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  1. Oito meses e 19 dias depois de Paulo Guedes dizer que o Mercosul não seria prioridade para o novo governo, o Mercado Comum do Sul entra de vez na agenda brasileira. O presidente Jair Bolsonaro assume a partir desta quarta-feira, 17, a presidência rotativa do bloco, formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, com mandato de seis meses. A posse acontece na reunião de cúpula do bloco em Santa Fé, na Argentina. Bolsonaro assumirá no lugar da própria Argentina, com o presidente Mauricio Macri na presidência desde dezembro. Além da transição de cargo, a reunião desta semana deve ser pautada por menos termos práticos e mais comemoração pela assinatura do tratado de livre-comércio com a União Europeia, confirmada no fim de junho após 20 anos de negociação. Passada a euforia, o principal objetivo do Mercosul na gestão brasileira será começar a fazer o acordo andar, o que pode demorar pelo menos dois anos. O tratado ainda precisa ser aprovado por todos os países envolvidos, e enfrenta oposição em setores da Europa, sobretudo entre os produtores agrícolas locais, que temem a concorrência com produtos do Mercosul, e entre ativistas que questionam o nível de agrotóxicos nos produtos sul-americanos. Veja tambémECONOMIA“Antes, ninguém casava com o Mercosul”, diz chanceler argentino17 jul 2019 - 07h07 União Europeia à parte, duas decisões mais práticas serão anunciadas hoje: a taxa de roaming, tarifas extras para ligações feitas no exterior, passará a não ser cobrada de quem viaja entre os países do bloco, e cidadãos do Mercosul poderão usar as representações consulares dos vizinhos quando estiverem viajando fora do bloco. Apesar de pequenas, as medidas estão entre os maiores avanços na integração desde que o Mercosul foi fundado em 1991. Quinta maior economia do mundo caso fosse um país e com 85 bilhões de dólares em exportações em 2018, também participam do Mercosul a Venezuela, suspensa desde 2017, e a Bolívia, que está em processo de adesão. Países como Chile, Colômbia e Equador não são membros, mas entraram como associados. Decisões mais complexas do Mercosul no período de gestão brasileira devem ficar informalmente à espera do resultado de eleições presidenciais em dois de seus países-membros, Uruguai e Argentina. Os resultados podem mudar radicalmente o futuro do bloco, sobretudo na Argentina, onde o presidente Mauricio Macri está tecnicamente empatado com a chapa de oposição, na qual a ex-presidente Cristina Kirchner é vice do candidato Alberto Fernandez. Bolsonaro já tem seu lado na ´disputa e chegou a dizer que os argentinos não devem eleger a chapa de Kirchner para que o país não vire “uma Venezuela”. Uma vitória do candidato da ex-presidente, assim, poderia tornar o Mercosul um cabo de guerra entre os dois maiores países do bloco. Novos acordos O Mercosul quer mais acordos comerciais e diz estar perto de fechar outro com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), integrada por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. A esse se seguiriam no ano que vem acordos com o Canadá e com a Coreia do Sul. Macri e Bolsonaro afirmaram na semana passada que poderiam buscar um com os Estados Unidos, mas isso não é vislumbrado no curto prazo. Ler artigo completo
  2. Um entusiasmado Mercosul abriu nesta terça-feira sua cúpula semestral decidido a ratificar o quanto antes seu ambicioso acordo comercial com a União Europeia e a atualizar-se para competir melhor e em mais mercados. “Antes, ninguém casava com o Mercosul. Agora todos lhe pedem em casamento”, disse o chanceler da Argentina, Jorge Faurie, que há duas semanas chorou de alegria quando fechou o acordo com Bruxelas. Segundo o chanceler, o Mercosul conta ainda com uma ferramenta muito útil para estreitar as relações com a Aliança do Pacífico, integrada por Chile, Colômbia, México e Peru, que já têm acordos bilaterais com a UE. Os chanceleres e responsáveis econômicos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai prepararam documentos e declarações que serão examinados na quarta-feira pelos presidentes do Bloco. A cúpula fará andar acordos que beneficiarão a população do bloco, disse Faurie, citando a eliminação de tarifas de roaming para chamadas internacionais de telefones celulares, e convênios sobre questões familiares e de saúde. Um tema espinhoso que estará sobre a mesa será a crise da Venezuela, país afastado do Bloco em 2017 por violar as normas de respeito à democracia e os compromissos comerciais assumidos. “Preparamos uma declaração à qual aderirão os países do Mercosul e outros membros associados de que na Venezuela há uma completa flagrância da falta de democracia”, declarou Faurie. Horacio Reyser, secretário das Relações Econômicas Internacionais da Argentina, disse que um grupo revisará a Tarifa Externa Comum (TEC) “a fim de dar competitividade a nossas economias”. A TEC é “altíssima e afeta a competitividade”, avaliou Faurie. O Mercosul revisará também a faculdade de impedir acordos bilaterais de qualquer um de seus sócios com terceiros. “O poder de veto é negativo”, disse Reyser a jornalistas. De Macri a Bolsonaro Na cúpula de Santa Fé, o presidente argentino Mauricio Macri passará a presidência semestral do bloco para Jair Bolsonaro. Antes do acordo com a UE, Bolsonaro havia advertido que romperia com o Mercosul caso o bloco continuasse em estado de letargia. “Foi quebrado o feitiço pelo o qual o Mercosul não conseguia acordos”, disse o negociador do Brasil, Pedro da Costa e Silva. O acordo UE-Mercosul pode abrir um mercado de 780 milhões de consumidores, que representará um quarto do PIB mundial. O grande tema a ser discutido agora é a sua entrada em vigor. Segundo funcionários do governo de Argentina e Uruguai, o Mercosul buscará a aplicação provisória, quando o Parlamento Europeu aprovar. O acordo precisa da ratificação prévia do Parlamento Europeu e de seus 28 países mais a dos quatro sul-americanos. A ratificação é um tema delicado, porque pode ficar à mercê de vai e vens políticos nos dois lados do Atlântico. Em outubro haverá eleições no Uruguai e na Argentina, enquanto na Europa o acordo reavivou a hostilidade dos produtores agrícolas e de grupos ambientalistas. Na Argentina o acordo ficou exposto à campanha eleitoral. O candidato opositor Alberto Fernández, que tem como companheira de chapa Cristina Kirchner, disse que o tratado precisa de reparos. Fernández considera que Macri quer aproveitar o acordo para compensar o descrédito gerado pela recessão econômica. Mais acordos O Mercosul quer mais acordos comerciais e diz estar perto de fechar outro com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), integrada por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. A esse se seguiriam no ano que vem acordos com o Canadá e com a Coreia do Sul. Macri e Bolsonaro afirmaram na semana passada que poderiam buscar um com os Estados Unidos, mas isso não é vislumbrado no curto prazo. “No futuro estará na agenda do Mercosul ver com os Estados Unidos a possibilidade de melhorar o aumento do comércio”, disse Reyser. Ler artigo completo
  3. Nova York – Na F1, a última vitória do Brasil completará dez anos nesta temporada – o jejum vem do GP da Itália de 2009 com Rubens Barrichello na Brawn GP. Enquanto isso, nas duas categorias elétricas do automobilismo mundial, o País vive excelente fase. Sergio Jimenez conquistou o título do Jaguar I-PACE eTROPHY, primeiro campeonato com carros de turismo. Foram três vitórias e nove pódios em dez etapas em um ano dominado pelo time brasileiro, já que seu companheiro de equipe, Cacá Bueno, também venceu três vezes e terminou o ano como vice-campeão. Em Nova York, a conquista foi selada com duas dobradinhas, por sinal. “Foi um final de semana incrível para uma temporada espetacular. É o auge de minha carreira, estou muito feliz e quero agradecer a todos que acreditaram em mim, especialmente a quem acreditou em nosso projeto quando nem havia começado o campeonato”, diz Jimenez. Cacá Bueno reforçou. “A proposta do campeonato é de sustentabilidade aliada ao esporte, e neste primeiro ano o sucesso já foi impressionante. É ótimo ver o Brasil fazendo parte desta história e com conquistas”, diz o pentacampeão da Stock Car. A categoria principal (Formula E) também encerrou sua quinta temporada neste domingo em Nova York e, embora o Brasil desta vez não tenha conseguido o título, terminou mais uma vez lutando pelo campeonato até o final com Lucas di Grassi, da equipe Audi. Ele e Nelsinho Piquet já são campeões da Formula E, mostrando que o automobilismo brasileiro vai bem nas categorias elétricas. “A cada ano o campeonato cresce, já temos a presença maciça de montadoras investindo nesta tecnologia que já é realidade em todo mundo e teremos um grid ainda maior no ano que vem”, diz Di Grassi, citando a chegada das equipes oficiais da Porsche e Mercedes. Esta última temporada também foi marcada pela estreia de Felipe Massa na categoria. Jaguar I-PACE eTROPHY: competição em Nova YorkDivulgação Outro brasileiro que fará teste na Formula E será Jimenez, como premiação pelo título da categoria preliminar – ele andará com a equipe Jaguar em data ainda a ser anunciada. “Ganhar o primeiro título do mundo de um campeonato com carros de turismo 100% elétricos é um grande momento em minha carreira, mas ganhar este teste é algo incrível, algo que sempre lutei em minha vida como piloto. É uma premiação especial para o campeão e farei de tudo para aproveitar esta oportunidade para marcar uma nova chance em minha carreira”, disse Jimenez, que antes de competir na Stock Car e nos carros de turismo direcionou sua carreira para F1. Campeão da Formula Renault no Brasil em 2002, ele chegou até a GP2 (atual F2), mas não teve patrocínio para seguir para a categoria principal. Se o futuro do automobilismo é mesmo elétrico, os pilotos brasileiros parecem já mostrar bem adaptados à nova realidade – como mostram os três títulos nestes cinco primeiros anos. Daniel Abt e Lucas Di Grassi: pilotos da Fórmula E pela Audi Sport ABT SchaefflerDivulgação Ler artigo completo
  4. A gigante norte-americana da computação IBM quer ampliar seus lucros retomando uma de suas principais marcas: olhar sempre para o futuro. Após registrar resultados decepcionantes nos últimos três períodos fiscais, a companhia apresenta nesta terça-feira, 17, o balanço de seu segundo trimestre de 2019. Em janeiro deste ano, marchando à frente de outras mega-empresas do setor, a IBM apresentou o primeiro computador quântico pensado para uso comercial. O objetivo é se adiantar em relação às concorrentes e dominar um nicho que pode ser principal imã de lucro no futuro. Nos negócios do presente, a IBM não vai muito bem. No primeiro trimestre deste ano, o lucro líquido da empresa de informática diminuiu 5,2% em relação ao mesmo período de 2018, caindo para 1,6 bilhão de dólares. Já a receita ficou em 18,2 bilhões de dólares, em queda pelo terceiro trimestre consecutivo. Veja tambémNEGÓCIOSO maior erro de Bill Gates – e que custou US$ 400 bi para a Microsoft29 jun 2019 - 08h06 A pioneira da tecnologia vem dando passos largos no sentido de atender demandas do futuro, e evidentemente lucrar com elas. Em entrevista recente a EXAME, Ulisses Mello, diretor do laboratório de pesquisas da empresa de informática no Brasil, reafirmou que a inovação da empresa estará ligada à computação quântica. “Estamos avaliando as áreas com as quais a computação quântica tem maior aderência. Estudamos quais problemas físicos que são difíceis de se resolver com computação clássica e que podem se beneficiar na computação quântica”, disse Mello. A maior diferença entre a computação clássica e a quântica é a velocidade com a qual as informações são processadas. Enquanto os processadores atuais têm capacidade para trabalhar em alternância entre 0 e 1, que é o que permite que nosso computador realize os cálculos com os quais estamos acostumados, os processadores quânticos não possuem apenas dois estados (0 ou 1 da computação clássica), mas sim uma infinidade de outros intervalos entre 0 e 1, o que o torna milhões de vezes mais potente e capaz de processar muito mais informação de uma só vez. Nesta semana, o site holandês LetsGoDigital revelou que a empresa registrou também uma patente para um relógio inteligente que é capaz de se transformar em uma espécie de celular. Para conseguir chegar forte no futuro, porém, a IBM precisa melhorar seus resultados no presente. Vale para a empresa uma das máximas do mercado financeiro: o que é o futuro se não um somatório de trimestres? Ler artigo completo
