de jornalista8 nov 2018 - 21h11 “Largue o microfone… Te direi uma coisa, a ‘CNN’ deveria estar envergonhada de si mesma por ter você trabalhando para eles. É um mal-educado, uma pessoa terrível”, disse Trump enquanto Acosta disputava o microfone com uma estagiária da Casa Branca, fato usado pelo governo para justificar a suspensão da credencial. “Trump acredita na liberdade de imprensa e espera perguntas difíceis sobre ele e seu governo. No entanto, nunca toleraremos que um jornalista ponha suas mãos sobre uma jovem mulher que só está tentando fazer seu trabalho como estagiária da Casa Branca. Este comportamento é inaceitável”, declarou Sanders no comunicado. “Que a CNN esteja orgulhosa da forma como seu empregado tem se comportado não é só asqueroso, mas é um exemplo do seu degradante desprezo por todos, incluindo as mulheres jovens, que trabalham neste governo”, acrescentou. Como resposta ao comunicado de Sanders, Acosta foi lacônico: “Isto é mentira”. Momento depois do incidente, o jornalista foi abordado pelos seguranças, que pediram de volta o documento. Veja no vídeo abaixo: The US Secret Service just asked for my credential to enter the WH. As I told the officer, I don’t blame him. I know he’s just doing his job. (Sorry this video is not rightside up) pic.twitter.com/juQeuj3B9R — Jim Acosta (@Acosta) November 8, 2018 Ler artigo completo
  6. Siscomex (robô)

    [EXAME] Presidente do TRF4 assina exoneração de Sérgio Moro

    O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Thompson Flores, assinou hoje (16) a exoneração do juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em 1º grau. O pedido foi encaminhado por Moro, convidado para assumir o Ministério da Justiça no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Thompson Flores recebeu na manhã desta sexta-feira (16) o pedido de exoneração. O prazo de vigência da medida é a partir de segunda-feira (19). Moro argumentou que pretende “organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça”. “Houve quem reclamasse que eu, mesmo em férias, afastado da jurisdição e sem assumir cargo executivo, não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo”, diz o juiz no pedido. O juiz federal citou seu orgulho por ter exercido a magistratura por mais de duas décadas. “Destaco meu orgulho pessoal de ter exercido durante 22 anos o cargo de juiz federal e de ter integrado os quadros da Justiça Federal brasileira, verdadeira instituição republicana.” Sérgio Moro foi convidado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, para assumir o Ministério da Justiça, cujo foco será concentrado em duas frentes: o combate à corrupção e ao crime organizado. A pasta deverá agregar o Ministério da Segurança Pública e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Veja também BRASILMoro diz que governo Bolsonaro não fará discriminação de qualquer tipo12 nov 2018 - 06h11 BRASILFalcone e Di Pietro: os dois italianos que inspiraram Sérgio Moro11 nov 2018 - 08h11 Substituição Após a publicação do ato de exoneração do magistrado federal no Diário Oficial da União (DOU), o edital para concurso de remoção deve ser publicado. A remoção é um concurso interno entre magistrados da Justiça Federal da 4ª Região, para preenchimento de vagas. Depois da publicação do edital, os juízes federais que desejarem concorrer à vaga de remoção têm o prazo de 10 dias para manifestação de interesse e três dias para desistência. Depois o processo é instruído e deve ter a duração de cerca de um mês. O candidato deve ser escolhido de acordo com o critério da antiguidade. Primeiro leva-se em conta o tempo no cargo de juiz federal na 4ª Região. Depois, a antiguidade no exercício no cargo de juiz federal substituto na 4ª Região e, por fim, o critério de classificação no concurso público. Até o preenchimento da vaga de juiz federal na vara em que houve pedido de exoneração do magistrado, a substituição até o exercício do novo juiz titular fica a cargo do juiz federal substituto da própria vara. Não há redistribuição de processos, eles continuam atribuídos ao Juízo Federal, ou seja, a 13ª Vara Federal de Curitiba. Ler artigo completo
