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  1. São Paulo — O dólar começava a semana em leve alta contra o real, permanecendo em torno de 4,30 reais, com os investidores atentos a medidas de estímulo anunciadas pelo banco central da China em dia de volumes reduzidos por um feriado nos Estados Unidos. Às 9:13, o dólar avançava 0,16%, a 4,3079 reais na venda. O dólar futuro registrava alta de 0,%, a 4, reais. Na última sessão, na sexta-feira, o dólar interbancário terminou em queda de 0,79%, a 4,3012 reais na venda –maior desvalorização diária desde 3 de fevereiro. O Banco Central ofertará neste pregão até 13 mil contratos de swap tradicional com vencimento em agosto, outubro e dezembro de 2020. Ler artigo completo
  2. Ao demitir na semana passada o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) do Ministério da Cidadania, o presidente Jair Bolsonaro reforçou o seu estilo de, ao dispensar um auxiliar, oferecer-lhe nova posição na estrutura pública. Para Terra, foi sinalizada a chance de ocupar uma embaixada. Antes dele, cinco dos seis colaboradores que deixaram o primeiro escalão também receberam propostas semelhantes como uma espécie de “prêmio de consolação”. A postura, segundo pessoas próximas ao presidente, tem origem na cultura militar. Na caserna, não costuma haver demissão. Ao dispensar os serviços de um auxiliar, o superior faz um elogio público e o transfere para outra função, longe de seu convívio. Politicamente, ao recorrer a este procedimento, Bolsonaro tenta evitar que ex-integrantes do governo se tornem inimigos. No fim da tarde da quarta-feira, quando Terra entrou no gabinete no 3º andar do Planalto para ser comunicado de que seria dispensado, Bolsonaro propôs que ele assumisse o posto de embaixador no Canadá, na Espanha ou na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A oferta foi costurada pelo ministro Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que substituiu o colega após ser exonerado da Casa Civil. Bolsonaro não se opôs à ideia, mas Terra a rejeitou. Se aceitasse o convite, o parlamentar deveria abrir mão do mandato de deputado federal. Até agora, apenas dois ex-ministros aceitaram um novo emprego em estatais. Demitido em 6 de fevereiro do Ministério do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto ganhou a presidência da DataPrev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência). Ao deixar a Secretaria-Geral da Presidência, em 2019, o general Floriano Peixoto assumiu os Correios e mantém bom trânsito no Planalto. O primeiro a deixar o governo, em 2019, Gustavo Bebianno também recebeu oferta de trabalho em outras áreas, apesar de estar envolvido em crise com o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Na ocasião, Bolsonaro ofereceu a Bebianno, que coordenara sua campanha, a diretoria administrativa da Itaipu Binacional. A proposta foi feita diante de Onyx e do vice-presidente Hamilton Mourão. Diante da negativa, sondaram para as embaixadas em Portugal ou na Itália. “Admitir e demitir é prerrogativa de qualquer governante. Fritar atacar a imagem e a honra das pessoas, não. O presidente tem essa mania, que é muito desleal. O outro padrão de comportamento é, depois de tudo, oferecer cargos às vítimas, numa espécie de cala-boca”, disse Bebianno. Exonerado após entrar na mira do grupo ligado ao guru Olavo de Carvalho, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz também teve a possibilidade de ganhar novo posto. Bolsonaro disse que ofereceu ao militar “o cargo que quisesse”. Santos Cruz rejeitou. Disse que não estava em busca de emprego. O único que não recebeu proposta de emprego após a demissão foi Ricardo Vélez Rodríguez, antecessor de Abraham Weintraub na Educação. Bolsonaro admitiu que errou entregar o ministério ao professor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
  3. Brasília — Um estudo encomendado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM) mostra que metade das terras indígenas homologadas da Amazônia Legal é foco de interesse minerário por empresas ou pessoas físicas. O levantamento mostra que, das 379 terras indígenas homologadas e localizadas na Amazônia Legal, 190 são alvo de algum tipo de processo minerário. Ao todo, 4.050 processos tramitam na Agência Nacional de Mineração (ANM) que incidem sobre terras indígenas já homologadas. O interesse em relação à mineração na Amazônia voltou à tona no início de fevereiro, quando o presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que regulamenta a exploração mineral em terras indígenas, alvo de críticas feitas por lideranças indígenas e ambientalistas. O levantamento feito pela ABPM cruzou dados da Funai, ANM e IBGE. O resultado é apontado pelo estudo como uma espécie de bússola que indica as áreas de mais interesse de empresas que visam a exploração mineral na região amazônica. Desde 1988, a legislação proíbe que órgãos do governo concedam autorizações para pesquisa ou exploração mineral em terras indígenas. A Constituição Federal previu a atividade mineral em áreas indígenas desde que ela fosse regulamentada por lei, o que não aconteceu ainda. Áreas de maior interesse O estudo aponta que a maioria dos processos minerários (61,2%) foi protocolada antes das terras terem sido homologadas, última etapa da demarcação de uma terra indígena. O restante (38,8%) foi protocolado após essa etapa. Em outras palavras: a maior parte dos pedidos de pesquisa ou de lavra em áreas que hoje são terras indígenas foi protocolada antes de o governo homologá-las e, portanto, restringir a possibilidade de exploração. O estudo mostra que, apesar de as terras indígenas estarem espalhadas pela Amazônia Legal, o interesse minerário de empresas e pessoas físicas se concentra em oito grandes regiões. Esses grupos se localizam nas áreas conhecidas como “terras altas da Amazônia”, que têm uma formação geológica considerada favorável à presença de reservas minerais. Apesar da geologia favorável, o estudo mostra que o conhecimento sobre a existência ou não de jazidas nessas regiões ainda é incipiente. Entre as áreas consideradas mais atrativas estão a região do Alto e Médio Rio Negro, no Amazonas, onde há informações sobre jazidas de ouro, nióbio e estanho. Outra região de interesse é a localizada sobre as terras indígenas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, entre os estados do Amazonas e Roraima. No Amapá, está outro grupo, localizado sobre o Parque do Tumucumaque e a terra indígena Wajãpi. Lá, também há informações sobre a existência de jazidas de ouro, nióbio, tântalo e ferro. Entre as regiões de interesse consideradas mais críticas estão aquelas localizadas nas terras indígenas Ianomâmi, Raposa Serra do Sol, Munduruku e Kayabi (Pará) e Uru-Eu-Wau-Wau (Rondônia). Essas regiões são conhecidas por abrigarem garimpeiros, tanto indígenas quanto não-indígenas. Nos últimos anos, há relatos de conflitos na região, como no massacre de 2014, quando índios da etnia cinta-larga, em Rondônia, mataram garimpeiros que atuavam em suas terras na exploração de diamante. Processos indeferidos O estudo aponta que, apesar de numeroso, os processos minerais envolvendo terras indígenas estão sendo indeferidos pela ANM atendendo a uma recomendação do Ministério Público Federal. Para o presidente da ABPM, Luiz Azevedo, o indeferimento dos pedidos é positivo porque “limpa” e prepara o cenário de pesquisas e pedidos envolvendo terras indígenas para um novo marco regulatório do setor, que entraria em funcionamento a partir da aprovação do projeto de lei enviado por Bolsonaro. “Se vamos ter um novo marco regulatório, não faria sentido que esses pedidos permanecessem tramitando. Caso o projeto seja aprovado, começa um novo momento”, disse Luiz Azevedo. Azevedo afirma ser favorável à ideia principal do projeto — regulamentar a mineração em terras indígenas —, mas defende ajustes no texto. Para ele, deveria haver mais espaço para que o Congresso se manifeste sobre as áreas que deverão ser estudadas. Pelo projeto, essa atribuição recai sobre a Presidência da República. “O texto original concentra muitas atribuições na Presidência. Por mais legítimo que o Executivo seja, entendemos que o Congresso poderia ter mais voz nesse processo. Não deveria se limitar apenas a autorizar, mas também deveria ter o poder de indicar as áreas que poderiam ser pesquisadas”, explica. Azevedo defende que as comunidades indígenas tenham mais participação no processo e poder de veto, dependendo do minério envolvido. Para o coordenador-executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Paulo Tupiniquim, um poder de veto parcial não teria a aprovação dos indígenas. “Não existe isso de poder vetar este ou aquele mineral. No final, quem será afetado não será o presidente, o deputado ou o empresário. São os índios. Por isso que não queremos a mineração”, afirmou Tupiniquim. Ler artigo completo