  5. O foco do governo retorna para a Educação (ao menos por um dia). O ministro Abraham Weintraub anuncia nesta quarta-feira, 17, um novo programa de autonomia para as universidades federais, batizado de Future-se. Por enquanto, o Ministério da Educação (MEC) não divulgou muitos detalhes sobre o projeto, mas o ministro garantiu que não envolve a cobrança de mensalidade dos estudantes de graduação ou a privatização do ensino superior federal. O presidente Jair Bolsonaro afirmou na última terça-feira, 16, que o Future-se será um “programa simples que vai dar nova dinâmica para a educação”. Durante a manhã de ontem, o projeto foi apresentado para todos os ministros. Segundo Weintraub, muitos deles já haviam conhecido a proposta e aprovado. Depois, o ministro da Educação recebeu os reitores das federais para explicar sua proposta. De acordo com Bolsonaro, o objetivo é garantir que as instituições de ensino formem bons profissionais. “Nós queremos nossas universidades entre as 100 melhores do mundo”. Veja tambémBRASILUniversidade tem energia cortada por falta de pagamento16 jul 2019 - 18h07 Pelo pouco que foi divulgado, Weintraub deixou claro que o foco do projeto é fortalecer a autonomia financeira das universidades e dos institutos federais de ensino. O ministro quer melhorar a gestão dessas instituições para reduzir gastos e utilizar a sobra para investir na educação básica. “A gente vai priorizar eficiência e a primeira infância. São os países que deram certo que fizeram isso”, afirmou. Espetas ouvidos pelo jornal Valor Econômico afirmam que uma das ideias do Future-se é permitir que esses órgãos de ensino possam captar recursos com o setor privado e utilizá-los. Já o portal G1 afirma que o governo estuda alterar a legislação para permitir que as universidades que tenham interesse possam alterar seu caráter jurídico e funcionar sob a gestão de entidades privadas, ainda que sem fins lucrativos. Antes de qualquer proposta entrar em vigor, o governo colocará o projeto em um período de consulta pública. Weintraub também deixou claro que somente as universidades que quiserem vão aderir ao programa. Segundo ele, o novo modelo será similar ao adotado por países europeus, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Israel. O governo de Michel Temer fez estudos cogitando mudar o sistema jurídico das universidades federais, mas o projeto não saiu do lugar. A ideia não era prioridade para o ex-ministro Ricardo Vélez, que deixou a pasta da Educação em abril. Desde que Weintraub assumiu, ele reorganiza o projeto. Seus primeiros meses no governo foram conturbados, com grandes manifestações públicas contra os cortes nos orçamentos das universidades públicas e de instituições federais. Agora, com a poeira baixa, ele aposta em algo novo. Ler artigo completo
  6. Rio de Janeiro — O presidente da Petrobras e o presidente do Uruguai chegaram às bases de acordo para encerrar concessões da Conecta e da Distribuidora de Gas de Montevideo administradas pela petroleira brasileira no país vizinho até setembro, afirmou a estatal nesta terça-feira. Segundo a empresa, ambas as partes adotarão as providências necessárias para por fim aos litígios pendentes, sem pleitos adicionais de qualquer espécie. A empresa destacou ainda que o Uruguai assumirá as operações de ambas as concessões por meio de instrumentos legais cabíveis, dando continuidade aos serviços. Veja tambémNEGÓCIOSPetrobras inicia fase não vinculante para venda de 4 refinarias15 jul 2019 - 20h07 “Para instrumentalizar o acordo, será formado um grupo de trabalho com representantes das partes envolvidas, em articulação com os presidentes”, disse a Petrobras em nota. Ao assumir a Petrobras neste ano, Roberto Castello Branco intensificou um plano de venda de ativos, em busca de focar as atividades da empresa em exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas. O executivo se reuniu com o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, nesta terça-feira, para discutir os próximos passos, segundo explicou a empresa. Ler artigo completo
  7. São Paulo — A decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que suspendeu todos os processos judiciais do País onde houve compartilhamento de dados bancários e fiscais sem prévia autorização judicial teve como origem um recurso envolvendo autuação da Receita Federal sobre dois sócios de um posto de gasolina em Americana, no interior de São Paulo. Os donos do estabelecimento foram autuados pelo Fisco em 2003 por não terem recolhido o Imposto de Renda devido. Segundo o advogado tributarista Roberto Antonio Amador, que defende o casal, os empresários tinham começado a usar as próprias contas bancárias para movimentar o dinheiro do posto depois que a conta da empresa foi bloqueada por causa de dívidas. “A Receita Federal pegou toda a movimentação financeira do banco sem nenhuma autorização judicial e autuou eles em cerca de R$ 3 milhões. Depois o Ministério Público Federal de Piracicaba entrou com uma ação penal por sonegação fiscal. Eles foram condenados na primeira instância, mas na segunda (Tribunal Regional Federal da 3.ª Região) nós conseguimos a absolvição mostrando que o ato era ilícito”, afirma Amador. O processo está em segredo de Justiça. Veja tambémBRASILPorta-voz: Bolsonaro quer “alinhamento ideológico” em novo ministro do STF16 jul 2019 - 07h07 Nesta segunda-feira, 15, a defesa de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) entrou com uma petição pedindo que o presidente do STF avaliasse o recurso extraordinário, entendendo que a investigação do caso Queiroz pelo Ministério Público do Rio tem relação com a ação da Receita no caso do posto de gasolina de Americana. No próprio dia 15, Toffoli determina a suspensão nacional de todos os inquéritos e processos judiciais em andamento do país que “foram instaurados à míngua de supervisão do Poder Judiciário e de sua prévia autorização sobre os dados compartilhados pelos órgãos de fiscalização e controle (Fisco, Coaf e BACEN), que vão além da identificação dos titulares das operações bancárias e dos montantes globais”. O Ministério Público Federal recorreu ao Supremo contra a decisão do TRF-3. O recurso extraordinário foi distribuído a Toffoli em junho daquele ano. Em abril do ano passado, a maioria dos membros da Corte reconheceu a existência de repercussão geral do caso, ou seja, que ele apresenta questões relevantes sob o aspecto econômico, político, social ou jurídico que ultrapassam os interesses subjetivos da causa. O julgamento do recurso chegou a ser marcado para o dia 21 de março deste ano e depois remarcado para o dia 21 de novembro. A suspensão vale até o julgamento do mérito pelo plenário do STF em novembro. A decisão surpreendeu, inclusive, o advogado do caso que deu origem ao recurso. “Foi a primeira vez na vida que um processo meu chegou no Supremo Tribunal Federal. Vi uma notícia na hora do almoço com base na mesma fundamentação do meu processo, mas como era um pedido da defesa do Flávio Bolsonaro não imaginava que tivesse relação com o caso de Americana”, disse Amado Ler artigo completo
  8. O Brasil chegou a ser chamado de “um foguete” pelo presidente e fundador da plataforma de streaming de vídeo Netflix, em 2017. Na época, a empresa começava a engrenar de vez no país, vendo sua base de usuários dobrar e o Brasil figurar entre os cinco maiores mercados da Netflix no mundo. “Se eu penso no Brasil, nós eramos bem fracos no primeiro ano e agora é um foguete”, disse Hastings em 2017. O mandatário da Netflix não fez mais declarações sobre a performance no Brasil desde então, mas é possível que sua animação tenha minado um pouco. A Netflix divulga na noite desta quarta-feira, 17, seus resultados financeiros do segundo trimestre, com a expectativa de que o número de novos assinantes caia cerca de 8% globalmente. E, no Brasil, a tendência também não é tão boa quanto já foi um dia: a empresa não divulga dados de performance e número de usuários nas regiões em que opera, mas estimativas obtidas por EXAME junto a consultorias que monitoram a performance da Netflix mostram que o crescimento vem diminuindo bastante por aqui. O Brasil foi o segundo país em que a Netflix chegou fora dos Estados Unidos, em setembro de 2011, logo depois do Canadá, e é hoje, com mais de 8 milhões de assinantes, é o terceiro maior mercado da empresa, atrás de Estados Unidos e Reino Unido, segundo estimativas da consultoria Futuresource. Mas enquanto entre junho de 2017 e junho de 2018 o número de usuários da Netflix cresceu 23% no Brasil, a estimativa para o mesmo período em 2019 é que o crescimento seja de “apenas” 14%, segundo a consultoria de marketing digital eMarketer. É daí para baixo: a expectativa é crescer menos de 9% entre junho de 2019 e junho de 2020, 4% em 2021 e 2,5% em 2022. Já números da consultoria de métricas digitais SimilarWeb, obtidos com exclusividade por EXAME, mostram que o número de visitas no site “netflix.com”, que totalizou mais 250 milhões em janeiro deste ano, caiu para a casa dos 200 milhões em junho (um usuário pode visitar o site mais de uma vez, contabilizando nova visita). O desktop ainda representa mais de 70% dos acessos da Netflix ante menos de 30% para celulares e tablets (sem contar as TVs inteligentes, que não aparecem nas métricas analisadas). Se contabilizados só os celulares e tablet com Android (mais de 90% dos dispositivos no Brasil), os acessos únicos à Netflix também caíram 2% entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, ainda segundo a SimilarWeb, com 7,1 milhões de usuários únicos entre abril e junho (ou seja, com apenas um acesso contabilizado por aparelho). Uma das possíveis razões para o menor crescimento no Brasil é o aumento do preço da assinatura: a Netflix subiu neste ano o plano básico de 19,90 reais para 21,90 reais e o premium (que dá direito a quatro telas) de 37,90 reais para 45,90 reais. Preços também aumentaram no México e em partes da Europa. Ainda não é motivo para desespero: o total de acessos únicos por aparelho Android, por exemplo, era de pouco mais de 5 milhões há um ano, o que mostra que a Netflix conseguiu 1 milhão de novos acessos únicos em celulares e tablets brasileiros no período e configura um crescimento anual de mais de 20%. “O crescimento anual da Netflix ainda é muito expressivo, mas de fato a tendência que se verifica é que esse crescimento vem desacelerando um pouco”, afirma Urgel Augustin, diretor de vendas para América Latina da SimilarWeb. “Não dá para dizer o que levou a essa queda, pode ser desde comportamento natural do consumidor a aumento do preço ou alguma série específica saindo do catálogo.” Crescer a todo custo Qualquer empresa que visse a base de clientes crescer 20% em um ano estaria, no mínimo, bastante feliz. Mas não é caso de empresas de tecnologia, para as quais o crescimento, para os investidores, pode até estar à frente da exigência por faturamento ou margem de lucro. Precisando crescer sem parar, uma tendência de desaceleração no Brasil é má notícia para a Netflix, que aposta cada vez mais as fichas em mercados fora dos Estados Unidos, sua terra natal, onde o crescimento é lento e a concorrência é alta. Entre o primeiro trimestre de 2019 e o mesmo período de 2018, a base internacional de assinantes da empresa (isto é, fora dos EUA) cresceu 39%, enquanto nos Estados Unidos a alta foi de apenas 9%. O ano de 2018 foi o primeiro em que o faturamento estrangeiro foi mais alto que nos Estados Unidos, com 7,8 bilhões de dólares ganhos no exterior contra 7,6 bilhões de dólares nos Estados Unidos. O número de usuários também já é maior no exterior: são 88,6 milhões de assinantes no resto do mundo contra 60,2 milhões nos Estados Unidos. No mercado americano, mais do que em qualquer outro, a Netflix ainda enfrentará a chegada de novos concorrentes de peso, como o HBO Max (serviço de streaming da HBO e de nomes como a Warner) e o Disney+ (da Disney). O “ataque” à Netflix já começou, e a empresa anunciou que vai perder a série “Friends”, da Warner, que responde pela segunda maior audiência da Netflix. A Disney também deve retirar em breve suas animações atualmente disponíveis no catálogo da concorrente. Veja tambémNEGÓCIOSO plano da HBO e da Warner para derrotar a Netflix10 jul 2019 - 13h07 Não há previsão de lançamento das novas plataformas de streaming no Brasil, mas elas não devem demorar, o que pode morder uma fatia da Netflix e também de emissoras de TV por assinatura. Por isso, a Netflix deve investir cada vez mais na produção de conteúdo