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	<title>Fórum Siscomex</title>
	<description></description>
	<link>http://www.siscomex.com.br</link>
	<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 17:14:07 +0000</pubDate>
	<ttl>120</ttl>
	<item>
		<title>Busca de moderadores</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/20303-busca-de-moderadores/</link>
		<description><![CDATA[Pessoal,<br />
<br />
Fico muito feliz em ver que o fórum tem crescido diariamente. Mais feliz ainda quando alguém comenta que o fórum tem ajudado.<br />
<br />
Nas experiências que já tive com fóruns, a moderação para manter o fórum dentro das regras e organizado é essencial. Nem sempre tenho tempo para acompanhar todos os tópicos, o que pode colaborar com a desorganização do fórum até que eu possa checar tópico por tópico.<br />
<br />
Pensando em evitar este tipo de problema e manter as regras efetivas, <span class='bbc_underline'>estou buscando alguém interessado em ajudar na moderação</span>.<br />
<br />
Se você tiver interesse, entre em contato comigo através de <strong class='bbc'>M</strong>ensagem <strong class='bbc'>P</strong>rivada.]]></description>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 17:14:07 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/20303-busca-de-moderadores/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Atualização do sistema do fórum</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/20244-atualizacao-do-sistema-do-forum/</link>
		<description><![CDATA[O sistema do fórum foi atualizado para sua última versão, com inúmeras inovações.<br />
<br />
Entretanto, em alguns casos, o fórum está apresentando alguns problemas.<br />
<br />
Já estamos em contato com a produtora do software para resolver estes problemas e em breve deveremos tê-lo normalizado.]]></description>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 12:28:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/20244-atualizacao-do-sistema-do-forum/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Doações para o fórum</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/19681-doacoes-para-o-forum/</link>
		<description><![CDATA[<span style='font-size: 10px;'><span style='font-family: Verdana'>O f&#243;rum Siscomex foi criado para propiciar a troca de experi&#234;ncias em com&#233;rcio exterior de forma simples e gratuita. Hoje contamos com mais de 1300 membros ajudando uns aos outros com informa&#231;&#245;es de excelente qualidade.<br />
<br />
A manuten&#231;&#227;o do f&#243;rum, entretanto, gera despesas, tais como licenciamento do software utilizado e hospedagem. Estas despesas atualmente s&#227;o arcadas inteiramente pelo administrador. Para manter o f&#243;rum sempre atualizado, estaou disponibilizando uma forma de os membros realizarem doa&#231;&#245;es.<br />
<br />
<strong class='bbc'>S&#227;o aceitas doa&#231;&#245;es de quaisquer valores, a crit&#233;rio do usu&#225;rio.</strong><br />
<br />
Aos usu&#225;rios que realizarem doa&#231;&#227;o de <span class='bbc_underline'>R$ 5,00 ou mais</span>*, em reconhecimento a sua contribui&#231;&#227;o, ser&#227;o dados os seguintes benef&#237;cios:<br />
<br />
- <del class='bbc'><strong class='bbc'>Nome em cor azul escura e medalha ouro ao lado de seu nome (exemplo: <span style='color: #1854a6'><em class='bbc'>Jo&#227;o</em></span><span rel='lightbox'><img src='http://www.siscomex.com.br/images/goldmedal.png' alt='Imagem' class='bbc_img' /></span>)</strong></del> <em class='bbc'>Dever&#225; ser implementado em <del class='bbc'>alguns dias</del> breve.</em><br />
- <strong class='bbc'>Capacidade de armazenamento de Mensagens Pessoais aumentada para 1000 mensagens</strong><br />
- <strong class='bbc'>Assinatura permite 3 imagens e 5 links</strong><br />
- <strong class='bbc'>Limite global de upload de arquivos aumentado para 25MB.</strong><br />
- <strong class='bbc'>O usu&#225;rio poder&#225; dar at&#233; 25 pontos de reputa&#231;&#227;o por dia a outros usu&#225;rios.</strong><br />
<br />
Para realizar sua doa&#231;&#227;o, basta clicar em um dos bot&#245;es abaixo.<br />
<br />
<span style='color: #4169E1'><strong class='bbc'>PAGSEGURO</strong></span><br />
O <strong class='bbc'>Pagseguro</strong> &#233; a plataforma de pagamentos eletr&#244;nicos do UOL, hoje um dos maiores operadores de pagamentos na internet brasileira. &#201; 100% segura a utiliza&#231;&#227;o deste meio de pagamento. O f&#243;rum n&#227;o recebe informa&#231;&#227;o financeira alguma do usu&#225;rio, tais como conta banc&#225;ria ou n&#250;mero de cart&#227;o de cr&#233;dito.<br />
<a href='https://pagseguro.uol.com.br/checkout/doacao.jhtml?email_cobranca=doacao@siscomex.com.br&moeda=BRL' class='bbc_url' title='Link externo' rel='nofollow external'><span rel='lightbox'><img src='https://p.simg.uol.com.br/out/pagseguro/i/botoes/doacoes/120x53-doar-azul.gif' alt='Imagem' class='bbc_img' /></span></a><br />
<br />
<br />
<span style='color: #4169E1'><strong class='bbc'>PAYPAL</strong></span><br />
<strong class='bbc'>PayPal</strong> &#233; o <span class='bbc_underline'>maior</span> operador de transa&#231;&#245;es financeiras na internet. &#201; 100% seguro e o f&#243;rum tamb&#233;m n&#227;o recebe nenhuma informa&#231;&#227;o financeira do usu&#225;rio.<br />
<a href='https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr?cmd=_s-xclick&hosted_button_id=NEP9X5D2J39EU' class='bbc_url' title='Link externo' rel='nofollow external'><span rel='lightbox'><img src='https://www.paypalobjects.com/WEBSCR-640-20110429-1/pt_BR/BR/i/btn/btn_donateCC_LG.gif' alt='Imagem' class='bbc_img' /></span></a><br />
<br />
<br />
<em class='bbc'>* <span style='font-size: 8px;'>O valor &#233; por doa&#231;&#227;o - n&#227;o ser&#227;o somadas doa&#231;&#245;es para atingir o valor determinado</em></span><br />
</span></span>]]></description>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 23:01:04 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/19681-doacoes-para-o-forum/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Exportar como pessoa física!</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/18927-exportar-como-pessoa-fisica/</link>
		<description><![CDATA[Gente como t&#244; feliz de ter encontrado vcs!!!!<br />
<br />
Espero que possam me dar uma luz....<br />
Moro na Alemanha e h&#225; exatamente 1 m&#234;s estive no Brasil para fazer compras pra minha loja aqui.<br />
Entre outras coisas, comprei pedras roladas. A firma onde comprei nao exporta se a compra for inferior a U$ 4.000! A minha compra foi somente 10% deste valor <img src='http://www.siscomex.com.br/public/style_emoticons/default/rolleyes.gif' class='bbc_emoticon' alt=':rolleyes:' /> Mas pensei que consegueria traze-las at&#233; aqui e fiz a compra mesmo assim.<br />
<br />
Como fiz a compra no sul do pa&#237;s, fiquei aguardando a entrega no RJ, que nao chegou antes da minha partida para a Alemanha.<br />
<br />
Pois bem, deixei com uma amiga e pedi que me enviasse a encomenda assim que chegasse. A&#237; comecou a minha novela: impossivel de tira-las do pa&#237;s!!!!<br />
<br />
J&#225; entramos em contato com v&#225;rias pessoas - algumas se prontificaram a fazer o servico mas por precos absurdos que ultrapassam e muito o valor do que comprei.<br />
<br />
<br />
Ser&#225; que saberiam me indicar como minha amiga poderia me enviar estas pedras (enroladas)? Sao 80 kg!<br />
<br />
Agradeco imensamente qualquer informacao.<br />
<br />
Jacque]]></description>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 21:42:05 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/18927-exportar-como-pessoa-fisica/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Publicidade no fórum</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/17801-publicidade-no-forum/</link>
		<description><![CDATA[<span style='font-family: Microsoft Sans Serif'><span style='font-family: Franklin Gothic Medium'><span style='font-size: 14px;'>Al&#233;m dos an&#250;ncios de produtos e servi&#231;os que podem ser feitos gratuitamente no f&#243;rum, estamos abrindo tamb&#233;m a possibilidade de publicidade fixa no f&#243;rum.</span></span></span><br />
<span style='font-family: Microsoft Sans Serif'><span style='font-family: Franklin Gothic Medium'><span style='font-size: 14px;'><br />
H&#225; diversas op&#231;&#245;es de an&#250;ncio, tais como cabe&#231;alho, rodap&#233;, entre posts, entre outros.<br />
<br />
Se tiver interesse, entre em contato comigo atrav&#233;s de mensagem privada ou email <span class='bbc_underline'>publicidade {arroba} siscomex .com .br</span></span></span><br />