  4. Brasília — Capitaneados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), partidos de centro lançam nesta segunda-feira uma campanha a favor da reforma tributária. O vídeo, que será divulgado nas redes sociais, tem como mote a rejeição à volta da CPMF e a crítica a empresários que têm se posicionado contrários à proposta que tramita no Congresso. Um dos destaques da propaganda é uma recente fala de Maia em que ele descarta a retomada do tributo sobre movimentações financeiras: “A única certeza que eu tenho é que não vamos retomar a CPMF na Câmara em hipótese nenhuma”. A peça a que O Globo teve acesso enfatiza que, hoje, o pobre é mais tributado que o rico e que a reforma em discussão no Legislativo altera essa “característica nefasta da nossa sociedade”. “Quem ganha mais vai pagar mais. Justo, né?”, diz o narrador. O vídeo também ressalta o otimismo de Maia em relação ao cronograma do avanço da proposta na Câmara. “É importante que a gente possa ter, ainda no primeiro semestre, o novo sistema tributário. Um sistema tributário que caminhe para a redução da tributação sobre o consumo, que no Brasil é desproporcional e contra brasileiros mais simples.” Veja tambémECONOMIAEntre avanços e resistências, reforma tributária chega em encruzilhada17 fev 2020 - 05h02ECONOMIAComissão da reforma tributária terá 25 deputados e 25 senadores13 fev 2020 - 13h02ECONOMIAGuedes debate reforma tributária com secretários estaduais de Fazenda12 fev 2020 - 14h02 As mensagens têm destinatários: líderes dos setores de varejo, serviços, agronegócios e construção civil que se posicionaram contra a reforma. Eles pretendem lançar em São Paulo, também nesta segunda, um movimento para impedir que o projeto da Câmara avance. Um dos principais articuladores da frente é Flávio Rocha, dono da Riachuelo e conselheiro do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV). Em 2018, Rocha chegou a lançar sua pré-candidatura à Presidência pelo então PRB, hoje Republicanos, mas desistiu antes de a campanha começar oficialmente. O partido faz parte do grupo que patrocina a campanha a favor da reforma tributária. O vídeo que vai ao ar nesta segunda marca uma nova etapa da ofensiva publicitária patrocinada por PP, PL, PSD, Republicanos, DEM, MDB, Solidariedade e Avante para mudar a imagem do grupo conhecido como centrão “Donos do poder quando veem seus privilégios ameaçados logo reagem”, diz o narrador da peça. A proposta em discussão na Câmara é de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e cria um imposto único, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituiria um rol de tributos: IPI, Cofins, PIS/Pasep, IOF, Salário Educação, Cide (todos federais), ISS (que é municipal) e ICMS (que é estadual). Os empresários têm defendido que a reforma pioraria o sistema tributário, ampliando a informalidade no mercado de trabalho e os preços entregues aos consumidores. A solução, de acordo com o grupo, seria desonerar a folha de pagamento e avançar na criação do imposto digital, que incidiria sobre transações financeiras, justamente nos moldes da antiga CPMF. Ler artigo completo
  5. A Receita Federal paga hoje (17) o lote residual de restituição multiexercício do Imposto sobre a Renda Pessoa Física (IRPF), referente aos exercícios de 2008 a 2019. O crédito bancário será feito para 116.188 contribuintes, somando mais de R$ 297 milhões. Desse total, R$ 133,467 milhões serão liberados para os contribuintes com preferência no recebimento: 2.851 idosos acima de 80 anos, 14.541 entre 60 e 79 anos, 1.838 com alguma deficiência física, mental ou doença grave e 6.052 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Para saber se teve o crédito liberado, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, com entrega de declaração retificadora. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IR e à situação cadastral no Cadastro de Pessoa Física (CPF). Com o aplicativo, é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Ler artigo completo
  6. Uma liminar concedida pela Justiça Federal neste domingo, 16, à Companhia Docas do Estado de São Paulo, proibiu a manifestação de caminhoneiros no Porto de Santos, no litoral paulista. Em um vídeo divulgado pelos motoristas, eles haviam indicado que bloqueariam o porto, por 24 horas, nesta segunda-feira. Na determinação, o juiz Roberto da Silva Oliveira veta manifestações, sob pena de multa diária de R$ 200 mil. Os caminhoneiros estão impedidos de bloquear os acessos ao porto de Santos, entre os dias 17 e 21 de fevereiro. “Além disso, como pano de fundo, há uma operação previamente agendada, no mesmo período de tempo, para se evitar a proliferação do coronavírus, com possível contágio de tripulantes em navio que atracou em portos chineses. Portanto, não é desejável bloqueios que inviabilizam as medidas sanitárias que estão sendo tomadas”, diz o juiz Roberto da Silva Oliveira, que concedeu a liminar. Na última semana, caminhoneiros do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários Autônomos (Sindicam) publicaram um vídeo em que o presidente da entidade, Alexsandro Viviani, anunciava o bloqueio do porto. Ele reivindicava o piso mínimo do frete, o valor dos combustíveis e a perda de trabalho no porto. A operadora logística Rumo também conseguiu, neste domingo, uma liminar proibindo qualquer manifestação na área que cabe à empresa na região portuária. A sentença foi dada pelo juiz Vítor Gambassi Pereira. Nova greve Questionado sobre a possibilidade de uma nova greve, um dos líderes do movimento de 2018, Walace Landim, o Chorão, disse que a categoria tinha combinado de fazer uma paralisação na próxima quarta-feira, 19, para acompanhar a votação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade da tabela do frete. Mas, a pedido da Advocacia Geral da União (AGU), a votação foi suspensa. O ministro do Supremo Luiz Fux chamou uma audiência de conciliação para o dia 10 de março. Caso não haja um resultado positivo para os caminhoneiros, Chorão diz que uma paralisação deve ocorrer, com apoio dele. Nos grupos de caminheiros que o Estado acompanha, o movimento a favor de uma nova greve da categoria ainda é fraco. Até o momento, Ivar Schmidt, do Comando Nacional dos Transportes (CNT) não vê apoio dos demais caminhoneiros, pelo menos na CNT, que é um grupo forte no País. Ler artigo completo
  7. PIB do Japão cai 6,3% O Produto Interno Bruto do Japão teve sua pior queda em quase seis anos no quarto trimestre de 2019, recuando 6,3% na comparação com o mesmo período de 2018, conforme boletim nesta segunda-feira, 17. A expectativa do mercado era de baixa de 3,7%. Os números dizem respeito ao período entre outubro e dezembro, quando a economia ainda não havia sido afetada pela epidemia de coronavírus. Um dos maiores responsáveis pela queda foi o consumo interno, que caiu quase 3%. Para o futuro, as perspectivas japonesas seguem pouco animadoras em meio à epidemia de coronavírus, cujo principal sinal no país vem do navio Diamond Princess, atracado no porto de Yokohama com 356 casos de coronavírus confirmados em meio aos cerca de 3.500 passageiros. O Japão sedia neste anos os Jogos Olímpicos em Tóquio, e aposta nos jogos para alavancar a economia — se o coronavírus não atrapalhar. Americanos evacuados O governo dos Estados Unidos retirou na noite deste domingo os cerca de 400 cidadãos estadunidenses que estavam à bordo do navio Diamond Princess. Dos estadunidenses, 14 testaram positivo para o vírus e foram isolados dos demais passageiros. Carrefour compra lojas da Makro O Grupo Carrefour Brasil anunciou neste domingo, 16, a aquisição de até 30 lojas da rede Makro, pelo valor de 1,95 bilhão de reais. O negócio ainda precisa ser aprovado pelo Cade, órgão de defesa da concorrência. Dos 30 pontos comerciais, 22 são propriedade integral do Makro e oito são alugados, localizados em 17 estados do país. O movimento é parte da estratégia de acelerar a expansão do Atacadão, marca de atacarejo do Carrefour e cujo formato de vendas em larga escala e com promoções ganhou tração na crise brasileira. A bandeira das lojas será convertida de Makro para Atacadão ao longo do ano. O Carrefour afirmou em comunicado que a aquisição permitirá ao Atacadão expandir sua presença no estado do Rio de Janeiro (7 lojas) e na região Nordeste (8 lojas). Em 2019, o Carrefour Brasil atingiu vendas brutas de 62 bilhões de reais – 42 bilhões de reais apenas pela marca Atacadão. Recall na Heineken A cervejaria Heineken anunciou no sábado, 15, um recall voluntário para garrafas da cerveja long neck 330ml depois de identificar uma alteração na embalagem da bebida. A empresa constatou que algumas garrafas de lotes específicos podem soltar lascas de vidro do bocal no momento da abertura, podendo causar lesões ou a ingestão por acidente de pedaços do material. Segundo a cervejaria, a alteração ocorre em apenas 0,3% das embalagens dos lotes em questão e não impactarão as vendas da Heineken. O caso acontece às vésperas do carnaval, uma das datas mais importantes do ano para as cervejarias. GM fecha fábricas em Austrália e Nova Zelândia Como parte de um plano de reestruturação, a montadora General Motors anunciou que fechará suas fábricas na Austrália e na Nova Zelândia, enquanto uma planta na Tailândia será vendida. O fechamento das operações acarretará em custo de 1,1 bilhão de dólares e mais de 600 funcionários serão demitidos, além de outros 1.500 afetados com a venda na Tailândia. O movimento faz com que a empresa pare sua expansão no Sudeste Asiático e foque nas operações onde é lucrativa, como Estados Unidos, América Latina, China e Coreia do Sul. Nesta semana, a GM afirmou que a reestruturação levaria a melhoria de 2 bilhões de dólares nos ganhos em dois anos. Ler artigo completo