próprio, ainda que, para isso, precise abrir mão de margem. Olho na Índia O crescimento no Brasil começando a murchar fez a Netflix voltar as atenções para sua nova menina dos olhos, a Índia, que com seus 1,3 bilhão de habitantes é o lugar onde a empresa mais cresceu sua base de assinantes e usuários nos últimos trimestres. Em visita a Índia no ano passado, Hastings afirmou que “os próximos 100.000 [assinantes] para nós virão da Índia”, devido à expansão do acesso a internet no país. A Netflix também não divulga oficialmente a quantidade de assinantes indianos, mas afirma que o número cresceu mais de 80% nos últimos doze meses. Estimativas externas da consultoria Media Partners Asia apontam para mais de 500.000 assinantes no país. O número de downloads do app da Netflix na Índia também quadruplicou entre o terceiro trimestre de 2018 e o mesmo período de 2017 e quase dobra a cada trimestre, segundo levantamento do banco Credit Suisse. Enquanto isso, o número de downloads no Brasil cresceu menos de 10% no período, apresentando um crescimento quase tão fraco quanto nos Estados Unidos. Colabora o fato de que a Netflix esteja testando em países como a Índia e a Malásia um modelo de assinatura só para celular. Veja tambémMERCADOSComeçando por Netflix, empresas de tecnologia vão testar humor de Wall St16 jul 2019 - 19h07 Mas mesmo na Índia o segundo trimestre da Netflix teve queda de 6% no número de usuários ativos em dispositivos móveis, segundo a SimilarWeb. A Netflix indiana enfrenta ainda a concorrência da empresa indiana Hotstar, que pode roubar valiosos usuários. Assim, apesar do potencial de a Índia ultrapassar 2 milhões de assinantes nos próximos dois anos, o número ainda será bem menos que os mais de 8 milhões no Brasil ou no Reino Unido. Ao menos uma boa notícia para a Netflix: um brasileiro com aplicativo da empresa instalado no celular ou tablet passa nada menos que 1 hora e 28 minutos conectado às séries e filmes da plataforma — e esse número vem crescendo trimestre após trimestre, sendo cerca de 1h e 10 minutos no fim do ano passado, de acordo com a SimilarWeb. Outra: uma em cada três das mais de 200 milhões de pessoas que têm um aparelho Android no Brasil têm o aplicativo da Netflix instalado. E dentre os que assistem suas séries pelo computador, mais de 80% digita o endereço da plataforma no navegador em vez de buscá-lo no Google, prova de que a empresa tem uma marca forte entre seus assinantes brasileiros. O Brasil pode não ser mais o grandioso “foguete” de outrora para a Netflix, mas vai demorar até a empresa deixar de dominar o mercado por aqui. O que vai ser difícil, contudo, é repetir as taxas de crescimento de três dígitos que animaram Hastings em 2017. De agora em diante, a concorrência só tende a aumentar. Ler artigo completo
  9. A SumUp, fintech alemã de pagamentos móveis que atua em terras brasileiras há seis anos, arrecadou mais recursos para financiar sua expansão — o que inclui o disputado mercado brasileiro das maquininhas de cartão de crédito e débito. O negócio captou investimentos de 330 milhões de euros (na cotação atual, cerca de 1,5 bilhão de reais), realizados pelas instituições Bain Capital Credit, Goldman Sachs Private Capital, HPS Investment Partners e TPG Sixth Street Partners. Uma boa quantia, 500 milhões de reais, será investida na operação brasileira, seja para o desenvolvimento de produto ou para a captação de mais empreendedores clientes da fintech. Criada em Berlim no ano de 2012, a SumUp tem 1,5 mil funcionários em 15 escritórios na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. A fintech europeia atende 31 países e tem mais de 1,5 milhão de clientes de suas máquinas de cartão. Diariamente, a SumUp adiciona quatro mil novos clientes à sua base. Em 2019, espera gerar 200 milhões de euros em receita. Veja tambémPMENubank: quais serviços terá a conta digital para empreendedores16 jul 2019 - 13h07PMEFábricas de fintechs: as startups por trás da explosão de maquininhas11 jul 2019 - 06h07 O novo aporte servirá para crescer tanto o desenvolvimento de produtos criados pela SumUp, como as maquininhas, quanto para a aquisição de empresas complementares. A fintech adquiriu recentemente, por exemplo, as startups Debitoor (software dinamarquês de faturamento e contabilidade online) e Shoplo (plataforma polonesa de comércio online multicanal). Os planos da SumUp para o Brasil Por aqui, o primeiro objetivo da SumUp é contratar mais 100 funcionários em 2019, com foco principal na área de tecnologia (desenvolvimento e engenharia de produtos). A fintech tem 700 funcionários brasileiros hoje, com sede em São Paulo (SP). De acordo com Igor Marchesini, fundador e líder global de crescimento da SumUp, o Brasil está entre os três maiores mercados da startup de serviços financeiros alemã. Por aqui, a fintech atendeu mais de 500 mil clientes e faturou 250 milhões de reais no último ano. Em 2019 e nos anos seguintes, planeja crescer na ordem de três dígitos em comparação anual. “Pretendemos investir 500 milhões de reais na operação brasileira. Planejamos acelerar o crescimento da base de clientes, aumentar o portfólio de produtos oferecidos e realizar novas fusões e aquisições”, afirma Marchesini. Outro objetivo é chegar a países vizinhos, como a Argentina. “Ampliaremos nossa operação na América Latina, em países que também deverão passar pelo processo de abertura do mercado de cartões.” Igor Marchesini, da SumUpDivulgação A SumUp comercializa as máquinas de cartão SumUp Top, SumUp Super e SumUp Total para principalmente micro e pequenos empreendedores e negócios. Não há cobrança de mensalidade e de taxas de depósito. A taxa para transações no crédito vai de 3,10% a 4,60% (sem parcelamento), enquanto as transações de débito têm uma cobrança de 1,90%. Um mercado cheio de concorrentes Apesar dos números grandiosos, a SumUp enfrenta uma concorrência pesada em terras brasileiras. Há um mar de mais 600 fintechs no país, sendo que cerca de um quarto atua no setor de pagamentos. No caso das maquininhas, as fintechs também batalham gigantes do setor. São mais de oito milhões de pontos de venda apenas nas cinco maiores adquirentes do país. Veja tambémPMELiderado pelo SoftBank, Creditas recebe aporte de US$ 231 milhões10 jul 2019 - 07h07 “Nosso maior competidor no Brasil ainda é o dinheiro, pois 70% das transações ainda são feitas em espécie e oferecemos soluções digitais”, argumenta o fundador da SumUp. “Mais do que competir com grandes players, temos que nos preparar para mudar esse comportamento e ajudar aqueles que não aceitam cartão passarem a aceitar”. Segundo Marchesini, um diferencial da SumUp está na taxa de antecipação de recebíveis. “O valor que cobramos por parcela nesse quesito é de 1,5%, enquanto empresas maiores chegam a cobrar 2,5% a 3% por parcela antecipada.” A SumUp captou recursos de gente grande para comprar a briga — e espera que seus produtos e taxas conquistem a preferência dos brasileiros. Ler artigo completo
  10. A prolongada suspensão dos voos com o jato 737 Max da Boeing levou a Ryanair a revisar os planos de crescimento para o próximo verão, um sinal de que a crise começa a afetar os planos de longo prazo do setor de aviação. Como ainda não há uma data para que os voos com o Max sejam retomados após dois desastres aéreos, a Ryanair provavelmente vai receber apenas metade dos 58 aviões que esperava para o pico da temporada de 2020, segundo informações divulgadas pela companhia irlandesa na terça-feira. A Ryanair estima que, com o menor número de aviões, irá perder 5 milhões de passageiros no balanço anual. “A Boeing espera que um pacote de certificação seja submetido aos órgãos reguladores até setembro, com a retomada do serviço logo em seguida”, disse o presidente da companhia aérea, Michael O’Leary, em comunicado. “Acreditamos que seria prudente planejar com a data sendo adiada em alguns meses, possivelmente até dezembro.” Veja tambémNEGÓCIOSRyanair anuncia reestruturação após prejuízo trimestral milionário4 fev 2019 - 11h02NEGÓCIOSDecepcionada com Airbus, aérea compra US$ 24 bi em jatos 737 Max da Boeing15 jul 2019 - 13h07 O anúncio da Ryanair mostra como a suspensão mais prolongada dos voos com o Max teria consequências significativas para as companhias aéreas, que preparam seus cronogramas com cerca de seis meses de antecedência. As viagens aéreas são particularmente intensas até a temporada de verão na Europa. O número de passageiros normalmente dispara a partir do feriado da Páscoa, que em 2020 começa em 10 de abril. A maior companhia aérea de descontos da Europa enfrenta um problema específico porque encomendou a versão Max 200 de alta capacidade do 737, que requer certificação separada dos reguladores dos Estados Unidos e da Europa. A aprovação para os voos pode levar até dois meses além do prazo de retomada dos voos com o Max. Caso a suspensão continue, outros clientes do Max já começam a avaliar os planos de frota para o próximo ano. A TUI, maior empresa de viagens do mundo, quer que o modelo substitua os 737 existentes e, em algum momento, vai precisar decidir se continuará operando os jatos antigos, disse um porta-voz. A Norwegian Air Shuttle tem a maior exposição à crise do Max na Europa, com 18 aviões estacionados. Em abril, a empresa concordou em adiar uma encomenda de outros 14 aviões programada para 2020 e 2021 e continuar operando jatos mais antigos por mais tempo, em um programa para controlar capacidade como parte do plano para reduzir o endividamento. Nos Estados Unidos, a American Airlines e a United Airlines na semana passada retiraram o Max do cronograma de voos até o início de novembro, mais um sinal de que o jato pode não retomar os voos comerciais este ano. –Com a colaboração de Layan Odeh. Ler artigo completo
  11. São Paulo – O aplicativo Instagram começará a testar o fim das curtidas no Brasil a partir desta quarta-feira (17). A medida já estava em discussão desde o primeiro semestre e, agora, será oferecida a um grupo de usuários brasileiros. Os números ocultados serão as curtidas em fotos e as visualizações de vídeos. A mudança vale tanto para imagens que aparecem na linha do tempo quanto para as fotos listadas no perfil de cada usuário. A proposta da empresa é que isso ajude a sua comunidade a se engajar mais com as fotos e vídeos do que com a aceitação social denotada pelo número de curtidas. “Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição dentro do Instagram”, afirmou, em nota, a empresa. Com o teste, o Instagram irá avaliar se a mudança ajudará os usuários a se concentrarem menos nas curtidas e mais em compartilhar histórias na sua rede social de fotos e vídeos. O teste no Brasil não é o primeiro. A empresa já o aplica no Canadá, desde maio de 2019. Mesmo com resultados positivos desse piloto, a expansão do teste se faz necessária para compreender melhor sua aceitação e como a mudança a forma de usar o aplicativo do Instagram. Veja, abaixo, como ficará a interface do aplicativo sem a exibição do número de curtidas nas imagens: Sem curtidas: Instagram mostra interface sem os likes nas imagensDivulgação Veja tambémTECNOLOGIA5 aplicativos para usar menos – ou melhor – o seu celular16 jul 2019 - 05h07 As curtidas do Instagram vão sumir? Não necessariamente. Elas continuarão a existir. Mas não serão mais públicas. Apenas os donos dos perfis terão acesso às estatísticas, como acontece atualmente com sites em relação ao número de cliques que recebem. Apps de curtidas Com o fim dos likes, o Instagram deixaria de precisar combater aplicativos que criam jogos de curtidas. São esses aplicativos, com formato ao estilo do app de namoro Tinder, que permitem que influenciadores aumentem o número de curtidas para chamar a atenção de agências de publicidade e conquistar acordos comerciais. Buscando evitar um burnout ocasionado pelo uso demasiado de apps, diversas empresas de tecnologia, como Facebook e Google, tentam encontrar formas de melhorar suas plataformas e tornar suas notificações mais inteligentes. Ler artigo completo
