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Siscomex - Comércio Exterior

Lana

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  1. Ampliada parceria entre SINDASP e Grupo Aduaneiras Novas ações permitirão aos despachantes aduaneiros obter ainda mais conhecimento sobre comércio exterior, por meio de cursos, seminários, palestras e debates. O Grupo Editorial Aduaneiras, Cenofisco - Centro de Orientação Fiscal e Lex Editora ampliou sua parceria com o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo - SINDASP, o que proporcionará crescimento e desenvolvimento do exercício da profissão daqueles que trabalham com o comércio exterior. O presidente do Grupo Editorial, Carlos Sérgio Serra, e o presidente do SINDASP, Valdir Santos, reuniram-se no dia 27 de outubro para decidirem as estratégias e benefícios a serem oferecidos aos despachantes aduaneiros. Esta parceria iniciou há quase 8 anos com a impressão da revista Repórter SINDASP, os descontos nas compras dos produtos da Aduaneiras, as palestras e os cursos promovidos sobre comércio exterior e os serviços de consultoria com os espetas da empresa aos despachantes aduaneiros. Hoje, com a ampliação da parceria, os benefícios se estendem. A realização de cursos, seminários, palestras e debates que oferecem o suporte intelectual para o aprimoramento da atuação dos trabalhos da categoria agora serão também sobre temas fiscais, tributários e judiciários. Os consultores do Grupo destas novas áreas prestarão, também, serviços de consultoria ao profissional despachante aduaneiro. O presidente do SINDASP acredita no sucesso desta nova etapa, destacando que o despachante aduaneiro será o grande privilegiado com as ações. "Somos parceiros da Aduaneiras há muito tempo e, hoje, agregando o Cenofisco e a Lex Editora, tornou-se um grupo especializado em informações empresariais, mas que mantém sua história no meio alfandegário com amplo conhecimento sobre normas aduaneiras. Afirmo categoricamente que estamos em ótimas mãos. O despachante aduaneiro tirará grande proveito desses novos cursos e seminários, assim como dos novos serviços de consultoria, o que, com certeza, acarretará melhorias em seu desempenho profissional. Além disso, o Grupo tem variedade de cursos e disponibilidade de horários, que facilitam a participação do despachante, podendo adaptar as atividades de aperfeiçoamento profissional aos seus horários de trabalho", constata Valdir Santos. Com o crescimento mundial da área do comércio exterior, os eventos permitirão discutir as novidades e as alterações que acontecem nesse setor, por meio dos competentes profissionais da Aduaneiras, que estarão à frente dos assuntos do comércio internacional. Os despachantes aduaneiros também serão beneficiados com informações sobre outros setores que envolvem o comércio exterior, entre eles contábil e judiciário, permitindo uma melhora na desenvoltura de suas atividades profissionais. O Cenofisco será o responsável por atualizar os profissionais sobre assuntos contábeis, tributários e as novas ferramentas do fisco. Já os assuntos judiciários ficam a encargo da Lex Editora, que tradicionalmente atua no segmento de publicação de livros e periódicos sobre temas focados no Direito Empresarial e em suas ramificações. Segundo Carlos Sérgio Serra, presidente do Grupo Editorial, é uma satisfação contribuir ainda mais com os profissionais despachantes aduaneiros. "Na gestão do presidente Valdir Santos, o Sindicato vem desenvolvendo um intenso trabalho no sentido de promover aperfeiçoamento e conhecimento técnico aos profissionais do setor, e isso viabilizou a Aduaneiras a implementação de um amplo programa de capacitação e qualificação profissional no comércio exterior. O interessante é que participam dos eventos o despachante aduaneiro e também os seus clientes exportadores e importadores, e essa crescente participação das empresas enriquece o conteúdo dos cursos, visto que os treinamentos se tornam mais produtivos, promovendo uma valiosa troca de experiências", ressalta Carlos Serra. Sobre o Grupo Editorial ADUANEIRAS - INFORMAÇÃO SEM FRONTEIRAS Com mais de 40 anos de atuação no mercado, a empresa especializada em comércio internacional disponibiliza publicações periódicas, livros, sistemas eletrônicos, consultoria, análise de crédito internacional, cursos, seminários e serviços online atualizados em tempo real. CENOFISCO - Centro de Orientação Fiscal O Centro de Orientação Fiscal atua há mais de 30 anos se dedicando à divulgação de informações tributárias voltadas às esferas municipais, estaduais e federal. Em sua linha de produtos encontram-se as Legislações do Imposto Sobre Produtos de Qualquer Natureza - ISS, Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS-SP/RJ/SC/PR/MG, Legislações Trabalhistas e Previdenciárias, Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, Imposto de Renda - IR e outros. Lex Editora Maior referência de publicações relacionadas à legislação, de interesse geral, em 2004, a Lex teve a totalidade de suas ações adquiridas pelo Grupo. Por meio de livros, reúne leis, decretos, decretos legislativos, medidas provisórias e as principais normas publicadas pelos ministérios e respectivos órgãos subordinados. Para saber a que tipos de benefícios estão ao seu alcance, favor entrar em contato.
  2. Lana

