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  1. O Burger King acaba de disponibilizar seus produtos nos aplicativos de delivery Uber Eats e Glovo. O serviço de delivery já estava disponível em vinte municípios, mas com a novidade a empresa pretende expandir as operações do sistema de entregas para mais de cinquenta cidades até o final de 2019 e atingir mais de 4.3 milhões de pedidos realizados nesse sistema. Com isso, a rede planeja triplicar a receita de delivery em um ano. “Até o momento, já fizemos aproximadamente 300 mil entregas, com 600 mil km rodados, e levamos mais de 1,3 milhão de produtos para as casas dos nossos consumidores. Com o Uber Eats e o Glovo o resultado será ainda maior”, diz Ariel Grunkraut, diretor de marketing e vendas do Burger King. A rede desenvolveu um sistema integrado inédito que permite, por meio de geolocalização, a sinergia entre o momento da montagem do pedido e a chegada do motoboy para retirá-lo e levá-lo. O objetivo é que o sanduíche chegue como se tivesse acabado de sair da grelha. Para selar a parceria, foi lançado um filme no digital. Ler artigo completo
  2. A Amazon avalia abrir mais de 3 mil novas lojas Amazon Go, sem caixas, até 2021, informou a Bloomberg nesta quarta-feira, 19, citando pessoas familiarizadas com o assunto. A varejista já tem três dessas lojas em Seatlle e planeja expandir para Chicago, São Francisco e Nova York. As lojas Amazon Go, onde consumidores fazem compras com a ajuda de um aplicativo de celular, são vistas como um conceito que pode alterar o varejo de lojas físicas. Veja também NEGÓCIOSAudi lança SUV elétrico em quintal da Tesla, com apoio da Amazon18 set 2018 - 14h09 Os clientes precisam escanear o aplicativo para entrar na loja. Uma vez dentro, câmeras e sensores rastreiam os produtos retirados e devolvidos as prateleiras. Então, a Amazon envia a conta da compra para o cartão de crédito do cliente, depois que deixam a loja. A Amazon não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários. Ler artigo completo
  3. São Paulo – O presidente Michel Temer publicou mais um vídeo no Twitter nesta quarta-feira (19). Desta vez, o alvo foi João Doria, candidato ao governo do estado de São Paulo pelo PSDB. “Você tem usado a propaganda eleitoral, as inserções, para fazer críticas diretas ou indiretas ao meu governo. Ou seja, você está se desmentindo, porque ao longo do tempo você inúmeras vezes elogiou o meu governo”, diz o presidente. De acordo com o último Datafolha, Doria está empatado no primeiro lugar da corrida pelo governo de São Paulo com Paulo Skaf, candidato do MDB, o partido do presidente. A campanha de Doria vem tentando vincular a figura de Skaf com a de Temer, que tem apenas 4% de aprovação nacional. No vídeo de hoje, Temer nota que Doria pediu (e recebeu) “muito auxílio” do governo federal durante seu “brevíssimo” tempo na prefeitura de São Paulo. O presidente ainda diz querer lembrar que as “pessoas e partidos” da base de Doria em São Paulo apoiam o seu governo. “Você muitas vezes tenta, digamos, dissociar a figura do presidente da República da figura dos partidos que o apoiam, mas eles estão no meu governo e estão apoiando precisamente a você”, diz Temer. Ele diz que não é por causa das eleições que Doria deveria “mudar suas características”, e sugere que isso possa ter acontecido por aconselhamento de marqueteiros: “Eles estão equivocados porque ferem os critérios morais que devem pautas a sua conduta e de todos os candidatos”. Não é a primeira vez que Temer ataca os tucanos por tentarem se distanciar publicamente do seu governo impopular. No começo do mês, o candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, foi o alvo; em dois vídeos, Temer pedia para que o candidato “conte a verdade” sobre o vínculo com seu governo. Veja o vídeo de hoje com críticas a Doria: Desacelera @jdoriajr pic.twitter.com/lCZycZcmtR — Michel Temer (@MichelTemer) September 19, 2018 Ler artigo completo
  4. Siscomex (robô)

    [EXAME] Copom mantém Selic em 6,5% pela quarta vez seguida

