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  1. São Paulo – O governo federal começou a se preparar para um eventual cenário em que a estatal Eletrobras decida liquidar suas distribuidoras de energia que atuam no Norte e Nordeste, o que poderia acontecer no caso de um fracasso na privatização das empresas, prevista para leilões em julho e agosto, segundo documentos vistos pela Reuters. O secretário de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grudtner, enviou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta semana um ofício em que questiona o órgão regulador sobre os prazos necessários para a realização de uma licitação para transferir as operações das distribuidoras a novas empresas, caso a Eletrobras decida liquidar as subsidiárias ao invés de vendê-las. A Eletrobras convocou para 30 de julho uma assembleia de acionistas que irá deliberar sobre a prorrogação até o final do ano do prazo máximo para privatização das distribuidoras, que originalmente venceria no final deste mês. Mas a pauta do encontro prevê também a possibilidade de os acionistas decidirem pela liquidação e dissolução das empresas que não forem ser vendidas. Segundo o ofício, visto pela Reuters, o ministério quer que a Aneel apresente informações sobre como se daria a organização e realização desse certame para definir novos operadores para as concessões hoje operadas pela Eletrobras, “caso seja necessário tratar desse cenário alternativo” de liquidação. No documento, Grudtner ressaltou “preocupações e necessidades de máxima diligência” na condução do processo para eventual licitação das concessões em separado das empresas da Eletrobras. Autoridades têm comentado que a liquidação das distribuidoras é a última alternativa no radar do governo e da Eletrobras, uma vez que o processo poderia custar mais de 23 bilhões de reais à companhia, segundo estimativas da própria estatal. Mas o Ministério de Minas e Energia já havia pedido à Aneel, ainda em novembro do ano passado, que fosse preparado um processo para eventual licitação das concessões na hipótese de a Eletrobras decidir liquidar as empresas. “Muito nos tranquilizaria saber que o setor está preparado para lidar com o cenário mais desfavorável que podemos conceber”, escreveu na ocasião o então secretário-executivo da pasta, Paulo Pedrosa, em ofício também encaminhado à Aneel. A carta enviada pelo secretário de energia à reguladora é datada da última segunda-feira, portanto antes de o governo anunciar a realização do leilão das distribuidoras em duas etapas, sendo a primeira em 26 de julho, com a venda da concessionária do Piauí (Cepisa), e 30 de agosto, quando está prevista a privatização das demais –o anúncio foi feito na quarta-feira. Custo neutro se liquidar A pasta de Minas e Energia também publicou nesta semana uma portaria que define que, caso distribuidoras da Eletrobras sejam encaminhadas para liquidação, os custos de operação das empresas entre agosto e o final de dezembro deste ano seria economicamente neutro para a estatal. Essa neutralidade, de acordo com a portaria, se daria na prática com a destinação de recursos arrecadados com encargos, tarifas ou empréstimos de fundos setoriais para a Eletrobras cobrir as despesas realizadas no período. A portaria define ainda que, caso sejam realizados empréstimos para viabilizar a continuidade da operação das distribuidoras, será previsto nos novos contratos de concessão resultantes da licitação o reconhecimento tarifário das despesas com o pagamento das operações. Procurado, o Ministério de Minas e Energia disse que não iria comentar o assunto. A Aneel não pôde responder de imediato a um pedido de comentário sobre as demandas encaminhadas pela pasta. Espetas avaliam que a venda das distribuidoras da região Norte depende da aprovação de um projeto de lei atualmente em discussão no Senado, que soluciona passivos das empresas junto ao fundos do setor elétrico. Já a venda da Ceal, do Alagoas, está travada por enquanto devido a uma decisão judicial do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impediu a venda da companhia com uma liminar após ação movida pelo governo de Alagoas. Veja também NEGÓCIOSDistribuidoras da Eletrobras serão leiloadas em julho e agosto19 jul 2018 - 07h07 Ler artigo completo
  2. Desde quinta-feira, 12, o Twitter elimina da contagem de seguidores de seus usuários os perfis que consideram suspeitos de serem fraudados. Com o anúncio, a rede social muda sua estratégia, em vista do temor do mercado de que sua iniciativa contra os bots na rede social poderiam derrubar o número de usuários ativos — um indicativo importante do crescimento da companhia. A novidade, diz o Twitter, não irá afetar a quantidade de usuários ativos da plataforma. Na quarta-feira, 11, a rede social anunciou que vai esconder, gradativamente, os perfis que mudaram o comportamento dentro da plataforma. Agora, esses perfis não serão mais contabilizados na lista de “seguidores” de usuários considerados dentro da norma. Até então, essas contas estavam bloqueadas temporariamente e não podiam tuitar, retuitar e curtir publicações no Twitter. A rede social disse que considera contas suspeitas as que começaram a tuitar um grande volume de respostas ou mencionar contas que não a seguem, além de tuitar links falsos ou ser bloqueado por um grande número de contas depois de serem mencionadas. Vijaya Gadde, diretora da equipe de confiança e segurança do Twitter, disse que as contas escondidas se diferenciam