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Encontrado 150 registros

  1. Olá amigos do Fórum, estou iniciando minhas atividades como importador, acabo de me habilitar no RADAR. já sei em qual nicho e produtos irei trabalhar, já entrei em contato com o fornecedor chines e acertamos os detalhes. Porém como eu pedi para o fornecedor personalizar alguns detalhes para mim em relação ao produto original, como cor, textura, logo e etc., eu pedi para ele me enviar via courier (DHL) 30 pcs do produto para eu checar como ficou cada personalização. até aí tudo bem..... Porém, ele me disse que a DHL não podia me enviar a mercadoria para o Brasil porque o produto possuía bateria e a courier não envia esse tipo de mercadoria. A solução dada pelo chinês foi o envio dos produtos via EMS.... Mas me surgiram dúvidas, e assim eu vim aqui pedir a ajuda de vocês para me ajudar a responde-las, então vamos lá: 1-Eu posso receber amostras no brasil via ems? ou seja os correios tem esse tipo de serviço? pergunto isso, pois todas as vzs que escuto falar em importação de mercadorias eu escuto falar em empresas de courier e não nos correios/EMS... 2-Como irá ocorrer o desembaraço dessa mercadoria, será por meio do importa fácil utilizando uma DSI? ou será um desembaraço mais simples por meio da nota de tributação simplificada chamada de NTS? pergunto isso, pois sei que a NTS só pode ser usada quando a natureza da mercadoria não é comercial, o que teoricamente iria incluir amostras. porém como sou empresa não sei se poderia me beneficiar do uso da NTS.... 3-Como o pessoal da Receita Federal classifica uma mercadoria como sendo amostras ou para revenda quando é utilizado os correios? sei que quando é utilizado a courier isso ocorre logo no início do desembaraço e a courier não não pode interferir na classificação da receita, também é dessa forma quando se trata dos correios? Obrigado pela colaboração de todos vocês amigos, espero que juntos possamos acabar com essas dúvidas. Abraço a todos!
  2. Prezados, Tenho um MEI e fiz a habilitação no radar siscomex sem problemas. Foi deferido e estou autorizado a usar o siscomex importação. Mas como é minha primeira vez e meu capital é pequeno para pagar despachantes, tenho algumas duvidas em relação aos procedimentos. Vou importar do Paraguay e vou trazer as mercadorias no meu próprio veiculo. Eu preciso somente fazer a DI ou DSI? Qual seria melhor para importação ate U$ 3.000,00, DI ou DSI? Ela é feita antes de eu entrar no país com a mercadoria? Devo apresentar algum documento a Duana de fronteira? Existe algum material didático para preenchimento da DI?
  3. Tenho uma empresa de comércio de artigos esportivos, voltada para o tiro esportivo e para o Airsoft. Estamos tirando no registro no exército, o famoso CR, e nele vamos apostilar a atividade de importação de pressão, visando importar Arma de Pressão de Airsoft, no entanto não entendo praticamente nada de importação e por ser algo bem especifico que sempre passa pelo canal vermelho, gostaria de auxilio e indicação de despachantes que já trabalhem com importação desse tipo de material.
  4. Prezados/as, Ao estudar sobre a legislação do Imposto de Importação, compreendi que existem três formas de se cobrar o imposto: Ad Valorem, Específica, e Mista. Sei que é possível consultar as tarifas Ad Valorem verificando a Tabela da TEC, disponível no site do MDIC. Porém, não encontrei em lugar algum como verificar se há a incidência de algum imposto cobrado de forma específica, com base na quantidade, peso, volume, etc. Sei que algumas resoluções da CAMEX versam sobre o imposto para alguns produtos, mas há algum local que contenha a relação dos produtos que são taxados de forma "específica"? E há algum outro instrumento legal que também possa definir que a cobrança será de modo "específico" em vez de (ou em conjunto com) a forma "Ad Valorem", além das resoluções da CAMEX? Até o momento, verificar todas as resoluções da CAMEX para saber se há alguma que possa definir essa cobrança de modo específico é a única forma que encontrei. Obrigado, Felipe
  5. Olá, realizei uma importação de matéria-prima de um fornecedor alemão. Porém recebi uma fatura comercial emitida pelo fabricante da matéria prima para realização de pagamento, assim não foi emitida pelo fornecedor. Como proceder para a realização do pagamento?