    COURIER - MUDANÇAS A PARTIR DE JANEIRO DE 2010

    Nossa eu não sabia da existência do Harpia Tree ....e olha que esses dias eu postei algo sobre o Harpia pois precisava de mais informações...Obrigada Nillo!!!!
  3. Sistema* que oferece estimativa de custos e tributos incidentes na operação de importação. Os dados são atualizados diáriamente e o sistema inclui mensagens para comunicar as últimas alterações da legislação. Muito mais praticidade e agilidade nas operações de importação. Opção de com ou sem consultoria(para esclarecimentos de dúvidas vinculadas ao assunto, com a garantia e confiabilidade de uma equipe técnica especializada.)- via telefone,e-mail ou carta. *On-line. Para Mais informações entre em contato comigo por e-mail ou mensagens aqui do fórum.
  4. Olá!!!!!! Acho que não só eu, mas, muitos repararam que surgiu uma nova "aba" na página inicial do Fórum...CALENDÁRIO. Mas,por que não tenho acesso a esse conteúdo/ Sempre dá erro quando tento acessar... Se alguém puder me esclarecer eu agradeço desde já.
  5. Com um real forte, o Brasil sofreu uma das maiores altas das importações entre as principais economias nos últimos oito meses. Os cálculos foram compilados pela Organização Mundial do Comércio (OMC), mas são baseados nos dados de cada governo. Em termos porcentuais, a expansão das importações no Brasil superou a da França, dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Alemanha e do Japão. Entre o ponto mais baixo da recessão, que foi o mês de março, e outubro, as importações no Brasil aumentaram de US$ 8,2 bilhões para US$ 13,3 bilhões por mês. Em valores, outros países tiveram aumentos maiores. Mas, em porcentuais, a expansão foi de mais de 60%, uma das mais altas no período. Em porcentuais, apenas China e Índia tiveram aumentos mais expressivos entre as 15 maiores economias que tiveram seus dados compilados pela OMC. Entre março e outubro, as importações da Índia aumentaram 69%. Na China, elas chegaram a 70% de alta. A desvalorização do dólar em relação ao real vem provocando um impacto na decisão de empresas na compra de insumos. O superávit na balança comercial também sofreu encolhimento importante. Entre março e outubro, as exportações do País passaram de US$ 9,6 bilhões para US$ 13,9 bilhões. A alta de importações, principalmente nos países emergentes, demonstra também a recuperação dessas economias e de seus mercados domésticos. Mas os volumes importados ainda estão bem abaixo dos meses pré-crise, em 2008. O Brasil, em agosto do ano passado, importou US$ 18 bilhões. Fonte: Diário do Comércio/Edições Aduaneiras(site) E o que vocês acham....
  6. Lana

    importação de jogos

    Todo mundo conhece a história do cidadão que comprou uma tv tela plana e que quando chegou em casa viu que não funcionava pois tinha uma melancia dentro da carcaça de tv. Mão de obra escrava,contrabando,roubo...realmente isso tudo vai deixar a mercadoria bem mais barata....
  7. Rsrsrs...pois é Fernando. Quando será que teremos a ORDEM e PROGRESSO descrita e escrita em nossa bandeira....
  8. Com certeza... Com relação ao senado os caras jogam a caca no ventilador e que se dane quem vai ficar sujo!!! Acho que falaram em recriar por que querem mudar coisas imutáveis no nosso país. Eu sinto orgulho de votar NULO e de sempre ter uma desculpa para JUSTIFICAR minha ausência nas eleições. Nunca fiquei satisfeita com nada em relação a justiça neste país.Se não consigo mudar prefiro ficar de longe vendo o povo se matar. Cadê os "caras pintadas",os revolucionários que arrancavam os pilantras do governo,manifestações em prol do povo.... Acho que o comodismo tomou conta... E acho que também faço parte dele....
  9. Lana

    importação de jogos

    Fernando... Acho que todos somos bem grandinhos para saber as consequencias de nossos atos...se o cara quer trazer de forma ilegal,quem vai se ferrar é ele...deixa dar com a cara no muro pra aprender... e com relação ao meu termo "atalho" nunca quis me referir a ilegalidade e sim facilidade... Fique mais tranquilo...Yoga ajuda,sabia/
  10. Lana