</span>]]></description>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:42:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/17801-publicidade-no-forum/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Anúncios e ofertas de serviços e produtos</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/17451-anuncios-e-ofertas-de-servicos-e-produtos/</link>
		<description><![CDATA[<span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>Prezados usu&#225;rios,<br />
relembramos que &#233; </span><strong class='bbc'><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>expressamente proibida</span></strong><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'> a oferta de servi&#231;os e produtos diretamente nos f&#243;runs, </span><span class='bbc_underline'><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>exceto</span></span><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'> no </span><a href='http://www.siscomex.com.br/forum/16-anuncios/' class='bbc_url' title=''><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>f&#243;rum de an&#250;ncios</span></a><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>.<br />
<br />
Caso um usu&#225;rio solicite ajuda e voc&#234; presta o servi&#231;o ou vende o produto que solucione o problema deste usu&#225;rio, dever&#225; ofert&#225;-lo diretamente a ele atrav&#233;s de </span><em class='bbc'><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>MENSAGEM PRIVADA</span></em><em class='bbc'><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>,</span></em><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'> recurso de f&#225;cil utiliza&#231;&#227;o dispon&#237;vel a </span><span class='bbc_underline'><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'>todos</span></span><span style='font-family: Lucida Sans Unicode'> usu&#225;rios. Leia <a href='http://www.siscomex.com.br/index.php?showtopic=17452' class="bbc_url">aqui</a> como utilizar.<br />
<br />
Qualquer mensagem postada nos outros f&#243;runs, que contenha alguma forma de oferta (mesmo que contenha tamb&#233;m outro conte&#250;do), ser&#225; exclu&#237;da e o usu&#225;rio poder&#225; ser alertado.<br />
<br />
<br />
Obrigado.</span>]]></description>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 16:33:07 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/17451-anuncios-e-ofertas-de-servicos-e-produtos/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>certificado digital</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/12884-certificado-digital/</link>
		<description><![CDATA[Bom dia <br />
<br />
preciso de orientação sobre o certificado digital e cpf e e cnpj. Tenho a informação que necessito dos dois certificados para tratar de assuntos diferentes. Preciso fazer alteração do siscomex e emitir a nf e. Para a e-nf eu sei que preciso do e-cnpj e agora gostaria dde saber se com o e-cnpj eu consigo tambem fazer a aalteração no siscomex ou se realmente necessito ter o e-cpf<br />
<br />
abraços]]></description>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:01:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/12884-certificado-digital/</guid>
	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[&#34;Palestra da Secretaria de Comércio Exterior MDIC - Sr. Weber Barral- 26.02.2010&#34;]]></title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/12496-palestra-da-secretaria-de-comercio-exterior-mdic-sr-weber-barral-26022010/</link>
		<description><![CDATA[O ICEX- Instituto de Estudos das Operações de Comércio Exterior, atendendo a inúmeros pedidos, realizará uma palestra especial com a participação da  Secretaria de Comércio Exterior, para tratar sobre os seguintes temas: <br />
<br />
 <br />
<br />
Palestrante: Welber Barral - Secretário de Comércio Exterior do MDIC<br />
<br />
 <br />
<br />
Temas a serem abordados:<br />
<br />
 <br />
<br />
.                   Atuais Atividades do Decex  com destaque para:<br />
<br />
         .                    Acordo com o Confaz;<br />
<br />
·                   Drawback Integrado;<br />
<br />
·                   Importação de bens usados;<br />
<br />
·                   Ex-tarifário;<br />
<br />
·                   Delegação das atividades do Decex ao Banco do Brasil<br />
<br />
 <br />
<br />
Programação:<br />
<br />
 <br />
<br />
08:30 às 09:00 hs – Coffe Break e Credenciamento<br />
<br />
09:00 às 09:10 hs  -  Abertura da Palestra pela diretora de eventos Sra.  Ignês Gambelli – programação novos eventos<br />
<br />
09:10 às 09:30 hs  -  Palavras do Presidente do ICEX  - Dr. Ronaldo de Souza Forte <br />
<br />
09:30 às 10:30 hs -   Breve apresentação do Poupa Tempo de Comércio Exterior  com Dr. André Macruz<br />
<br />
10:30 às 12:30 hs -   Apresentação do Dr. Welber Barral - Secretário de Comércio Exterior do MDIC<br />
<br />
12:30 às 13:30 hs  -  Almoço <br />
<br />
13:30 às 16:00  hs  - Welber Barral - Continuidade com Secretário de Comércio Exterior do MDIC<br />
<br />
 <br />
<br />
Data do evento: 26.02.2010<br />
<br />
 <br />
<br />
Local: Auditório – 6º. andar – Av. Paulista, 1439 – Cerqueira Cesar – Estação Trianon do Metrô<br />
<br />
 <br />
<br />
 <br />
<br />
Investimento: <br />
<br />
 <br />
<br />
Associados ICEX : R$ 150,00 (Cento e Cinqüenta Reais), via Boleto bancário.<br />
<br />
 <br />
<br />
Parceiros:  Associados ao Ciesps/Fiesp/Sindag/Sindasp/Sindipeças/Abinee/Sindiex: R$ 250,00 (Duzentos e Cinquenta  Reais), via Boleto Bancário.<br />
<br />
 <br />
<br />
Não Associados: R$ 300,00 (Trezentos Reais) , via Boleto Bancário.<br />
<br />
 <br />
<br />
Condições de Pagamento: Via boleto bancário.<br />
<br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br />
Incluso:                     *** Coffe Break, Material Didático,  Almoço, Certificado ***<br />
<br />
 <br />
<br />
 <br />
<br />
Para confirmar sua presença:<br />
<br />
 <br />
<br />
Solicitamos a gentileza de nos enviar á confirmação via e-mail, após preenchimento da Ficha de inscrição em anexo. somente aceitaremos substituição e cancelamento com uma semana de antecedência da realização do evento.            <br />
<br />
E-mail: icex@icex.org.br/ icexadm@icex.org.br<br />
<br />
 <br />
<br />
VAGAS LIMITADAS<br />
<br />
 <br />
<br />
Contamos com sua honrosa presença.<br />
<br />
 <br />
<br />
Cordiais Saudações,<br />
 <br />
<br />
 <br />
<br />
Josiane Santana<br />
Assessora  de Diretoria<br />
ICEX - Instituto de Estudos das Operações de Comércio Exterior<br />
e-mail: icex@icex.org.br / icexadm@icex.org.br<br />
Fone: 55 11 3294 4990<br />
Cel   : 55 11 9935 2217<br />
Visite nosso site:  <a href='http://www.icex.org.br' class='bbc_url' title='Link externo' rel='nofollow external'>http://www.icex.org.br</a><br />
Compartilhe seu conhecimento, participe de nosso Fórum on-line]]></description>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:29:40 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/12496-palestra-da-secretaria-de-comercio-exterior-mdic-sr-weber-barral-26022010/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>DESPACHANTE ADUANEIRO</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/12408-despachante-aduaneiro/</link>
		<description><![CDATA[O DESPACHANTE ADUANEIRO É UMA DAS TRÊS ÚNICAS FIGURAS QUE PODEM EFETIVAR O DESPACHO DE MERCADORIAS EM PORTOS,AEROPORTOS,E PONTOS DE FRONTEIRA,OU SEJA<br />
FAZER A PARTE LEGAL DAS EXPORTAÇÕES E DAS IMPORTAÇÕES.<br />
ELE É O REPRESENTANTE DO IMPORTADOR OU DO EXPORTADOR E RESPONSÁVEL PELAS ATIVIDADES CONSTANTES DO REGULAMENTO ADUANEIRO PERANTE AS AUTORIDADES ALFANDEGÁRIAS.<br />
ASSIM, É PESSOA QUALIFICADA E DEVIDAMENTE CREDENCIADA PELA SRF PARA O DESENVOLVIMENTO DESSA FUNÇÃO, REUNINDO AMPLO CONHECIMENTO DA LEGISLAÇÃO QUE REGE A ATIVIDADE E TENDO CONHECIMENTO DAQUILO QUE É TRATADO PELA FISCALIZAÇÃO.<br />
O DESPACHANTE ADUANEIRO PRECISA TER UM GRANDE CONHECIMENTO ACERCA DAS REGRAS E DOS PROCEDIMENTOS CONCERNENTES ÁS OPERAÇÕES DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO,EM ESPECIAL EM FACE Á VOLATILIDADE DAS NORMAS E DA POLÍTICA DE COMÉRCIO EXTERIOR DO BRASIL, QUE APRESENTAM CONSTANTE VARIAÇÃO.<br />
O PROFISSIONAL DESSA CATEGORIA PRECISA TRABALHAR DOIS ANOS COMO AJUDANTE DE DESPACHANTE ADUANEIRO PARA ADQUIRIR EXPERIÊNCIA E SÓ ENTÃO SER CREDENCIADO PELA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL., SE, DURANTE O EXERCÍCIO DE SUAS ATIVIDADES, VIER A APRESENTAR QUALQUER DESCUMPRIMENTO DAS NORMAS, PODE ATÉ TER A CASSAÇÃO DE SEUS DIREITOS PROFISSIONAIS, TAMBÉM PELA RECEITA FEDERAL.<br />
OS COMISSÁRIOS DE DESPACHO, TRANSITÁRIOS DE CARGA ETC. NÃO PODEM REALIZAR ESSE TRABALHO, PRECISANDO PARA ISSO TER EM SEUS QUADROS UM DESSES PROFISSIONAIS.]]></description>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 23:59:59 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/12408-despachante-aduaneiro/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Assistência Legal no âmbito de Comércio Exterior</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/11315-assistencia-legal-no-ambito-de-comercio-exterior/</link>