  12. São Paulo – Para quem quer seguir carreira pública, veja os concursos públicos com inscrições abertas. As oportunidades profissionais estão espalhadas por todas as regiões do país. Exército As vagas, de nível superior, são para os cursos de Formação de Oficiais de Saúde do Exército (CFO/S SAU). São 127 oportunidades para admissão em 2020. Há vagas para quem não tem especialidade e também para quem é das nas áreas de anestesiologia, Cancerologia/ Oncologia, Cardiologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Cardiovascular , Cirurgia Geral, Cirurgia Torácica , Cirurgia Vascular, Clínica Médica, Endocrinologia e Metabologia, Endoscopia Digestiva, Geriatria, Ginecologia e Obstetrícia, Hematologia e Hemoterapia, Infectologia, Mastologia, Medicina Intensiva, Medicina Legal, Nefrologia, Neonatologia, Neurocirurgia, Neurologia, Oftalmologia, Ortopedia/ Traumatologia, Otorrinolaringologia, Patologia, Pediatria, Pneumologia, Proctologia, Psiquiatria, Radiologia, Reumatologia, Urologia, Farmácia, Ortodontia e Ortopedia Facial, Endodontia, Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial. Salário: não informado Inscrições: até 16 de agosto pelo site do Exército SUL E SUDESTE SP – Prefeitura de Conchas São 9 vagas de nível médio e superior. Há oportunidades para professor de ensino básico e médico de diversas áreas. Salário: até 12.117,13 reais Inscrições: até 17 de julho pelo site do Metro Capital Soluções SP – Prefeitura Municipal de Rubiacea São 3 vagas de nível médio e superior para fiscal de tributos, médico e procurador jurídico. Salário: até 9.500,00 reais Inscrições: até 21 de julho pelo site do Seta Concurso SP – Prefeitura de Santa Bárbara D’Oeste São 6 vagas de nível superior para médicos e professores do ensino básico. Salário: até 10.267,59 reais Inscrições: até 22 de julho pelo site da consultoria SH Dias SP – Associação Beneficente de Pirangi – OSS Pirangi São 20 vagas de nível médio e superior. Há oportunidades para terapeuta ocupacional, enfermeiro, engenheiro do trabalho, entre outros. Salário: até 13.916,04 reais Inscrições: até 22 de julho pelo site do Instituto IDEAP SP – Câmara Municipal de Mauá São 46 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para assistente de imprensa, oficial legislativo, taquígrafo, arquivista, contador e procurador. Salário: até 7.575,93 reais Inscrições: até 24 de julho pelo site da Vunesp SP – Prefeitura de Aguaí São vagas de nível médio e superior. Há oportunidades para arquiteto, contador, professor de educação física, entre outros. Salário: até 5.658,70 reais Inscrições: até 25 de julho pelo site SP – Prefeitura de Francisco Morato São 116 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para assistente social, auditor fiscal, procurador, professor de arte, psicólogo, entre outros. Salário: até 5.574,50 reais Inscrições: até 25 de julho pelo site da Vunesp SP – Prefeitura de Areias São quatro vagas fundamental, médio e superior. Há vagas para procurador, oficial de procuradoria e operador de máquinas. Salário: até 5.067,41 reais Inscrições: até 30 de julho pelo site da consultoria Mouta Melo SP – Prefeitura de Campinas São 266 vagas, ao todo para níveis fundamental , médio e superior. Os cargos com mais vagas são médico (71 vagas em 6 especialidades), guarda municipal (60, sendo 10 para mulheres e 50 para homens), agente administrativo (20), professor de educação básica I (20), professor de educação básica II – anos iniciais (10), agente de apoio à saúde – farmácia (5), enfermeiro (5), professor de geografia (5), engenheiro civil (5), professor de matemática (5), professor de educação especial (5), psicólogo (5) e auxiliar em saúde bucal (5). Salário: até 8.232,52 reais Inscrições: até 31 de julho pelo site da Vunesp SP – Prefeitura de Castilho São 20 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para dentista, médico, fiscal, entre outras. Salário: até 12.256,38 reais Inscrições: até 2 de agosto pelo site Unisisp SP – Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos São 27 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para motorista, engenheiro, fiscal de instalações hidráulicas. Salário: até 5.694,00 reais Inscrições: até 12 de agosto pelo site Dedalus SP – Universidade de São Paulo Há três vagas de nível superior para professor na ESALQ. Salário: até 16.100,43 reais Inscrições: até 13 de setembro pelo site da USP Veja tambémCARREIRA - VOCÊ S/AGuedes realmente pode acabar com os concursos públicos? Entenda6 jun 2019 - 10h06 RJ – Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro São 19 vagas de nível médio e superior. Há vagas para advogado analistas, médico, entre outras. Salário: 15.223 reais Inscrições: até 18 de agosto pelo site IDIB ES – Prefeitura de Boa Esperança São 11 vagas para os níveis médio e superior Há vagas para enfermeiro, médico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, entre outras. Salário: até 8.500 reais Inscrições: até 17 de julho pelo site do Idcap MG – Prefeitura de Ingaí Há oportunidades para todos níveis e de nível superior algumas das vagas são para médico, nutricionista, médico, entre outras. Veja o edital Salário: até 6.498,89 reais Inscrições: até 17 de julho pelo site da consultoria JCM MG – Prefeitura de Teixeiras São 33 vagas de nível médio e superior. Psicólogo, enfermeiros, nutricionistas e médicos estão entre os profissionais que encontram oportunidades. Salário: até 6.150,00 reais Inscrições: até 18 de julho pelo site Gestão de Concursos MG – Prefeitura de Mateus Leme São 44 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para engenheiro civil, médico, assistente social, entre outros. Salário: até 13.288,39 reais Inscrições: até 25 de julho pelo site Elo Assessoria MG – Prefeitura de Congonhal São 109 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Salário: até 8 mil reais Inscrições: até 5 de agosto pelo site Maxima Auditores MG – Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais São 40 vagas de nível superior Salário: até 5.451,65 reais Inscrições: até 7 de agosto pelo site da FCM MG – Prefeitura de São José do Divino São 72 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Salário: até 8.952,72 reais Inscrições: 13 de agosto pelo site Máxima Auditores PR – Prefeitura de Cafelândia São 8 vagas de nível superior para Médico Auditor, Médico Clínico Geral, Médico do Trabalho, Médico Ginecologista Obstetra e Médico Pediatra. Salário: até 17.711,60 reais Inscrições: até 15 de julho pelo site da Fundação Fafipa PR – Prefeitura de Mirador São 12 vagas de nível médio e superior. Há oportunidades para médico, professor, enfermeiro, entre outros. Salário: até 10.160,83 reais Inscrições: até 18 de julho pelo site da Fundação Unespar PR – Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste São 57 vagas para os níveis médio, técnico e superior. Há vagas para técnicos em enfermagem , motoristas, enfermeiros, entre outras. Salário: não informado Inscrições: até 22 de julho pelo site do Instituto Brasil. PR – Prefeitura de Congonhinhas São 61 vagas de nível fundamental, médio e superior. Salário: até 13.555,30 reais Inscrições: até 19 de julho pelo site do Fundatec PR – Prefeitura de Bom Sucesso do Sul São 40 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Salário: até 15.246,44 reais Inscrições: até 5 de agosto pelo site de concursos FAU Veja tambémCARREIRA - VOCÊ S/ALei permite que profissional falte ao trabalho por conta de sua religião?13 jul 2019 - 06h07 PR – Prefeitura de Boa Ventura de São Roque São 28 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para dentista, enfermeiro, engenheiro civil e procurador . Salário: até 14.779,94 reais Inscrições: até 7 de agosto pelo site de concursos da faculdade Alfa PR – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná São seis vagas de nível médio e superior. Salário: até 6.505,21 reais Inscrições: até 8 de agosto pelo site da Fundação Unespar PR – Prefeitura de Matinhos São 29 vagas de nível superior. Salário: até 11.607,84 reais Inscrições: até 10 de agosto pelo site da prefeitura de Matinhos SC – Câmara Municipal de Santo Amaro da Imperatriz São 3 vagas de nível médio e superior para os cargos de Assessor Jurídico Administrativo e Parlamentar, Assessor de Imprensa e Comunicação e Assistente Legislativo. Salário: até 5.141,70 reais Inscrições: até 19 de julho no site do NBS Provas SC – Consórcio Intermunicipal de Saneamento Ambiental – Cisam Meio Oeste São vagas de nível média e superior para químico, engenheiro sanitarista, laboratorista e assistente administrativo. Salário: até 5.411,42 Inscrições: até 23 de julho pelo site do Aprender SC SC – Prefeitura de Dona Emma São três vagas para os níveis médio e superior. Há vagas para médico, odontólogo e técnico de enfermagem Salário: 15.216,12 reais Inscrições: até 26 de julho pelo site da prefeitura SC – Prefeitura Municipal de Piratuba São 14 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há vagas para técnico de TI, odontólogo, fiscal, entre outros. Salário: até 6.603,77 reais Inscrições: até 30 de julho pelo site do NBS Provas SC – Prefeitura de Nova Trento São 37 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para coordenador escolar, professor. Salário: até 9.436,72 reais Inscrições: até 30 de julho pelo site Acesse Concursos SC -Prefeitura de Jaraguá do Sul São 19 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. As vagas são para agente de endemias, auxiliar em saúde bucal, técnico em enfermagem, cirurgião dentista, enfermeiro e médico clínico. Salário: até 9.990,31 reais Inscrições: pelo site da prefeitura de Jaraguá do Sul SC- Prefeitura de Correia Pinto São 82 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para médico, psicólogo, nutricionista. Salário: até 15.569,39 reais Inscrições: até 2 de agosto pelo site Ibam Concursos SC – Prefeitura de Timbé do Sul São 133 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Salário: até 12.039,98 reais Inscrições: até 7 de agosto pelo site Faepesul SC – Prefeitura de Palhoça São três vagas de nível superior. Há vagas para enfermeiro e médico . Veja o edital Salário: até 7.141,66 reais Inscrições: até 9 de agosto pelo site do processo seletivo SC – Fundação Municipal do Meio Ambiente de Porto Belo São 13 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para analista ambiental, médico veterinário. Salário: 5.719,32 reais Inscrições: até 11 de agosto pelo site SC Concursos RS – Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE) São 4 vagas de nível médio e superior. Há oportunidades para médico do trabalho e técnico de enfermagem do trabalho. Salário: até 7.775,54 reais Inscrições: até 17 de julho pelo site da Fundatec RS – Saúde Pública de Novo Hamburgo Há seis vagas de nível superior para médicos. Salário: 15.025,80 reais Inscrições: até 17 de julho pelo site da Fundação de Saúde Pública Veja tambémCARREIRA - VOCÊ S/ASerasa Experian contrata para programa global com salário de R$ 5,25 mil16 jul 2019 - 11h07 RS – Prefeitura de Santo Ângelo São 158 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para Engenheiro Civil, Engenheiro Eletricista, Engenheiro Florestal, Engenheiro Sanitarista, Biomédico, Químico, entre outros. Salário: até 13.194,21 reais Inscrições: até 18 de julho pelo site RS – Prefeitura de Quevedos São 8 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para fiscal ambiental, médico ginecologista, veterinário, entre outros. Salário: até 12.496,56 reais Inscrições: até 23 de julho pelo site Objetivas RS – Prefeitura de Doutor Maurício Cardoso São 10 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para bioquímico, enfermeiro, médico, entre outras. Salário: até 10.547,71 reais Inscrições: até 24 de julho pelo site Objetivas RS- Prefeitura de Lagoa Vermelha São 13 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Salário: até 7.001,25 reais Inscrições: até 7 de agosto pelo site Objetiva Concursos RS – Prefeitura de Erechim São 19 vagas para os níveis médio e superior. Há vagas para assistente social, engenheiro eletricista, médico, nutricionista, entre outras Salário: até 16.123,61 reais Inscrições: até 8 de agosto pelo site Objetivas RS – Prefeitura de Porto Mauá São 17 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para arquiteto, assistente social, engenheiro, dentista, enfermeiro, entre outras. Salário: até 8.903,88 reais Inscrições: até 9 de agosto pelo site da Fundatec CENTRO OESTE GO – Prefeitura de Rio Verde São 404 vagas de nível médio e superior. Há oportunidades para analista de projetos, acupunturista, médico, entre outros. Salário: até 10.047,17 reais Inscrições: até 18 de julho pelo site Veja tambémCARREIRA - VOCÊ S/AAs 25 melhores bolsas de estudo com inscrições abertas em julho e agosto9 jul 2019 - 06h07 GO – Universidade Federal de Goiás (UFG) São 10 vagas de nível superior para o cargo de professor efetivo de diversas áreas. Salário: até 9.600,92 reais Inscrições: até 23 de julho pelo site GO – Prefeitura de Taquaral de Goiás São 282 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Salário: até 10 mil reais Inscrições: até 8 de agosto pelo site Aroeira GO – Conselho Regional de Odontologia de Goiás São 16 vagas de nível médio e superior. Salário: 15.223,00 reais Inscrições: até 18 de agosto pelo site IDIB GO – Instituto de Gestão e Humanização (IGH) de Goiás São 275 vagas de nível médio e superior. Há oportunidades para engenheiro civil, analista jurídico, biomédico, entre outros. Salário: até 8.211,82 reais Inscrições: até 1 de novembro pelo site MS – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul São 34 vagas de nível superior para professores em diversas áreas Salário: até 9.600,92 reais Inscrições: até 21 de julho pelo site de Concursos UFM MS – Prefeitura de Parnaíba São 190 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Ao todo são 35 cargos disponíveis Salário: até 7.058,54 reais Inscrições: até 12 de agosto pelo site Nosso Rumo DF – Comando da 11ª Região Militar do Exército Há vagas de nível médio e superior para oficial técnico temporário, para médicos, farmacêutico, dentistas e veterinário, há vagas para sargento técnico temporário e também para cabo espeta temporário. Salário: não informado Inscrições: até 25 de julho pelo site do Comando da 11ª Região Militar MT – Prefeitura de Campo Verde São 150 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há vagas para arquiteto, bioquímico, contador, entre outros. Salário: até 13.862,31 reais Inscrições: até 30 de julho pelo site do KLC Concursos MT – Prefeitura Municipal de Sapezal São 56 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para psicopedagogo, nutricionista e médico clínico geral, entre outros. Salário: até 17.650,63 reais Inscrições: até 30 de julho pelo site do Instituto Brasil MT- Prefeitura de Figueirópolis d’Oeste São 15 vagas para os níveis . Há vagas para fiscal, psicólogo, entre outras. Veja o edital Salário: 15.367,15 reais Inscrições: até 1 de agosto pelo site da prefeitura de Figueirópolis NORTE E NORDESTE BA – Prefeitura de Feira da Mata São 79 vagas para fundamental, médio e superior. Há vagas para diversos cargos entre eles assistente social, enfermeiro, psicólogo, professores, farmacêutico, entre outras. Salário: até 6.500 reais Inscrições: até 21 de julho pelo site MS Concursos BA – Exército São 23 vagas de nível superior para curso de formação de oficiais do Quadro Complementar (CFO/QC) e no curso de formação de capelães militares (CFCM). Salário: não informado Inscrições: até 2 de agosto pelo site Veja tambémCARREIRA - VOCÊ S/AEsta é a reflexão sobre liderança de que Mario Sergio Cortella mais gosta4 jul 2019 - 06h07 MA – Prefeitura de Açailândia São 140 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para auditor fiscal, engenheiro, médico, professor, médico, auditor fiscal, fonoaudiólogo, Salário: até 8.078,56 reais Inscrições: até 13 de agosto pelo site Crescer Concursos PB – Corpo de Bombeiros da Paraíba São 10 vagas para nível médio para o cargo de Oficial do Quando de Oficiais Bombeiros Militar. Salário: até 7.253,26 reais Inscrições: até 24 de julho pelo site dos Bombeiros PB – Polícia Militar da Paraíba São 30 vagas de nível médio para o Curso de Formação de Oficiais PM 2020. Salário: até 7.253,26 reais Inscrições: até 30 de julho pelo site PE – Prefeitura Municipal de Santa Cruz da Baixa Verde São 88 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para psicólogo, médico, assistente social, entre outros. Salário: até 8 mil reais Inscrições: até 29 de julho pelo site IDHTEC PE – Prefeitura de Vitória de Santo Antão São 649 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para advogados, farmacêutico, enfermeiro, médico em diversas especialidades, nutricionista. Salário: até 8,5 mil reais Inscrições: até 12 de agosto IDH Tec SE – Prefeitura de Cumbe São 34 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para advogado, arquiteto, procurador, entre outros. Salário: até 6 mil reais Inscrições: até 19 de julho pelo site Planejar Concursos MA – Prefeitura de Cururupu São 25 vagas de nível fundamental, médio e superior. Há oportunidades para analista jurídico, procurador jurídico, assistente administrativo, entre outros. Salário: até 4.200,00 reais Inscrições: até 18 de julho pelo site Crescer Concursos RO – Tribunal de Justiça de Rondônia São 5 vagas de para Juiz Substituto do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Uma vaga é reservada para pessoas com deficiência e uma a candidatos negros. Salário: até 28.884,20 reais Inscrições: até 30 de julho pelo site da Vunesp AC – Prefeitura de Bujari São 50 vagas para os níveis fundamental, médio e superior.Há vags para farmacêutico, enfermeiro, cirurgião dentista. Salário: até 7,5 mil reais Inscrições: até 2 de agosto pelo site da prefeitura de Bujari *Assine a newsletter de Você S/A neste link Ler artigo completo
  13. São Paulo — “É tudo ou nada e vocês têm 45 dias”. Esse foi o prazo que a organização do maior festival de animação da América Latina, o Anima Mundi, teve para conseguir bater a meta de 400 mil reais de um financiamento coletivo e garantir a realização da 27ª edição do evento. Ao todo serão dez dias de festival, com início nesta quarta-feira (17) até o próximo domingo (21), no Rio de Janeiro. Depois, no dia 24, ele desembarca em São Paulo, onde terá programação até o dia 28. Haverá programações gratuitas e outras pagas, que variam de 5 reais a 18 reais. O curto tempo para colocar o evento de pé foi consequência de um revés determinante: depois de duas décadas, a Petrobras, principal patrocinadora do Anima Mundi, anunciou em abril que estava revendo seus contratos e neste ano não iria financiar o festival. Na edição do ano passado, a estatal investiu 700 mil reais no evento. Além da Petrobras, a organização recebeu também a negativa de investimento de mais de 200 empresas privadas, o que aprofundou a necessidade de apoio público para garantir a manutenção do festival. “Já estava em nossos planos o financiamento coletivo, mas não nesse formato. Estávamos desenhando uma colaboração para possibilitar a criação de um clube da animação para aproximar e engajar nosso público ao longo do ano com outras ações”, diz Fernanda Cintra, diretora executiva do evento, que elaborou as principais estratégias para o financiamento. Veja tambémCARREIRA - VOCÊ S/ANa era Bolsonaro, trabalhar nesta área se tornou um pesadelo6 jul 2019 - 06h07BRASILFuturo do audiovisual brasileiro está em cheque, mas potencial não falta28 abr 2019 - 12h04 Em suas quase três décadas de história, o Anima Mundi foi responsável por revelar alguns dos maiores nomes da animação nacional, como Carlos Saldanha (“A Era do Gelo” e “Rio”) e Alê Abreu (“O menino e o mundo”). Neste ano, a expectativa é que sejam exibidos mais de 300 filmes de artistas de 40 países diferentes. Só do Brasil, serão 100 produções. Segundo Fernanda Cintra, o festival foi levantado em dez dias e contou com uma equipe 70% menor do que em outras edições. “Estamos muito felizes com o resultado”, relata. Investimento da população A rapidez com que o Anima Mundi conseguiu captar a verba necessária é fruto não apenas da relevância do evento mas também das estratégias que foram adotadas. “Existem as plataformas de financiamento, mas a campanha adotou uma estratégia de comunicação que definiu toda a narrativa, o storytelling, o mapeamento, tudo isso com recompensas positivas para os benfeitores. Não é só tirar dinheiro do bolso e doar”, diz Marcelo Ghizi, analista de Conteúdo Integrado da Casa Firjan. Uma pesquisa da organização deste ano sobre economia criativa revelou que, por conta da forte queda de investimento nos últimos anos em cultura, aumentou exponencialmente a dependência dos eventos dessa área da participação de financiamento coletivo. No caso do Anima Mundi, todos os interessados nas oportunidades que o festival proporciona precisaram se juntar para mantê-lo vivo. “Foi o reflexo de 26 anos de trabalho dessa instituição que nasceu e cresceu focada na criação e desenvolvimento da indústria de animação brasileira”, afirma Fernanda Cintra. Ler artigo completo
  14. De nada adianta ter parede colorida, pufes e mesa de pingue-pongue quando os funcionários não possuem ferramentas para atuar de maneira ágil e integrada. Se o ambiente é moderno no físico mas obsoleto no digital, a produtividade fica comprometida. E os RHs sabem disso. Segundo uma pesquisa recente da consultoria Deloitte, a Global Human Capital Trends, feita com 9 453 líderes ao redor do mundo, 63% dos executivos da área de pessoas afirmaram ser necessário repensar a experiência online dos funcionários. De acordo com eles, 85% dos empregados estariam com problema de engajamento. “Por trás desses indicadores estão questões importantes, como a imensa quantidade de dados com os quais é necessário lidar e a obrigação de fazer tudo em tempo real”, diz Luiz Barosa, diretor da Deloitte, em São Paulo. É aí que entra o conceito de digital workplace. O termo, cunhado dez anos atrás por Paul Miller, autor do livro The Digital Renaissance of Work (“O renascimento digital do trabalho”, sem tradução no Brasil), refere-se ao conjunto de tecnologias utilizadas pelos indivíduos em sua rotina de trabalho. Na prática, isso significa possuir ferramentas intuitivas, integradas e responsivas aos smartphones. “Definimos digital workplace como uma estratégia de negócio. É ver o ambiente de trabalho sob a lógica do consumo e buscar melhorá-lo”, diz Craig Roth, vice-presidente da área de pesquisa da Gartner, consultoria americana. Na era do funcionário-cliente, isso vale ouro. Em um estudo publicado em 2017 pelo MIT CISR, centro de pesquisa ligado à escola de negócios do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, os autores investigaram como a experiência do trabalhador poderia criar valor para a companhia. Os pesquisadores avaliaram a complexidade do trabalho, ou seja, quão difícil era cumprir as tarefas, e comportamentos como colaboração, criatividade e empoderamento. Veja tambémCARREIRA - VOCÊ S/AA diversidade no ambiente de trabalho é um compromisso ético e moral5 jun 2019 - 06h06CARREIRA - VOCÊ S/AComo você imagina seu próximo ambiente de trabalho?14 jan 2017 - 06h01 Descobriram que as organizações mais bem avaliadas tinham 66% mais recursos digitais disponíveis aos colaboradores — e eram 25% mais lucrativas do que as demais. No escritório verdadeiramente digital, as pessoas são protagonistas; e as máquinas, coadjuvantes. Isso envolve dar autonomia aos times para que dominem as plataformas, e não o contrário. “A tecnologia no trabalho precisa ser pensada para facilitar a vida, permitindo ao funcionário gerir os afazeres de maneira autônoma e rápida, liberando tempo para atividades intelec­tuais, como pensar sobre o futuro”, diz Gil Giardelli, espeta em inovação e cultura digital. Para o RH, isso implica envolver outras áreas no processo, como a de comunicação e a de TI. Isso porque, um ambiente digital efetivo integra os sistemas, possibilitando ao trabalhador o acesso a tudo num só lugar e de qualquer dispositivo: desktop, celular ou tablet. E não existe receita pronta para isso. Opções como o Slack e o ­Facebook Workplace, que prometem soluções corporativas de comunicação e o armazenamento de arquivos em nuvem, nem sempre atendem às demandas da empresa. Muitas vezes, o digital workplace deve ser adequado às necessidades do negócio e ao perfil dos funcionários, o que requer interface com aplicativos de terceiros, espaço de armazenamento maior e layout diferenciado. “Os times de RH e comunicação têm o papel de incluir os funcionários para que opinem, usem e testem os serviços criados”, diz Rodolfo Roim, líder da unidade de negócios de workplace experience da Avanade no Brasil, empresa de tecnologia global. Craig Roth, da Gartner, vai além. “Muita gente não quer mudar o jeito como trabalha. Por isso eu recomendo sempre olhar para a cultura antes de mudar a tecnologia”, diz o espeta. O primeiro passo é criar comitês com quem coloca a mão na massa no cotidiano. Isso ajuda a diagnosticar eventuais problemas e a entender como os empregados se sentem em relação ao ambiente digital da companhia. Foi o que fez a farmacêutica francesa Sanofi. Ao projetar o novo escritório, tanto do ponto de vista físico quanto do tecnológico, o RH fez um grupo que envolveu os departamentos de comunicação e TI e as diretorias de negócio. Os funcionários foram incluídos até em decisões sobre o modelo das cadeiras. Um time de engajadores também foi criado para fazer a ponte entre a companhia e os trabalhadores. O redesenho de espaços físicos e virtuais foi baseado em três pilares: colaboração transversal, coragem para mudar e simplificação. “Entendemos que o investimento em um novo ambiente de trabalho é o ponto de partida, não o de chegada”, diz Pedro Pittella, diretor de RH da Sanofi. *Assine a newsletter de VOCÊ S/A e da VOCÊ RH neste link No novo espaço não há estações de trabalho fixas — e isso vale até para o presidente. Os ramais fixos foram eliminados e agora os empregados usam o computador para fazer e receber ligações. As novas salas de reunião foram equipadas para permitir a conexão imediata com quem está fora da empresa e possuem um sistema de reserva automático na porta que permite fazer o check-in e avisa quando o local está ocupado, além de registrar a duração do encontro. Um bom digital workplace Quatro pontos de atenção para criar um ambiente de trabalho digital eficiente Fonte: Márcio Magalhães, líder global de Workplace Services Delivery na Sanofi 1. Usabilidade Avalie como dar mobilidade aos usuários. É preciso ter computadores preparados, que deem conta de todas as plataformas, e também avaliar como os contratados podem usar o mesmo sistema e ter a mesma experiência de navegação em qualquer dispositivo. 