  8. Uma nova semana, e uma nova leva de preocupações sobre os impactos do coronavírus. O número de mortos chegou a 1.770 na China, com 70.000 pessoas infectados. Apenas neste domingo foram comunicados 2 mil novos casos. O número de contágios pelo mundo se espalhou com a chegada de 14 americanos doentes num grupo de 300 turistas que estavam no navio Diamond Princess, acorado no porto japonês de Yokohama. Outros países, como a Austrália, também planejam trazer passageiros do cruzeiro para casa. Esta semana também deve deixar mais claro os impactos do coronavírus sobre a economia chinesa, sobre seus vizinhos, e sobre o comércio global. Também deve trazer novos capítulos da crescente pressão sobre o presidente chinês, Xi Jinping, e suas criticadas respostas à epidemia. Segundo a agência Xinhua, o partido comunista chinês estuda adiar seu congresso anual, marcado para a segunda-feira 24. O governo de Pequim anunciou, na sexta-feira, que qualquer visitante à cidade deve ficar 14 dias de quarentena. Um levantamento da Amcham, a câmara americana de comércio, revelou que de 109 companhias do país com fábrica na China 78% sofrem com falta de pessoal. Outras 48% dizem que o fechamento de unidades já afetou sua cadeia global de fornecedores. O governo da Singapura, país com mais vítimas fora da China, 75, revisou a previsão de crescimento do PIB de 2020 de um intervalo de 0,5% e 2,5% para -0,5% e 1,5%. Em economias já fragilizadas, como a japonesa, os efeitos do coronavírus podem ser ainda mais sentidos. O Japão anunciou nesta segunda-feira um recuo de 6,3% no PIB do último trimestre, e deve ter um novo desempenho sofrível no início de 2020 — segundo a agência Reuters, a epemia pode pesar em pelo menos 0,2 ponto percentual. O governo chinês, por sua vez, tem ampliado a atuação no mercado para impulsionar uma recuperação rápida — ou, ao menos, para que a situação pare de piorar. O banco central anunciou nesta segunda-feira cortes nas taxas de médio prazo. Na sexta-feira o país havia anunciado 76,9 bilhões de dólares em crédito extra. As medidas deram novo ânimo às bolsas chinesas. Xangai subiu 2,3% nesta segunda-feira, enquanto Hong Kong avançou 0,58%. No Brasil, vale lembrar, o Ibovespa fechou a semana passada em queda de 1,11%, com 114.380 pontos. Pesou, além dos impactos do coronavírus, os dados ruins para a economia em dezembro, com retração de 0,27%. A expectativa já era de um cenário global ruim em 2020 — e a epidemia apenas piorou o quadro. Para crescer mais de 2%, como espera o Ministério da Economia, o país tem que se ajudar. Ler artigo completo
  9. São Paulo — Em clima de Carnaval, o Nubank convida seus clientes, e também de outras instituições, a fantasiarem seus cartões de crédito e débito. A iniciativa surge depois de uma onda de golpes nos quais vendedores trocam rapidamente os cartões sem que a vítima perceba. Após a troca, diferentes valores são debitados da conta. Veja tambémNEGÓCIOSNubank alcança 20 milhões de clientes no Brasil20 jan 2020 - 20h01 Para se ter uma ideia, no banco, durante o Carnaval 2019, o volume total de chamados relacionados a algum tipo de fraude por golpes aplicados com o cartão foi mais que o dobro do registrado no último Réveillon. Para conscientizar e ajudar o público neste procedimento de segurança, o Nubank vai distribuir – gratuitamente e sujeito a esgotamento – cartelas de adesivos removíveis em sua sede em São Paulo no próximo dia 20/02 (quinta-feira), das 9h às 20h. Além dos adesivos removíveis, a personalização pode ser feita com canetas marcadoras. Veja tambémREVISTA EXAMENubank: A startup cresceu20 jun 2019 - 05h06 Quem não puder comparecer a sede da empresa em São Paulo, é possível personalizar o próprio cartão com qualquer adesivo de baixo relevo — para não haver problemas na hora de inserir na maquininha. É recomendável também que não se faça qualquer aplicação nas áreas ocupadas pelo chip e pela tarja magnética. Ler artigo completo
  10. Donald Trump pode até ter sido absolvido no processo de impeachment no Senado, mas a acusação contra o presidente americano ainda continua chamando a atenção nos Estados Unidos. Nesta segunda-feira, 17, John Bolton, o ex-assessor de Segurança Nacional e um dos conselheiros mais próximos de Trump, deve falar publicamente pela primeira vez desde o fim do processo de impeachment em uma palestra na Universidade Duke, na Carolina do Norte. Bolton seria uma testemunha chave no processo de impeachment por causa da sua atuação na Casa Branca e da proximidade com o presidente. Mas o Senado americano votou contra a convocação de novas testemunhas, o que acabou fazendo com que ele não fosse ouvido. Dias antes da absolvição de Trump no Senado, o jornal The New York Times publicou uma reportagem dizendo que John Bolton teria informações que comprovariam que o presidente Donald Trump de fato pressionou a Ucrânia a investigar o filho do pré-candidato à presidência, Joe Biden, em troca de uma ajuda militar dos Estados Unidos – o caso foi o que originou o impeachment, e, se comprovado, seria um crime de abuso de poder. Bolton está escrevendo um livro sobre assunto, que está previsto para ser publicado em meados de março. O título é The Room Where It Happened: A White House Memoir (“A sala onde tudo aconteceu: uma memória da Casa Branca”, em tradução livre). Bolton era conselheiro da Casa Branca quando Trump fez a famosa ligação para o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenski, que acabou levando à abertura do processo de impeachment. Segundo a denúncia anônima de um agente do serviço de inteligência do governo americano, Trump teria sugerido ao líder ucraniano que a Casa Branca só liberaria uma ajuda militar, já aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, se a Ucrânia ajudasse a buscar informações contra Hunter Biden, filho de Joe Biden. Hunter Biden fez parte do conselho de administração da Burisma, uma empresa ucraniana de exploração de gás natural, entre 2014 e 2019. E Trump buscava informações que pudessem prejudicar o seu adversário político, que é um dos principais pré-candidatos da oposição democrata à presidência nas eleições de novembro. Um dos mais respeitados diplomatas e conselheiros do Partido Republicano, John Bolton deixou o cargo na Casa Branca no início de setembro, poucas semanas antes de o escândalo estourar. Bolton se recusou a testemunhar durante o processo de impeachment na Câmara dos Deputados, que é controlada pelos democratas. Mas, em seguida, deu diversas indicações de que estaria disposto a falar sobre o caso durante o julgamento no Senado, onde os republicanos têm maioria. Entretanto, seu testemunho nunca aconteceu e a sua participação no escândalo da Ucrânia é uma das muitas perguntas que ficaram sem resposta no impeachment de Trump. É possível que uma parte dessas dúvidas comecem a ser esclarecidas na palestra de Bolton hoje. Ler artigo completo
  11. A primeira revolução da indústria de alimentos possibilitou, há apenas algumas décadas, volumes inimagináveis de oferta para as populações ao redor do mundo. Inovações tecnológicas no campo permitiram que a produtividade aumentasse exponencialmente, barateando os custos dos alimentos. A partir de agora, o grande desafio dos fabricantes será desenvolver alternativas de alimentos verdadeiramente saudáveis. É o que propõe a brasileira Puravida, que tem nas pesquisas científicas de saúde e nutrição a sua base para criar produtos exclusivos e super premium. Fundada por três sócios de São Paulo em 2014, com capital próprio, a empresa atua nas categorias de alimentos, complementos alimentares, bem-estar e cosméticos. Toda a matéria-prima é orgânica e as embalagens são biodegradáveis ou de bioplástico – que se decompõe, na pior das hipóteses, em 4 anos. O plástico comum se dissolve, em média, em 400 anos. “Somos muito fiéis à ciência. Tanto os clientes quanto os profissionais de saúde recomendam nossos produtos. Não vendemos mágica”, afirma Flávio Passos, pesquisador em nutrição e sócio-fundador da empresa. Veja tambémPMEEmpresas não deveriam focar só em ser unicórnio, diz CEO da Samba Tech11 fev 2020 - 07h02 Um dos produtos mais procurados da marca é a cúrcuma em pó, cujos benefícios para a saúde estão documentados em mais de 5.600 estudos científicos. Mas para fazer o efeito desejado, o consumidor teria que ingerir 3 colheres de sopa diárias. “Nós desenvolvemos uma versão que facilita imensamente o uso prático no dia a dia e sem o gosto amargo característico da raiz.” O empresário ganhou notoriedade principalmente em 2015, após apresentar um programa de alimentação saudável no canal Sony, na TV paga. No entanto, seu histórico é mais antigo. “Estudo sobre saúde e nutrição há mais de 15 anos e continuo pesquisando. Desde o cliente até o profissional de saúde recomendam nossos produtos”, garante. Flávio Passos, pesquisador e empresárioPuravida/Divulgação As redes sociais de Passos e da Puravida somam mais de um milhão de seguidores e geram forte engajamento, que reverte em vendas de produtos. “Sem as redes sociais, não teríamos crescido tão rapidamente”, diz o empresário, que promove ainda seminários sobre saúde, presenciais e online, que chegam a custar mais de 2 mil reais. Todos com as inscrições esgotadas. A empresa não abre números de faturamento, mas afirma ter reportado um crescimento de 72% no ano passado. Para 2020, a previsão é aumentar a receita em 70%. Parte do crescimento deve vir do aumento da oferta de produtos: serão 32 lançamentos neste ano, com destaque para uma nova linha de cuidados com a pele. No portfólio da marca, há produtos conhecidos como chocolates, whey protein e óleo de coco, entre outras dezenas, mas sempre com o apelo da exclusividade das matérias-primas. Além de versões vegetais, os processos de fabricação, de alta tecnologia, prometem preservar 100% das propriedades dos alimentos. Parmesão ralado de amêndoas: 44 reaisPuravida/Divulgação Adicionalmente, há inovações como a versão vegana do queijo parmesão ralado, feito à base de amêndoas, e frutas em pó, como açaí, framboesa e o baobá africano. “O futuro da alimentação traz o que a ciência tem de melhor”, diz. Escala Passos não acredita, entretanto, na possibilidade de se fabricar os produtos da marca em larga escala. Segundo ele, os insumos orgânicos no Brasil são limitados. Por esse motivo, quase 70% da sua matéria-prima é dolarizada. Ele cita, por exemplo, a dificuldade de garantir a compra de coco para sua produção. “Muitas vezes, quero comprar coco e não tem.” A Puravida importa o ingrediente do Vietnã. Todos os produtores que fornecem insumos para a marca têm a certificação internacional Fairtrade, que assegura o respeito a normas sociais, econômicas e ambientais especiais. Esse é um dos motivos dos preços salgados: 130 gramas do parmesão vegano custam 44 reais. Um dos itens mais caros, o polivitamínico premium, sai por cerca de 300 reais o frasco com 60 cápsulas. “É impossível entregar esse nível de qualidade por um preço baixo. Não há escala”, afirma Passos. Preparado de café da marca: receita amplamente consumida no Vale do SilícioPuravida/Divulgação A Puravida já está em cerca de 900 pontos de vendas no país, incluindo grandes redes como Droga Raia, além do e-commerce. O pesquisador reconhece as dificuldades de escalar a produção de orgânicos e alimentos super premium e deixá-los baratos. “O preço pode ficar mais acessível com a demanda crescente, mas a matéria-prima está cada vez mais disputada. Os melhores alimentos não são replicáveis como a soja”, pondera. Renovação constante Ele também afirma que, para trabalhar na área da saúde, é necessário flexibilidade. “As mudanças são constantes, é preciso capacidade de mudar de ideia, se não o progresso fica difícil.” Passos destaca que fundos de investimentos estão interessados em comprar a Puravida. “Temos sido procurados por empresas de M&A [fusões e aquisições], estamos em conversas. Mas não criamos a empresa para ser gigante”. Com os hábitos do consumidor mudando (para melhor) na velocidade da propagação das informações, as gigantes da indústria estariam atentas a essa dinâmica. Prova disso é o movimento de aquisições de empresas que oferecem produtos orgânicos e premium, como a Mãe Terra pela Unilever e a Verde Campo pela Coca-Cola. “Eu tinha preconceito com grandes corporações comprando pequenas empresas que oferecem produtos artesanais, mas elas estão entendendo que é preciso conservar o que é bom.” Ler artigo completo