dos robôs e spam na rede social. Ela se referia a uma reportagem publicada no site do jornal Washington Post, na sexta-feira, 6, que mostrou que o Twitter suspendeu 70 milhões de contas consideradas falsas. Após a notícia, as ações da rede social despencaram.”Na maioria dos casos, essas contas foram criadas por pessoas reais, mas não conseguimos confirmar se elas continuam acessando e controlando esses perfis”, diz Gadde. A executiva também ressaltou que o número de usuários ativos mensais não deve ser afetado com a nova mudança. A afirmação é uma resposta do Twitter aos investidores, que temiam que a empresa perdesse usuários e diminuíssem as verbas conquistadas com publicidade. As mudanças fazem parte da estratégia da companhia em melhorar o bem estar de seus usuários na rede social, hoje uma das principais plataformas afetadas pelo uso de bots. Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo” em maio, Del Harvey, vice-presidente de confiança e segurança da empresa, disse que a empresa estava mudando o algoritmo da rede social para identificar usuários que desrespeitam as regras da plataforma como prática de bullying e notícias falsas. Veja também TECNOLOGIATwitter eliminará contas “bloqueadas” da contagem de seguidores11 jul 2018 - 20h07 Ler artigo completo
  3. Brasília – A expressiva queda na projeção da equipe econômica para a atividade em 2018 não deve ter forte impacto na receita, disse uma fonte com conhecimento direto dos cálculos nesta quinta-feira, apontando como fator positivo o comportamento esperado para a indústria ao longo do ano. “Como a indústria vai crescer mais do que o PIB, a receita vai crescer mais”, afirmou a fonte à Reuters, falando em condição de anonimato. Por esse viés de receitas maiores, “faria sentido” desbloquear mais recursos do Orçamento no relatório de receitas e despesas, acrescentou a fonte, destacando, contudo, que a decisão ainda não havia sido tomada nesse sentido. Na sexta-feira, o governo publicará no relatório sua nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, que deve ficar em 1,6 por cento, contra 2,5 por cento antes, em meio a um cenário de menor confiança dos agentes econômicos e influência negativa da greve dos caminhoneiros. A fonte também lembrou que a greve dos caminhoneiros teve impacto inflacionário – e que o aumento dos preços eleva a base sobre a qual incidem os impostos, com efeito positivo para as receitas arrecadadas. Como reflexo da greve dos caminhoneiros, a produção da indústria despencou 10,9 por cento em maio, depois de alta de 0,8 por cento em abril, estabilidade em março e avanço de 0,1 por cento em fevereiro. “Ali (o desempenho) foi pontual”, disse a fonte, apontando que recuperação virá à frente. A pressão sofrida pela performance da indústria em maio partiu principalmente da produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, com queda 29,8 por cento, e de produtos alimentícios, com perdas de 17,1 por cento. A nova estimativa do PIB do ministério da Fazenda e do Planejamento deve, com a mudança, ficar no mesmo percentual apontado pelo Banco Central e próxima à expansão de 1,5 por cento vista pelo mercado, conforme pesquisa Focus mais recente feita pelo BC junto a uma centena de economistas. Veja também ECONOMIAGreve dos caminhoneiros foi divisor de águas para expectativa na economia19 jul 2018 - 16h07 Ler artigo completo
  4. Galvão Bueno esclareceu os comentários que fez a respeito de sua carreira durante a final da Copa do Mundo da Rússia e garantiu que ainda não irá se aposentar. A afirmação veio em uma entrevista ao canal do YouTube de seu próprio filho. “Você vai parar de narrar?”, questionou Luca Bueno, recebendo uma resposta direta: “Não.” “O que eu disse: faço narrações em Copa do Mundo desde 1974, são 44 anos. Pode ser que essa de França e Croácia tenha sido minha última narração de final de Copa do Mundo. Não sei, provavelmente seja”, explicou. Galvão ainda ressaltou que já possui compromissos agendados em contrato: “Mas, de qualquer forma, quero estar no Catar. Tenho Copa América pra fazer em 2019, tenho Olimpíada pra fazer em 2020. Em 2022 tenho que pensar com calma, não sei o que vou fazer. Tem tanta coisa pra fazer, gente. Posso fazer uma narração ou outra, tem Jornal Nacional, tem programa, isso é uma coisa que vamos resolver, até porque tenho que renovar o contrato pra saber o que vou fazer.” O locutor ainda esclareceu o discurso feito por Arnaldo César Coelho na final entre França e Croácia: “As pessoas não entendem direito. Quando terminou, o Arnaldo disse que não ia fazer uma outra Copa do Mundo. Não quer dizer que ele estava se aposentando naquele momento.” “Ele tem todo esse ano de contrato, por exemplo dia 8 de agosto vamos estar juntos, eu ele e o Júnior, Flamengo e Cruzeiro na Libertadores”, prosseguiu. “As pessoas se adiantam. Nem Arnaldo se aposentou agora, nem eu disse que não vou mais fazer Copa do Mundo. Isso é uma coisa que o tempo vai decidir”, concluiu. Na final da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, o narrador chegou a afirmar que aquela havia sido sua última Copa narrada fora do Brasil. Posteriormente, porém, voltou atrás. Veja também TECNOLOGIAGalvão Bueno narra o fim do mundo no YouTube21 dez 2012 - 09h12 Ler artigo completo