		<description><![CDATA[Boa noite,<br />
<br />
estou postando meu primeiro t&#243;pico mas vamos l&#225;.<br />
N&#227;o trabalho com com&#233;rcio exterior mas percebi que &#233; muito dif&#237;cil, para n&#227;o dizer imposs&#237;vel, obter informa&#231;&#245;es seguras ( ao menos na internet) a respeito dos tr&#226;mites para importa&#231;&#227;o e exporta&#231;&#227;o de produtos para o Brasil.<br />
<br />
Efetuando pesquisas mais aprofundadas, vislumbrei a exist&#234;ncia de v&#225;rias empresas de com&#233;rcio exterior que prestam estas informa&#231;&#245;es, mas talvez por inexperi&#234;ncia minha, achei que as informa&#231;&#245;es est&#227;o dispostas na  rede de uma forma bastante confusa, o que pode a atrapalhar um empres&#225;rio que pretende exportar/importar algum produto para o Brasil. Ainda, encontrei maior dificuldade, com informa&#231;&#245;es referentes &#224; parte legal do processo, ou seja, encontrei v&#225;rios escrit&#243;rios de advocacia de cunho internacional, mas cada um com sua &#225;rea de atua&#231;&#227;o espec&#237;fica, geralmente litigiosa,  quase n&#227;o conseguindo levantar as informa&#231;&#245;es que procurava.<br />
<br />
Gostaria de saber se existe algum site informa&#231;&#245;es vinculadas com a parte legal do processo,algum tipo de informa&#231;&#227;o sobre projetos de joint ventures e/ou alguma prospec&#231;&#227;o mercadol&#243;gica neste sentido.Em verdade, gostaria de saber se existe algum/alguns sites para a facilita&#231;&#227;o do com&#233;rcio exterior sem cunho lucrativo (pelo menos nesta parte de informa&#231;&#227;o).<br />
Al&#233;m disso, acredito que informa&#231;&#245;es, bem como assist&#234;ncia legal quanto ao com&#233;rcio exterior encontra-se meio defasada e falha, principalmente especificamente na internet. Algu&#233;m compartilha da mesma opini&#227;o?<br />
<br />
Atualmente resido em Londres e acredito que nos pr&#243;ximos anos o com&#233;rcio entre Brasil/Inglaterra e Brasil/Uni&#227;o europ&#233;ia ir&#227;o se estreitar de uma forma intensa, por isso gostaria de adquirir informa&#231;&#245;es sobre o processo e talvez criar um v&#237;nculo aqui, al&#233;m mar.<br />
<br />
Algu&#233;m se interessa pelo tema?]]></description>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 23:00:45 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/11315-assistencia-legal-no-ambito-de-comercio-exterior/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>SISCOMEX</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/10546-siscomex/</link>
		<description><![CDATA[Saudações,<br />
<br />
Sou desenvolvedor de aplicações de integração de SISCOMEX com softwares de terceiros, gostaria de saber se algum dos senhores(as) sabem me dizer se existe algum tipo de emulador ou Ambiente de testes para que eu possa utilizar em meus trabalhos de desenvolvimento.<br />
<br />
Obrigado pela atenção de todos]]></description>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 16:30:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/10546-siscomex/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Habilitação Radar e Siscomex</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/9813-habilitacao-radar-e-siscomex/</link>
		<description><![CDATA[Boa tarde a todos,<br />
<br />
Tenho uma empresa e desejo comecar a atuar com importacao. Ja possuo e-CNPJ, sei que agora preciso do Radar para fazer cadastro no Siscomex. Alguem pode me indicar o passo-a-passo de como proceder? Ja entrei em contato com os orgaos publicos e nao obtive respostas satisfatorias.<br />
<br />
PS: Desejo fazer eu mesmo a habilitacao.<br />
<br />
Agradeco a todos pela contribuicao!]]></description>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 17:03:57 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/9813-habilitacao-radar-e-siscomex/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Entrevista do Ministro Miguel Jorge ao Correio Braziliense</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/9323-entrevista-do-ministro-miguel-jorge-ao-correio-braziliense/</link>
		<description><![CDATA[Ao meu ver, nosso Ministro foi muito sábio em suas palavras ao criticar a política tributária nacional, bem como a grande preocupação que nosso país se volta em torno da Copa do Mundo e Olímpíadas.<br />
<br />
Critica também a IOF em 2% e também quanto ao câmbio que em seu ponto de vista, não é o principal entrave nas exportações.<br />
<br />
E tem muito mais.....<br />
<br />
Concordo com ele, mas quem vai mexer nisso???<br />
<br />
O que acham???<br />
<br />
------------------------------<br />
Correio Braziliense (13/12/09)<br />
<br />
Ministro do Desenvolvimento critica política tributária, um entrave ao avanço do país. Para ele, o Brasil cometerá um erro estratégico se passar a investir em infraestrutura visando apenas a Copa do Mundo e as Olimpíadas.<br />
<br />
A política brasileira de vendas ao exterior apresenta falhas e uma delas merece a qualificação de “neurótica”: a tributação de exportações. O equívoco ganha realces ainda mais fortes porque a restituição do imposto retido é ineficiente e letárgica, abrindo espaço para que os créditos quase sempre sejam esquecidos na burocracia do Estado. A avaliação é de um dos mais influentes membros da equipe econômica do governo Lula, o jornalista Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. <br />
<br />
Miguel Jorge critica a decisão do Ministério da Fazenda de tributar em 2% o capital estrangeiro. Para ele, a queda nas exportações de produtos brasileiros não se deve, em grande parte, ao dólar enfraquecido, mas à perda de força dos países parceiros do Brasil devido à crise que tomou de assalto economias em todo o mundo. “Nós exportamos muito com o dólar a R$ 1,70 há dois anos”, lembrou. <br />
<br />
O ministro que construiu sua carreira no setor privado e que nunca se candidatou a cargo público observa que o baixo crescimento do país nas últimas décadas é consequência de erros que impediram um enorme avanço econômico. “Além de nós não termos investido (em todos esses anos), nós desinvestimos brutalmente no Brasil.” E advertiu que a aplicação de recursos em obras de infraestrutura não deve ser feita apenas para as demandas da próxima década, como a Copa do Mundo de Futebol, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. “É uma questão ligada ao crescimento do país.” Leia os principais trechos da entrevista de Miguel Jorge ao Correio Braziliense. <br />
<br />
“Tributar exportações é neurótico” <br />
<br />
Qual agenda o país deve retomar para entregar uma economia melhor no futuro? <br />
Em 2009, tivemos um acidente de percurso e acho que algumas coisas deixamos de lado para atacar a crise. Acho que a agenda principal continua sendo a da infraestrutura básica, como estradas, ferrovias, aeroportos e portos. Algumas coisas importantes foram feitas, mas ainda é preciso andar muito. Acho que em 2010 o PAC vai continuar forte. O presidente (Lula) pediu, inclusive, um estudo para deixar pronto, outro PAC que fosse não só um projeto para o governo Y ou X, mas para o Estado. Um dos problemas foi que depois do regime militar não tivemos qualquer tipo de planejamento. E os investimentos eram muito pequenos. <br />
<br />
Mas ainda hoje os investimentos são baixos. A China investe duas vezes mais que o Brasil. <br />
É verdade. E também não temos poupança (interna). Até porque num período de inflação não se faz poupança. Nós só temos democracia há 25 anos. É o período mais longo de democracia desde o período da República. No caso da estabilidade econômica, nós só a temos há 16 anos. Tendo essas condições como empecilho, entendemos ser muito difícil sair de um patamar de investimento de -15% para algo que imaginávamos que chegaríamos no ano que vem: 21% do PIB (Produto Interno Bruto). Não fosse a crise mundial, nós chegaríamos aos 21%, o que é pouco se comparado com padrões internacionais, mas é bastante bom para os dados históricos do país. Temos que chegar aos 21% e ultrapassar isso. Nós não chegaremos a 40%, que é o que a China investe, mas precisamos chegar a 25% ou 28% do PIB. O novo governo, qualquer que seja, terá que continuar a estimular investimentos. Em quarenta anos, muito pouco foi construído. <br />
<br />
É o caso das ferrovias? <br />
As ferrovias que temos hoje, em parte reconstruídas na época das privatizações, são 99,9% destinadas ao transporte de carga. E a maior parte de carga direcionada a um só setor, que é o de minério. Nós temos que mudar esse quadro. Um país de grandes distâncias tendo que transportar carga por rodovia é um erro. <br />
<br />