    São Paulo – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou nesta quarta-feira (19) a manutenção da taxa de juros em 6,5%. Foi a quarta vez seguida que a Selic foi mantida no mesmo nível, o mais baixo desde que ela passou a ser usada como referência em 1996. O comunicado aponta que se elevaram os riscos tanto de frustração do processo de reformas e ajustes da economia quanto de uma piora do cenário externo para os emergentes. A decisão já era esperada pelo mercado financeiro; de 69 instituições e economistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, todos previam estabilidade. A razão é que apesar das turbulências no mercado financeiro e da desvalorização do Real, as projeções de inflação seguem em trajetória relativamente tranquila. O Boletim Focus da última segunda-feira (17) elevou a estimativa do IPCA para 2018 em 0,04 ponto percentual, chegando a 4,09%, com leve aceleração para 4,11% em 2019. Ambas as projeções seguem abaixo do centro da meta, que é de 4,5% com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Essa foi a última reunião do Copom antes das eleições presidenciais; a próxima está marcado para os dias 30 e 31 de outubro, terça-feira e quarta-feira após o domingo do segundo turno (28). Veja o comunicado completo: “​O Copom decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 6,50% a.a. A atualização do cenário básico do Copom pode ser descrita com as seguintes observações: Indicadores recentes da atividade econômica evidenciam recuperação da economia brasileira, em ritmo mais gradual que o vislumbrado no início do ano; O cenário externo permanece desafiador, com redução do apetite ao risco em relação a economias emergentes. Os principais riscos seguem associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas e a incertezas referentes ao comércio global; O Comitê avalia que diversas medidas de inflação subjacente se encontram em níveis apropriados, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária; As expectativas de inflação para 2018 e 2019 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 4,1%. As expectativas para 2020 permaneceram em torno de 4,0% e as expectativas para 2021 recuaram para em torno de 3,9%; e No cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus, as projeções do Copom situam-se em torno de 4,1% para 2018 e de 4,0% para 2019. Esse cenário supõe trajetória de juros que encerra 2018 em 6,50% a.a. e 2019 em 8,0% a.a. e de taxa de câmbio que termina 2018 em R$/US$ 3,83 e 2019 em R$/US$ 3,75. No cenário com juros constantes a 6,50% a.a. e taxa de câmbio constante a R$/US$ 4,15*, as projeções situam-se em torno de 4,4% para 2018 e 4,5% para 2019. O Comitê ressalta que, em seu cenário básico para a inflação, permanecem fatores de risco em ambas as direções. Por um lado, (i) o nível de ociosidade elevado pode produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado. Por outro lado, (ii) uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária. Esse risco se intensifica no caso de (iii) deterioração do cenário externo para economias emergentes. O Comitê julga que esses últimos riscos se elevaram. Considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, pela manutenção da taxa básica de juros em 6,50% a.a. O Comitê entende que essa decisão reflete seu cenário básico e balanço de riscos para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2019. O Comitê enfatiza que a continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia. O Comitê ressalta ainda que a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes. O Copom entende que deve pautar sua atuação com foco na evolução das projeções e expectativas de inflação, do seu balanço de riscos e da atividade econômica. Choques que produzam ajustes de preços relativos devem ser combatidos apenas no impacto secundário que poderão ter na inflação prospectiva (i.e., na propagação a preços da economia não diretamente afetados pelo choque). É por meio desses efeitos secundários que esses choques podem afetar as projeções e expectativas de inflação e alterar o balanço de riscos. Esses efeitos podem ser mitigados pelo grau de ociosidade na economia e pelas expectativas de inflação ancoradas nas metas. Portanto, não há relação mecânica entre choques recentes e a política monetária. O Copom reitera que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Esse estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora. Na avaliação do Copom, a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente. O Copom ressalta que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação. Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Ilan Goldfajn (Presidente), Carlos Viana de Carvalho, Carolina de Assis Barros, Maurício Costa de Moura, Otávio Ribeiro Damaso, Paulo Sérgio Neves de Souza, Reinaldo Le Grazie, Sidnei Corrêa Marques e Tiago Couto Berriel. *Valor obtido pelo procedimento usual de arredondar a cotação média da taxa de câmbio R$/US$ observada nos cinco dias úteis encerrados na sexta-feira anterior à reunião do Copom.” Ler artigo completo
  5. São Paulo – Na última reunião antes das eleições, nesta quarta-feira (19), o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa básica de juros da economia em 6,50% ao ano. Foi a quarta manutenção seguida da taxa Selic no seu menor patamar desde que foi criada, em 1996. A decisão já era esperada pelos economistas, porque a inflação está controlada e a economia patina. A maioria dos analistas do mercado financeiro espera que os juros terminem o ano em 6,50% ao ano, segundo o último Boletim Focus do Banco Central. Apesar de ser uma das taxas de juros mais altas do mundo, a Selic em seu menor patamar histórico preocupa investidores. Quando a taxa básica de juros estava em dois dígitos, era possível ter alta rentabilidade nos investimentos de renda fixa facilmente. Agora, os investidores precisam se empenhar mais para encontrar bons retornos. A diversificação nunca foi tão importante, especialmente em época de eleição, em que o mercado está mais volátil por causa das incertezas do que vem pela frente. Com a Selic em 6,50% ao ano, investimentos de renda fixa como poupança, CDBs com taxas pós-fixadas, fundos DI e títulos do Tesouro Selic pagam menos, já que seu rendimento é atrelado à taxa Selic ou à taxa DI, muito próxima da taxa básica de juros. A seguir, veja uma simulação de quanto 5 mil reais rendem na poupança, em um CDB, em um fundo DI ou no Tesouro Selic, em diferentes prazos. Os cálculos foram feitos por Michael Viriato, coordenador do Laboratório de Finanças do Insper. Na simulação, a taxa básica de juros se mantém em 6,5% ao ano por todo o período do investimento. Os valores da simulação já descontam o Imposto de Renda, cobrado em todas as aplicações, exceto na poupança, que é isenta. Período Poupança* CDB que paga 90% do CDI** Fundo DI com taxa de 1% ao ano** Tesouro Selic*** 6 meses R$ 5.112,48 R$ 5.110,21 R$ 5.103,36 R$ 5.113,03 12 meses R$ 5.227,50 R$ 5.230,04 R$ 5.215,60 R$ 5.236,00 18 meses R$ 5.345,10 R$ 5.360,03 R$ 5.337,19 R$ 5.369,47 24 meses R$ 5.465,35 R$ 5.500,78 R$ 5.468,65 R$ 5.514,08 30 meses R$ 5.588,30 R$ 5.633,63 R$ 5.592,52 R$ 5.650,65 * A TR considerada foi zero. Não há desconto de Imposto de Renda nesta aplicação. ** Taxa DI considerada foi de 6,39% ao ano. *** Houve desconto de uma taxa de 0,5% (taxa de custódia + corretagem) Veja também SEU DINHEIRO5 investimentos que prometem boa rentabilidade em 201817 jan 2018 - 08h01 Poupança rende menos nos prazos mais longos Apesar de a poupança ser livre de Imposto de Renda, as simulações feitas acima mostram que as rentabilidades do CDB, fundo DI e Tesouro Selic ainda são maiores do que a da poupança nos prazos mais longos. Contudo, em prazos menores, de até 18 meses, a rentabilidade da poupança é maior do que a de fundos DI com taxas de 1% ao ano. A caderneta também ganha de CDBs que pagam 90% do CDI no prazo de seis meses. Veja também SEU DINHEIROTesouro Direto ainda vale a pena com o menor juro da história?16 fev 