  12. São Paulo — Nos últimos 12 meses, oito estados brasileiros e o Distrito Federal aprovaram leis que restringem os chamados plásticos de uso único, como os canudinhos. O movimento é global. Ao menos 127 países proíbem algum tipo de produto plástico, segundo relatório produzido pela ONU no ano passado. O Rio de Janeiro foi a primeira capital brasileira a banir os canudos, em junho de 2018. Na mesma época, a revista National Geographic publicou uma extensa reportagem sobre o problema da poluição dos oceanos, causada, em grande parte, por rejeitos de polímeros. A matéria incluía um vídeo no qual uma bióloga extrai um canudo plástico do nariz de uma tartaruga marinha. “Esse vídeo fez o consumo de canudinhos cair 40% em 20 meses”, afirma Walter Schalka, presidente da Suzano, fabricante de papel e celulose. “A pressão social [pela redução do uso de plástico] é muito grande”. Os protestos contra o plástico, um material poluente e de origem fóssil, soam como campanhas publicitárias para a Suzano. A empresa enxerga nesse movimento uma oportunidade para oferecer ao mercado produtos alternativos aos polímeros, produzidos a partir do eucalipto, que são biodegradáveis e de origem renovável. Alguns deles são velhos conhecidos dos consumidores, como copos e canudos de papel. Outros, são novidades tecnológicas, como as fibras produzidas a partir da lignina, um subproduto da celulose, que podem substituir diversas resinas, entre elas o polipropileno e o polietileno, plásticos mais consumidos no mundo. O potencial desse mercado, pelas contas da empresa, chega a 16 bilhões de dólares por ano, cerca de 65 bilhões de reais, duas vezes e meia o faturamento da Suzano em 2019, que foi de 26 bilhões de reais. Cada golfinho fotografado com uma sacola plástica presa na barbatana favorece a estratégia da empresa. E os planos são de intensificar essa agenda por meio de uma atuação mais combativa. “No passado, fomos uma empresa no profile e passamos a ser low profile”, afirma Malu Paiva, diretora de sustentabilidade da Suzano, em referência ao perfil discreto da companhia. “Não chegaremos a ser high profile, porém, seremos mais vocais a respeito de questões importantes para a sociedade.” Veja tambémMERCADOSAção da Suzano sobe 5% mesmo após lucro cair 61% no 4º trimestre13 fev 2020 - 12h02CIÊNCIABagaço de cana pode substituir petróleo na fabricação de plásticos30 jan 2020 - 13h01 Para Schalka, as oportunidades da Suzano no mercado petroquímico não dependem, exclusivamente, de mudanças regulatórias ou culturais. “Nós já somos muitos competitivos em relação ao plástico”, diz o presidente. “Nosso custo de produção (de celulose), hoje, é da ordem de 170 a 180 dólares por toneladas. O do plástico, está na casa dos 1.000 a 1.200 dólares”. A questão é transformar a celulose, ou, no caso, a lignina, em produtos finais, algo que ainda precisa avançar para que o plástico de eucalipto ganhe uma parcela importante do mercado. Uma estratégia inicial da Suzano será focar em materiais que tenham em sua composição uma mistura de polímeros e fibras de celulose, solução que pode ser aplicada em produtos como eletrodomésticos, utilidades domésticas e peças para automóveis. Essa competitividade será importante para a Suzano fazer frente à indústria petroquímica, que está num momento de alta capacidade produtiva, o que pressiona os preços para baixo. Nos Estados Unidos e na Europa, no final do ano passado, o preço do polietileno atingiu o menor patamar em uma década, segundo a ICIS, consultoria que monitora diversas commodities. Segundo um relatório da consultoria, há um descompasso global entre a oferta e a demanda de polímeros, cenário que será agravado pela entrada em operação de novas fábricas. A brasileira Braskem, por exemplo, deve inaugurar uma unidade no Texas (EUA), neste semestre, cuja capacidade será de 450 mil toneladas por ano. Ainda que confie na competitividade da empresa, Schalka demonstra vontade de adotar uma postura mais combativa em favor de políticas que reduzam o consumo de plástico. “Vamos aumentar a cobrança junto aos governos”, indica o executivo. “A sociedade vai ter de mudar, não podemos conviver com esse nível de poluição”. Essa maior pressão da Suzano por políticas ambientais efetivas deve incluir, também, o mercado de carbono. As florestas da Suzano são grandes sequestradoras de emissões, o que garante à empresa um enorme potencial para se beneficiar dos créditos de carbono. A regulação desse mercado, em caráter global, é uma das premissas do Acordo de Paris, do qual o Brasil é signatário. Em dezembro do ano passado, durante a Conferência do Clima da ONU (Cop25), havia a expectativa de um acordo para viabilizar a comercialização dos créditos, o que não aconteceu. O governo brasileiro se posicionou contra as regras propostas, principalmente, pela União Europeia. “Chegará um momento em que o carbono terá um preço no mercado, o que vai gerar muito valor para nós”, diz Schalka. “E, à medida que mostramos ao consumidor que aquele potinho ou o lego do seu filho pode ser feito de um material biodegradável, ele vai pressionar por mudanças. Esse mercado enfrentará um tsunami nos próximos anos”. Ler artigo completo
  13. São Paulo – Mira uma vaga de trainee ou estágio? Confira as oportunidades disponíveis nos programas com inscrições abertas em ordem crescente de término do prazo. Tegra – estágio São vagas para estudantes de ensino superior com previsão de formatura em dezembro de 2021 nos cursos de Engenharia Civil, Administração, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Direito, Engenharias, Arquitetura, Marketing, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda, Relações Públicas), Psicologia, entre outros. É necessário ter conhecimento intermediário de inglês. Salário: não informado Inscrições: até 17 de fevereiro pelo site Warner – estágio Podem se candidatar alunos cursando qualquer graduação, com inglês intermediário e bons conhecimentos do Pacote Office. O contrato é para dois anos de estágio das 10h às 17h. Salário: até 1.965 reais e vale refeição de 770 reais Inscrições: até 21 de fevereiro pelo site Veja tambémCARREIRAApaixonado por filmes e séries? A Warner contrata estagiários no Brasil11 fev 2020 - 12h02 C&A – trainee As vagas são para Trainee Comercial, com atuação nas áreas de Planejamento, Supply Chain e Produto, e para Liderança Distrital de Loja, com atuação em Operações de Lojas. Para o trainee, é necessário ter formação concluída entre dezembro de 2015 e 2019. É desejável ter experiência em qualquer segmento e inglês avançado. Também é necessário ter disponibilidade para trabalhar em Barueri, Alphaville (SP). Salário: não informado Inscrições: até o dia 24 de fevereiro pelo site Neoenergia – estágio São mais de 200 vagas em São Paulo, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro. As vagas são para estudantes com formação prevista entre julho de 2021 e dezembro de 2022 nas áreas de Engenharia, Tecnologia, Jurídico, Finanças e Relações com Investidores, Recursos Humanos, entre outras. Salário: não informado Inscrições: até 28 de fevereiro pelo site Liberty Seguros – estágio A Liberty Seguros busca estudantes de diferentes cursos para 5 vagas em São Paulo. Salário: salário compatível com o mercado e benefícios Inscrições: até 28 de fevereiro pelo site da Companhia de Estágios OGFI – estágio A empresa de governança empresarial tem vagas nas áreas de Planejamento Financeiro, Certificações e Atendimento ao Cliente para estudantes dos cursos de Economia, Administração de Empresas, Comunicação, entre outros. Salário: 1404,00 reais Inscrições: até 28 de fevereiro pelo e-mail curriculos@ogfigovernance.com Reckitt Benckiser – estágio São 10 vagas de estágio para São Paulo (região do Shopping JK Iguatemi) nas áreas de negócios, finanças e marketing. Salário: R$ 1750,00 + AM + AO + VR 36,00/ dia + Gympass Inscrições: até 28 de fevereiro pelo site da Companhia de Estágios Petronas – estágio São 5 vagas em São Paulo e Belo Horizonte para estudantes de diversos cursos. Salário: compatível com mercado e benefícios Inscrições: até 28 de fevereiro pelo site da Companhia de Estágios Amazon – estágio São 10 vagas em São Paulo para diferentes áreas. Salário: compatível com mercado e benefícios Inscrições: até 28 de fevereiro pelo site da Companhia de Estágios CMOC Brasil – estágio São 25 vagas para estágio técnico e superior, das quais 17 são para as unidades de Catalão e Ouvidor (GO), e oito para Cubatão (SP). Salário: não informado Inscrições: até dia 1 de março preencher os formulários para as vagas de Goiás (http://forms.gle/wYgASvgXWJvio1y19) e Cubatão (http://forms.gle/DuAVKdCKBesWG54J9). Walt Disney Company Brasil – estágio Programa para vagas em diversas áreas de atuação, aceita estudantes matriculados em qualquer curso de ensino superior e formação prevista entre junho de 2021 e junho de 2022. É desejável ter conhecimentos de inglês e necessário ter conhecimento de Pacote Office. Salário: não informado Inscrições: até dia 2 de março pelo site da 99Jobs DPaschoal – trainee São 4 vagas em Campinas (SP). Podem participar do processo seletivo candidatos formados nas áreas de Exatas ou Humanas entre dezembro de 2015 e dezembro de 2019 e com inglês intermediário. Salário: não informado Inscrições: até 2 de março pelo site do Gupy Sanofi – estágio São 30 vagas para São Paulo, Suzano e Campinas para diversos cursos e áreas. Salário: compatível com mercado e benefícios Inscrições: até 8 de março pelo site da Companhia de Estágios Stone – trainee e estágio As vagas não possuem requisitos de cursos ou formação específica e aceita qualquer candidato com mais de 18 anos. Sem número pré-definido de vagas para contratação, o Recruta Stone possui nove fases. Mesmo os inscritos que não forem aprovados como recrutas podem ter chance de contratação em outras áreas da empresa. Salário: não informado Inscrições: até 12 de março pelo site do Recruta Stone White Martins – estágio São 40 vagas em várias regiões do Brasil. Os estudantes devem ter formatura prevista entre dezembro de 2021 e julho de 2022. Além disso, devem ter conhecimentos em inglês e informática, bem como disponibilidade para estagiar 20 ou 30 horas por semana. Salário: não informado Inscrições: até 31 de março pelo site Ardagh Group – estágio Vaga na área de Recursos Humanos para estudantes de administração e cursos relacionados com formação prevista entre dezembro de 2020 e 2021 e conhecimentos de inglês e pacote Office. Salário: até 1.800 reais e benefícios Inscrições: pelo site do Wall Jobs Fundatec – estágio São 47 vagas em Porto Alegre e na região Metropolitana para estudantes de nível médio, técnico e superior em diversos cursos. Salário: até 1.200,00 reais e benefícios Inscrições: os interessados devem efetuar o cadastro pelo link estagios.fundatec.org.br Radix – estágio Oportunidades para banco de talentos em diversas áreas e escritórios da empresa. Salário: não informado Inscrições: pelo site do Gupy IBM – estágio O processo de contratação vai ser realizado trimestralmente e a primeira turma de selecionados está prevista para começar a trabalhar na IBM no início de março de 2020. Os pré-requisitos incluem formação a partir dezembro de 2020, disponibilidade para trabalhar seis horas por dia, inglês intermediário e estar matriculado em um curso de ensino superior relacionado à tecnologia. As vagas são para os escritórios da IBM em São Paulo (SP), Hortolândia (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Salário: não informado Inscrições: o ano todo pelo site Ternium – trainee As vagas oferecidas são para diferentes formações, sendo a maioria voltada para a área de engenheira. Podem se candidatar pessoas com até dois anos de formadas. Salário: não informado Inscrições: o ano inteiro pelo site Vagas Grupo Saphyr – estágio As vagas são para capitais do Norte, Nordeste e Sudeste (Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Salvador (BA), Maceió (AL), Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Rio Branco (AC). As vagas são para áreas de marketing, finanças, arquitetura, engenharia, recursos humanos e direito. Os estudantes devem estar no penúltimo ou último ano do ensino superior. Salário: não informado Inscrições: pelo site da Saphyr na aba “ Trabalhe Conosco”. O período de inscrição se estende de acordo com a necessidade do Grupo em recrutar novos talentos. RB – estágio A oportunidade de estágio na empresa que é dona de marcas como Naldecon, Olla, Repelex, SBP, entre outras, exige que o estudante esteja em uma das seguintes áreas: Administração, Ciências da Computação, Comércio Exterior, Ciências Contábeis, Engenharias, Psicologia, Ciências Econômicas, Publicidade e Propaganda, Marketing, Relações Internacionais, Direito, Matemática, Ciências Autuarias, Farmácia, Química e Bioquímica. Salário: não informado Inscrições: pelo site da Cia. de Estágios. O prazo não foi informado. Itaú Unibanco e Itaú BBA – estágio Durante todo ano, há oportunidades para atuar na área corporativa do banco, na rede de agências. Estudantes a partir do terceiro semestre de cursos da área de exatas ou de humanas interessados em trabalhar na sede do banco em São Paulo (SP) podem se candidatar às vagas de estágio corporativo. Para o estágio em agências, estudantes a partir do terceiro semestre dos cursos de administração, economia e ciências contábeis. Salário: não informado Inscrições: o ano todo pelo site do Itaú Unibanco Veja tambémCARREIRA39% dos empregos dos sonhos de jovens no mundo sofrem risco de automação22 jan 2020 - 06h01 FAPES – estágio O programa tem vagas para estudantes do Rio de Janeiro nas áreas de Administração, Comunicação, Contabilidade, Direito, Economia e Sistemas de Informação, entre outras. As inscrições ficam abertas em caráter permanente e as seleções ocorrem conforme a disponibilidade de vagas. Salário: bolsa-auxílio compatível com o mercado, vale-refeição e vale-transporte Inscrições: o ano todo é possível cadastrar currículo pelo site do Vagas Ernst & Young – trainee São 700 vagas para estudantes universitário e recém-formados (até dois anos). Para a atuação em Ciências Contábeis, alunos a partir do 2º ano podem se candidatar e é necessário o nível básico de inglês. Para as vagas em Administração de Empresas, Ciências Atuariais, Direito, Economia, Engenharia, Estatística, Física, TI, Matemática e Relações Internacionais, serão aceitos alunos do penúltimo ano de graduação e com nível de inglês intermediário. Salário: não informado. Inscrições: o ano todo pelo site do programa Nestlé – estágio Oportunidades para estudantes de todos os cursos de graduação com conclusão do curso prevista para o período entre dezembro de 2018 e dezembro de 2020. As vagas para este programa estão localizadas em São Paulo (SP), na Sede Administrativa da Nestlé e em outros escritórios, fábricas e laboratórios na Grande São Paulo. A empresa aceita candidatos que morem num raio de até 100 km do local de interesse. Inglês intermediário é requisito mínimo, assim como conhecimentos no Pacote Office (Word, Excel, PowerPoint). Salário: não informado Inscrições: pelo site da Cia de Talentos Citi – estágio Há diversas vagas pontuais que vão sendo abertas durante todo o ano em várias áreas do banco. Podem se candidatar estudantes do ensino superior cursando a partir do segundo ano, com formação entre dezembro de 2018 e dezembro de 2020. É preciso ter nível de inglês a partir do intermediário. Salário: não informado Inscrições: o ano todo pelo site da Across Ipiranga – estágio O programa de estágio acontece durante todo o ano, conforme o surgimento de oportunidades.As inscrições estão sempre abertas, com oportunidades para estudantes do penúltimo ou último ano do ensino superior e último ano do curso técnico. Salário: não informado Inscrições: o ano todo pelo site da Ipiranga Ler artigo completo
  14. Começa mais uma semana tensa no mercado de câmbio brasileiro. Depois de o ministro da Economia, Paulo Guedes, salientar na semana passada que o dólar na casa de 4 reais é o novo normal e de o Banco Central intervir no câmbio quando a moeda encostou na cotação nominal máxima histórica de 4,38 reais, na quinta-feira, 13, o mercado tentará entender nesta semana quais são os limites do governo para esta flutuação. Espetas em câmbio dizem que a demora da intervenção do BC – a última atuação antes de quinta havia se dado em 26 de dezembro – é parte de uma estratégia do governo federal que não estava totalmente explícita. Na semana passada, Guedes afirmou que o dólar mais alto é bom porque incentiva as exportações e contribui para a substituição das importações. “É melhor termos juros a 4% e câmbio a 4 reais do que câmbio a 1,80 real e juros de 14%, nas alturas”, disse. Para Sidnei Nehme, economista e diretor-executivo da NGO Corretora de Câmbio, as afirmações do ministro incentivam a especulação no mercado futuro de dólar, puxando a moeda para cima. “Deixar o dólar nas alturas para compensar a perda de produtividade da indústria é um erro. Já vimos esse filme antes”, diz Nehme. “O dólar alto pressiona a inflação.” Somados à tentativa de ajudar o setor produtivo, outros objetivos não declarados têm feito o governo reduzir os juros e permitir que o câmbio suba, na opinião de Nehme: diminuir a taxa de carregamento da dívida pública e impulsionar a valorização das reservas cambiais. “O governo quer superar o estigma de que o Brasil é um país ‘caro’, seja na bolsa, seja para investimentos na infraestrutura no momento em que idealiza o programa de privatizações”, diz o economista. Além do nervosismo interno, o dólar tem sido impactado nas últimas semanas pela preocupação com o coronavírus. Segundo Mauriciano Cavalcante, diretor de câmbio da corretora Ourominas, os investidores seguem atentos ao número de infectados e aos efeitos que o surto deve ter na economia chinesa. “Com a China parada, há uma estagnação na economia global”, diz. Nesta segunda-feira, 17, o movimento no mercado de câmbio brasileiro deve ser esvaziado por causa do feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos. A partir de amanhã, o rumo da moeda americana pode ficar mais claro. Ler artigo completo