Voltamos ao problema da falta de investimentos, não é verdade? <br />
Além de não termos investido, desinvestimos brutalmente. O Brasil chegou a ser o segundo maior produtor de navios do mundo, na década de 1970, e destruímos a indústria naval. Chegou a ter uma importante indústria de defesa na mesma época e nós acabamos com ela. Hoje, estamos reconstruindo isso com a Petrobras. Um exemplo é a quantidade de metalúrgicos na indústria naval. Nós chegamos a ter 60 mil, mas reduzimos isso a 4 mil. Hoje, temos 30 mil. É pouco, mas é infinitamente maior do que tínhamos há seis anos. Cometemos muitos erros no passado e acho que, somente não os tendo cometido, teríamos dado um avanço enorme na economia. E não é questão se investir apenas para a Copa do Mundo ou para as Olimpíadas. É uma questão ligada ao crescimento do país. <br />
<br />
A indústria está demorando a recorrer ao dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social? <br />
O BNDES saiu de (um caixa para financiar investimentos de) R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões e estava em R$ 100 bilhões agora em outubro. Vamos chegar a R$ 120 bilhões, que é tudo o que o BNDES tinha. Agora, já estamos garantindo o ano que vem ( R$ 80 bilhões para emprestar em 2010). Temos ciência de que o BNDES foi fundamental nesta crise, onde o dinheiro secou. Também o Banco do Brasil foi fundamental. Mas o BNDES não pode ser o principal agente quando se trata de recursos para investimentos. O principal agente no financiamento das empresas tem de ser a Bolsa de Valores. Nós temos que ter gente que compre ações de empresas. Nós não temos cultura de investimento. <br />
<br />
Ainda se fala em mais medidas por parte do governo federal para desvalorizar o real. Entre as quais, permitir que brasileiros deixem dinheiro lá fora. Isso resolve? <br />
Isso ajuda, com certeza. Não é uma medida de pôr 2% que vai resolver. Se você coloca 10%, 15% você faz com que se perca a confiança no país. Mas tem uma série de medidas que poderiam fazer efeito. Primeiro, no caso das exportações. As nossas exportações caíram em grande parte não só por causa do dólar fraco. Nós exportamos muito com o dólar a R$ 1,70 há dois anos. E por que nós exportamos muito a R$ 1,70 há dois anos, se hoje, teoricamente, as empresas deveriam estar mais competitivas, mais produtivas, mais eficientes do que há dois anos? Porque a economia mundial estava crescendo 6% ao ano há dois anos. Havia demanda. Agora, para 2010, se prevê que a economia mundial cresça de 2% a 2,5%. <br />
<br />
Há também a questão do custo de produção. Afinal, o Brasil é um dos poucos países que tributa exportações. É um erro? <br />
É absolutamente errado. Tributar exportações é neurótico. E o pior não é nem tributar, mas é tributar e devolver. Essa é que é a neurose. Já que a exportação não deve ser tributada, para que montar um sistema que você cobra o imposto para devolver? Porque você cai na tentação de não devolver. E foi o que aconteceu nos últimos anos. Ninguém sabe direito quanto é esse valor. Se fala em R$ 20 bilhões, R$ 30 bilhões. Eu já ouvi falar em R$ 40 bilhões retidos. Se você devolvesse o dinheiro aos exportadores seria uma enorme ajuda. Se você deixasse de cobrar o imposto para não precisar devolver depois, você melhora o fluxo de caixa dos exportadores. Eu sei de empresas em alguns estados que só exportam o que acharem necessário. Elas preferem ficar com o dinheiro (em caixa) a exportar. <br />
<br />
O governo prepara medidas para diminuir os custos com as tarifas de exportações. Há algo para sair? <br />
Não posso adiantar, mas nós temos que financiar exportações num prazo muito longo, e com juros muito baixos. Outros países fazem isso. Principalmente quando se tem um ambiente recessivo (mundial) que aumenta a competição (entre os países). <br />
<br />
O que seria o necessário para o Brasil retomar as exportações em um bom patamar? <br />
Nós temos, primeiro, que zerar imposto. Não pode ter ICM (Imposto sobre Circulação de Mercadorias). Não pode cobrar imposto para depois devolver. Ninguém faz isso no mundo. Não é possível que só nós sejamos espertos. A segunda é ter infraestrutura que funcione. Nós temos que ter custos menores para fazer o produto sair da fábrica e chegar ao porto. Você tem que ter um porto dragado, que comporte navios maiores. Nós não temos. É difícil competir. <br />
<br />
<a href='http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/13/economia,i=160604/ENTREVISTA+MINISTRO+DO+DESENVOLVIMENTO+MIGUEL+JORGE.shtml' class='bbc_url' title='Link externo' rel='nofollow external'>http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/13/economia,i=160604/ENTREVISTA+MINISTRO+DO+DESENVOLVIMENTO+MIGUEL+JORGE.shtml</a>]]></description>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 12:16:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/9323-entrevista-do-ministro-miguel-jorge-ao-correio-braziliense/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>STJ pacifica entendimento sobre drawback</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/9282-stj-pacifica-entendimento-sobre-drawback/</link>
		<description><![CDATA[<span style='font-family: Arial Black'><span style='font-size: 18px;'>STJ pacifica entendimento sobre drawback </span></span><br />
<br />
É ilegal a exigência de Certidão Negativa de Débito (CND) para reconhecimento do benefício fiscal de drawback no momento do desembaraço aduaneiro. Tal entendimento foi pacificado pela Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em julgamento pelo rito da Lei dos Recursos Repetitivos e será aplicado para todos os demais casos semelhantes. O drawback é a operação pela qual a matéria-prima ingressa em território nacional com isenção ou suspensão de impostos, para ser reexportada após sofrer beneficiamento.<br />
<br />
Segundo o relator da matéria, ministro Luiz Fux, o artigo 60, da Lei 9.069/95, é claro ao dispor que a concessão ou reconhecimento de qualquer incentivo ou beneficio fiscal, relativos a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal fica condicionada à comprovação pelo contribuinte, pessoa física ou jurídica, da quitação de tributos e contribuições federais. <br />
<br />
Assim, ao contrário do sustentado pela Fazenda Nacional, o referido artigo exige a certidão na concessão ou no reconhecimento do incentivo, ou seja, em um momento ou em outro e não sob a forma cumulativa. Para Luiz Fux, o drawback é uma operação única, com três momentos distintos, e não uma operação bipartida em que o fisco pode exigir do contribuinte nova documentação quando da reexportação. <br />
<br />
Parecer do Ministério Público Federal também atestou a ilegalidade da exigência da CND no momento do desembaraço aduaneiro, uma vez que o importador já é titular do benefício fiscal em razão do ato concessivo do regime especial. <br />
<br />
Citando vários precedentes, o relator ressaltou que conforme jurisprudência reiterada do STJ, é ilícita a exigência de nova certidão negativa de débito no momento do desembaraço aduaneiro da respectiva importação, se a comprovação de quitação de tributos federais já fora apresentada quando da concessão do beneficio inerente às operações pelo regime de drawback. <br />
<br />
O recurso julgado foi interposto pela Fazenda Nacional contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), que dispensou a apresentação de nova CND pela Royal Citrus Ltda, empresa produtora e exportadora de suco de laranja, na liberação de sacos para embalagem de produtos alimentícios regularmente importados pelo regime de drawback. <br />
<br />
<em class='bbc'>Coordenadoria de Editoria e Imprensa</em> <br />
A notícia refere-se ao seguinte processo: <a href='http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro%26valor=Resp%25201041237tjanela_processos' class='bbc_url' title='Link externo' rel='nofollow external'>Resp 1041237</a>]]></description>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 15:33:32 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/9282-stj-pacifica-entendimento-sobre-drawback/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Siscomex consulta.</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/8937-siscomex-consulta/</link>
		<description><![CDATA[Bom dia,<br />
<br />
Queria saber como faço para instalar o siscomex aqui na empresa, a gente tem um despachante aduaneiro que cuida do desembaraço da mercadoria, so ele tem acesso ao siscomex, como faço para fazer consultas no siscomex, tipo:<br />
Consultar as L.Is para saber se foi deferida ou esta para analise essas coisas.<br />
<br />
Agradeco desde ja.]]></description>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 13:24:15 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/8937-siscomex-consulta/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Lei de Informática e o processo produtivo básico (PPB)</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/8054-lei-de-informatica-e-o-processo-produtivo-basico-ppb/</link>