2. Comunicação Desenvolva ferramentas que permitam a colaboração entre as pessoas e o compartilhamento de informações. E faça isso de forma simplificada. Por exemplo, um só canal de reuniões em vez de vários. 3. Segurança Defina como fazer a gestão adequada de dados e documentos que serão compartilhados por funcionários no ambiente digital da companhia. 4. Comportamento Treine pessoas na TI para oferecer um suporte melhor, mesmo a distância, aos colaboradores. e capacite as outras equipes para lidar com as mudanças. Pedro Pittella (à esq.), diretor de RH, e Márcio Magalhães, líder de workplaces services delivery, da Sanofi: transformação radical no escritório e nas plataformas digitais | Foto: Alexandre Battibugli Já a força de venda, que trabalha em campo e representa um terço do quadro, ganhou um aplicativo para reuniões virtuais. No espaço online, eles conseguem se conectar com todos os membros da equipe, onde quer que estejam, e fazer reuniões em tempo real do celular ou computador. “Nosso antigo escritório era tradicional. Demos um salto, fizemos uma mudança radical”, diz Pedro. Os resultados já são percebidos: a satisfação com o ambiente de trabalho aumentou de 54% para 91% e a percepção em relação a tecnologias e ferramentas saltou de 66% para 86%. Já a produtividade entre os colaboradores foi 22% maior. Para chegar a esses indicadores, a integração foi importante. “Um ano atrás, tínhamos três ou quatro plataformas para reuniões de vídeo. Hoje temos uma só”, afirma Márcio Magalhães, líder de workplace services delivery da Sanofi. Nova mentalidade Se uma organização é muito hierárquica, com líderes centralizadores, a digitalização não é eficiente. De que adianta implementar tecnologia de trabalho remoto, por exemplo, se não houver flexibilidade para que seja aproveitada? “Um ambiente de trabalho moderno precisa dar independência aos times e incentivar a cooperação”, diz Patrícia Araújo, coordenadora do curso de RH digital da escola Digital House, em São Paulo. A verdade é que as plataformas não podem virar um instrumento de controle. Pelo contrário. Se não há confiança da organização e maturidade dos funcionários, o digital workplace naufraga. “Já escutei de executivo que é melhor ir para o escritório, de tanto relatório que precisa fazer quando trabalha de casa”, diz Gil Giardelli. A boa notícia é que o Brasil está mais preparado do que se imagina para essa realidade. Pesquisa da Dell Technologies, braço de soluções digitais da Dell, feita em 40 países com 4 600 líderes de negócio, colocou o Brasil em segundo lugar no índice que mede o potencial dos mercados para se digitalizar — à frente de países como Estados Unidos e atrás apenas da Índia. O principal fator analisado foi a abertura das pessoas para novas ferramentas. “O brasileiro é receptivo. Ele gosta de experimentar e se adapta com facilidade às novidades”, diz Luis Gonçalves, gerente-geral da Dell Technologies no Brasil. Por outro lado, um dos principais entraves, de acordo com o estudo, é a capacitação técnica. Falta mão de obra habilitada para trabalhar num ambiente mais maduro digitalmente. Na Ambev, o foco tem sido atualizar os processos em todos os níveis, incluindo as 30 fábricas e seus times operacionais. “Nossa estratégia de centrar no cliente depende disso”, afirma Daniel ­Spolaor, diretor de gente e gestão da Cervejaria Ambev. De acordo com o executivo, para promover soluções rápidas e arrojadas é necessário que os empregados gastem menos energia com processos burocráticos e mais com a criação. E isso vale tanto para quem está diante de um laptop na sede quanto para o profissional que opera máquinas na linha de produção. “Temos de liberar tempo para todos os públicos da companhia”, diz Daniel. Toda a alta liderança da Ambev, inclusive o CEO, Bernardo Pinto Paiva, passou por treinamento sobre novas tecnologias. Eles aprenderam, entre outras coisas, sobre computação em nuvem, internet das coisas e metodologias ágeis de trabalho. Já no ambiente fabril as áreas de produção e manutenção foram unidas em um só time para eliminar o vaivém das informações e unir forças em melhorias e inovações. O objetivo da junção das duas equipes é permitir que uma área ensine à outra e que haja troca de informações. Segundo Daniel, esse movimento só foi possível porque existem sistemas integrados que possibilitam o compartilhamento. Ele conta que 70% da rotina nas cervejarias, que antes era engessada em processos como coleta de dados de produção e manutenção e preenchimento de planilhas, foi substituída por uma plataforma capaz de coletar tudo automaticamente. Hoje, o operador não precisa mais se deslocar até a máquina para verificar a necessidade de arranjos. O próprio sistema capta falhas e programa os ajustes. As informações são divulgadas em painéis espalhados pela fábrica, além de ficar disponíveis online. Os relatórios podem ser acessados de qualquer lugar. “Isso muda o papel dos operadores. Em vez de coletar dados, eles passam a analisá-los. A dinâmica é de aprendizagem, não só de prestação de serviço.” O acesso simplificado aos indicadores dá autonomia ao pessoal para identificar oportunidades de aperfeiçoamento e discutir soluções, ganhando relevância estratégica — o que antes era um privilégio dos líderes. A mudança ainda facilitou os fluxos de aprovação e liberação de verbas. Atualmente, os operadores não precisam esperar autorização para acessar peças, produtos para análises químicas e ferramentas. Tudo está disponível em estações self-service. Outro lado Apesar de promover a modernização do ambiente de trabalho, descomplicando o dia a dia do trabalhador, o digital workplace exige governança digital. Para que as novas plataformas cumpram sua função sem ferir os princípios organizacionais e, principalmente, as pessoas, o RH precisa se aliar às áreas jurídicas, de segurança da informação e compliance para criar regras claras. Isso é primordial para que a tecnologia cumpra seu melhor papel: economizar o tempo do profissional, permitindo que ele brilhe justamente naquilo que o diferencia da máquina — raciocínio para solucionar problemas e criatividade para inovar. Ler artigo completo
  15. São Paulo – O viajante brasileiro pode economizar até 63% em uma viagem para Buenos Aires ao voar com a low cost argentina Flybondi ainda neste ano. É o que mostra um levantamento feito pelo buscador Viajala.com.br para a EXAME, O desconto máximo vale para os cariocas que pretendem viajar para a capital argentina no Ano Novo, um dos momentos de maior pico da alta temporada. Sair do Rio nos dias 25 ou 27 de dezembro rumo ao destino, com retorno nos dias 1 ou 3 de janeiro, está custando em torno de 1,2 mil reais pela companhia, enquanto fazer a viagem em qualquer data entre o dia 25 de dezembro e o dia 3 de janeiro com outra companhia em voo direto custa, em média, 1,7 mil reais, 400 reais mais caro que pela low cost argentina. Há opções, nas mesmas datas, que passam de 1,9 mil reais. Veja tambémSEU DINHEIRONorwegian Air começa a operar no Brasil com voos até 45% mais baratos22 mar 2019 - 05h03 Se o viajante optar por voar com escala, terá alguma economia no preço médio, que cai para 1,6 mil reais. Porém, em 50% das opções com conexão ofertadas pela concorrência nessas datas, a duração da viagem passa de 12 horas. A Flybondi recebeu, no dia 2, autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para voar no Brasil a partir de outubro, mas já está vendendo passagens no país. A empresa, que opera na Argentina há um ano e meio, consegue cobrar tarifas menores porque inclui menos serviços na passagem. É a terceira low cost a operar no país. A primeira foi a Sky Airline, que faz somente voos para Santiago do Chile. A empresa foi seguida pela Norwegian Air, que realiza voos diretos pra Londres com conexões na Escandinávia. Inicialmente, a companhia aérea fará somente voos diretos entre Rio de Janeiro (Aeroporto do Galeão) e Buenos Aires três vezes por semana – aos domingos, quartas e sextas-feiras. O primeiro voo da Flybondi, que partirá do Brasil no dia 11 de outubro, está sendo vendido com uma tarifa promocional de 3.626 pesos argentinos (cerca de 330 reais) no trecho de ida. Porém, esse preço não se repete até o fim do ano: a maior parte dos trechos operados entre outubro e dezembro custa entre 5,5 mil e 7 mil pesos (entre 490 reais e 630 reais, aproximadamente). Na média, economia é menor Analisando os voos de novembro, o primeiro mês completo de operação da companhia aérea no Brasil, o buscador verificou que os preços cobrados pela Flybondi partem de 5.388 pesos argentinos (em torno de 480 reais) o trecho, tanto na ida quanto na volta. A combinação de ida e volta mais barata é saindo do Rio nos dias 3, 6 ou 8 de novembro rumo a Buenos Aires e voltando da capital argentina no dia 27 de novembro – rota que custa 10.956 pesos, ou cerca de 980 reais. O preço mais baixo oferecido por outras companhias aéreas ou por agências de viagem brasileiras nessas datas é de cerca de 1.040 reais no voo com conexão e cerca de 1.080 reais no voo direto, uma diferença de cerca de 10%. Veja tambémSEU DINHEIROPrimeira low cost a voar no Brasil, a Sky Airline é realmente mais barata?7 nov 2018 - 05h11 O preço médio da concorrência para voar em novembro entre o Rio e Buenos Aires aos domingos, quartas e sextas-feiras, dias que a Flybondi também opera, é 1.130 reais no caso de voos diretos e 1,1 mil reais nos voos com escala ou conexão. Para Eduardo Martins, diretor nacional do Viajala, a entrada da Flybondi no mercado brasileiro deve ser comemorada, mesmo que o impacto nos preços em geral não seja tão alto. “Além de ser uma nova opção para o viajante, a chegada dessa low cost traz mais concorrência para a rota, o que pode incentivar promoções de outras companhias ou até mesmo, com o tempo, uma queda de preço médio entre elas”, pontua. Custos extras Como qualquer low cost, a Flybondi cobra tarifas extras para bagagem despachada, seleção de assento, check-in no aeroporto (para quem não quiser ou se esquecer de fazê-lo online gratuitamente) e café a bordo. Comprando online com antecedência, o despacho de bagagem de até 12 quilos custa cerca de 75 reais; o de uma bagagem mais pesada, de até 20 quilos, sai por 100 reais; e o check-in feito no guichê da companhia sai por 12 reais. Já selecionar o assento custa a partir de 22 reais e garantir o cafezinho na hora da compra da passagem sai por 4 reais. Ou seja, a passagem oferecida pela companhia aérea vale a pena para quem não pretende despachar bagagem e não se importa em não ter acesso a serviços comuns, como escolher o assento no avião. Afinal, usufruir esses serviços deixa a passagem mais cara, comenta Martins. No início das operações da empresa é possível que a companhia ainda não fature no Brasil e cobre a tarifa em pesos argentinos. Neste caso, a compra do bilhete será considerada uma transação internacional, caso a compra seja feita no cartão de crédito. Portanto, o IOF e o câmbio do dólar podem ser cobrados na fatura. Ler artigo completo