  15. No final do ano passado, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) foi bastante criticada por dizer que as vendas nos centros comerciais haviam subido 9,5% de 1º a 20 de dezembro. O empresário Tito Bessa Junior, fundador da rede TNG e presidente da Associação Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos), afirmou à época que a estimativa da Alshop não tinha bases técnicas. A verdade sobre o desempenho desse segmento do varejo nos últimos meses começa a aparecer nesta segunda-feira, 17, quando a Multiplan divulga seus resultados do quarto trimestre, após o fechamento do mercado. Dona de 19 centros comerciais tradicionais como o Barra Shopping, no Rio de Janeiro, e o Morumbi Shopping, em São Paulo, a empresa é um dos maiores nomes do setor no Brasil. Pelas contas das analistas do Banco do Brasil Georgia Jorge e Kamila Oliveira, a receita da Multiplan deve ter subido 1,4% no período de outubro a dezembro de 2019 em relação ao mesmo período de 2018, para 353,1 milhões de reais, e o lucro líquido deve ter crescido 2,5%, para 152,5 milhões de reais. O aumento seria resultado de um crescimento de 0,2 ponto percentual na taxa de ocupação dos shoppings administrados pela Multiplan, para 97,7%, da diminuição dos descontos que a empresa vinha dando aos lojistas que alugam espaços nos centros comerciais, e da elevação das receitas com estacionamento. “Esperamos um aumento das vendas especialmente por causa da Black Friday”, escreveram as analistas em relatório a clientes. O time de análise do setor imobiliário do banco de investimentos Itaú BBA, liderado por Enrico Trotta, também observa que a Black Friday, grande liquidação da última semana de novembro, que aos poucos vem ganhando força no Brasil depois de décadas marcando o início das festas de final de ano nos Estados Unidos, tem esvaziado o Natal. “A liberação dos recursos do FGTS [fundo de garantia] pode ter tido um impacto positivo em dezembro, embora de forma geral esperemos um mês mais fraco para as administradoras de shopping center listadas em bolsa”, escreveu a equipe em relatório para clientes. A JHSF, que administra shoppings de luxo como o Cidade Jardim, na capital paulista, informou na quinta-feira passada que as receitas dos seus centros comerciais cresceram 7,4%, para 45,4 milhões de reais, no quarto trimestre de 2019, com alta de 42,9% na geração de caixa no mesmo período, a 282,2 milhões de reais. Mas o mundo dos ricos é uma realidade à parte. Mas são os números das administradoras de shoppings mais voltados à classe média que ajudarão a medir o pulso da economia brasileira. Amanhã, é a vez de a Iguatemi divulgar seus resultados do quarto trimestre de 2019. A brMalls publica o balanço em 12 de março. Ler artigo completo
  16. A reforma tributária, considerada por muitos economistas a grande prioridade da agenda econômica após a aprovação da reforma da Previdência, terá mais um foco de resistência nesta segunda-feira, 17, ao mesmo tempo em que dá passos para avançar no Congresso. Pela manhã, às 10h30, acontece no Clube Esperia em São Paulo o lançamento de um “movimento de entidades e lideranças contra o aumento de impostos, em qualquer setor econômico, pela simplificação tributária e pela desoneração da folha de pagamento”. Estarão presentes organizações como o Instituto Millenium e vários sindicatos e associações, como a Associação Comercial de São Paulo, além de figuras como Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, e Marcos Cintra, ex-secretário da Receita Federal que caiu em setembro passado após insistir na criação de uma nova CPMF. O movimento é contra as Propostas de Emenda à Constituição (PEC) 45 e 110, que já tramitam no Congresso e propõem uma unificação de vários impostos, que acarretaria no aumento da alíquota do setor de serviços. O grupo que se reúne nesta segunda-feira defende que seja criado um novo imposto que substituiria aqueles que hoje incidem sobre a folha de pagamento. O ministro da Economia, Paulo Guedes, demonstra simpatia por essa e outras ideias, como a dos “impostos do pecado” — uma possível taxação maior para produtos com alto teor de açúcar, por exemplo, para além dos tradicionais cigarro e bebidas. Esse tipo de tributação foi rechaçada publicamente por Bolsonaro, que também deu sua contribuição para a confusão ao sugerir recentemente que poderia zerar os impostos federais sobre combustíveis. Mais de um ano de governo depois, não se conhece a proposta do Executivo. Na quarta-feira passada, Guedes disse que vai enviar ao Congresso uma proposta própria para a criação de um IVA (Imposto sobre Valor Agregado) dual nas próximas duas semanas. Um acordo no Congresso definiu que a comissão mista da reforma tributária terá 25 deputados e 25 senadores. A ideia é que a comissão, ainda não formada, chegue a um texto único para ser votado pelas casas. Em evento na última sexta-feira, Christopher Garman, diretor para as Américas da consultoria Eurasia, disse que está otimista com o avanço da reforma. O motivo é que pela primeira vez os estados estão apoiando, houve avanço nos mecanismos de compensação de receita e lideranças parlamentares têm tomado a questão para si. Ele reconheceu o lobby do setor de serviços, mas notou que com o fim do financiamento privado de campanha, o potencial de pressão sobre o Congresso pode ter caído. “Imagina se ela for aprovada num ano de eleições municipais, com um governo sem coalizão e que mantém um relacionamento péssimo com o Legislativo? Isso significa que algo está acontecendo”, disse Garman. Ler artigo completo
  17. São Paulo – Pensando em comprar uma picape? Para ajudar o consumidor a tomar a decisão, a Kelley Blue Book (KBB) Brasil, referência em precificação de automóveis novos e usados, levantou quais são os modelos de cabine simples e cabine dupla mais baratos do mercado brasileiro. De acordo com a análise, as picapes de cabine simples com o menor valor do mercado são fabricadas pelas montadoras Fiat, Volkswagen e Chevrolet. Com 50 mil reais é possível adquirir uma Fiat Strada CS Working 1.4 8V e Volkswagen Saveiro CS Robust G6 1.6 8V, segundo a Faixa de Preço KBB. Em relação às picapes com cabine dupla, os carros citados podem ser encontrados por menos de 100 mil reais, acompanhados do Chevrolet Montana LS 1.4 8V Eco e Volkswagen Amarok CS S 4X4 2.0 140CV TDi. Veja tambémSEU DINHEIROOs 10 carros que menos se depreciaram no Brasil em 201925 jan 2020 - 08h01 O estudo considera o preço sugerido pela fabricante – de acordo com a tabela divulgada por cada marca -, o Preço KBB , que é a referência média da Faixa de Preço KBB. A Faixa de Preço KBB de veículos 0KM, a qual faz parte do Preço KBB, informa ao consumidor o valor transacionado do automóvel nas concessionárias, ou seja, os preços que, de fato, estão sendo praticados no mercado de veículos novos. O intervalo de preço apontado por este método corresponde a mais de 90% das transações e tem como objetivo de auxiliar os consumidores a garantir o melhor negócio. Os preços de carros e comerciais leves novos são automaticamente ajustados de acordo com a região do País. Confira abaixo a relação das picapes cabine simples e cabine dupla mais baratas do mercado: Cabine Simples Marca/Modelo Ano-modelo Preço KBB 0 KM Faixa de Preço KBB 0 KM Preço sugerido de fábrica 0 KM FIAT STRADA CS WORKING 1.4 8V 2020 R$ 49.546 R$ 49.281 a R$ 49.811 R$ 52.990 VOLKSWAGEN SAVEIRO CS ROBUST G6 1.6 2021 R$ 49.961 R$ 49.430 a R$ 50.492 R$ 53.150 CHEVROLET MONTANA LS 1.4 8V ECO 2020 R$ 53.476 R$ 52.913 a R$ 54.038 R$ 56.290 Cabine Dupla Marca/Modelo Ano-modelo Preço KBB 0 KM Faixa de Preço KBB 0 KM Preço sugerido de fábrica 0 KM FIAT STRADA CS WORKING 1.4 8V 2021 R$ 60.610 R$ 59.616 a R$ 61.603 R$ 66.240 VOLKSWAGEN SAVEIRO CS ROBUST G6 1.6 8V 2021 R$ 64.221 R$ 63.888 a R$ 64.554 R$ 66.550 CHEVROLET MONTANA LS 1.4 8V ECO 2020 R$ 67.881 R$ 67.151 a R$ 68.611 R$ 72.990 VOLKSWAGEN AMAROK CS S 4X4 2.0 140CV Tdi 2020 R$ 88.341 R$ 87.391 a R$ 89.291 R$ 94.990 Ler artigo completo
  18. O número de casos suspeitos de infecção por coronavírus no Brasil caiu para três, informou o Ministério da Saúde. Segundo o balanço mais recente da pasta, divulgado às 12h de hoje (16), dois pacientes em São Paulo e um no Rio Grande do Sul estão sendo monitorados. O número de suspeitas descartadas subiu para 45. O total não mudou em relação ao boletim de ontem (15). De sexta-feira (14) para sábado, um caso no Paraná e outro no Rio Grande do Sul foram descartados. No entanto, um caso começou a ser investigado em São Paulo, resultando no total de três suspeitas em todo o país. Entre os 45 casos descartados, o estado de São Paulo lidera, com 20 pacientes analisados. Em seguida, vêm Rio Grande do Sul, com nove suspeitas, Rio de Janeiro (5), Santa Catarina (4), Paraná (3), Minas Gerais (2), Distrito Federal (1) e Ceará (1). Na sexta-feira, o Ministério da Saúde informou que não pretende reduzir as ações de combate ao coronavírus até o inverno, quando aumentam os casos de doenças respiratórias. Segundo a pasta, a mobilização continuará, independentemente da redução do número de casos investigados. Batizada pela Organização Mundial da Saúde de COVID-19, a doença provocada pelo coronavírus provoca febre e problemas respiratórios. Até as 12h de hoje, haviam sido registrados 50.580 casos confirmados em todo o planeta. Desse total, a maioria está na China, com 50.024 casos e 1.524 mortes. Os outros dois óbitos foram registrados no Japão e nas Filipinas. Ler artigo completo