		<description><![CDATA[Amigos deste Fórum. Como gosto de compartilhar informação e como verifiquei que esta daqui, em minha opinião, não foi devidamente divulgada (se bem que ainda não deu tempo, né?); vou compartilhar com vocês o que verifiquei ontem (17.11) lendo o D.O.U. Vamos lá..:   <br />
<br />
<span style='font-size: 12px;'>Foi publicado ontem 17.11) no D.O.U., o Decreto nº 7.010 que altera a relação de bens de informática e automação que fazem jus aos benefícios da Lei de Informática (Lei nº 11.077, de 30 de dezembro de 2004) desde que produzidos com base em Processo Produtivo Básico (PPB) previamente aprovado.</span><br />
<br />
<strong class='bbc'>O que é PPB?</strong><br />
<br />
O Processo Produtivo Básico (PPB) consiste de etapas fabris mínimas necessárias que as empresas deverão cumprir para fabricar determinado produto como uma das contrapartidas aos benefícios fiscais estabelecidos por lei (Lei de Informática e Zona Franca de Manaus). O conceito de PPB é também utilizado como uma das contrapartidas para a obtenção de benefícios fiscais por parte das empresas fabricantes de bens de informática e automação no País;<br />
<br />
<strong class='bbc'>Quem pode se beneficiar com o PPB?</strong><br />
<br />
São beneficiadas as empresas que invistam em atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de tecnologias da informação e que produzam bens de informática, automação e telecomunicações atendendo ao Processo Produtivo Básico – PPB, definido pelo MDIC e MCT (art. 1º do Decr. nº 5.906/06).<br />
<br />
<strong class='bbc'>Qual é o principal benefício fiscal obtido através do PPB?</strong><br />
<br />
Isenção ou redução do IPI até 31/12/2019, para bens de Tecnologia da Informação (informática, automação e telecomunicações) produzidos em todas as regiões do País (exceto a Zona Franca de Manaus, que tem legislação específica), conforme previsto no arts. 3º e 4º do Decreto nº 5.906/06.<br />
<br />
<strong class='bbc'>Nas aquisições (internas ou externas) de insumos a serem aplicados na fabricação dos produtos beneficiados; O PPB dá algum benefício?</strong><br />
 <br />
SIM, haverá a suspensão do IPI na importação e compra local de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem. De acordo com o art. 29 da Lei nº 10.637/2002, alterado pela Lei nº 11.908/09, é suspenso o IPI na importação e na venda no País de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem quando importados ou adquiridos por estabelecimentos industriais fabricantes, preponderantemente, de bens beneficiados pela Lei nº 8.248/91.<br />
<br />
<strong class='bbc'>Tem mais benefícios?</strong><br />
<br />
Sim. a legislação prevê ainda, a preferência na aquisição de bens e serviços de informática e automação por órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta ou indireta (art. 3º da Lei nº 8.248/91).<br />
<br />
<strong class='bbc'>E na esfera Estadual, também existem benefícios às empresas que detém o PPB?</strong><br />
<br />
A grande maioria dos Estados, prevêm em suas legislações estaduais incentivos fiscais de ICMS às empresas detentoras de PPB. Como exemplo, vou cito o Estado de São Paulo, onde estão previstos três grandes benefícios. A Saber:<br />
<br />
Redução da base de cálculo do ICMS incidente nas saídas internas dos produtos da indústria de processamento eletrônico de dados fabricado por estabelecimento incentivado pela Lei nº. 8.248/91, de forma que a carga tributária (ICMS) corresponda a 7% (sete por cento). <strong class='bbc'>(Artigo 26 do Anexo II do RICMS):</strong> <br />
<br />
Diferimento do ICMS na saída interna de partes, peças e componentes, matérias-primas e matérias de embalagem com destino a estabelecimento beneficiário da Lei nº 8.248/91 e destinados exclusivamente à fabricação de produtos beneficiados.<strong class='bbc'>(Artigo 1º da Portaria CAT – 14 de 12/02/07 e Portaria CAT – 53 de 08/08/06):</strong> <br />
<br />
Diferimento do imposto incidente no desembaraço aduaneiro de partes, peças, componentes e matérias-primas importadas diretamente por beneficiário dos incentivos da Lei nº 8.248/91 e exclusivamente destinados à fabricação de produtos beneficiados. <strong class='bbc'>(Artigo 396-A do RICMS e Portaria CAT – 53 de 08/08/06):</strong> <br />
<br />
<strong class='bbc'>Mas, enfim, o quê então o Decreto nº 7.010/09 tem a ver com PPB e a tal Lei de Informática?   </strong><br />
<br />
Este novo Decreto amplia (e muito) a relação de produtos incentiváveis pela aplicação da Lei de Informática (Lei nº 8.248/91 alterada pelas Leis nº 10.176/01 e 11.077/04). <br />
Apenas como um exemplo desta ampliação, cito o caso dos “conversores estáticos” onde até 16.11.09 somente constavam na relação de produtos incentiváveis (Anexo I ao Decreto nº 5.906/06) apenas um tipo específico de conversor estático que eram os “Equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou "no break")...”/; A partir de agora (desde 17.11.09) passam a ser incentiváveis <strong class='bbc'>todos os conversores estáticos</strong> classificados nos subitens da sub-posição 8504.40  (EX: 85.04.40.10 – Carregadores  de acumuladores; 8504.40.90 – outros conversores estáticos, etc. ).<br />
<br />
Destacando que o caso citado acima como exemplo ("Conversores Estáticos") é apenas um exemplo da ampliação deste incentivo!!!   <br />
<br />
Para visualizarem o texto do Decreto nº 7.010/09 - que traz em seu Anexo único, a nova Relação de produtos incentiváveis pela Lei de Informática (Anexo I ao Decreto nº 5.906/06), acessem: <a href='http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7010.htm' class='bbc_url' title='Link externo' rel='nofollow external'>http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Decreto/D7010.htm</a><br />
<br />
Grande Abraço.]]></description>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:22:21 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/8054-lei-de-informatica-e-o-processo-produtivo-basico-ppb/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Quais são os produtos argentinos com licença para importação brasilera?</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/7965-quais-sao-os-produtos-argentinos-com-licenca-para-importacao-brasilera/</link>
		<description><![CDATA[Boa tarde<br />
<br />
Trabalho com Exportações de produtos alimentícios de Argentina para Brasil. Procuro a lista de produtos que necessitam de licença para ingresso no mercado brasilero. <br />
Onde posso encontrar?<br />
Obrigada desde ja!<br />
Saludos]]></description>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:20:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/7965-quais-sao-os-produtos-argentinos-com-licenca-para-importacao-brasilera/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Importações brasileiras sobem mais de 60% em 8 meses</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/7894-importacoes-brasileiras-sobem-mais-de-60-em-8-meses/</link>
		<description><![CDATA[<em class='bbc'>Com um real forte, o Brasil sofreu uma das maiores altas das importações entre as principais economias nos últimos oito meses. Os cálculos foram compilados pela Organização Mundial do Comércio (OMC), mas são baseados nos dados de cada governo. Em termos porcentuais, a expansão das importações no Brasil superou a da França, dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Alemanha e do Japão. <br />
<br />
      Entre o ponto mais baixo da recessão, que foi o mês de março, e outubro, as importações no Brasil aumentaram de US$ 8,2 bilhões para US$ 13,3 bilhões por mês. Em valores, outros países tiveram aumentos maiores. Mas, em porcentuais, a expansão foi de mais de 60%, uma das mais altas no período. Em porcentuais, apenas China e Índia tiveram aumentos mais expressivos entre as 15 maiores economias que tiveram seus dados compilados pela OMC. Entre março e outubro, as importações da Índia aumentaram 69%. Na China, elas chegaram a 70% de alta. <br />
<br />
      A desvalorização do dólar em relação ao real vem provocando um impacto na decisão de empresas na compra de insumos. O superávit na balança comercial também sofreu encolhimento importante. Entre março e outubro, as exportações do País passaram de US$ 9,6 bilhões para US$ 13,9 bilhões. A alta de importações, principalmente nos países emergentes, demonstra também a recuperação dessas economias e de seus mercados domésticos. Mas os volumes importados ainda estão bem abaixo dos meses pré-crise, em 2008. O Brasil, em agosto do ano passado, importou US$ 18 bilhões. <br />
      Fonte: Diário do Comércio/Edições Aduaneiras(site)  </em><br />