  7. A diretoria do Paris Saint-Germain afirmou nesta sexta-feira que não encontrou provas de discriminação em suas equipes de base, em uma investigação interna. Na semana passada, o clube havia sido denunciado pela Federação Francesa de Futebol (FFF) por supostamente promover a discriminação no recrutamento de jovens jogadores para suas categorias de base nos últimos anos. As informações que levaram à denúncia surgiram no portal francês Mediapart, com base em documentos divulgados pelo “Football Leaks”, iniciativa que conta com diversos veículos jornalísticos do mundo. Estes dados mostraram que a equipe parisiense possuía um método de classificação de atletas a serem recrutados com base nas suas etnias. O portal afirmou que o PSG separava os possíveis atletas a serem recrutados pelos seus observadores em quatro subgrupos: “francês”, “norte-africano”, “das Antilhas” e “negro africano”. E sob essa política, comandada pelo dirigente Marc Westerlopp – chefe do recrutamento de atletas das categorias de base – , apenas um atleta negro foi contratado entre os anos de 2013 e 2018. O caso repercutiu bastante na França, e a ministra do Esporte, Roxana Maracineanu, chegou a manifestar seu “desalento” diante das acusações. Já a presidente da Liga Francesa, Nathalie Boy de la Tour, afirmou que “estas práticas são inaceitáveis”. Veja também MUNDOClube Paris Saint-Germain admite racismo no recrutamento de jogadores9 nov 2018 - 12h11 Logo após a denúncia, o PSG soltou uma nota admitindo que praticou discriminação racial nas categorias de base. Disse, no entanto, não ter conhecimento de um sistema formado para registrar etnicamente os jogadores, creditando-o apenas a uma ação individual do dirigente em questão. E, em sua investigação interna, disse não ter encontrado evidências de discriminação. Segundo o clube, a investigação foi baseada em entrevistas com funcionários do clube responsáveis pelo recrutamento de atletas para a base. E “não há provas de discriminação”. O PSG divulgou o resultado de sua apuração interna após reunião com a ministra do Esporte. O clube francês, contudo, admitiu que formas ilegais de recrutamento foram usadas entre 2013 e 2017, mas negou responsabilidade por implementar este procedimento discriminatório em sua base. “Nenhum destes procedimentos foram reportados à direção geral do clube”, disse a diretoria do PSG. O caso, porém, seguirá sendo investigado tanto pela Federação Francesa de Futebol quanto pela Liga de Direitos Humanos da França. Ler artigo completo
  8. Paris – Chá ou café? O gosto parece estar determinado parcialmente pela genética, como aponta um estudo feito com britânicos e publicado no periódico “Scientific Reports”, ligado ao grupo Nature. De acordo com o estudo, pessoas geneticamente predispostas a preferir gostos amargos, em geral escolhem café por seu maior teor de amargor. Com a evolução humana, desenvolvemos a capacidade de detectar o amargor como um sistema natural de alerta para proteger o corpo de substâncias danosas. Em termos evolutivos, portanto, deveríamos querer rejeitar um café mais amargo. Participantes do estudo geneticamente mais sensíveis ao gosto amargo eram, porém, mais propensos a preferir café a chá. “Seria esperado que pessoas que são particularmente sensíveis ao gosto amargo da cafeína beberiam menos café”, ressaltou a professora de Medicina Preventiva Marilyn Cornelis, também coautora do estudo. “Os resultados contrários do nosso estudo sugerem que consumidores de café adquirem um paladar, ou uma habilidade, para detectar cafeína, devido ao aprendizado do reforço positivo provocado pela cafeína”, disse ela. Veja também CIÊNCIASuplemento de chá verde causa problemas nos rins e no fígado de americano27 out 2018 - 05h10 CIÊNCIATomar café pode reduzir chances de Alzheimer e Parkinson8 nov 2018 - 18h11 “Isso sugere que os consumidores de café desenvolvem um gosto, ou uma capacidade maior para detectar a cafeína”, afirmou Marilyn. Então, completou a pesquisadora, indivíduos geneticamente pré-programados para gostar do amargor do café aprendem a associar “coisas boas com isso”. Liang-Dar Hwang, do Diamantina Institute, da Universidade de Queensland, coautor do estudo, disse à AFP que o fato de algumas pessoas preferirem café mostra como as experiências do dia a dia podem superar tendências genéticas, quando se trata de paladar. A percepção dos gostos também está influenciada por nossos comportamentos. Pessoas mais sensíveis aos sabores amargos da quinina e a um paladar relacionado aos componentes dos vegetais são mais propensos a evitar o café em favor de seu contraparte mais doce, o chá. “Mesmo que, de forma natural, os humanos não apreciem o amargor, podemos aprender a gostar, ou a apreciar, os alimentos amargos, depois de expostos a fatores ambientais”, afirmou o pesquisador. Os bebedores de café são, geralmente, menos sensíveis do que os bebedores de chá ao amargor, o que os torna menos propensos a rejeitar outras comidas também amargas, como as verduras, completou Hwang. Baseado nos dados genéticos de cerca de 438.000 participantes britânicos, o estudo por enquanto “não é generalizável para outros países e culturas”, advertem os autores. Ler artigo completo