2018 - 12h02 Metodologia As alíquotas do Imposto de Renda diminuem conforme o prazo do investimento: 22,5% para resgates em até 180; 20% para resgates de 181 dias a 360 dias, 17,5% para resgates de 361 dias a 720 dias; e 15% para resgates acima de 721 dias. As simulações consideram taxas de administração e de remuneração normalmente praticadas no mercado. Com a mudança nas regras de classificação dos fundos promovida pela associação de entidades de mercado, os fundos DI deixaram de ter uma denominação própria. Com isso, eles foram incorporados à classe de fundos de renda fixa. As próprias gestoras puderam determinar para qual subcategoria os fundos DI iriam — a maioria foi para “Fundos de Renda Fixa Duração Baixa Soberano” ou “Fundo de Renda Fixa Duração Baixa Grau de Investimento”. De todo modo, como os fundos que acompanham os juros continuam sendo chamados de fundos DI no mercado, o levantamento também manteve a nomenclatura. O investidor precisa consultar a estratégia de cada produto para checar se, de fato, o fundo acompanha a flutuação do CDI. Quanto ao Tesouro Selic, é preciso considerar que, ao comprar qualquer título público, o investidor paga uma taxa de custódia de 0,3% ao ano para a B3, não importa a corretora escolhida. Algumas instituições também cobram taxa de corretagem, de até 2% ao ano, conforme a instituição. Veja no site do Tesouro Direto as taxas cobradas por cada corretora. Ler artigo completo
  6. O crescimento do candidato Jair Bolsonaro (PSL) nas pesquisas eleitorais trouxe boas notícias para os executivos da Forja Taurus, maior fabricante de armas do país, com sede na cidade gaúcha de São Leopoldo. Bolsonaro é um defensor da posse de armas de fogo como instrumento de defesa pessoal, o que, na visão de um grupo crescente de investidores, pode impulsionar os negócios da companhia. Nesta quarta-feira, após uma nova pesquisa Ibope que mostra Bolsonaro com 28% das intenções de voto, as ações da companhia subiram 23%. Desde o início do mês, os papéis mais que dobraram de valor. A companhia também vem sendo ajudada por uma confluência de fatores que vão da alta do dólar ao ótimo momento da economia americana. No primeiro semestre, as vendas cresceram 23%, para 430 milhões de reais — 83% desse total foi para o mercado externo. Com isso, o Ebitda (lucro antes de impostos e amortizações) saiu de 5 milhões de reais negativos no primeiro semestre do ano passado para 73 milhões positivos de janeiro a junho de 2018. A melhora de resultados é ajudada pelo bom desempenho sobretudo no mercado americano, onde a política também já jogou a favor do setor de armas. A campanha do presidente americano Donald Trump deu um novo gás para o mercado. Por lá, a Associação Nacional de Rifles (NRA, na sigla original) investiu 30 milhões de dólares na campanha à presidência de Trump em 2016, de acordo com a Bloomberg. Com medo de um controle mais rigoroso da posse de armas durante o governo democrata, a demanda dessas fabricantes subia a cada novo tiroteio em massa. Em 2015, tanto a fabricante Smith & Wesson quanto a concorrente Sturm, Ruger and Company aproximadamente duplicaram seu valor de mercado. Mas em novembro de 2016, com a vitória de Trump e a percepção de que o controle de armas seria mais permissivo, as ações da Smith & Wesson caíram 10,21%, enquanto as da Sturm encolheram 12,29%. O mercado arrefeceu, mas a Taurus manteve um bom ritmo: as vendas crescerem 9,4% por lá no primeiro semestre. O mercado americano é responsável por 90% das vendas internacionais da Taurus. Veja também NEGÓCIOSAliado de Bolsonaro, dono da Havan fatura 5 bilhões com loja “anos 90”14 set 2018 - 15h09 Crises e reações Fundada em 1939, a Taurus é uma das três maiores fabricantes de armas leves do mundo, e exporta para mais de 70 países. Tem capital aberto há mais de 30 anos e vive um período de bons negócios após, curiosamente, decidir cortar a dependência das armas numa ampla reestruturação em 2011. A empresa passou a investir na fabricação de capacetes, contêineres