<br />
E o que vocês acham....<br />
<br />
 <img src='http://www.siscomex.com.br/public/style_emoticons/default/wink.png' class='bbc_emoticon' alt=';)' />]]></description>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:18:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/7894-importacoes-brasileiras-sobem-mais-de-60-em-8-meses/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Instalação do Siscomex</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/7295-instalacao-do-siscomex/</link>
		<description><![CDATA[Prezados,<br />
<br />
Prezados estou precisando instalar o software de Siscomex no meu PC. Para isso segundo tenho pesquisado precisaria de um emulador para a conectividade e do programa Siscomex Importações / Siscomex Exportações.<br />
<br />
Os sistemas que precisaria instalar são os seguintes:<br />
<br />
Siscomex<br />
Importação<br />
Transito<br />
<br />
Se alguém pode me ajudar com isso desde já agradeço,<br />
<br />
Atenciosamente,]]></description>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:23:08 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/7295-instalacao-do-siscomex/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Empresas querem recriar Mercosul</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/7220-empresas-querem-recriar-mercosul/</link>
		<description><![CDATA["O setor privado está "cansado" do Mercosul e pede a "reinvenção" do projeto de integração regional. Uma alternativa que volta a ganhar força é dar um passo atrás e transformar o bloco de união aduaneira em área de livre comércio. Na área de livre comércio, não existem tarifas entre os países. Por ser uma união aduaneira, o Mercosul tem que adotar também uma Tarifa Externa Comum (TEC) para importação de produtos de terceiros países e é obrigado a negociar acordos em conjunto. <br />
<br />
A mudança liberaria o Brasil para fechar, sozinho, acordos bilaterais como blocos importantes, como, por exemplo, a União Europeia, cujas negociações com o Mercosul serão retomadas na quarta-feira (4/11) em Lisboa. Para os empresários, o conflito com a Argentina - que paralisou caminhões na fronteira - e a entrada da Venezuela no Mercosul - que ficou mais próxima com a aprovação pela Comissão de Relações Exteriores do Senado - deixa o bloco mais fragilizado nas negociações. <br />
<br />
"Não podemos ficar amarrados ao protecionismo da Argentina. Sou a favor de dar um passo atrás e reinventar o Mercosul como área de livre comércio", defende o diretor de comércio exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Giannetti da Fonseca. "Que união aduaneira é essa? Está permitindo desvio de comércio para os chineses", diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Aguinaldo Silva. "Não é uma questão de desprezar o Mercosul, mas saber se funciona." <br />
<br />
O desvio de comércio a favor da China, provocado pelas licenças não automáticas da Argentina, foi a gota d'água para a paciência dos empresários. A avaliação é que o Brasil só fica com o ônus da união aduaneira, mas não aproveita os benefícios. A admissão da Venezuela é mais um fator que complica as negociações com outros países, porque o presidente Hugo Chávez é contra acordos bilaterais. Para Lúcia Maduro, economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Venezuela deixa o Mercosul mais "complexo" e "paralisado". <br />
<br />
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, também apoia a transformação do Mercosul em área de livre comércio. Os celulares estão sob ameaça de mais impostos na Argentina. "A indústria brasileira não tem solicitado o mesmo nível de proteção dos argentinos", disse. Um dos motivos que ajuda a explicar o desinteresse dos empresários pelo Mercosul é que o bloco perdeu importância nas exportações brasileiras, por conta das barreiras argentinas e da diversificação de clientes. Em 1998, Argentina, Uruguai e Paraguai absorviam 17,4% das vendas do Brasil. No ano passado, esse porcentual caiu para 11%. De janeiro a setembro, por conta da crise, estava em 9,3%. <br />
<br />
O presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Sérgio Amaral, ressalta que o momento das duas economias é de "profundo descompasso". Enquanto o Brasil atrai investimentos e acumula reservas, a Argentina enfrentar escassez de divisas. Para os empresários, o Mercosul chega mais fraco para a reunião com a UE. Uma das exigências dos europeus é a livre circulação de produtos no bloco, que está em risco com as licenças adotadas por Argentina e Brasil. Os argentinos bloquearam a última tentativa de acordo com a UE, ao resistir a abrir o mercado automotivo. O país também não apoiou a conclusão da Rodada Doha, da Organização Mundial de Comércio." <br />
<br />
 <br />
<br />
Fonte: Diário do Comércio/ADUANEIRAS <br />
<br />
RECRIAR NEM TANTO, MAS, REAVALIAR E RECONSTITUIR TUDO COM RELAÇÃO AO MERCOSUL, SIM.TEMOS DE SEMPRE NOS ATUALIZAR,RENOVAR...ACHO QUE O MERCOSUL TAMBÉM...<br />
 <img src='http://www.siscomex.com.br/public/style_emoticons/default/wink.png' class='bbc_emoticon' alt=';)' />]]></description>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:43:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/7220-empresas-querem-recriar-mercosul/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Camex aprova resoluções para alterar Imposto de Importação</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/7218-camex-aprova-resolucoes-para-alterar-imposto-de-importacao/</link>
		<description><![CDATA[<span class='bbc_underline'>Camex aprova resolu&#231;&#245;es para alterar Imposto de Importa&#231;&#227;o </span><br />
 <br />
A C&#226;mara de Com&#233;rcio Exterior (Camex) aprovou novas listas de ex-tarif&#225;rios para alterar o Imposto de Importa&#231;&#227;o. De acordo com a Resolu&#231;&#227;o n&#186; 60, a al&#237;quota ad valorem do Imposto de Importa&#231;&#227;o do destaque &#147;Ex 001 - Para fabrica&#231;&#227;o de detergentes em p&#243; por secagem em torre spray e por dry mix&#148;, classificado no item 2833.11.10 (sulfato diss&#243;dico anidro), foi alterada para 2%, observada a quota global de 650 mil toneladas, por um per&#237;odo de 12 meses. <br />
<br />
J&#225; as Resolu&#231;&#245;es n&#186;s 61 e 62 alteram para 2%, at&#233; 31/12/10, as al&#237;quotas ad valorem do Imposto de Importa&#231;&#227;o incidentes sobre bens de capital, de inform&#225;tica e de telecomunica&#231;&#227;o.<br />
<br />
Segundo nota divulgada pelo Minist&#233;rio do Desenvolvimento, Ind&#250;stria e Com&#233;rcio Exterior foram inclu&#237;dos 170 novos produtos beneficiados pelo regime de ex-tarif&#225;rios. A rela&#231;&#227;o contempla 155 bens simples e sete sistemas integrados de bens de capital (BK) e oito de bens de inform&#225;tica e telecomunica&#231;&#227;o (BIT). <br />
<br />
Al&#233;m de alterar a al&#237;quota do imposto, a Resolu&#231;&#227;o n&#186; 62 promove atualiza&#231;&#227;o na reda&#231;&#227;o de ex-tarif&#225;rios aprovados anteriormente por outras resolu&#231;&#245;es. Os normativos foram publicados no Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o de hoje (29/10).<br />
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Fonte: Aduaneiras<br />
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 <img src='http://www.siscomex.com.br/public/style_emoticons/default/wink.png' class='bbc_emoticon' alt=';)' />]]></description>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:36:15 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/7218-camex-aprova-resolucoes-para-alterar-imposto-de-importacao/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>globalização e comercio exterior.</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/7042-globalizacao-e-comercio-exterior/</link>
		<description>-  O que é globalização no ambiente do comércio exterior? Como isso interfere nas atividades de comércio interno e no nosso dia-a-dia?</description>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:08:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/7042-globalizacao-e-comercio-exterior/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Saída às exportações: desoneração de tributos</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/6978-saida-as-exportacoes-desoneracao-de-tributos/</link>
		<description><![CDATA[<strong class='bbc'>"As exportações precisam passar por um processo urgente de desoneração tributária para aumentar a competitividade do Brasil no exterior e, ainda, criar mais empregos e renda no mercado interno. Os preços de venda dos produtos brasileiros exportados são onerados em toda a sua cadeia por tributos diretos e indiretos. Para compensar esses pesados tributos é necessário um mecanismo especial para ressarcir as empresas, já que os atuais créditos tributários recolhidos nas exportações não estão sendo repassados aos exportadores. <br />