  16. A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma resolução que condena como “racistas” mensagens do presidente Donald Trump no Twitter que sugeriam a quatro deputadas americanas que “voltassem para casa” para países não especificados. Trump, por sua vez, continuou a se mostrar desafiante no episódio e voltou a criticar as congressistas do Partido Democrata. A Câmara dos Representantes aprovou a resolução por 240 votos a 187, com apoio majoritário da oposição. Apenas quatro republicanos e um independente, Justin Amash de Michigan, votaram a favor do texto. A resolução é em grande medida simbólica. Ela afirma que a Câmara “condena fortemente os comentários racistas do presidente Donald Trump que têm legitimado e elevado o medo e o ódio de novos americanos e pessoas não brancas”. Veja tambémMUNDOTrump diz que não tem “um único osso racista” em seu corpo16 jul 2019 - 17h07MUNDOTrump diz a democratas estrangeiros que voltem a seus países14 jul 2019 - 17h07 A controvérsia começou no domingo, quando Trump usou o Twitter para criticar as deputadas, que são todas de grupos minoritários. Os democratas foram em defesa delas, as deputadas Alexandria Ocasio-Cortez (Nova York), Rashida Tlaib (Michigan), Ilhan Omar (Minnesota) e Ayanna Pressley (Massachusetts), e condenaram as mensagens como xenófobas. Alguns republicanos criticaram o presidente, mas os líderes partidários o defenderam nesta terça-feira. Fonte: Dow Jones Newswires. Ler artigo completo
  17. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu nesta terça-feira, 16, que todos os governadores de Estado colaborem para a proposta de emenda constitucional (PEC) paralela que deve ser apresentada no Senado como saída para reincluir Estados e municípios na reforma da Previdência. A ideia da PEC paralela tem ganhado força e, por meio dela, o Senado colocaria Estados e municípios na reforma, remetendo depois essa proposta de forma fatiada para a Câmara para apreciação, sem comprometer a PEC da reforma da Previdência. “A gente vai precisar que o PT, PSB, PDT, PCdoB possam ajudar a aprovar a PEC paralela, senão vai acabar tendo obstrução de alguns pelos mesmos motivos que nós tivemos que tirar Estados e municípios da PEC da Previdência encaminhada pelo governo”, afirmou Maia, que reuniu-se hoje informalmente com deputados para debater a pauta do segundo semestre da Câmara. Maia voltou a defender a inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência e lembrou que o déficit previdenciário dos Estados tem atrapalhado a capacidade de investimento dos entes federativos. “Se você não controlar esse gasto, (…) vamos ter mais dificuldade que os Estados paguem os salários, paguem as próprias aposentadorias e pensões e façam também investimentos. Então, é claro que sou a favor que organize o sistema. Mas, no caso dos Estados, principalmente, tem o embate político, e a gente não pode deixar de dar clareza a ele. Tem Estados em que os governadores estão defendendo a inclusão dos seus Estados, mas seus deputados estão votando contra”, ressaltou o presidente da Câmara. Segundo ele, com uma votação mais ampla no Senado dessa PEC paralela, já seria uma sinalização de um ambiente melhor de voto na Câmara. Maia destacou que será importante que todos os 27 governadores colaborem com a PEC paralela para que a votação tenha amplo apoio. Veja tambémECONOMIA“Expectativa é a melhor possível”, diz Bolsonaro sobre reforma no Senado16 jul 2019 - 13h07ECONOMIAPrevidência deve levar 60 dias no Senado, diz presidente da CCJ15 jul 2019 - 18h07 Sobre a votação da PEC da Previdência no segundo turno, na Câmara, Maia reafirmou a previsão de votação nos dias 6, 7 e 8 de agosto e já no dia 8 encaminhar a proposta ao Senado. “Estamos trabalhando para isso. Agora não pode errar. Não pode errar no quórum, nos destaques”, disse Maia lembrando da necessidade de administrar os horários em que o quórum do plenário cai, como hora do almoço e do jantar, o que pode atrapalhar o resultado final da votação. Questionado sobre a possibilidade de a PEC da Previdência sofrer alguma desidratação na votação do segundo turno na Câmara, Maia afirmou que, pelas votações de outras PECs no passado, não deve haver surpresa. “Espero que a gente não tenha essa surpresa negativa”, afirmou, lembrando que o quórum de votação da PEC no primeiro turno na semana passada foi o maior da história. Maia disse que está aproveitando que os deputados estão em Brasília até amanhã, quando começa o recesso parlamentar, para conversar e fazer uma radiografia do resultado das votações da semana passada, para que possa chegar no dia 6 de agosto sem nenhum tipo de risco de que o resultado do segundo turno não será igual ao primeiro. Ler artigo completo
  18. Em meio a divulgação de supostas mensagens de membros da Lava Jato, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse em reunião com oito procuradores da força tarefa de Curitiba que a operação tem apoio “institucional e administrativo” da Procuradoria Geral da República (PGR). A conversa durou cerca de três horas e ocorreu a portas fechadas. Dodge se reuniu com o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, e outros sete investigadores da operação na sede da PGR em Brasília. É o primeiro gesto de Dodge em defesa da operação desde o início das divulgações das reportagens do site Intercept. Veja tambémBRASILDeltan pediu para Moro ajudar a liberar dinheiro para vídeo anti-corrupção15 jul 2019 - 19h07BRASILDeltan Dallagnol usou fama para lucrar, segundo mensagens vazadas14 jul 2019 - 11h07BRASILDallagnol pediu passagem no Beach Park como condição para palestrar16 jul 2019 - 10h07 Apesar do afago institucional, que será feito em nota oficial da PGR, Dodge não fez declarações públicas sobre o caso. Tanto a procuradora-geral quanto os membros da Lava Jato não falaram com a imprensa. A sinalização de Dodge aos investigadores ocorre num momento em que ela tenta ser reconduzida ao cargo pelo presidente Jair Bolsonaro apesar de não estar na lista tríplice do cargo. O site The Intercept Brasil divulgou supostos diálogos que mostram que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e Deltan Dallagnol discutiam processos em andamento e comentavam pedidos feitos à Justiça pelo Ministério Público Federal enquanto integravam a força-tarefa da Lava Jato. Ler artigo completo
  19. Até as 17 horas, 620 mil pessoas se cadastraram na plataforma online “nãomeperturbe” para não receber mais ligações de telemarketing de empresas que prestam serviços de telecomunicações, de acordo com informações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Mais cedo, o sindicato que representa as operadoras, o Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal), divulgou um balanço das primeiras 12 horas de funcionamento do site, durante as quais 328 mil pessoas se cadastraram – o site entrou no ar à meia-noite. Em média, de acordo com as teles, foram 13 mil acessos simultâneos e, durante a manhã, houve pico superior a 40 mil acessos no mesmo momento. O presidente substituto da Anatel, Emmanoel Campelo, ressaltou que o site não saiu do ar em nenhum momento, a despeito da alta procura dos consumidores. Isso, na avaliação dele, “mostra o rigor técnico com que esse trabalho foi desenvolvido”. Para se cadastrar e deixar de receber ligações indesejadas, basta entrar no site www.naomeperturbe.com.br. É preciso criar um login e senha e informar nome completo, CPF, e-mail e telefone. O bloqueio será efetivado em até 30 dias corridos a partir da data da solicitação. O site foi criado pelas empresas, em cumprimento a uma determinação da Anatel, com o objetivo de respeitar a vontade de cada usuário individualmente. Participaram da iniciativa Algar, Claro, Oi, Nextel, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo. Para o Sinditelebrasil, a solução é pioneira e poderá servir de exemplo para outros setores. O bloqueio vale apenas para empresas de telefonia fixa, celular, internet e TV por assinatura. A superintendente de Relações com Consumidores da agência, Elisa Leonel, ressaltou que o setor de telecomunicações responde por 32% das ligações realizadas por telemarketing. O Brasil conta hoje com 266 milhões de clientes de telefonia fixa e móvel, de acordo com o Sinditelebrasil. Ler artigo completo
  20. O procurador da República no Rio de Janeiro Eduardo El Hage, coordenador da Operação Lava Jato no Estado, afirmou nesta terça-feira, 16, que a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, suspenderá “praticamente todas as investigações de lavagem de dinheiro no Brasil.” Toffoli suspendeu provisoriamente, até que o plenário decida sobre o caso, todos os inquéritos e procedimentos investigatórios criminais (PICs) em que houve compartilhamento de dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), da Receita Federal e do Banco Central com o Ministério Público sem autorização judicial prévia. Para El Hage, a exigência de decisão judicial para a utilização de relatórios do Coaf “ignora o macrossistema mundial de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo e aumenta o já combalido grau de congestionamento do Judiciário brasileiro.” O procurador considera a decisão do presidente da Corte um “retrocesso sem tamanho” e espera que ela seja revertida pelo plenário. O julgamento está marcado para novembro deste ano. Toffoli tomou a decisão em um processo de repercussão geral em que se discute a possibilidade ou não de os dados bancários e fiscais do contribuinte serem compartilhados sem a intermediação do Poder Judiciário. A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), alvo de investigação do Ministério Público do Rio (MP-RJ) que se enquadra nos casos abarcados pela decisão, havia pedido ao Supremo a suspensão, que foi atendida por Toffoli. Na tarde desta terça, um habeas corpus impetrado pela defesa de Flávio estava pautado para votação na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), mas foi retirado após a decisão de Toffoli. Os advogados do parlamentar questionam a legalidade da quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente da República. Em abril, a Justiça do Rio autorizou a medida solicitada pelo MP-RJ, que atingiu, além dele, 85 pessoas e nove empresas ligadas ao seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Veja tambémBRASILToffoli determina suspensão de investigação contra Flávio Bolsonaro16 jul 2019 - 12h07BRASILQueiroz fez saques de R$ 661 mil em 18 meses, mostra investigação do MP17 maio 2019 - 11h05 O Ministério Público estadual alega que havia um esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj entre 2007 e 2018, período abarcado pela quebra de sigilo. Foi nesse intervalo de tempo que o policial militar Fabrício Queiroz, acusado de ser o operador do suposto esquema, esteve lotado no escritório do filho do presidente. A tese do Ministério Público é a de que assessores ‘fantasmas’ devolviam parte dos próprios salários – Queiroz seria o responsável pelo gerenciamento. O caso, revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em dezembro do ano passado, teve como origem relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontaram movimentações consideradas atípicas nas contas do policial militar: R$ 1,2 milhão no período de um ano, o que seria incompatível com seus rendimentos. Leia a nota completa de Eduardo El Hage: A decisão monocrática do Presidente do STF suspenderá praticamente todas as investigações de lavagem de dinheiro no Brasil. O que é pior, ao exigir decisão judicial para utilização dos relatórios do COAF, ignora o macrossistema mundial de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo e aumenta o já combalido grau de congestionamento do judiciário brasileiro. Um retrocesso sem tamanho que o MPF espera ver revertido pelo plenário o mais breve possível. Ler artigo completo