  9. Siscomex (robô)

    [EXAME] Estudantes poderão renovar o Fies até o dia 23

    Estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem renovar os contratos até o dia 23 de novembro. O prazo, que terminaria hoje (16) foi prorrogado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Devem fazer o aditamento aqueles que contrataram o Fies até 31 de dezembro de 2017. Neste semestre, cerca de 890 mil contratos devem ser renovados, de acordo com o FNDE. A renovação do contrato é feita pelo sistema SisFies. Segundo o FNDE, o prazo foi estendido para que nenhum estudante com contrato a ser renovado fique de fora. “Em virtude do feriado, decidimos dar mais prazo para que todos consigam concluir o processo de aditamento no sistema”, diz o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, em nota enviada pela autarquia. O FNDE ressalta ainda na nota que é “fundamental que os alunos acessem o SisFies o quanto antes e não deixem para a última hora”. Os contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é inicialmente feito pelas instituições de ensino para, depois, as informações serem validadas pelos estudantes no sistema. Caso o aditamento tenha alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro, que é o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal, para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema. Contratos de 2018 Os estudantes que aderiram ao Novo Fies e contrataram o financiamento em 2018 devem seguir o cronograma da Caixa, que é o Agente Operador do Novo Fies.. Segundo a Caixa, aproximadamente 50 mil estudantes assinaram contratos do Novo Fies no primeiro semestre de 2018. O prazo para esses estudantes vai até 30 de novembro. O aditamento é feito no site da Caixa. O novo Fies, lançado no ano passado, tem modalidades de acordo com a renda familiar. A modalidade Fies têm juro zero para os candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos. Nesse caso, o financiamento mínimo é de 50% do curso, enquanto o limite máximo semestral é de R$ 42 mil e é bancado pelo governo. A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capitaentre 3 e 5 salários mínimos. Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de desenvolvimento. Ler artigo completo
  10. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, solicitou ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a prorrogação do inquérito que investiga o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por suposto recebimento em 2014 de valores indevidos pela Construtora Norberto Odebrecht, do grupo Odebrecht, para a sua campanha eleitoral. Datado de 12 de novembro, o parecer de Raquel Dodge pede mais 60 dias para a conclusão do inquérito. De acordo com delatores, os pagamentos teriam sido feitos de forma dissimulada por meio de contratos fictícios firmados com a empresa PVR Propaganda e Marketing Ltda. Aécio nega as acusações. O advogado Alberto Zacharias Toron, que defende o tucano, disse que o inquérito segue o ritmo normal e o “aprofundamento das investigações vai comprovar a absoluta correção de todos os atos do senador Aécio Neves, assim como da prestação de contas da campanha presidencial de 2014”. Raquel Dodge solicitou a Gilmar Mendes a prorrogação do prazo por considerar que existem diligências pendentes e necessárias ao encerramento das investigações. Ela afirma que é necessária a realização de uma perícia no documento original do contrato firmado entre a Construtora Norberto Odebrecht e a empresa PVR Propaganda e Marketing Ltda com a data retroativa de 15 de janeiro de 2014. “A perícia deverá analisar os dados referente a data de criação/modificação dos arquivos (metadados), entre outras informações que possam comprovar que o contrato foi elaborado em data posterior apenas para ‘cobrir’ pagamento de propina ao senador Aécio Neves”, escreveu Raquel. Por fim, a procuradora-geral da República manifestou-se contra o pedido de arquivamento e o pedido de declínio de competência, ambos feitos pela defesa de Aécio Neves. Ler artigo completo