<br />
Essas foram as principais conclusões do seminário "Desoneração Tributária das Exportações: um apelo por competitividade", realizado ontem na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O evento foi dividido em dois debates com especialistas em tributação e representantes da indústria brasileira. Todos os participantes ressaltaram que essas medidas devem ser tomadas urgentemente, já que as exportações foram muito afetadas pela crise internacional, desde setembro de 2008. Os debatedores foram unânimes ao criticar o modelo de ressarcimento, já que a compensação tributária prometida pelo governo federal nem sempre ocorre. <br />
<br />
O primeiro painel, intitulado "Os Tributos Federais e a Competitividade das Exportações", foi mediado por Roberto Gianetti da Fonseca, diretor titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp. Segundo ele, o tema é importante e a questão ainda não foi satisfatoriamente resolvida, em razão do desinteresse e ambição fiscalista de alguns governos. Giannetti da Fonseca lembrou que as dificuldades do setor com a tributação começaram na década de 60, quando o País deu início ao aumento das exportações de produtos manufaturados. E explicou que, na época, o ministro Antonio Delfim Netto introduziu um mecanismo de reembolso do imposto sobre exportações, para que os preços dos itens exportados fossem competitivos. Com isso, o País pôde atravessar os dois choques internacionais do petróleo, durante a década de 70. <br />
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Já nos anos 80, de acordo com Giannetti, com a crise financeira e a moratória, houve a adoção de incentivos às exportações e a medida ajudou o País a atravessar esse período. Disse que, em 1995, a exportação brasileira correspondia a 1,5% do comércio mundial e, em 1999, caiu para 0,7%. <br />
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Diante desses números, os participantes do primeiro debate reforçaram a necessidade de se criar mecanismos de desoneração do setor exportador sem que se criem privilégios. <br />
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De acordo com números oficiais do governo federal, a carga tributária atingiu 36,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2008, enquanto na Índia, em igual período, esse volume chegou a 34% do produto. <br />
<br />
Giannetti ressaltou que, em 2008, o governo arrecadou com Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) um total de R$ 219,6 bilhões. O número é altíssimo, disse ele, se for levado em conta que as exportações industriais totais brasileiras atingiram, segundo a Receita Federal, em igual período, R$ 219,7 bilhões, ou seja, praticamente o mesmo montante. <br />
<br />
Por isso, disse Giannetti, os exportadores estão pedindo a imunidade tributária. Ele lembrou que, segundo a Constituição, imposto sobre produtos industrializados não deverá incidir sobre os manufaturados destinados à exportação, e que essa desoneração tributária não é considerada subsídio pela Organização Mundial do Comércio (OMC). <br />
<br />
De acordo ainda com Giannetti, em uma pesquisa realizada pela Fiesp com 300 empresários envolvidos com o setor de exportação, 80% deles declararam que consideram muito grave a acumulação de créditos relativos à exportação na esfera federal. <br />
<br />
Ainda no primeiro painel, Heleno Torres, professor de Direito Tributário da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que, nas discussões com parlamentares sobre desoneração das exportações, há uma distancia enorme entre a atual realidade da retenção de créditos e o que o Congresso Nacional preconiza sobre o assunto. Heleno Torres acrescentou que os atuais US$ 200 bilhões exportados pelo Brasil poderiam dobrar de valor, caso o modelo não se mostrasse um inibidor das vendas externas."</strong> <br />
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Fonte: Diário do Comércio/Aduaneiras.com.br<br />
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Isso aí tem que dar apoio aos exportadores!!!!<br />
A economia poderia aumentar e muitos outros setores serem beneficiados!!!(Dedico aos meus clientes exportadores que não veem a hora do governo reagir a favor deles!!!)<br />
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<img src='http://www.siscomex.com.br/public/style_emoticons/default/wink.png' class='bbc_emoticon' alt=';)' />]]></description>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 16:43:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/6978-saida-as-exportacoes-desoneracao-de-tributos/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Brasil inicia retaliações contra a Argentina</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/6909-brasil-inicia-retaliacoes-contra-a-argentina/</link>
		<description><![CDATA[<span style='font-family: Century Gothic'><span style='font-size: 12px;'>Na minha opini&#227;o, demorou para o Brasil tomar uma atitude contra essa decis&#227;o do governo argentino!</span></span><br />
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<p class='citation'>Quote</p><div class="blockquote"><div class='quote'><span class='bbc_underline'><strong class='bbc'>Brasil inicia retalia&#231;&#245;es contra a Argentina </strong></span><br />
Ap&#243;s ter divulgado medidas de combate as imposi&#231;&#245;es argentinas, como o fim das licen&#231;as autom&#225;ticas para entrada de produtos argentinos no Pa&#237;s, o Minist&#233;rio do Desenvolvimento estuda ampliar o prazo de dois para quatro anos das empresas que utilizaram o incentivo do drawback para as exporta&#231;&#245;es de produtos ao pa&#237;s vizinho. A medida tem como objetivo diminuir os preju&#237;zos dos empres&#225;rios brasileiros que tinham o comprometimento de ind&#250;strias argentinas para a compra de seus produtos, e que com a crise financeira cancelaram os pedidos ou foram impedidas pelo Governo argentino de conclu&#237;rem as negocia&#231;&#245;es.<br />
<br />
De acordo com a analista de com&#233;rcio exterior do MDIC, T&#226;nia Fittipaldi Magalh&#227;es, as empresas brasileiras que compraram materiais no mercado internacional, por meio da isen&#231;&#227;o de tarifas e impostos do drawback, para compor seus produtos, e assim, atender a demanda de pedidos argentinos, correm o risco inclusive de falir caso tenham que pagar o valor do reajuste da tributa&#231;&#227;o por n&#227;o embarcarem os produtos no prazo de dois anos.<br />
<br />
"As empresas teriam dois anos para exportar essas mercadorias, contudo, como a Argentina fechou as portas para ind&#250;strias brasileiras e colocou barreiras de importa&#231;&#227;o, muitas empresas n&#227;o ter&#227;o como atender o prazo e exportar seus produtos. Por isso, o MDIC estendeu para mais um ano o prazo desses contratos e estuda adicionar mais um ano ao tempo limite para a venda dos produtos ao exterior", disse.<br />
<br />
Para o secret&#225;rio de com&#233;rcio exterior do MDIC, Welber Barral, o drawback &#233; um meio de incentivar as ind&#250;strias brasileiras a comercializar seus produtos com outros pa&#237;ses, quando o benef&#237;cio pode ser revertido em danos aos exportadores a fun&#231;&#227;o do MDIC &#233; de auxili&#225;-los, de forma que n&#227;o haja preju&#237;zo.<br />
<br />
"O incentivo do drawback, em todas as suas divis&#245;es [Suspens&#227;o, Intermedi&#225;rio e Verde Amarelo], &#233; para elevar o com&#233;rcio exterior, auxiliar as empresas a disseminarem suas marcas e melhorar a situa&#231;&#227;o financeira do setor produtivo do Brasil. Quando ocorre algo que possa prejudicar as empresas, o governo tem por obriga&#231;&#227;o analisar e encontrar maneiras que revertam o quadro em quest&#227;o", enfatizou Barral.<br />
<br />
Outro modo de beneficiar a ind&#250;stria exportadora foi a decis&#227;o, na &#250;ltima semana, de enfrentar as imposi&#231;&#245;es argentinas. O governo informou que colocaria licen&#231;as n&#227;o autom&#225;ticas de importa&#231;&#227;o para v&#225;rios produtos vindos da Argentina. A medida foi tomada como retalia&#231;&#227;o ao governo argentino que imp&#245;e, h&#225; mais de um ano, licen&#231;as n&#227;o autom&#225;ticas para produtos brasileiros e percentuais de produtos e servi&#231;os do Brasil que devem entrar no pa&#237;s, prejudicando assim, os exportadores brasileiros.<br />
<br />
No dia 13 deste m&#234;s entrou em vigor a lei 12.058 que estende as vantagens para do Drawback Integrado para as micro e pequenas empresas, que antes n&#227;o poderiam usufruir do benef&#237;cio.<br />
<br />