  5. Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou a proposta do presidente da Rússia, Vladimir Putin, para que autoridades russas tivessem permissão de interrogar cidadãos norte-americanos, informou a Casa Branca nesta quinta-feira, após a oferta gerar fortes críticas nos EUA. O presidente republicano então pediu ao seu assessor de segurança nacional, John Bolton, que convide o presidente russo para visitar Washington no outono, disse a Casa Branca, quatro dias após a reunião com Putin em Helsinque. “O presidente Trump pediu a @Ambjohnbolton para convidar o presidente Putin a Washington no outono e essas discussões já estão em andamento”, disse Sarah Sanders, porta-voz da Casa Branca, no Twitter. Após a cúpula entre os líderes na segunda-feira em Helsinque, Putin descreveu a proposta quando foi perguntado sobre a possível extradição de 12 autoridades da inteligência russa indiciadas na sexta-feira nos EUA por acusações de envolvimento na eleição presidencial norte-americana de 2016. A oferta que Putin descreveu era para permitir que autoridades dos EUA observassem interrogatórios feitos por autoridades russas dos russos indiciados, em troca de permitir que investigadores russos questionassem norte-americanos sobre outros assuntos, especificamente mencionando um caso envolvendo o investidor sediado em Londres Bill Browder, no passado investidor na Rússia. “Esta é uma proposta que foi feita com sinceridade pelo presidente Putin, mas o presidente Trump discorda dela”, disse em comunicado a porta-voz da Casa Branca. “É esperado que o presidente Putin faça os 12 russos identificados virem aos EUA para provarem inocência ou culpa”. Trump chamou a ideia na segunda-feira de “uma oferta incrível”. A Casa Branca informou na quarta-feira que Trump estava considerando a proposta, gerando amplas críticas de colegas republicanos, assim como de democratas. A Casa Branca fez o anúncio enquanto o Senado dos EUA se preparava nesta quinta-feira para votar uma resolução colocando o Congresso em oposição a permitir que quaisquer autoridades norte-americanas fossem interrogadas pela Rússia. O Senado – controlado pelos republicanos de Trump – aprovou por unanimidade a resolução. Esta é a turbulência mais recente na Casa Branca, num momento em que o governo luta para silenciar polêmicas por conta do fracasso de Trump em confrontar Putin sobre envolvimento russo na eleição norte-americana de 2016. Trump disse na terça-feira ter se expressado mal em uma entrevista coletiva em Helsinque, quando afirmou não ver motivo pelo qual a Rússia se envolveria na eleição. Na quarta-feira, Trump respondeu “não” para a pergunta de um repórter sobre se a Rússia ainda está mirando os EUA. Sanders disse horas depois que ele falou “não” para responder perguntas – e não para a pergunta em si. Na quarta-feira, o escritório do procurador-geral da Rússia listou norte-americanos que deseja interrogar por “atividades ilegais”, incluindo Michael McFaul, que foi embaixador dos EUA na Rússia durante o governo Obama. “Isto não vai acontecer”, disse o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, à CBN News nesta quinta-feira. “Eu acho que não há nenhum membro do Congresso, de qualquer um dos lados, que acredite que é remotamente inteligente exigir que nosso ex-embaixador, o sr. Browder, ou qualquer outra pessoa se submeta a interrogatórios pelo governo Putin”, disse o senador republicano Lindsey Graham. “Porque não há estado de direito, como eu disse, na Rússia. Há somente o estado de Putin”. Segundo encontro Mais cedo nesta quinta-feira, tanto Trump quanto Putin culparam forças dentro dos EUA por estragos ao que chamaram de sucesso da primeira cúpula, com Trump dizendo estar ansioso para o segundo encontro. O presidente republicano acusou a mídia de distorcer comentários nos quais deu crédito às negações de Putin de intromissão eleitoral, apesar das conclusões da comunidade de inteligência norte-americana sobre a conduta de Moscou. “A cúpula com a Rússia foi um grande sucesso, exceto com o verdadeiro inimigo do povo, a mídia fake news”, tuitou Trump. “Aguardo nossa segunda reunião para que possamos começar a implementar algumas das muitas coisas debatidas, inclusive deter o terrorismo, segurança para Israel, proliferação nuclear, ataques cibernéticos, comércio, Ucrânia, a paz no Oriente Médio, a Coreia do Norte e mais”, acrescentou. Em Moscou, Putin acusou forças “poderosas” dos EUA de tentarem minar o sucesso de sua primeira cúpula com Trump, mas disse que os dois líderes conseguiram começar a melhorar os laços bilaterais apesar disso. (Reportagem de Steve Holland, Doina Chiacu, Richard Cowan, Lisa Lambert, Susan Heavey, em Washington, e Andrew Osborn e Olesya Astakhova, em Moscou) Veja também MUNDOTrump diz que pretende fazer uma segunda cúpula com Putin19 jul 2018 - 12h07 MUNDOPutin: “Forças” nos EUA estão prontas para sacrificar relações bilaterais19 jul 2018 - 16h07 MUNDOEUA devem se preparar para ingerência russa, diz secretária de Segurança19 jul 2018 - 14h07 Ler artigo completo