    importação de jogos

    hahaha amei a resposta Fernando!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ...vc e suas manias de ilegalidade...
  11. Gostei do artigo que estava anexado...não conhecia aquele blog! Realmente concordo que se forem recriar é capaz de sair algo pior ainda...mas como sou iniciante e um pouco leiga,vejo que não tem futuro tais intenções. A cada passo que dão para "arrumar" o barraco do Mercosul pioram mais...e se deixarem a coisa degringolar, o que será da economia Latina/ O que vc acha Fernando/
  12. "Venda de automóveis cai em outubro, mas Anfavea espera fechar ano com recorde. " Mesmo com a queda de 4,6% nas vendas em relação a setembro, o resultado do mês de outubro foi considerado satisfatório pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo a Anfavea, a queda reflete uma acomodação ante as vendas de setembro, antecipadas por causa da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Com base no valor acumulado de vendas, a Anfavea prevê fechar o ano com recorde na comercialização de veículos no mercado interno. O presidente da Anfavea, Jackson Schneider, disse que as vendas continuam intensas devido ao aumento do volume de crédito e aos juros em queda, assim como à inadimplência no setor, que caiu pelo terceiro mês consecutivo. De acordo com Schneider, a queda nesse caso é de 4,4%, bem menor do que para todos os outros bens em geral, e a tendência é de que isso continue, o que demonstra "uma clara retomada das certezas em relação à economia". Dados divulgados ontem (9) pela Anfavea mostram que as vendas caíram 4,6% no mês de outubro, com 294.466 unidades comercializadas, ante o resultado de setembro (308.718). Quando a comparação é com outubro de 2008, houve aumento de 23,1% (239.236). De janeiro a outubro, o aumento foi de 6,1%, com 2.596.516 unidades comercializadas, quando comparado ao mesmo período do ano passado (2.448.041). A produção de veículos em outubro teve alta de 15,7% na comparação com setembro. Foram fabricadas 315.956 unidades, contra 273.027 em setembro. Comparada a outubro do ano passado, a produção cresceu 6,3% (297.229). No acumulado do ano, a produção teve queda de 9,7%, com 2.637.326 contra 2.921.586 em 2008. Segundo a Anfavea, outubro foi o segundo melhor mês da história, representando uma retomada na produção de veículos que reflete nos níveis de estoque. “Esse nível de produção atende o mercado e também busca uma retomada de estoque", afirmou Schneider. Para ele, esse número deve cair até o final do ano. "Vamos fechar por volta de 5% a 6% abaixo da produção do ano passado, pois estamos falando de uma base menor, porque o final do ano passado teve os dois meses mais difíceis, quando começamos a enfrentar queda.” Os dados apontam ainda que a venda de caminhões aumentou 12,2%, o que indica recuperação com as 11.330 unidades vendidas, contra as as 10.096 de setembro. Na comparação com outubro do ano passado (11.985 unidades vendidas), a queda é de 5,5%. No acumulado do ano, houve queda de 18%, com 85.868 unidades contra 104.684 no mesmo período do ano passado. A produção de caminhões cresceu 13%, com 12.999 unidades em outubro ante as 11.506 de setembro. Quando se compara com outubro do ano anterior (18.003), houve queda de 27%. No acumulado do ano, registrou-se queda de 33,4%, com a produção de 97.357 unidades ante 146.219 no mesmo período do ano passado. “Os números foram menores do que os do ano passado, mas claramente mostram tendência de recuperação.” No caso das máquinas agrícolas, a produção cresceu 15,1%, com 7.008 unidades ante as 6.087 de setembro. Com relação a outubro do ano passado, quando foram produzidas 8.791 unidades, houve queda de 20,3%. No acumulado do ano, a queda foi de 26,9%, com 52.795 unidades produzidas contra 72.192 no mesmo período do ano passado. As vendas aumentaram 13%, com 6.160 máquinas comercializadas, ante 5.451 no mês anterior. Houve aumento também na comparação com outubro do ano passado (12,9%). No acumulado do ano, houve queda de 4,2%. Neste ano, foram vendidas 44.526 unidade ante as 46.461 do ano passado. “Os número mostram uma recuperação ainda longe dos números que tínhamos. O que puxa as vendas e os índices são os tratores até 75 cavalos, voltados para a agricultura familiar e incentivados pelos programas de governo.” Fonte: Agência Brasil/Edições Aduaneiras Ahhhhhh isso já era previsto!!!!
  13. Lana