  19. A Comissão de Ética da Câmara de Cuiabá emitiu parecer pela cassação do vereador Abílio Júnior (PSC) por quebra de decoro parlamentar. Ex-presidente da CPI da Saúde, Abílio é acusado por seus pares de ‘constranger’ servidores durante fiscalização em um hospital da capital de Mato Grosso. Relatório com mais de 40 páginas foi lido na quarta, 12, pelo vereador Ricardo Saad (PSDB) durante reunião extraordinária na Câmara. Os vereadores Toninho de Souza (PSD) e Vinícius Hugueney (PP) acompanharam o voto do tucano. O documento deve ser encaminhado para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que terá 15 dias úteis para emitir parecer acerca do relatório. Integram a CCJ os vereadores Lilo Pinheiro (PRB), Juca do Guaraná Filho (Avante) e Wilson Kero Kero (PSL). Somente após o parecer da Comissão de Constituição e Justiça é que o processo será remetido para votação em plenário. Quebra de decoro O processo de cassação contra Abílio foi instaurado em outubro de 2019 após representação de seu suplente Oseas Machado (PSC). Ele afirma que Abílio praticou ‘de forma reiterada e conscientemente atos incompatíveis como decoro parlamentar, por abuso de prerrogativas constitucionais asseguradas ao vereador’. Oseas era diretor da Empresa Cuiabana de Saúde, responsável pela administração do Hospital São Benedito. Ele foi exonerado do cargo em abril de 2019. No pedido de abertura de processo administrativo para cassação do parlamentar, Oseas diz que Abílio constrangeu a ele e a outros servidores do hospital durante fiscalização das atividades na área da Saúde. Em uma de suas ações, Abílio fiscalizou atividades na área de saúde do município cujas descobertas resultaram até na prisão de um secretário de Saúde. Durante a investigação da Saúde, o vereador teria revirado gavetas, mexido em computadores da secretaria da pasta e de hospitais. Aliados de Abílio dizem que a bancada do prefeito Emanuel Pinheiro reagiu e agora planeja a cassação do vereador por quebra de decoro parlamentar. Oseas Machado também cita outras situações em que o vereador teria desacatado colegas em pronunciamentos na tribuna da Câmara e vídeos postados nas redes sociais. COM A PALAVRA, ABÍLIO JÚNIOR O vereador disse ao jornal O Estado de São Paulo que não cabe a acusação de ‘abuso da autoridade de vereador’, uma vez que ele estaria amparado pelo artigo 11, inciso XIV, da Lei Orgânica do Município. À época dos fatos, ele era presidente da CPI da Saúde. O referido inciso diz que ‘compete privativamente à Câmara Municipal fiscalizar e controlar os atos do Poder Executivo, incluindo os da Administração Indireta’. Ele também se ampara na imunidade parlamentar para respaldar os discursos que proferiu contra colegas vereadores. Segundo Abílio Júnior, ‘este é um processo político capitaneado pelo prefeito cuiabano, Emanuel Pinheiro (MDB) – delatado pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, de receber ‘mesada’ no valor total de R$ 3,2 milhões. “O prefeito tem influência sobre a Câmara de Vereadores e estamos enfrentando a corrupção não apenas dele, mas também dos vereadores que querem cassar meu mandato”, afirma Abílio. Ele estuda pedir a suspensão do processo sob argumento de que não teve direito à ampla defesa e ao contraditório. Abílio vai aguardar o parecer da Comissão de Constituição e Justiça para que eventual decisão favorável sirva de balizador para o Judiciário. COM A PALAVRA, A PREFEITURA DE CUIABÁ “O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, esclarece que: – A Câmara Municipal de Cuiabá, por meio da Comissão de Ética, é a responsável pelo processo de cassação do mandato do vereador Abílio Júnior (PSC) por quebra de decoro parlamentar. – Entende as acusações como sendo fruto do desespero e da falta de argumentos em uma pífia tentativa de atingir o prefeito da Capital. – Pinheiro finaliza parafraseando a jornalista Rachel Sheherazade. “Críticas são inerentes ao processo democrático, entretanto quando existe absoluta falta de razão, na ausência completa de argumentos, resta aos medíocres, um último é covarde recurso: a difamação”.” COM A PALAVRA, A CÂMARA A reportagem entrou em contato e aguarda posicionamento. Ler artigo completo
  20. Mesmo com a extinção do horário de verão, por meio de decreto do presidente Jair Bolsonaro em abril do ano passado, usuários do sistema Android voltaram a ser surpreendidos com a atualização equivocada de celulares que atrasaram relógio em uma hora automaticamente, na virada de sábado, 15, para este domingo, 16. Em outubro e novembro do ano passado, o mesmo problema foi relatado por internautas nas redes sociais, quando horário foi atualizado automaticamente pelas operadoras de telefonia, já que o horário de verão começava tradicionalmente no terceiro fim de semana de outubro. Na época, em comunicado em blog, o Google explicou que “todas essas modificações impactam diretamente no Banco de Dados Global da IANA (em português, Autoridade para Atribuição de Números de Internet), que é utilizado por smartphones e dispositivos eletrônicos para garantir que você esteja sempre na hora certa, onde quer que esteja. Na prática, isso significa que alguns celulares possivelmente não tenham a informação necessária para evitar que o relógio dos aparelhos seja alterado automaticamente como se o horário de verão ainda estivesse valendo”. Horário de verão Criado com o objetivo de economizar energia e aproveitar o maior período de luz solar durante os meses mais quentes do ano, quando os dias também são mais longos, o horário de verão foi adotado no Brasil pela primeira vez em 1931 e implementada em caráter permanente a partir de 2008 e começaria no primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até domingo do mês de fevereiro do ano seguinte, em parte do território nacional. Só haveria mudança em ano que houvesse coincidência entre o domingo previsto para o término da hora de verão e o domingo de carnaval. Por meio de decreto do presidente Jair Bolsonaro, o horário de verão foi extinto em abril do ano passado. De acordo com Bolsonaro, a decisão de acabar com a medida foi tomada após estudos que mostraram não haver mais razão do horário de verão, em função das mudanças no consumo de energia que ocorreram nos últimos anos. Para corrigir o horário Entre no menu configurações, acesse gerenciamento geral ou outra opção para chegar até data e hora. Desative as opções: data e hora automáticas e fuso horário automático. Ler artigo completo
  21. Diretor de investimentos do Deutsche Bank Wealth Management nas Américas, o indiano Deepak Puri não hesita ao ser questionado sobre o impacto da política ambiental do governo Bolsonaro na atração de investimento estrangeiro: “Sim, tem atrapalhado.” “O mercado questiona o quão sensível o Brasil é para a questão ambiental. Esse tema foi o principal das discussões em Davos neste ano, mas escuto de nossos clientes há alguns anos”, disse. Segundo ele, o Brasil pode perder 0,1 ponto porcentual do PIB em 2020 por causa do coronavírus, mas, ao que tudo indica, deve registrar uma recuperação mais forte neste ano. Com o coronavírus, o que se pode esperar para a economia? Sempre há riscos que podem mudar a trajetória da economia. O número do Deutsche Bank para o PIB global é 3,1% para 2019 e 2020. O que muda é o crescimento dos países. Esperamos que os EUA desacelerem de 2,2% a 1,6%. A China, e isso pré-coronavírus, de 6,2% para 5,8%. Mas há outros países acelerando, como Brasil, Índia e Rússia. Mas 3,1% é um número bom? Há quem considere recessão global um PIB abaixo de 3%. Não é muito bom, mas não é tão ruim. Está em um intervalo em que os bancos centrais podem estimular o crescimento. Por exemplo, os EUA crescendo 1,6% é abaixo do potencial. Mas, seis meses atrás, estávamos preocupados com uma recessão. O Escritório Orçamentário do Congresso dos EUA fez um estudo para ver qual seria o PIB médio para os anos 2020, e é 1,7%. Precisamos estar confortáveis com a ideia que não se cresce mais a 4%. E qual seria o número global para os anos 2020? Se você olhar para órgãos como FMI e Banco Mundial, eles diriam que 3,1% não é bom. Eles gostariam de algo próximo a 4%. O problema é que, globalmente, a taxa de crescimento demográfico é 2,1%. Então, 2,1% é o fluxo e, a partir daí, é preciso produtividade. E produtividade no mundo desenvolvido está diminuindo. Então, com 4%, as pessoas e os investidores ficariam felizes. Mas não estamos vendo isso. Qual o impacto do coronavírus? Achamos que pode tirar de 0,3 a 0,4 ponto porcentual do PIB chinês no ano. Mas o BC chinês vai estimular a economia e o governo também. Por isso, é cedo para mensurar o impacto. Mas, globalmente, devemos ver uma perda de 0,2 ponto porcentual. Esse é o quarto ano que economistas dizem que o PIB brasileiro vai ganhar tração. Nos outros três anos, isso não se concretizou. Acha que agora vai? Esperamos um crescimento de 2,3%, mas isso é pré-coronavírus. A epidemia pode tirar 0,1 ponto porcentual. Mas há razões estruturais para acreditar no crescimento. O fluxo de fundos, o dinheiro do exterior, começou a voltar. Também teve a reforma da Previdência. O que ainda desaponta são os dados da atividade. Mas o fato de o BC ter cortado os juros deu impulso aos negócios. O sr. disse que o dinheiro está vindo para o Brasil. Mas, na Bolsa, por exemplo, o investidor estrangeiro ainda não voltou. Não diria que a grande onda começou, mas há sinais de melhora. Entre 2015 e 2017, você não ouvia falar sobre o Brasil entre os investidores globais. Começou a haver conversas sobre o País em 2019, mas de forma devagar. Em vez do mercado de ações, vejo mais demanda no mercado de títulos. Aqui há uma preocupação com a possibilidade de haver uma bolha na Bolsa. É possível? Ouvi isso também para o mercado de ações dos EUA. O fato é o que os BCs estão transformando as ações mais atraentes ao cortar juros. Se há uma bolha, realmente não a vejo. Uma bolha significa que você está comprando sem prestar atenção nos fundamentos corporativos e macroeconômicos. Não vejo isso na B3 nem no S&P 500. Vejo uma reação muito otimista do mercado à política monetária expansionista. O Brasil tem sido criticado por suas políticas ambientais. A postura do presidente Bolsonaro nessa área tem atrapalhado a atração de investimento estrangeiro? Sim, tem. A governança ambiental e social está na cabeça dos investidores. Quando ocorre algo como abrir a Amazônia para a exploração, dá a percepção fora do Brasil de que o governo não se importa com o meio ambiente. O mercado questiona quão sensível o Brasil é para a questão ambiental. A questão do meio ambiente foi, de longe, a principal em Davos neste ano, mas estou escutando isso dos nossos clientes há alguns anos. No Deutsche Bank, estamos nos movendo para o que chamamos de performance com objetivo. Queremos investir onde haja um impacto positivo para a sociedade. É o modo que as pessoas vão investir agora e no futuro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