e ferramentas. Mas uma nova mudança estratégia e a mudança de comando, desta vez em 2015, fez a empresa voltar a ver valor no negócio de armas. Em maio, a divisão de capacetes foi colocada à venda. Com valor de mercado considerado pequeno pelos investidores (260 milhões de reais) e pouca liquidez, a empresa está seguidamente sujeita a grandes variações. Há um ano, um relatório da Inversa fez as ações subirem 47% num dia. Mas os papéis logo voltaram a cair após outro relatório, desta vez da Suno Research, não enxergar sustentabilidade financeira para a companhia, encurralada com uma dívida que, na época, somava 700 milhões de reais. A empresa também enfrenta problemas de imagem após acusações de falhas em suas armas, que levaram a uma sequência de processos em vários estados. O exército chegou a suspender a compra de alguns modelos, e algumas unidades de polícia, como a Militar de Goiás, tiraram lotes de circulação. Em novembro do ano passado, o Ministério Público Federal pediu uma investigação contra a empresa por supostos disparos acidentais e defeitos na fabricação de alguns produtos. O Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul ainda denunciou, em 2016, dois ex-executivos por vender armas a um traficante do Iêmen, país em guerra civil, o que violaria sanções internacionais. A empresa sempre recorreu destas acusações que, em maior ou menor grau, fazem parte do risco inerente de atuar num mercado tão delicado. Uma das vantagens, como se viu nesta quarta-feira, é que o noticiário político e temas de segurança também podem jogar a empresa para cima. Ler artigo completo
  7. O ministro da Segurança, Raul Jungmann, informou que um segundo inquérito vai ser instaurado para apurar o grande volume de informações coletadas na investigação da agressão ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), esfaqueado em 6 de setembro durante um ato de campanha na rua em Juiz de Fora (MG). Jungmann participou hoje (19) de encontro com delegados e oficiais da Polícia Militar na capital paulista. De acordo com o ministro, a previsão é que o primeiro inquérito, que apura autoria, materialidade e circunstâncias do crime, seja encerrado nesta semana. “A PF está empenhada em concluir no prazo. Se faltar alguma perícia ou dado, pede-se mais dois ou três dias, mas não deverá exceder isso”, disse. Veja também BRASILBolsonaro inicia alimentação por via oral, afirma boletim médico19 set 2018 - 16h09 Jungmann informou que a perícia concluiu que o laptop apreendido com o agressor, identificado como Adélio Bispo de Oliveira, não era usado há mais de um ano. Dos quatro celulares apreendidos, dois também não eram utilizados. Ainda são alvo da investigação os recursos financeiros e cartões de crédito de Adélio. Outras informações também serão analisadas. “O agressor foi à lan house, [a polícia] fez uma apreensão de seis máquinas e vai olhar tudo o que tem ali dentro”, disse o ministro. Jungmann reforçou que não há confirmações sobre possibilidade de coautoria, mas que a hipótese não foi descartada. Segundo o ministro, a PF vai disponibilizar 25 policiais federais para acompanhar cada candidato à Presidência. Houve pedido dos familiares de Bolsonaro para também receberem reforço na segurança. Ler artigo completo
  8. Siscomex (robô)

    [EXAME] TSE usa robôs para ajudar a tirar dúvidas de eleitores

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a tirar dúvidas sobre o pleito de outubro e sobre candidatos. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus). Para interagir com os programas, o eleitor precisa enviar mensagens a eles. Os assistentes funcionam como “perfis” com quem o usuário dialoga. No Facebook, basta o usuário procurar o perfil do TSE e enviar uma primeira mensagem. Em seguida, aparecerão diversas opções, como “dúvidas frequentes”, “situação eleitoral”, “quitação eleitoral” e “candidatos”. Na “situação eleitoral”, por exemplo, basta a pessoa fornecer nome completo e número do título para que o assistente consulte o banco de dados do TSE e informe se a pessoa está apta a votar na disputa de outubro. Caso o eleitor tenha esquecido o número do título, é possível recuperá-lo fornecendo algumas informações (como data de nascimento e nome completo da mãe). O programa permite também consultar a zona eleitoral. Veja também BRASIL39% dos eleitores de Lula não votariam em Haddad, aponta Ibope21 ago 2018 - 13h08 Na opção “candidatos”, é possível buscar todas as candidaturas, tanto nacionais quanto nos estados. O robô apresenta dados básicos e se a candidatura foi ou não deferida. O usuário pode solicitar o programa de governo. O sistema enviará o link para consulta do documento. O programa também dá a opção de ir para o site DivulgaCandContas, onde estão as prestações de contas periódicas dos candidatos. No Twitter, o robô funciona de forma semelhante. O usuário precisa buscar o perfil do TSE e enviar uma mensagem direta a ele, para que sejam abertas as possibilidades de consulta de informações sobre questões eleitorais e sobre candidatos. Ler artigo completo
  9. Washington – O número de ataques terroristas diminuiu 23% em nível mundial em 2017, e o de mortes provocadas por eles caiu 27% em relação a 2016, o que os Estados Unidos atribuíram a uma queda da violência no Iraque, de acordo com o relatório anual sobre terrorismo do Departamento de Estado americano divulgado nesta quarta-feira. O departamento vincula a redução da violência no Iraque à ação das forças de segurança iraquianas que, com o apoio da coalizão internacional contra o grupo Estado Islâmico (EI), liderada pelos Estados Unidos, conseguiram recuperar o território ocupado por esta organização terrorista no final de 2017. Outros países que viram uma diminuição no número de ataques entre 2016 e 2017 foram Turquia (71%), Iêmen (62%) e Síria (61%). De acordo com o documento, o EI continuou sendo responsável por mais ataques e mortes do que qualquer outro grupo terrorista em 2017, mas reduziu em 23% o número de atos e provocou 53% menos vítimas quando os dados são comparados com ações de 2016. Os Estados Unidos contabilizaram atentados do EI e grupos filiados em 20 países em 2017, período no qual teve especial força no Afeganistão, Paquistão, Egito e na região da África Ocidental. Durante o ano passado, com a perda de território no Iraque e na Síria, o grupo jihadista começou a inovar usando “técnicas próprias da insurgência”, detalhou o relatório do governo americano. O enfraquecimento do EI foi acompanhado por uma “expansão silenciosa dos membros e das operações” da Al Qaeda, uma rede que mantém seu “núcleo” no Afeganistão e no Paquistão, mas que expandiu a influência por locais da África Ocidental, com forte presença no Mali. Em entrevista coletiva, o coordenador da estratégia de combate ao terrorismo do Departamento de Estado, Nathan A. Sales, disse que a Al Qaeda foi um “inimigo paciente” que aproveitou para expandir sua influência enquanto o EI “estampava capas de jornais”. “Embora o EI tenha sido manchete, estamos decididos a lutar contra a Al Qaeda, esteja onde estiver”, afirmou Sales. De acordo com o documento oficial, em 2017 foram contabilizados 8.584 ataques terroristas em todo o mundo. Essas ações provocaram 18.700 mortes e deixaram mais de 19.400 feridos. Ler artigo completo
  10. Siscomex (robô)

    [EXAME] Cade aprova compra da Somos pela Kroton

    O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão brasileiro de proteção à concorrência, aprovou sem restrições a compra do grupo de educação básica Somos Educação pela universidade Kroton. A transação, anunciada em abril, foi sancionada pela superintendência geral do Cade em 3 de setembro. Hoje expirou o prazo para apresentação de contestações e recursos, e assim a validação torna-se definitiva. Veja também REVISTA EXAMEKroton autoriza Somos a seguir fazendo aquisições5 jul 2018 - 05h07 NEGÓCIOSO que a expansão da Kroton representa para a educação no país28 abr 2018 - 07h04 A Kroton vai pagar 4,5 bilhões de reais à gestora de investimentos