  6. O papel de princesa Margaret em The Crown deu à Vanessa Kirby uma grande visibilidade e criou uma referência, um padrão de qualidade para sua atuação. A atriz, que está no elenco de Missão: Impossível – Efeito Fallout, que estreia no dia 25 de julho, deu uma entrevista à Variety na qual fala sobre ter participado da série da Netflix que retrata a família real britânica, sobre feminismo e planos para a carreira. Questionada sobre o que Margaret significou, Vanessa disse: “Ela me deu muita coisa, sério. Foi algo incrível interpretar alguém que é tão cheia de cor e tão vívida. Não há muitos papéis como esse, que são multicoloridos ou são tão vibrantes. Interpretar alguém que tem uma gama tão grande de sentimentos, profundidade e é tão extrema. Eu quero encontrar pessoas assim sempre. Ela criou uma referência para mim”. A partir da terceira temporada, que deve estrear apenas em 2019, The Crown vai contar com um novo elenco para acompanhar o envelhecimento dos personagens. Olivia Colman vai interpretar a rainha Elizabeth II no lugar de Claire Foy, Tobias Menzies vai substituir Matt Smith no papel de príncipe Phillip e a Margaret de Vanessa será vivida por Helena Bonham Carter. Vanessa contou que conversou muito com Helena sobre a personagem, e as duas partilharam referências, estudos e ideias sobre a verdadeira Margaret. “Ela foi muito graciosa e linda em tudo. Ela pediu todas as minhas anotações, livros e músicas, então nós compartilhamos tudo, o que é incrível, porque eu acho que ela pode ser alguém tão obcecada com Margaret como eu sou”, contou. “Você não pode fazer nada menos do que aproveitar cada minuto. Não há nada que não seja mágico sobre fazer esse papel. Não houve um minuto em que eu não estava nas alturas”. Ela ainda falou que a importância de Margaret está no fato de ela ser uma mulher com quem muitas mulheres da vida real podem se identificar. “Eu tive aquelas explosões em meu quarto, joguei coisas no chão e discuti com minha irmã também. Eu quis fazer dela alguém com quem as pessoas se identificassem. Agora, mais do que nunca, é o momento dessas mulheres que representamos serem idiossincráticas, confusas, desajeitadas, estranhas, brilhantes e que lutem pelas coisas com uma voz muito clara. Fiz disso a minha missão”, falou. Há alguns meses, veio à tona que Claire Foy, que interpreta a protagonista da série, ganhava menos que Matt Smith, em meio a uma onde de discussões e ações em prol da igualdade de gênero em Hollywood. Sobre o assunto, Vanessa disse que ficou feliz após o assunto se tornar público. “Há um debate ocorrendo e que está sendo feito abertamente, porque eu acho que isso precisa acontecer em todas as indústrias. Não é exclusivo da indústria do entretenimento, em que você precisa se sentir segura se vai a audições ou está em um set de filmagem. É sobre mulheres, em todos os lugares, poderem dizer: ‘Isso não está bom para mim’. E alguém ouvi-las”. Veja também CARREIRA - VOCÊ S/ANetflix indeniza Claire Foy por diferença salarial em “The Crown”2 maio 2018 - 09h05 ESTILO DE VIDAAtor de “The Crown” fala sobre equiparação salarial na série da Netflix23 abr 2018 - 17h04 Ler artigo completo
  7. Paris/Estocolmo – A Volvo Cars está fazendo malabarismos com a produção de seu utilitário esportivo para evitar as tarifas de importação dos Estados Unidos, disse o presidente-executivo Hakan Samuelsson à Reuters na quinta-feira, enquanto a empresa persegue o quinto ano consecutivo de vendas recordes. A empresa está transferindo da China para Europa a produção de seu veículo utilitário esportivo XC60 para o mercado dos EUA, a fim de evitar as novas tarifas impostas por Washington sobre as importações chinesas, disse Samuelsson em entrevista depois de revelar um aumento de 29 por cento no lucro operacional do segundo trimestre. A Volvo, cuja controladora chinesa Geely está avaliando listar a empresa em bolsa, monta atualmente o compacto XC60 na Suécia para clientes europeus e na China para os demais mercados, incluindo os EUA. “Vamos, naturalmente, fazer uma reacomodação aqui e levar os XC60s produzidos para o mercado dos EUA … para nossa fábrica na Europa, e deixar a China produzir para outros mercados”, disse presidente-executivo, acrescentando que a mudança havia começado. Adquirida pela Geely em 2010, a montadora de carros de luxo registrou o quarto ano seguido de vendas recordes, melhorando seu desempenho em relação às maiores rivais, a Mercedes e a BMW. O lucro líquido subiu 40 por cento, para 3 bilhões de coroas suecas (337 milhões de dólares) nos três meses encerrados em 30 de junho, enquanto a receita foi de 66 bilhões de coroas, um aumento de mais de 25 por cento. O lucro operacional foi de 4,2 bilhões de coroas, com fluxo de caixa livre positivo de 3,7 bilhões de coroas em A Geely contratou Citigroup, Goldman Sachs e Morgan Stanley para preparar a listagem da Volvo em bolsa este ano, informou a Reuters em maio, uma operação que pode avaliar a empresa entre 16 bilhões e 30 bilhões de dólares. Prometendo atingir um quinto recorde em 2018, Samuelsson disse que a Volvo está “bem posicionada para um novo período de crescimento global sustentável”. A empresa inaugurou recentemente sua primeira fábrica nos EUA, na Carolina do Sul, agora elevando a produção de sedãs S60. Embora o investimento de 1,1 bilhão de dólares nos EUA ofereça algum alívio às crescentes barreiras comerciais, a empresa continua dependente da importação de SUVs e sedãs grandes para o seu mercado de crescimento mais rápido. As vendas da Volvo nos EUA cresceram 40 por cento no primeiro semestre. Veja também ECONOMIAChina: guerra comercial dos EUA “matou” a confiança na economia mundial18 jul 2018 - 10h07 Ler artigo completo