  11. Imelda Marcos, viúva do ex-presidente das Filipinas Ferdinand Marcos, foi solta nesta sexta-feira sob fiança de 150 mil pesos (US$ 2.850), estabelecida pelo Tribunal Anticorrupção da Filipinas (Sandiganbayan). A chamada “Borboleta de ferro”, apelido que recebeu quando governava com seu marido, depositou a fiança afixada e foi solta uma semana após sua condenação, em 9 de novembro. Imelda, deputada por Ilocos do Norte, a província da família de seu marido, foi considerada culpada na sexta-feira de sete crimes de corrupção pelos quais recebeu uma pena de seis a 11 anos de prisão por cada um deles. O julgamento se referia aos US$ 200 milhões que, em sete transferências, passaram do erário a contas privadas da condenada na Suíça quando era governadora de Manila (1975-1986). Cabe recurso da condenação no Supremo, o que permite a Imelda conservar sua cadeira parlamentar e manter a campanha para governadora de Ilocos do Norte nas eleições de maio. Ferdinand Marcos e Imelda governaram a Filipinas de 1965 até 1986, e recorreram a lei marcial entre 1972 e 1981. Ler artigo completo
  12. Após café da manhã hoje (16) com o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar, no 1º Distrito Naval, no centro do Rio de Janeiro, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse que não há definição por enquanto dos nomes para os três comandos das Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica. Segundo ele, as negociações estão em curso e há várias alternativas. Bolsonaro afirmou que o general Augusto Heleno, designado para o Gabinete de Segurança Institucional, e o general Fernando Azevedo e Silva, que assumirá o Ministério da Defesa, coordenam as conversas com os atuais comandantes para buscar a definição. Segundo o presidente eleito, há bons nomes de generais 4 estrelas – o oficial mais graduado nas três Forças Armadas. Em Brasília, na quarta-feira (14), Bolsonaro disse que pretende fechar todos os nomes dos novos ministros até o final deste mês. Também reiterou que quer reduzir o número de ministérios de 29 para 15 ou 17, por meio de fusões de pastas. Ler artigo completo
  13. São Paulo – O icônico Mickey Mouse fez sua estreia nas telas de cinema em 1928, como o astro do primeiro desenho animado com som sincronizado. E a The Walt Disney Company resolveu celebrar os 90 anos de aniversário do personagem de várias maneiras, incluindo uma exposição interativa em Nova York e uma exposição de arte gratuita em Londres. Uma série de produtos licenciados também estão chegando às prateleiras, sendo um deles uma linha de relógios da marca suíça Swatch projetados pelo artista britânico Damien Hirst. Duas edições limitadas e numeradas foram lançadas. A primeira, chamada Mirror Spot Mickey, é limitada a 19.999 unidades e traz um design nude e vermelho com círculos. A assinatura de Hirst encontra-se no interior da pulseira. A segunda edição, chamada Spot Mickey e mais exclusiva, é limitada a apenas 1.999 peças e será vendida on-line no site da Swatch por apenas 24 horas no dia 18 de novembro de 2018, que é o dia de nascimento do Mickey. Sua pulseira é vermelha e amarela, com mostrador preto. Ler artigo completo
  14. Siscomex (robô)

    [EXAME] Theresa May busca apoio popular para aprovar o Brexit

    A primeira-ministra britânica, Theresa May, respondeu nesta sexta-feira a perguntas de ouvintes em uma intervenção incomum na mídia, buscando apoio público para o controverso projeto de acordo sobre o Brexit e sua continuidade no cargo. Lançando uma campanha pública frenética para defender o texto de 585 páginas que levou 17 meses para acertar com Bruxelas, May, que muitos culpam pela frieza que a distância dos britânicos, optou por uma estratégia arriscada. Durante meia hora, ela respondeu aos telefonemas que chegaram ao programa matutino do jornalista Nick Ferrari, conhecido por colocar políticos proeminentes em situações comprometidas ao vivo na rádio privada LBC. “Muitas pessoas que votaram para deixar a União Europeia querem ter certeza de que as decisões são tomadas aqui, no Reino Unido e não em Bruxelas”, disse a primeira-ministra. “Isso é exatamente o que permite o acordo que negociei”, assegurou, acrescentando: “a livre circulação de pessoas acabará de uma vez por todas”. Veja também MUNDOMay enfrentará moção de censura no Parlamento, diz jornal