brasileira Tarpon por sua participação de 74% na Somos e mais 1,8 bilhão de reais ao GIC – o fundo soberano de Singapura – e aos demais acionistas minoritários em uma oferta pública de ações (OPA) para fechar o capital da empresa de educação básica. Até que a aprovação do Cade saísse, as duas companhias não podiam unir suas operações. A expectativa do mercado, agora, é de que a Kroton dê início à integração de atividades em outubro. A Somos é dona de escolas, cursinhos pré-vestibular e sistemas de ensino como Anglo, Sigma e Red Balloon, além das editoras de livros didáticos Ática, Scipione e Saraiva. Ler artigo completo
  11. São Paulo — Nesta quarta-feira (19), a falta de posicionamento político da cantora Anitta virou hashtag e ficou em primeiro nos trending topics do Twitter desde cedo. A hashtag #AnittaIsOverParty se refere à uma polêmica que já vem cozinhando há algum tempo: em quem Anitta irá votar? Depois da artista seguir uma apoiadora de Jair Bolsonaro no Instagram, a resposta pareceu ficar clara para alguns internautas. “Não é porque eu sou uma artista e tenho uma vida pública que eu sou obrigada a dizer qual é o meu voto”, responde a cantora em seus stories. “Vamos repensar o que a gente ‘tá’ fazendo com o outro, não adianta nada pedir melhora e respeito se não é isso que a gente ‘tá’ dando”, adiciona. Também nas postagens de hoje, Anitta afirma que “eu pesquisei, eu escolhi dentro do que acredito e tenho sim meu candidato”, mas que “não apoia e nem quer fazer campanha para nenhum político”. Confira os vídeos: Quem Anitta seguiu? O perfil que a cantora começou a seguir na rede social é de uma policial e eleitora do candidato do PSL. Entre as postagens da moça, estão reproduzidas campanhas como “não fale mal do Bolsonaro, fale bem do seu candidato e tente me convencer” e críticas ao uso de urnas eletrônicas nas eleições. Segundo Anitta, elas são amigas de longa data. “Eu conheço essa minha amiga há mais de 7 anos e eu não gostaria de ter que parar de falar com ela por conta da posição política dela.” Apesar da cantora não seguir nenhuma página oficial do candidato à Presidência, o perfil da amiga de Anitta sugere um eleitorado oposto ao público que segue o trabalho da artista, composto em grande parte pelo público LGBT. Seus clipes e músicas pregam contra o machismo e favorecem o empoderamento feminino. Ler artigo completo
  12. SÃO PAULO (Reuters) – A bolsa paulista fechou com o Ibovespa em queda nesta quarta-feira, após três sessões seguidas de alta, conforme especulações sobre o desfecho da corrida presidencial seguiram adicionando volatilidade ao mercado acionário brasileiro. De acordo com dados preliminares, o principal índice de ações da B3 caiu 0,51 por cento, a 77.917,37 pontos. O giro financeiro do pregão somava 8,9 bilhões de reais. Ler artigo completo
  13. Siscomex (robô)

    [EXAME] Centrais sindicais anunciam apoio a Ciro Gomes

    São Paulo – A Força Sindical, a Confederação dos Sindicatos Brasileiros (CSB), a União Geral dos Trabalhadores (UGT), e a Nova Central Sindical anunciaram na tarde desta quarta-feira, 19, o apoio conjunto ao candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes. De acordo com um dos assessores da campanha do pedetista, o apoio tem como objetivo fazer frente ao suporte que a Central Única dos Trabalhadores (CUT) dá ao candidato do PT, Fernando Haddad. A aproximação de Ciro com sindicalistas já vem de longa data, mas foi estreitada pela presença de Antônio Neto na chapa do PDT ao Senado por São Paulo. Neto é presidente licenciado da CSB. O anúncio do apoio é feito na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais de São Paulo, entidade ligada à Força Sindical. “Nós trabalhadores temos a sorte de que pela esquerda há dois candidatos que estão bem. O companheiro Haddad, da CUT, e o Ciro, que tem o nosso apoio. Mas nós não vamos pelo Datafolha ou pelo Ibope. Vamos com Ciro”, afirmou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. Ler artigo completo