  8. São Paulo – O deputado federal Rodrigo Garcia (DEM-SP) afirmou nesta quinta-feira, 19, ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que as conversas do ‘Centrão’ estão caminhando melhor na direção de uma aliança nas eleições de 2018 com o PSDB, do pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin, do que com o PDT do ex-ministro Ciro Gomes. Garcia, que foi secretário de Habitação do tucano e defende que o grupo apoie o ex-governador, se reuniu no inicio da tarde com Alckmin na zona sul da capital paulista. Após o encontro, afirmou ainda que “a maioria do DEM nunca foi pelo Ciro” e citou a entrevista concedida ontem ao jornal O Estado de S. Paulo pelo economista do partido, Claudio Adilson Gonçalez, para quem os programas do pedetista e da legenda são “inconciliáveis”. “Não tem como juntar”, resumiu Garcia, que será oficializado amanhã como o vice na chapa do ex-prefeito João Doria (PSDB). Segundo o Broadcast apurou, Alckmin deve se encontrar ainda hoje com o presidente do DEM nacional e prefeito de Salvador, ACM Neto, que voou para a capital paulista após o café da manhã com partidos do Centrão na residência do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O grupo, que reúne ainda PP, Solidariedade, PR e PRB, postergou para a semana que vem a decisão sobre quem apoiar. Garcia, no entanto, disse desconhecer o encontro e afirmou que ACM estará em São Paulo para a cerimônia de amanhã, com Doria. Alckmin na dianteira Os líderes do Centrão têm dito reservadamente que uma aliança com o PSDB possui ligeira preferência no bloco hoje. Em público, o discurso é de que existe uma divisão equilibrada. Até a semana passada, antes da adesão do PR, Ciro tinha mais força. Porém, recentes declarações polêmicas do pedetista provocaram desgaste e receio nos partidos. Eles reafirmaram que o bloco formará uma aliança única. Há ainda a possibilidade de adesão de partidos nanicos, como PHS e Avante. Parlamentares dos dois partidos foram ao encontro matinal na residência de Maia. Ele também recebeu depois o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pré-candidato do MDB ao Planalto. Em jantar na noite de quarta-feira, 18, o grupo reafirmou a união no bloco e indicou o empresário Josué Gomes (PR), da Coteminas, como pré-candidato a vice-presidente e representante dos partidos. O presidente do PRB, ex-ministro Marcos Pereira (Indústria), disse que não houve consenso no grupo, nem avanço na articulação. Ele também descartou um acordo nesta semana em prol do tucano ou do pedetista: “Sem consenso, vai longe ainda.” O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que foi à residência oficial da Câmara e conversou com Maia, relatou que o blocão pediu mais uma semana e deu previsão de se posicionar até a próxima quinta-feira. Também estiveram no café da manhã os deputados Marcelo Aro (PHS-MG), Luís Tibé (Avante-MG), Bebeto (PSB-BA), Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Paulinho da Força (SD-SP), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR). / COLABORARAM FELIPE FRAZÃO E VERA ROSA, DE BRASÍLIA Veja também BRASILACM Neto: decisão sobre aliança do Centrão sai só na semana que vem19 jul 2018 - 14h07 Ler artigo completo
  9. Gaza – O chefe político do movimento islamita palestino Hamas, Ismail Haniyeh, aceitou nesta quinta-feira a proposta para retomar o processo de reconciliação com a Autoridade Nacional Palestina (ANP) que os serviços de inteligência egípcia lhe apresentaram na semana passada no Cairo, anunciou seu escritório. A iniciativa egípcia foi apresentada tanto ao Hamas como ao presidente palestino, Mahmoud Abbas, que ainda não se pronunciou, e propõe a retomada das conversas de reconciliação entre a organização islamita e o partido nacionalista Al Fatah, do qual é líder. Além disso, propõe a formação de um governo de unidade palestina, depois que o Hamas ceda todo o poder do enclave à ANP, uma transferência que tinha ficado estancada com a implementação do acordo de reconciliação que assinaram em outubro do ano passado. Uma delegação do Hamas esteve na semana passada no Egito para abordar “a situação interna palestina, os modos de suspender o bloqueio imposto a Gaza e os mecanismos de reconciliação” entre a ANP, com sede em Ramala, e o grupo islamita, que controla a Faixa desde 2007 após expulsar as forças leais a Abbas. A reconciliação tem como objetivo que o Hamas transfira o controle total do enclave à ANP e, embora tenha entregado a maioria dos ministérios, o movimento islamita mantém o de Segurança e voltou a controlar os postos fronteiriços com Israel e Egito, que tinham sido cedidos. Veja também MUNDOIsrael e Hamas firmam trégua em Gaza após piores embates desde 201415 jul 2018 - 11h07 Ler artigo completo
  10. São Paulo – Depois de subir mais de 1 por cento e encostar em 3,90 reais, o dólar perdeu força na reta final do pregão e fechou esta quinta-feira praticamente estável com os investidores respirando mais aliviados após notícias de que o blocão, grupo de partidos de centro, estaria pendendo a apoiar o pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, nas eleições presidenciais de outubro. Após o fechamento do mercado à vista, às 17:00, o dólar futuro já era negociado em baixa de cerca de 0,40 por cento. O dólar avançou 0,09 por cento, a 3,8448 reais na venda, depois de marcar a máxima de 3,8936 reais no dia. “O apoio do centrão em síntese dá força para o Alckmin, embora seja preciso ver o quanto isso vai se refletir nas pesquisas”, afirmou o operador de câmbio da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado. “Alckmin é o que mais agrada ao mercado dentre as escolhas que temos”, acrescentou. Alckmin é visto pelo mercado como um político mais comprometido com o ajuste fiscal. O tucano e interlocutores próximos fizeram uma contraofensiva nos últimos dias para conter o avanço dos acertos do pedetista Ciro Gomes com o blocão e esse grupo