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    Boa tarde!!!! O Meu está abandonado faz uns 4 meses....mas utilizava para diversão(contatos também...). Agora é a história do Facebook(até minha mãe tem!!!!)
  14. "O setor privado está "cansado" do Mercosul e pede a "reinvenção" do projeto de integração regional. Uma alternativa que volta a ganhar força é dar um passo atrás e transformar o bloco de união aduaneira em área de livre comércio. Na área de livre comércio, não existem tarifas entre os países. Por ser uma união aduaneira, o Mercosul tem que adotar também uma Tarifa Externa Comum (TEC) para importação de produtos de terceiros países e é obrigado a negociar acordos em conjunto. A mudança liberaria o Brasil para fechar, sozinho, acordos bilaterais como blocos importantes, como, por exemplo, a União Europeia, cujas negociações com o Mercosul serão retomadas na quarta-feira (4/11) em Lisboa. Para os empresários, o conflito com a Argentina - que paralisou caminhões na fronteira - e a entrada da Venezuela no Mercosul - que ficou mais próxima com a aprovação pela Comissão de Relações Exteriores do Senado - deixa o bloco mais fragilizado nas negociações. "Não podemos ficar amarrados ao protecionismo da Argentina. Sou a favor de dar um passo atrás e reinventar o Mercosul como área de livre comércio", defende o diretor de comércio exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Giannetti da Fonseca. "Que união aduaneira é essa? Está permitindo desvio de comércio para os chineses", diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Aguinaldo Silva. "Não é uma questão de desprezar o Mercosul, mas saber se funciona." O desvio de comércio a favor da China, provocado pelas licenças não automáticas da Argentina, foi a gota d'água para a paciência dos empresários. A avaliação é que o Brasil só fica com o ônus da união aduaneira, mas não aproveita os benefícios. A admissão da Venezuela é mais um fator que complica as negociações com outros países, porque o presidente Hugo Chávez é contra acordos bilaterais. Para Lúcia Maduro, economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Venezuela deixa o Mercosul mais "complexo" e "paralisado". O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, também apoia a transformação do Mercosul em área de livre comércio. Os celulares estão sob ameaça de mais impostos na Argentina. "A indústria brasileira não tem solicitado o mesmo nível de proteção dos argentinos", disse. Um dos motivos que ajuda a explicar o desinteresse dos empresários pelo Mercosul é que o bloco perdeu importância nas exportações brasileiras, por conta das barreiras argentinas e da diversificação de clientes. Em 1998, Argentina, Uruguai e Paraguai absorviam 17,4% das vendas do Brasil. No ano passado, esse porcentual caiu para 11%. De janeiro a setembro, por conta da crise, estava em 9,3%. O presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Sérgio Amaral, ressalta que o momento das duas economias é de "profundo descompasso". Enquanto o Brasil atrai investimentos e acumula reservas, a Argentina enfrentar escassez de divisas. Para os empresários, o Mercosul chega mais fraco para a reunião com a UE. Uma das exigências dos europeus é a livre circulação de produtos no bloco, que está em risco com as licenças adotadas por Argentina e Brasil. Os argentinos bloquearam a última tentativa de acordo com a UE, ao resistir a abrir o mercado automotivo. O país também não apoiou a conclusão da Rodada Doha, da Organização Mundial de Comércio." Fonte: Diário do Comércio/ADUANEIRAS RECRIAR NEM TANTO, MAS, REAVALIAR E RECONSTITUIR TUDO COM RELAÇÃO AO MERCOSUL, SIM.TEMOS DE SEMPRE NOS ATUALIZAR,RENOVAR...ACHO QUE O MERCOSUL TAMBÉM...
  15. Camex aprova resoluções para alterar Imposto de Importação A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou novas listas de ex-tarifários para alterar o Imposto de Importação. De acordo com a Resolução nº 60, a alíquota ad valorem do Imposto de Importação do destaque Ex 001 - Para fabricação de detergentes em pó por secagem em torre spray e por dry mix, classificado no item 2833.11.10 (sulfato dissódico anidro), foi alterada para 2%, observada a quota global de 650 mil toneladas, por um período de 12 meses. Já as Resoluções nºs 61 e 62 alteram para 2%, até 31/12/10, as alíquotas ad valorem do Imposto de Importação incidentes sobre bens de capital, de informática e de telecomunicação. Segundo nota divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior foram incluídos 170 novos produtos beneficiados pelo regime de ex-tarifários. A relação contempla 155 bens simples e sete sistemas integrados de bens de capital (BK) e oito de bens de informática e telecomunicação (BIT). Além de alterar a alíquota do imposto, a Resolução nº 62 promove atualização na redação de ex-tarifários aprovados anteriormente por outras resoluções. Os normativos foram publicados no Diário Oficial da União de hoje (29/10). Fonte: Aduaneiras
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