  21. São Francisco (EUA) — Uma série de resultados trimestrais de companhias de internet como Netflix vão testar a partir de quarta-feira o interesse de Wall Street em ampliar um rali acionário recente motivado por expectativas de reduções de juros nos Estados Unidos. Facebook, Amazon e Alphabet, todas parte do grupo apelidado de FANG, de ações amplamente detidas por investidores, acumulam alta de mais de 5% em julho. As empresas FANG, combinadas com as favoritas dos investidores Apple e Microsoft, são responsáveis por cerca de 17% dos 26 trilhões de dólares em valor de mercado do índice S&P 500, o que torna a reação dos investidores aos resultados trimestrais importante para a determinação do humor de Wall Street. A Netflix tem sido a integrante do FANG com performance mais fraca este mês no mercado de ações, acumulando alta de 0,2%. Investidores preocupam-se com a vindoura competição do serviço de streaming de vídeo da Walt Disney, que pode frear o crescimento da base de assinantes. A divulgação de resultados da Netflix, marcado para após o fechamento do mercado na quarta-feira, seguido pelos da Microsoft na quinta-feira, e Facebook, Amazon e Alphabet na próxima semana poderão adicionar ganhos ao mercado ou colocar um fim ao rali recente do mercado. Em abril, a Netflix previu crescimento abaixo do esperado em novas assinaturas e as preocupações de investidores apenas cresceram desde então após anúncios de que a empresa vai perder seus dois seriados mais assistidos nos Estados Unidos – “Friends” e “The Office” – para serviços rivais da AT&T e NBC Universal em 2020 e 2021, respectivamente. “(A divulgação do resultado da) Netflix será interessante do ponto de vista das previsões”, disse Jim Bianco, presidente da Bianco Research. “Eles terão muita competição pela frente e eu acho que eles terão que nos dar algumas estimativas sobre se acreditam que poderão enfrentá-la.” Enquanto isso, Facebook e Alphabet enfrentam desafios que incluem cobrança de mais regulação por autoridades e a Amazon preocupa investidores sobre riscos da estratégia de entrega em 1 dia prejudicarem os resultados da empresa em um momento em que rivais como Walmart e Target melhoram suas operações de comércio eletrônico. As ações da Amazon acumulam alta de 35% e estão a menos de 2% abaixo do recorde registrado em setembro. Já o Facebook tem valorização de 56% em 2019 e suas ações estão a 6% do recorde registrado um ano atrás. Veja tambémMERCADOSRevista Forbes: para Wall Street, Brasil está de volta aos negócios11 jul 2019 - 11h07ECONOMIAWall Street alerta sobre crescente risco de recessão global3 jun 2019 - 16h06 Analistas esperam, em média, que a receita trimestral da Amazon cresça 18%, para 62,4 bilhões de dólares, e o lucro líquido avance 10%, para 2,78 bilhões. O mercado espera que o Facebook mostre aumento de 25% na receita do trimestre, para 16,3 bilhões de dólares, e crescimento de 6% no lucro, para 5,4 bilhões de dólares. Para a Alphabet, a previsão é de alta de 17% no faturamento, para 38,2 bilhões de dólares e lucro líquido em queda de 4%, a 7,9 bilhões. Já para a Microsoft, a única empresa dos Estados Unidos com valor de mercado acima de 1 trilhão de dólares, publique aumento de 9% na receita trimestral, para 32,8 bilhões de dólares, e que o forte crescimento nos negócios de computação em nuvem tornem essa área de negócios maior que o Windows pela primeira vez. Ler artigo completo
  22. A defesa de Jair Bolsonaro não recorreu da decisão da Justiça Federal que considerou inimputável o agressor do presidente, Adélio Bispo de Oliveira. Como o Ministério Público também não recorreu, a sentença transitou em julgado, ou seja, estão esgotados os prazos para recursos. Durante a campanha eleitoral de 2018, Bolsonaro recebeu uma facada de Adélio em um ato na cidade de Juiz de Fora (MG). Em 14 de junho, data da publicação da sentença proferida pelo juiz Bruno Savino, o presidente afirmou que recorreria da decisão. À época, Bolsonaro afirmou que estava “tomando as providências jurídicas do que posso fazer para recorrer. Normalmente o MP (Ministério Público) pode recorrer também, vou entrar em contato com o meu advogado”. Em nota, a 3.ª Vara Federal da Justiça Federal em Juiz de Fora afirmou que “a sentença transitou em julgado”. De acordo com o texto, “a sentença foi proferida em 14 de junho de 2019. O Ministério Público Federal foi intimado em 17 de junho de 2019 e não apresentou recurso. O Excelentíssimo Senhor Presidente da República, que atuou na ação penal como assistente da acusação, foi intimado em 28 de junho de 2019 e também não recorreu no prazo legal. Por último, a defesa de Adélio Bispo de Oliveira, intimada da sentença, renunciou ao prazo recursal em 12 de julho de 2019”. Assim, diz a nota, “a sentença transitou em julgado em 12 de julho de 2019, não sendo mais cabível a interposição de qualquer recurso”. O escritório Moraes Pitombo, que atua na defesa do presidente Jair Bolsonaro, afirma ter mudado de posição quanto à decisão de recorrer da sentença do juiz Bruno Savino. “Os advogados do sr. presidente preferiram adotar nova estratégia jurídica, em razão da persecução penal evidenciar que o condenado se apresentou como instrumento, ou parte de uma engrenagem, para a prática do grave crime”, diz o texto. Veja tambémBRASILAdélio Bispo é absolvido de facada em Bolsonaro por ter doença mental14 jun 2019 - 18h06BRASILAdélio diz que se sair da prisão vai “cumprir missão de matar Bolsonaro”30 maio 2019 - 18h05 O advogado de Adélio Bispo, Zanone Oliveira, disse que o desfecho era esperado. “Prova científica, prova técnica, aí não tem como não. A gente entende de direito. De medicina sabem os psiquiatras, os psiquiatras forenses e os psicólogos. Ali é doença mental, é outro mundo. E os laudos não mentem. Agora é ir lá visitar o Adélio. Vamos lá depois de amanhã”, afirmou. Na sentença, o juiz absolveu Adélio Bispo depois de considerá-lo inimputável, ou seja, não poder ser condenado, por, no caso, ser portador de Transtorno Delirante Persistente, conforme apontaram laudos médicos. A absolvição, segundo o juiz Bruno Savino, ocorreu “impropriamente”, em razão da inimputabilidade. Foi aplicada a Adélio Bispo, no entanto, medida de segurança que, no caso, é a internação do autor do atentado contra Bolsonaro “por tempo indeterminado, enquanto não for verificada a cessação da periculosidade, o que deve ser constatado por meio de perícia médica”. Adélio Bispo, com a sentença, deverá passar pela primeira avaliação psiquiátrica no prazo mínimo de três anos, “em razão das circunstâncias do atentado e da altíssima periculosidade do réu”, conforme a sentença. À época ficou decidido ainda que Adélio Bispo permanecerá no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande (MS), onde cumprirá a medida de segurança. Ler artigo completo
  23. Paris — Autoridades financeiras da França vão aprovar a primeira parte de um grupo de empresas de moedas digitais, após a entrada em vigor de novas regras sobre criptomoedas, as primeiras a serem lançadas por uma grande economia global. Pelas regras que entram em vigor no fim deste mês, as empresas de moedas digitais vão voluntariamente aderir a padrões de exigências de capital e proteção de consumidores e pagar uma taxa, em troca por aprovação das autoridades regulatórias. “A França é uma precursora. Teremos um aparato legal, tributário e regulatório”, disse Anne Marechal, diretora executiva de assuntos legais da agência reguladora dos mercados financeiros. “Estamos conversando com três ou quatro candidatos a ofertas iniciais de moedas (ICOs, na sigla em inglês)”, disse ela, referindo-se a empresas que levantam fundos com a emissão de “tokens” digitais. A agência também está discutindo com várias outras plataformas de criptomoedas, agentes de custódia e gestores de fundos, acrescentou. Veja tambémTECNOLOGIABancos centrais criam centro de inovação para estudar novas tecnologias1 jul 2019 - 17h07ECONOMIAFrança aprova imposto sobre empresas de tecnologia; EUA abrem investigação11 jul 2019 - 10h07REVISTA EXAMEA Libra, do Facebook, será uma nova moeda global?4 jul 2019 - 05h07 Moedas digitais estão sendo alvo de ajuste de regras ao redor do mundo, mas continuam em grande parte sem regulação. Apesar de países menores como Belarus e Malta terem criado regras específicas, grandes economias estão tentando aplicar ao setor regras financeiras atuais. “Quando você é um empresário, o pior que pode acontecer é criar um negócio onde não há legislação e ver surgir um aparato legal que coloca em risco todo o seu negócio”, disse Frederic Montagnon, co-fundador da LGO, plataforma de criptomoedas baseada em Nova York que escolheu fazer um ICO na França. Ler artigo completo
  24. Laboratórios públicos que tiveram a comercialização de medicamentos suspensa por determinação do Ministério da Saúde vão ingressar na Justiça para reverter a decisão e tentar reparar os prejuízos sofridos. O presidente da Associação de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil, que também é presidente da Bahiafarma, Ronaldo Ferreira Dias, disse ao jornal o Estado de S. Paulo que “não vê outra alternativa” a não ser essa para interromper o que considera “um completo disparate jurídico”. “As procuradorias (estaduais) entendem como um completo disparate jurídico. Para suspender um PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo) precisa ter uma avaliação de um comitê técnico, de um comitê deliberativo, ter aprovação do grupo executivo do complexo industrial da saúde. Mas todos esses órgãos foram suspensos pela revogação do presidente. Não vejo outra alternativa que não seja medida judicial. Vamos atrás de uma solução jurídica. Por meio do Tribunal Regional de Brasília e convocar a Câmara de Conciliação da AGU”, afirmou. O jornal O Estado de S. Paulo revelou nesta terça-feira, 16, que o ministério suspendeu nas últimas três semanas contratos com sete laboratórios que produzem 19 medicamentos. Os ofícios determinam a suspensão das atividades. Em nota divulgada hoje, o Ministério reiterou que pediu a suspeição, mas descarta risco de desabastecimento. “A suspensão não gera risco de desabastecimento para a população. Além das PDPs, o Ministério da Saúde utiliza outros meios de aquisição dos produtos”, informa. Inicialmente, o Ministério nega a suspensão, mas nos parágrafos seguintes da nota confirma a medida. Veja tambémBRASILSaúde cancela contratos para fabricar 19 remédios de distribuição gratuita16 jul 2019 - 11h07BRASILPaís jamais deveria quebrar patente de medicamentos, diz ministro da Saúde4 jul 2019 - 17h07 Para Ronaldo, a nota do Ministério da Saúde “é uma peça de ficção”. “É totalmente falacioso o que está nessa nota. Eu não fui chamado a reestruturar nenhum calendário para discutir as PDPs. O ministério suspendeu unilateralmente. Quem está quebrando o contrato é o Ministério da Saúde. É de uma perversidade grande com os laboratórios. Quem está deixando claro que não está cumprindo acordo é o ministério”, afirma. Ronaldo também questiona a informação do Ministério da Saúde, de que os laboratórios que fabricam por PDPs “não fornecem a preço 30% menores” do que os de mercado. “Isso é uma mentira. Temos inúmeros exemplos. Tem estudos demonstrando que a PDP é mundialmente instrumento que mais reduz o preço de medicamentos. O laboratório transfere a tecnologia e o preço do remédio cai. Muitas multinacionais deixaram de vender no Brasil por causa das reduções de preços que as PDPs causaram” finalizou. Ler artigo completo
  25. Londres — O prefeito de Londres bloqueou os planos de construção de uma plataforma de observação de vidro 300 metros acima da capital britânica, que ficaria no topo de uma torre no formato de uma tulipa, dizendo que ela traria um benefício público limitado e prejudicaria a vista. O edifício, projetado pelo escritório do arquiteto britânico Norman Foster, seria o segundo mais alto da Europa Ocidental, superado somente pelo vizinho “Shard”, mas seu projeto não foi considerado bom o suficiente. “O prefeito tem várias preocupações sérias com este requerimento e, tendo estudado-o detalhadamente, recusou a permissão para um esquema que acredita que resultaria em um benefício público muito limitado”, disse o porta-voz de Sadiq Khan. “Ele acredita em particular que o projeto é de qualidade insuficiente para uma localização tão proeminente, e que a torre prejudicaria o horizonte de Londres e impactaria a vista da vizinha Torre de Londres, um patrimônio da humanidade”. A construtora da equipe do Projeto Tulipa disse estar decepcionada com a decisão de Khan porque o edifício geraria benefícios econômicos. O grupo não quis dizer se apresentará planos revisados para o local, dizendo que tomará algum tempo para analisar seus próximos passos. Veja tambémMUNDOPrefeito de Londres compara Trump com fascistas do século XX2 jun 2019 - 12h06 Em abril, autoridades de zoneamento do distrito financeiro da cidade de Londres recomendaram que o arranha-céus “Tulipa”, assim batizado porque o projeto mostra uma haste fina com um bulbo de vidro no topo, recebesse permissão de planejamento. A estrutura, que seria financiada pelo bilionário brasileiro Jacob Safra, teria consistido de uma plataforma de observação de vidro, módulos rotatórios do lado de fora e um centro educativo. A construção estava sendo planejada para começar no ano que vem e terminar em 2025. O Historic England, grupo defensor do patrimônio nacional e crítico de longa data do projeto, saudou a decisão, dizendo em um comunicado que o edifício é “essencialmente um poço de elevador comprido com uma saliência no topo” e acrescentando que a proposta teria causado um dano permanente e irreversível no horizonte de Londres. Ler artigo completo
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