de partidos pode até fechar uma aliança formal com o ex-governador de São Paulo, afirmaram à Reuters fontes envolvidas diretamente nas negociações. “Alckmin está na frente agora”, admitiu um presidente de um partido do blocão à Reuters, sob a condição do anonimato, ao ser questionado se a disputa estaria empatada. Pela manhã, o dólar chegou a superar 1 por cento de valorização ante o real ainda sob influência de declarações otimistas sobre a economia norte-americana do chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, que reforçaram as expectativas de investidores sobre a força do dólar a longo prazo e de aumento dos juros. À tarde, no entanto, o dólar perdeu força após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que não estava “feliz” com a decisão do Fed de elevar a taxa de juros, já que esses aumentos podem colocar os EUA em “desvantagem” enquanto banco central do Japão e o Banco Central Europeu (BCE) mantêm sua política monetária frouxa. O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 9,10 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto. (Edição de Camila Moreira e Patrícia Duarte) Ler artigo completo
  11. Manágua – A grave crise da Nicarágua traz à memória o conflito na Venezuela, que também viveu recentemente violentas manifestações nas ruas. A seguir, algumas semelhanças e diferenças entre as crises dos respectivos países: Semelhanças 1. Controle político: Os dois protestos, que explodiram em um mês de abril, exigem a saída do poder dos presidentes de esquerda Nicolás Maduro (Venezuela) e Daniel Ortega (Nicarágua), por renúncia, ou antecipação das eleições. E os dois governos adotaram a mesma estratégia. “Tiram do jogo os líderes e partidos de oposição, mas não em uma disputa eleitoral, e sim com sentenças do poder judicial e eleitoral, espúrias e ilegais. Assim fez Ortega nas eleições de 2016, e Maduro o copiou em 2018”, disse à AFP o analista político venezuelano Luis Salamanca. Juan Felipe Celia, do think tank Atlantic Council (Washington), assinala que os dois presidentes, além disso, “censuram os meios de comunicação e consolidaram o poder eliminando os contrapesos”. 2. Repressão dos protestos: A Nicarágua tem as chamadas “hordas sandinistas” e grupos civis fortemente armados; a Venezuela, os conhecidos popularmente como “coletivos”. “Usam paramilitares ligados ao governo para enfrentar os manifestantes”, destaca o analista venezuelano Mariano de Alba. “Supostamente agem por conta própria, mas, apesar de seu carácter civil, fazem parte dos aparelhos de segurança do governo para agredir e intimidar opositores”, comentou o analista Diego Moya-Ocampos, do IHS Markit (Londres), em conversa com a AFP. “Mas o governo nicaraguense extrapolou, foi muito mais letal”, destacou Salamanca. Na Venezuela, foram quatro meses de protestos e 125 mortos; na Nicarágua, mais de 280 mortos em três meses. O representante da Nicarágua na OEA, Denis Moncada Colindres, fala na sede do organismo em Washington, DC, em 18 de julho de 2018 3. Retórica do conflito: Em ambos os países, os opositores apontam Maduro e Ortega como tendo estabelecido uma ditadura, marcada pela corrupção e pelo controle dos poderes do Estado, especialmente o Judiciário e o Eleitoral. O governo nicaraguense acusa os manifestantes de “terroristas” e “golpistas de direita” financiados pelos Estados Unidos, como aconteceu na Venezuela, aponta Alba. “O roteiro perfeito, que hoje eles estão aplicando na Nicarágua”, sustenta Maduro, denunciando uma campanha para mostrar os dois países “no caos” e à beira da “guerra civil”. 4. Negociação: O sociólogo nicaraguense Oscar Vargas acredita que, como fez Maduro, Ortega busca oxigênio na negociação, enquanto aposta no “atrito e divisão do movimento de oposição”, em uma “venezuelanização do conflito”. Ambos, concorda Alba, usam o “diálogo para ganhar tempo e baixar a pressão interna”. “A solução depende em grande parte do colapso da coalizão oficial e do apoio militar”, acrescentou. A Igreja Católica participou dessas conversas. 5. Pressão internacional: Ambos os governos também experimentam um crescente isolamento internacional, com os Estados Unidos aplicando sanções. “A situação na Nicarágua não recebeu, porém, tanta atenção quanto a da Venezuela”, aponta Alba, embora a Organização dos Estados Americanos (OEA) tenha dedicado várias sessões à crise. Diferenças 1. Economia: A Venezuela vive uma crise severa, mas o governo controla a renda do petróleo (96% de seus ingressos). “Ortega depende do setor empresarial e dos nicaraguenses para que a economia funcione”, indica Alba. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, saúda seu colega de Cuba, Miguel Díaz-Canel, no XXIV encontro do Foro de São Paulo em Havana, em 17 de julho de 2018 “A Nicarágua é uma economia frágil e muito fraca e chegará à beira da quebra, se a crise não for resolvida no curto prazo”, opina a analista nicaraguense Elvira Cuadra. O Banco Central reduziu a projeção de crescimento para este ano de 4,9% para 1%, e mais de 200 mil empregos foram perdidos. 2. Peso político: Para Cuadra, outra diferença é o peso regional de cada país. Com a petrodiplomacia do falecido Hugo Chávez (1999-2013), a Venezuela conquistou lealdades em países do continente, e alguns permanecem fiéis. “O sistema interamericano levou mais tempo para inclinar a balança contra o governo venezuelano do que contra o governo nicaraguense, que ultrapassou todos os limites”, acrescentou. 