  22. Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2234 da Mega-Sena sorteadas na noite de ontem (15). A estimativa de prêmio para o próximo sorteio, que será realizado na quarta-feira (19), é de R$ 170 milhões. Os números sorteados foram: 04 – 21 – 27 – 29 – 42 – 47. As apostas para o concurso 2235 da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h de quarta-feira (19) em qualquer casa lotérica. Também é possível fazer apostas por meio do site Loterias Online da Caixa. Um jogo simples, de seis números, custa R$ 4,50. Ler artigo completo
  23. O manguezal vizinho aos condomínios de luxo da Costa do Sauípe, a 100 km de Salvador, parece tranquilo. Famílias pobres tiram dos caranguejos seu sustento. Uma moradora, no entanto, alerta: “Vocês são doidos de ficar aqui, isso aqui é cheio de gente ruim”, diz, em referência a ladrões que aproveitam a mata fechada para praticar pequenos furtos. Foi dessa região que, há duas semanas, o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega teria protagonizado uma fuga para a cidade de Esplanada, no norte baiano, onde acabou morto por policiais. Acusado de chefiar a milícia Escritório do Crime – citada em investigações da morte da vereadora do PSOL Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes -, Nóbrega estava na Costa do Sauípe desde dezembro do ano passado. Antes que a polícia chegasse ao “esconderijo”, ele saiu pelo fundo da casa, cruzou a área de mangue, nadou e passou pela praia. Depois, chegou à área urbana e alugou um carro, de acordo com a reconstituição feita pela Polícia Civil. O jornal O Estado de São Paulo passou os últimos dias à procura de pistas deixadas na Bahia pelo “capitão Adriano”, como era conhecido o ex-oficial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM fluminense. Nos três endereços por onde passou nos últimos dois meses, os relatos descrevem Nóbrega como um homem discreto, de pouca disposição para conversar. Para uma funcionária do condomínio de luxo em que ele ficou por quase dois meses no Sauípe, o ex-policial militar chamava atenção pelas “costas fortes” e pela expressão fechada que carregava no rosto. “Ele vivia andando de bicicleta pelo condomínio, via sempre. Um homem bonito daqueles fazer uma coisa dessas”, afirmou. Além de deixar para trás uma identidade falsa, Adriano abandonou uma quantidade grande de alimentos estocados. O destino dele, a partir dali, foi uma fazenda no município de Esplanada, que tem menos de 30 mil habitantes. Ali vive o fazendeiro Leandro Guimarães, famoso pelas vaquejadas que promove em sua propriedade, chamada Parque Gilton Guimarães. O terreno, repleto de cabeças de gado, é conhecido como “entrada dos coqueiros”. O terreno principal da fazenda tem duas casas. Uma delas é mais discreta, reservada a um funcionário. A outra é pintada de amarelo claro e abriga a família Guimarães, que vive entre Esplanada e Pojuca, município a cerca de 80 quilômetros dali. Foi nesse espaço que Nóbrega se instalou e permaneceu durante uma semana, até ser morto em uma operação policial. Guimarães disse à polícia que não sabia que Adriano era foragido e só percebeu que era um homem “perigoso” quando o ex-PM o ameaçou. O fazendeiro foi preso por porte ilegal de armas. Foi solto pela Justiça, que fixou fiança e ordenou que usasse tornozeleira eletrônica. Em seus últimos dias de vida em Esplanada, o ex-capitão circulou armado pelo campo, andou a cavalo e fez caminhadas. Só conversava com o “patrão”, segundo um funcionário da fazenda. Era misterioso e “dava medo”, segundo ele. Guimarães relatou que Adriano disse que queria comprar uma propriedade na região e, em sua companhia, visitou algumas, mas não gostou de nenhuma. O delegado Maurício Sansão, diretor do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), disse que o miliciano visitava a Bahia havia quase três anos. Os investigadores baianos apuram, agora, se ele lavava dinheiro comprando gado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ler artigo completo
  24. BRASÍLIA – O discurso em nome da fé cristã se tornou um dos nortes da política externa brasileira no governo do presidente Jair Bolsonaro. Para aqueles que argumentam que, pela Constituição, o Estado é laico, os diplomatas mais próximos ao Palácio do Planalto têm uma resposta pronta: todos os credos e religiões devem ter o mesmo tratamento, mas a realidade é que o Brasil é um país cristão. Essa nova vertente da diplomacia brasileira se consolidou há cerca de dez dias, em Washington, quando Brasil, Estados Unidos, Hungria e Polônia lançaram oficialmente a Aliança pela Liberdade Religiosa. O objetivo central desse “chamamento global” é combater a perseguição de cristãos no mundo. Mas há outros movimentos na política externa. Brasil e Hungria discutem a criação de um fundo para financiar comunidades cristãs que vivem no Oriente Médio. Outro passo foi dado em março de 2019, quando o Brasil e mais sete países conseguiram aprovar uma resolução, na ONU, declarando 22 de agosto como o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença. Embaixada em Israel No horizonte, existe a promessa de Bolsonaro de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém. A medida, que segundo o presidente será tomada até 2021, tem a questão religiosa como pano de fundo — denominações evangélicas apoiam Israel no desejo de transformar Jerusalém em sua única capital. O setor oriental de Jerusalém é considerado território ocupado pela ONU e reivindicado pelos palestinos como capital de seu futuro Estado. Se a transferência se concretizar, as relações do Brasil com os países islâmicos podem ser prejudicadas. A guinada na política externa se repetiu em relação aos direitos humanos. O caso mais simbólico e polêmico nesse sentido ocorreu em março passado. A delegação brasileira nas Nações Unidas se recusou a assinar um documento sobre saúde reprodutiva da mulher, alegando que, por trás desse debate, estava embutido o direito ao aborto. Uma fonte do governo Bolsonaro afirmou que, hoje, corrige-se um “erro histórico”: o Itamaraty defenderia os direitos humanos em todos os organismos multilaterais que participava, menos quando os direitos violados eram de cristãos. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, costuma dizer que a política externa, hoje, “tem alma”. Em uma deferência à bancada evangélica no Congresso, Bolsonaro e Ernesto Araújo costumam levar esses parlamentares em viagens internacionais. No início de janeiro, acompanharam Araújo para um périplo por países africanos os deputados Helio Lopes (PSL-RJ), Marco Feliciano (Podemos-SP) e Márcio Marinho (PRB-BA) — os dois últimos bispos da Universal. Todos são da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara. Feliciano ressalta que a “a igreja evangélica é missionária” e que “o internacionalismo está em seu DNA”. Ele diz, porém, que não há ingerência na política interna de outros países. Na África e na América Latina, há forte presença de igrejas brasileiras. “Como parlamentares, juramos defender a Constituição, a qual salienta o direito à autodeterminação dos povos”, afirma. Para Nelson Franco Jobim, professor de pós-graduação em Relações Internacionais das Faculdades Hélio Alonso, se o Estado é laico, a política externa não deve ter viés religioso. Para ele, a contaminação da política pela religião traz o risco do fundamentalismo. “Vamos discriminar países muçulmanos? A religião é dogmática, não pode fazer concessões em diversas áreas. É uma boa desculpa para adotar políticas radicais em nome de Deus”, afirma. Ler artigo completo
  25. A mídia estatal chinesa publicou neste domingo um recente discurso do presidente chinês, Xi Jinping, sinalizando pela primeira vez que o chefe de estado liderou a resposta contra a ameaça de epidemia gerada pelo novo coronavírus, nomeado como COVID-19, desde o início da crise. A publicação do discurso, feito originalmente em 3 de fevereiro, aparentemente é uma tentativa de demonstrar que a liderança do Partido Comunista atuou decisivamente desde o início. O movimento, porém, também abre espaço para a pergunta: por que o público não foi alertado sobre o problema antes? No discurso, Xi diz ter dado instruções sobre o combate ao vírus em 7 de janeiro e ordenado o isolamento de algumas cidades localizadas no epicentro da crise em 23 de janeiro. “Em 22 de janeiro, diante do rapidez de contágio identificada por esse vírus e os desafios para prevenção e controle, deixei claro minha solicitação para que a província de Hubei implemente medidas de restrição e controle sobre o fluxo de pessoas”, teria dito Xi durante encontro com os principais membros do partido. Veja tambémECONOMIAPotencial de estrago econômico do coronavírus supera o de surtos passados16 fev 2020 - 09h02 O número de casos na China continental caiu pelo terceiro dia consecutivo neste domingo, de acordo com dados oficiais da Comissão Nacional de Saúde (CNS). Com 2.009 novos casos identificados nas últimas 24 horas, o total de infectados na região diminuiu para 68.500 pessoas. Segundo o porta-voz da Comissão, Mi Feng, o porcentual de casos graves caiu para 7,2% do total, ante o pico de 15,9% registrado em 27 de janeiro. A maior proporção de casos graves ainda se concentra em Wuhan, a cidade de Hubei onde o surto começou, mas caiu para 21,6%, frente ao pico de 32,4% registrado em 28 de janeiro. “Os esforços nacionais contra a epidemia tem mostrado resultados”, disse Mi. Hoje a China reportou mais 142 mortes, a maior parte em Hubei, elevando o número de mortes na China continental para 1.665. Outras 9.419 pessoas conseguiram se recuperar do novo coronavírus e já receberam alta dos hospitais. Fonte: Associated Press. Ler artigo completo
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