"As MPEs antes n&#227;o tinham a suspens&#227;o e isen&#231;&#227;o de tributos na compra de mat&#233;ria-prima para a fabrica&#231;&#227;o de seus produtos que eram vendidos para o exterior. Este fato, fazia com que perdessem a competitividade diante do mercado brasileiro e internacional, agora, qualquer empresa do Brasil poder&#225; ter o benef&#237;cio e a redu&#231;&#227;o do pre&#231;o nos produtos exportados", relatou Fittipaldi.<br />
<br />
"O sistema de preenchimento para solicita&#231;&#227;o do drawback, denominado Siscomex estar&#225; adaptado em 30 dias, contudo as empresas j&#225; podem fazer as requisi&#231;&#245;es por meio n&#227;o eletr&#244;nico e aproveitar as novas vantagens", declarou Barral.<br />
<br />
Segundo informa&#231;&#245;es da Rais (Rela&#231;&#227;o Anual de informa&#231;&#245;es sociais) o Brasil conta com mais de 6,8 milh&#245;es de micro e pequenas empresas, divididas entre os setores: comercial (44%), servi&#231;os (38,6%), industrial (12,1%) e agricultura (5,3%), que com a nova lei, poder&#227;o utilizar do benef&#237;cio .<br />
<br />
"Quando h&#225; crescimento econ&#244;mico aliado a um ambiente institucional est&#225;vel, h&#225; maior sensa&#231;&#227;o de previsibilidade, o planejamento se torna menos dif&#237;cil e o empreendedor se sente mais confiante em investir", afirmou Ricardo Tortorella, superintendente do Sebrae.<br />
<br />
Para Reinaldo Annicchino, dono da Cacha&#231;a do Rei, a nova lei adotada pelo governo &#233; muito positiva para as MPEs, pois facilita a redu&#231;&#227;o do pre&#231;o dos produtos que, pelo tamanho das produ&#231;&#245;es, n&#227;o conseguem competir com grandes ind&#250;strias nacionais no mercado internacional.<br />
<br />
"Podemos agora comprar embalagens no exterior, e n&#227;o termos que pagar os impostos no produto final que ser&#225; vendido ao exterior, possibilitando assim que nosso produto seja acess&#237;vel para compradores mundiais".<br />
<br />
FONTE: <em class='bbc'>NEWSCOMEX</em></div></div>]]></description>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 18:53:07 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/6909-brasil-inicia-retaliacoes-contra-a-argentina/</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Receita identifica lavagem com aluguel de CNPJ</title>
		<link>http://www.siscomex.com.br/topic/6780-receita-identifica-lavagem-com-aluguel-de-cnpj/</link>
		<description><![CDATA[Abaixo matéria publicada no jornal Valor Economico em 21.10.09. O recado aí (entenda-se da Receita Federal) é "Estamos de olho!!" <br />
<br />
<strong class='bbc'>Receita identifica lavagem com aluguel de CNPJ </strong>   <br />
<em class='bbc'>Valor Econômico - Qua, 21 de Outubro de 2009 11:38  <br />
Cristine Prestes, de São Paulo</em><br />
<br />
Uma nova técnica de lavagem de dinheiro foi detectada pela Receita Federal do Brasil: o "aluguel" de CNPJ por empresas de fachada que importam mercadorias sem que tenham como comprovar a origem dos recursos desembolsados por elas. A superintendência paulista do fisco já encontrou 15 casos de suspeita de lavagem com o uso de CNPJs alugados.<br />
<br />
No Estado de São Paulo, somente neste ano, a Receita já enviou ao Ministério Público Federal 1.527 comunicados - as chamadas "representações fiscais para fins penais" - sobre suspeitas de crime em operações de comércio exterior, como contrabando, descaminho ou lavagem de dinheiro. Desse total, de 10% a 15% envolvem lavagem - e é nesses que se insere a prática de aluguel de CNPJs.<br />
<br />
O aluguel de CNPJ serve para que uma pessoa física ou empresa insira na economia formal dinheiro proveniente de um crime - como tráfico de drogas, corrupção ou terrorismo - por meio da importação de mercadorias sem despertar a atenção da fiscalização. Isso porque uma empresa sem tradição em operações de comércio exterior ou recém-criada pode levantar suspeitas e levar o fisco a investigá-la. Assim, ela aluga o CNPJ de uma companhia que tenha autorização da Receita Federal para importar mercadorias.<br />
<br />
De acordo com o novo superintendente da Receita Federal em São Paulo, José Guilherme Antunes de Vasconcelos, que assumiu o posto no mês passado, em geral o CNPJ alugado é de empresas estabelecidas já há algum tempo e que tradicionalmente operam no comércio exterior. <strong class='bbc'>"Houve um caso de um diretor da empresa que garantiu não ter conhecimento de que o CNPJ da companhia havia sido alugado", </strong>conta. Segundo ele, é possível que um funcionário, por exemplo, alugue o CNPJ sem que seus superiores tenham conhecimento disso. Em um outro caso encontrado pelo fisco paulista, o aluguel do CNPJ de uma empresa foi identificado porque, contumaz importadora de roupas, ela havia trazido do exterior uma carga de produtos eletrônicos de alto valor.<br />
<br />
Essa é justamente uma das formas utilizadas pelo fisco para identificar a prática: o monitoramento da empresa importadora. A partir do cruzamento de dados é possível identificar se a empresa possui capacidade econômico-financeira que suporte a operação de importação, se o produto trazido ao Brasil condiz com suas atividades e se a quantidade importada segue o padrão das operações feitas normalmente. Caso contrário, a empresa é chamada a explicar a origem dos recursos gastos na compra da mercadoria. No caso da importadora de roupas, diante da apreensão dos produtos eletrônicos trazidos ao país, a empresa sequer se manifestou em um prazo de 60 dias quando chamada pelo fisco, o que o levou a determinar o chamado "perdimento da mercadoria" e a encaminhar o caso ao Ministério Público Federal.<br />
<br />
O primeiro caso de aluguel de CNPJ em São Paulo foi identificado em 2005 e, de lá para cá, se tornou um dos focos de atenção do fisco. Além disso, o rito de acompanhamento das importações, de acordo com Vasconcelos, foi aperfeiçoado em março do ano passado, quando entrou em funcionamento o Siscomex Carga. O sistema permite que o fisco receba dos armadores, durante o trajeto dos navios, as informações sobre as mercadorias que atracarão nos portos brasileiros. Com esses dados em mãos 24 horas antes do desembarque, a Receita cruza dados e faz a análise de risco das importações com antecedência, o que permite que na chegada das embarcações os fiscais já saibam quais são as importações suspeitas.<br />
<br />
O uso do novo sistema já surtiu efeitos no controle e punição de crimes em operações de importação. <strong class='bbc'>A quantidade de representações enviadas ao Ministério Público aumentou desde que o Siscomex Carga entrou em vigor, segundo Vasconcelos.</strong> "E somente em Santos as representações ao Ministério Público já aumentam 20% ao ano, normalmente", diz. "É recorde em cima de recorde."<br />
<br />
<strong class='bbc'>No Porto de Santos, que responde por 28% das operações de comércio exterior brasileiras, houve um incremento de 108% nas apreensões de mercadorias desde o ano passado.</strong> Essas apreensões, no entanto, referem-se não apenas aos casos de suspeita de lavagem de dinheiro, enquadrados na chamada "interposição fraudulenta" - quando há ocultação do verdadeiro importador da mercadoria. Nas estatísticas estão incluídas também as apreensões de produtos falsificados e de casos em que a declaração aduaneira não confere com a mercadoria importada.<br />
<br />
Nem sempre o uso de um CNPJ que não seja o do real importador da mercadoria se trata de lavagem de dinheiro - que ocorre apenas quando o importador não consegue comprovar a origem lícita do dinheiro pago pelos produtos trazidos ao país. De acordo com Felippe Alexandre Ramos Breda, advogado associado da área aduaneira do escritório Emerenciano, Baggio e Associados - Advogados, há casos em que empresas utilizam CNPJs de outras em operações de comércio exterior por não terem autorização para importar - como no caso de não terem armazéns ou pelo não cumprimento de alguma formalidade. Ainda assim, segundo o advogado, diante da ocultação do importador, tanto ele quanto a empresa que "empresta" seu CNPJ estão sujeitas a sanções. A primeira perde a mercadoria, apreendida pela Receita Federal, e a segunda é alvo de multa. Autuações desse tipo vêm aumentando nos últimos anos. "Hoje as importações são extremamente fiscalizadas", afirma Breda.<br />
<br />
O uso de operações de importação de mercadorias para lavar dinheiro não é novidade no mundo. Mas, desde 2001, com o ataque terrorista aos Estados Unidos, os países vem sofisticando os mecanismos de controle na entrada de produtos vindos do exterior em seus territórios. "A legislação aduaneira internacional se tornou mais robusta após o 11 de setembro", diz Vasconcelos.]]></description>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 22:20:05 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.siscomex.com.br/topic/6780-receita-identifica-lavagem-com-aluguel-de-cnpj/</guid>
	</item>
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