3. Forças Armadas: As Forças Armadas da Nicarágua proclamaram sua não deliberação e apoio ao diálogo. “São mais institucionais, enquanto as da Venezuela são altamente politizadas”, comenta Moya-Ocampos. O Exército venezuelano se declara leal, chavista e sota. “Maduro continua a ter o apoio da força militar. Na Nicarágua, as principais forças repressivas têm sido grupos civis armados pró-Ortega”, explica Celia. 4. Movimento opositor: Na Nicarágua, os protestos são liderados pela Aliança Cívica pela Justiça e Democracia, que reúne estudantes, empresários, camponeses e outros grupos da sociedade civil. A maioria dos manifestantes é jovem, como na Venezuela, segundo Celia. Mas o movimento nicaraguense não tem uma liderança partidária. Na Venezuela, os protestos foram convocados pela Mesa da Unidade Democrática (MUD), uma aliança de partidos com aspirações particulares, que está profundamente dividida e não conseguiu se conectar com os setores populares. 5. Bloco de apoio: O analista nicaraguense Mauricio Díaz vê “confusão” na Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) e assinala que “os quadros históricos não definem claramente suas lealdades”. “Os sandinistas não são totalmente coesos em torno de Ortega, e vários acham que deve haver uma mudança. Já o madurismo sofreu perdas importantes, mas a coalizão governante permaneceu unida durante a crise”, disse Alba. Veja também MUNDOOEA pede a Ortega que aceite eleições antecipadas para março de 201918 jul 2018 - 17h07 MUNDOAI pede que governo de Ortega acabe com “insensato massacre” na Nicarágua18 jul 2018 - 19h07 MUNDOComo Venezuela, Nicarágua superará crise imposta pelos EUA, diz Maduro17 jul 2018 - 19h07 Ler artigo completo
  12. Siscomex (robô)

    [EXAME] Microsoft defende regulação para reconhecimento facial

    Na semana passada, a Microsoft tornou-se a primeira gigante de tecnologia a pedir uma regulamentação específica para a tecnologia de reconhecimento facial. No blog da empresa, o presidente e diretor jurídico global, Brad Smith, assinou um texto com o requerimento, dizendo que “um mundo com uma regulação ativa dos produtos que são úteis mas potencialmente problemáticos é melhor do que um mundo desprovido de padrões legais”. Hoje, a Microsoft tem uma tecnologia própria de reconhecimento facial e um de seus clientes é o aplicativo de carona Uber, que verifica a identidade de motoristas pelas fotos tiradas usando a câmera do smartphone. “É uma tecnologia que pode catalogar suas fotos e reunir famílias, mas também ser utilizada e abusada por empresas e autoridades”, disse Smith. “A única forma de regular esse uso é pedir para o governo fazê-lo”, declarou o executivo, que pediu que uma comissão bipartidária e de espetas seja formada no Congresso americano para discutir o tema. Para o executivo, permitir que as empresas criem suas próprias regras não fará a tecnologia passar por um escrutínio público necessário. Segundo ele, a Microsoft já recusou diversos negócios que poderiam gerar riscos “aos direitos humanos.” O pedido de Smith surge em meio a uma corrente de críticas direcionadas às empresas de tecnologia, como Amazon e Google, que fazem parcerias com governos para sistemas de reconhecimento – parte delas vem até mesmo de seus próprios funcionários. Para a União Americana de Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês), a carta de Smith é um chamado urgente para que o Congresso preste atenção e ponha freios na tecnologia. Há, no entanto, quem duvide que a empresa esteja falando sério: em entrevista ao jornal The Washington Post, o diretor do Centro de Estudos de Privacidade e Tecnologia de Georgetown, Alvaro Bedoya, disse que a grande questão é “saber como a Microsoft vai se comportar quando uma legislação como essas for de fato discutida e negociada”. Veja também TECNOLOGIACom plano “anti-Amazon”, Microsoft alcança recordes na nuvem19 jul 2018 - 06h07 Ler artigo completo
  13. São Paulo – A Lojas Americanas foi condenada por ter humilhado e obrigado uma cliente a limpar o chão de uma loja. A juíza do 2º Juizado Especial Cível e Criminal de Santa Maria, no Distrito Federal, condenou a empresa Lojas Americanas S.A. ao pagamento de 3 mil reais por danos morais causados à consumidora. De acordo com a ação, o funcionário da loja teve conduta “agressiva e desarrazoada”. A autora da ação narrou que, enquanto fazia compras em uma das lojas da companhia, sua neta de cinco anos urinou no chão e, por isso, pediu a uma das funcionárias um pano para que pudesse limpar a urina. Inicialmente, a funcionária falou que ela não precisaria se preocupar. Porém, após pagar suas compras, a autora da ação ela relatou ter sido abordada pelo segurança da loja, que exigiu que ela limpasse o chão e entregou um pano e um rodo à sua nora, que a acompanhava na ocasião. A consumidora, então, pegou seu celular para gravar a situação quando levou um tapa no braço do mesmo segurança, para impedi-la de filmar. Ela inicialmente pediu pagamento de 7 mil reais a título de danos morais. Na sentença, a juíza destacou que “o funcionário apresentou um comportamento agressivo e desarrazoado, levando em conta que o infortúnio se deu por ação involuntária de uma criança de cinco anos, ainda sem condições fisiológicas de conter suas necessidades. A empresa não pode compactuar com tal comportamento”. Quanto ao valor da indenização, a magistrada argumentou que “o valor deve ser fixado com parcimônia, de forma a compensar a vítima pela ofensa praticada, bem como evitar que tais condutas sejam repetidas pela parte requerida”. Ainda cabe recurso da sentença. A Lojas Americanas foi procurada pela reportagem de EXAME e a matéria será atualizada assim que receber resposta com o posicionamento da companhia. Veja também PMELojas Americanas estuda modelo de franquia para lojas de conveniência11 maio 2018 - 16h05 PMECasa do Pão de Queijo é condenada por demitir funcionária por beber água8 jun 2018 - 16h06 Ler artigo completo