britânico16 nov 2018 - 11h11 MUNDOMissão dupla para May: salvar o Brexit e seu emprego16 nov 2018 - 06h11 MUNDOReino Unido: entenda os próximos passos para o acordo do Brexit15 nov 2018 - 15h11 Recuperar o controlo das fronteiras, pondo fim ao sistema que permite a todos os cidadãos europeus viver e trabalhar livremente em qualquer país do bloco, foi uma das principais promessas dos defensores do Brexit na campanha pelo referendo de 2016, em que 52 % dos britânicos optaram por deixar a UE. “O que acontecerá com os residentes no exterior?”, perguntou uma mulher que ligou de Alicante, no leste da Espanha, um país onde cerca de 800 mil britânicos vivem, embora nem todos estejam registrados. “Falei com o governo espanhol e sei como isso é importante”, afirmou May. “Uma das coisas que negociamos (…) foi que os direitos das pessoas de outros países da UE que vivem no Reino Unido estão protegidos. Se não houver acordo, os europeus que vivem aqui, e espero que os outros países da UE façam a mesma coisa, estarão protegidos”, afirmou. Defendendo o futuro A premiê fez estas declarações ao mesmo tempo em que, no parlamento, os deputados pró-Brexit de seu próprio Partido Conservador montaram um plano para tirar a liderança e assumir o controle da negociação com Bruxelas, pois acreditam que May fez concessões demais. Na véspera, um legislador conservador chegou a pedir um voto de censura. Para fazer isso, é necessário que pelo menos 48 legisladores da formação de May apresentem pedidos semelhantes. Vinte já fizeram isso publicamente, e muitos podem tê-lo feito em particular, pois circulam rumores que o número necessário pode ter sido alcançado. A chefe do Governo também está enfrentando a difícil tarefa de encontrar um novo ministro para o Brexit, após a renúncia de Dominic Raab na quinta-feira, dia em que quatro membros do governo igualmente apresentaram suas renúncias por discordar do esboço do acordo validado pelo executivo e que os líderes europeus planejam aprovar em uma cúpula extraordinária em 25 de novembro em Bruxelas. A União Europeia já se declarou satisfeita com o texto e a chanceler alemã, Angela Merkel, descartou retomar a negociação. Uma pesquisa publicada na quinta-feira pela Sky Data indica que 54% dos britânicos agora preferem ficar na UE, 32% querem sair sem um acordo e apenas 14% escolheriam um Brexit nos termos negociados por May. Ler artigo completo
  15. São Paulo – A primeira-ministra britânica, Theresa May, passará por uma moção de censura na próxima semana, uma vez que parlamentares de seu Partido Conservador devem entregar as 48 cartas necessárias para desencadear uma votação contra a liderança da premiê nesta sexta-feira, 16, afirmou o jornal Daily Telegraph. May pode ter de enfrentar a moção de censura na terça-feira, dia 20, disse ao jornal o correspondente chefe de política Christopher Hope, citando fontes que defendem o Brexit. O governo de May entrou em uma grave crise política desde quinta-feira, 15, quando dois dos principais membros de seu gabinete e outros dois secretários que não concordam com a aprovação do acordo prévio para a retirada do Reino Unido da União Europeia pediram demissão. Entre eles estão o negociador do Brexit, Dominic Raab e a secretária do Trabalho, Esther McVey. Veja também MUNDOMay diz que nomeará novos ministros o mais rápido possível16 nov 2018 - 07h11 MUNDOMissão dupla para May: salvar o Brexit e seu emprego16 nov 2018 - 06h11 Após apresentar o plano à Câmara dos Comuns pela manhã, May rejeitou à tarde que pretenda deixar o cargo e deu sinais de que pretende enfrentar uma moção de desconfiança de sua legenda. Alas mais eurocéticas do Partido Conservador articulavam na Quinta a aprovação do pedido. A oposição, composta pelo Partido Trabalhista, Partido Nacional Escocês e Partido Liberal-Democrata voltou a dar sinais que não pretende aprovar o acordo no Parlamento. É necessário o apoio de 48 deputados do Partido Conservador para a que a moção de desconfiança vá a votação e o respaldo de 158 dos 315 parlamentares da legenda para que May deixe o cargo. Uma pesquisa divulgada pelo canal de TV Sky News na quinta-feira indica que, agora, 54% dos britânicos preferem continuar na União Europeia. Apenas 14% apoiam o plano de May e 32% querem deixar o bloco de qualquer maneira. No plebiscito de 2016, 52% da população votou por deixar o bloco. Ler artigo completo
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