  14. SÃO PAULO, 19 Set (Reuters) – O dólar terminou a quarta-feira em baixa ante o real, influenciado pelo cenário externo favorável para divisas de países emergentes e com os investidores relativizando os dados da pesquisa Ibope que mostraram o fortalecimento do candidato do PT à Presidência. O dólar recuou 0,43 por cento, a 4,1242 reais na venda. Na máxima, foi a 4,1764 reais na máxima e, na mínima, registrou 4,0977 reais. O dólar futuro tinha perda de cerca de 0,85 por cento. “Os emergentes estão com bom desempenho, com alívio da questão comercial após a tarifa comercial inicial aplicada pelos Estados Unidos ficar em 10 por cento”, explicou o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado. No exterior, o dólar tinha queda tímida ante a cesta de moedas, mas caía com mais força contra divisas de países emergentes, como o peso chileno e o rand sul-africano . Estados Unidos e China anunciaram novas tarifas sobre importações um do outro nesta semana, mas as medidas foram menos severas do que o inicialmente esperado. Além disso, investidores apostam em mais estímulos por parte de Pequim para amortecer o impacto de mais essa rodada de tarifas comerciais. “Há a percepção de que muita conversa ainda deve ocorrer podendo-se chegar a um bom termo, evitando uma guerra comercial generalizada. É a visão do copo meio cheio”, disse a SulAmérica Investimentos em relatório. Internamente, a última pesquisa Ibope consolidou Fernando Haddad (PT), candidato que o mercado vê como menos comprometido com o ajuste das contas públicas, na segunda colocação da corrida presidencial. Já as intenções de voto em Geraldo Alckmin (PSDB), cujo perfil agrada mais aos investidores, caíram. “Embora assuste o salto de 11 pontos (de Haddad), tem que ver se as próximas pesquisas vão mostrar avanço nessa velocidade”, avaliou Machado. Na simulação de um eventual segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Haddad, os dois empatariam em 40 por cento. Na pesquisa anterior, os dois já tinham empate técnico no segundo turno, mas o petista aparecia numericamente atrás. O Banco Central ofertou e vendeu integralmente 10,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 6,54 bilhões de dólares do total de 9,801 bilhões de dólares que vencem em outubro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral. Ler artigo completo
  15. Washington – O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou nesta quarta-feira que voltou a incluir a Coreia do Norte em uma lista da qual a havia tirado há quase uma década, a de países “patrocinadores do terrorismo”. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em novembro do ano passado sua decisão de voltar a incluir a Coreia do Norte na “lista negra”, o que na ocasião gerou ao regime de Kim Jong-un mais restrições econômicas e diplomáticas. A decisão de Trump foi formalizada com a divulgação, pelo Departamento de Estado, de um relatório sobre terrorismo no mundo, mas não representa a imposição imediata de sanções ao país asiático. Esse documento inclui uma lista de “patrocinadores do terrorismo” da qual Cuba foi retirada em 2015 e na qual constam Síria, Sudão e Irã. Este último país, que está na relação desde 1984, “transformou seu apoio a grupos terroristas em uma política de Estado”, disse o coordenador da estratégia antiterrorista do Departamento de Estado, Nathan A Coreia do Norte, por sua vez, esteve na lista de 1998 a 2008, quando o então presidente George W. Bush a retirou devido aos progressos nas conversas para conseguir o fim do programa nuclear do país. Trump decidiu voltar a incluir o regime norte-coreano em novembro de 2017, em um momento de grande tensão entre os dois países, que agora estão em um processo de diálogo que também envolve a Coreia do Sul. A retomada das relações entre Washington e Pyongyang se materializou em junho em Singapura, onde Trump e Kim se reuniram e prometeram trabalhar para extinguir o programa nuclear da Coreia do Norte. Ler artigo completo
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