  14. O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, está outra vez no centro de uma polêmica, esta vez por afirmar que a rede social não deveria proibir publicações que negam o Holocausto. Em uma entrevista ao site Recode divulgada nesta quarta-feira em um podcast, Zuckerberg disse que embora o Facebook esteja focado em frear a difusão de notícias falsas, algumas crenças que se mantêm por convicção não serão eliminadas. Depois da reação nas redes sociais por suas declarações, Zuckerberg se viu obrigado a se retratar, esclarecendo que se alguma postagem promovia violência ou ódio contra qualquer grupo, seria eliminada. A controvérsia foi gerada quando Zuckerberg espontaneamente deu como exemplo a negação do Holocausto durante a entrevista, ao se referir à publicação de notícias fraudulentas na rede. O criador do Facebook disse que as mensagens que chamavam de mentirosas as vítimas do ataque a tiros na escola de Sandy Hook seriam eliminados por representar uma perseguição. No entanto, acrescentou que nem todas as publicações incorretas receberiam o mesmo tratamento. “Sou judeu, e há pessoas que negam que o Holocausto tenha ocorrido”, disse. “Acho isso profundamente ofensivo. Mas no fim das contas, não acho que nossa plataforma deva eliminar essas publicações, porque penso que há coisas que as pessoas acreditam equivocadamente. Não acho que façam isso intencionalmente”. Depois de que Swisher lhe disse que os que negam o Holocausto poderiam fazer isso com más intenções, Zuckerberg continuou: “É difícil pôr em dúvida a intenção e entendê-la. Só acho que, por mais horríveis que possam ser alguns exemplos, a realidade também é que eu me equivoco quando falo publicamente. Tenho certeza de que você também. E tenho certeza de que muitos líderes e figuras públicas que respeitamos também se equivocam”. Após a entrevista, Zuckerberg enviou um e-mail a Recode para esclarecer suas declarações, dizendo que se algo for considerado falso pelos que checam a veracidade das publicações no Facebook, “perderia a maioria de sua distribuição em sites de notícias”. “E evidentemente, se uma publicação cruza a linha de promover a violência ou o ódio contra algum grupo em particular, seria eliminada”. As declarações de Zuckerberg foram divulgadas após o Facebook informar sobre um novo método para lutar contra a violência inter-religiosa e informações falsas na plataforma, que representa um novo passo para eliminar o conteúdo que não é explicitamente violento mas que pode promover o ódio. Ler artigo completo
  15. Siscomex (robô)

    [EXAME] Bolsonaro ainda busca alianças, diz aliado

    Brasília – O deputado Jair Bolsonaro ainda busca acertar alianças com outros partidos para a eleição presidencial de outubro e a convenção do PSL de domingo servirá apenas para formalizá-lo como candidato da sigla à Presidência e não para anúncio de coligações, disse à Reuters o deputado Major Olímpio (SP), líder da legenda na Câmara dos Deputados. Olímpio disse que, caso não sejam formalizadas alianças, será encontrada uma “solução doméstica” dentro da legenda e não descartou a possibilidade de a advogada Janaína Paschoal, que é filiada ao PSL e se notabilizou por ser uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, tornar-se companheira de chapa de Bolsonaro. “Ainda tem alguns partidos que podem ser potenciais aliados. Se não houver possibilidade de aliança com outro partido, haverá uma solução doméstica dentro dos quadros do partido”, disse Olímpio. Quando indagado sobre a possibilidade de Janaína Paschoal ser companheira de chapa de Bolsonaro, Olímpio confirmou a possibilidade e elogiou a advogada. “É lógico que pode ser. É uma mulher inteligente, uma mulher combativa e um símbolo de mulher, que desmistificaria essa coisa de Jair Bolsonaro ser militar e machista”, avaliou. O pré-candidato do PSL, que lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sonhava em ter como vice o senador Magno Malta (PR-ES), mas o parlamentar decidiu buscar a reeleição para o Senado. As conversas do PSL com o PR, do ex-deputado Valdemar Costa Neto, naufragaram depois que o partido de Bolsonaro se recusou a atender os pedidos do potencial aliado. Após a recusa de Malta, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército chegou a dizer que anunciaria ainda nesta semana o general da reserva do Exército Augusto Heleno, que é filiado ao PRP, como seu vice. O partido do general, entretanto, rejeitou a aliança. Caso não consiga apoio de outros partidos à sua candidatura, Bolsonaro deverá ter poucos segundos de tempo na propaganda eleitoral no rádio e TV. (Reportagem de Anthony Boadle; Texto de Eduardo Simões; Edição de Alexandre Caverni) Veja também BRASILBolsonaro manda emissário para tentar salvar aliança com PRP19 jul 2018 - 13h07 BRASILJanaína sobre chapa com Bolsonaro: dupla revolucionaria o país19 jul 2018 - 10h07 BRASILApós tentativas frustradas, Bolsonaro se prepara para uma campanha solo19 jul 2018 - 09h07 Ler artigo completo
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