  6. Prezados/as, Ao estudar sobre a legislação do Imposto de Importação, compreendi que existem três formas de se cobrar o imposto: Ad Valorem, Específica, e Mista. Sei que é possível consultar as tarifas Ad Valorem verificando a Tabela da TEC, disponível no site do MDIC. Porém, não encontrei em lugar algum como verificar se há a incidência de algum imposto cobrado de forma específica, com base na quantidade, peso, volume, etc. Sei que algumas resoluções da CAMEX versam sobre o imposto para alguns produtos, mas há algum local que contenha a relação dos produtos que são taxados de forma "específica"? E há algum outro instrumento legal que também possa definir que a cobrança será de modo "específico" em vez de (ou em conjunto com) a forma "Ad Valorem", além das resoluções da CAMEX? Até o momento, verificar todas as resoluções da CAMEX para saber se há alguma que possa definir essa cobrança de modo específico é a única forma que encontrei. Obrigado, Felipe
  7. Olá trabalho com Rastreamento Veicular, onde compro meus equipamentos no Aliexpress como PF, mais devido a demora dos correios gostaria de começar a importar como PJ, sou MEI mais ainda não tenho RADAR, quero importar quantidade de 50pcs a 100pcs. NCM: 8526.91.00, sei que ele tem anuência do DECEX, agora gostaria de saber se eu precisarei HOMOLOGAR junto a ANATEL antes de importar esse produto para não ter a mercadoria apreendida, informo desde já que não quero revender o produto com emissão de Nota Fiscal, pois minha empresa vende o equipamento com o serviço de instalação incluso somente para minha Cidade. Sei também que não posso utilizar o IMPORTA FÁCIL porque ele tem anuência do DECEX e os correios não fazem a nacionalização da mercadoria. Pretendo trazer mercadoria por DHL por ser mais rápido, e quando chegar aqui uma empresa faria o desembaraço. Penso em DHL por ser mais rápido, ou vocês indicam outra modalidade mais barata. Alguém poderia me passar uma simulação de custos, pois gostaria de saber qual o valor dos impostos que terei que pagar sobre esse produto. Cálculo rápido: 50pc x USD18,00 = USD 900. Alguém poderia esclarecer essas minhas dúvidas. Desde já agradeço, Eduardo Lima
  8. Olá pessoal. Sou funcionário público e gostaria de ter um negócio próprio na internet, gostaria de importar da Nova Zelândia um mel e produtos produzidos a partir dele (cremes para pele, própolis, biscoito, pólen etc). Não tenho a menor experiência e gostaria de saber o seguinte: 1) vcs. acham que o negócio é viável, pois é um produto que lá já é caro, além disso tem que ter uma licença especial do Ministério da Agricultura; 2) se viável for, qual seria melhor maneira de fazer tal importação, uma vez que eu não tenho muito capital de investimento e gostaria de começar de vagar, testando sua aceitação para então investir uma grana maior; 3) como seriam os trâmites por aqui; Obrigado. Claudio.
  9. Ola, Eu gostaria de saber o valor mínimo da nota que deve ser apresentada no Brasil, do valor do produto no caso a vodka, por exemplo se eu comprar a vodka em outro pais por U$ 1,00 dolar, qual o valor MIinimo que devo apresentar no Brasil?
  10. Olá! Desejo abrir uma loja online que venda maquiagem e acessórios de maquiagem (pincéis, cílios, etc). Meus fornecedores seriam do Alibaba. Pesquisei muito no fórum e em outros sites e obtive muitas respostas, mas ainda restaram algumas dúvidas que não consegui total esclarecimento através do fórum. Minhas encomendas não ultrapassariam de USD$500 cada, nem chegariam a USD$1000/mensais. Minha intenção é abrir um MEI. As dúvidas são as seguintes: 1 - Como meus pedidos são pequenos, qual seria o melhor método para importar? Achei o Importa Fácil desvantagem por não aceitar courrier e ter um tempo de entrega demasiadamente longo. Eu optei por encomenda expressa justamente pelo prazo curto. Alguns produtos de menor valor e menor pressa talvez até compense passar pelo IF, mas a maioria não. Li que RADAR e SECOMEX é desvantagem para pequenos pedidos, uma vez que as taxas são muito altas e existe a necessidade de despachante (no meu caso, que não me arriscaria a pagar multas), inviabilizando o comércio. Sendo assim, gostaria de uma sugestão de qual caminho eu deveria tomar nesse sentido. 2 - Se eu vender maquiagem (paletas de sombra e corretivos, por exemplo), precisaria passar pela ANVISA? Quais seriam os custos desse processo? Obrigada!
  11. Boa Tarde!!! Distribuidora de Combustíveis com atuação em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul , , procura importadora com vasta experiência na área, para importação de combustíveis. Temos interesse na importação de Gasolina e Diesel. Contato: Marcio 011 94739-05-27 ou email: m.boneti@hotmail.com .
  12. CURSO PRESENCIAL (Limeira/SP) Dias 29/04, 06/05, 20/05, 27/05 e 03/06 - SÁBADOS Início: 08hs - Término: 17hs Carga horária total: 36 horas INTENSIVO EM COMÉRCIO EXTERIOR Objetivo: Capacitar o aluno interessado em atuar ou que já atua no mercado internacional, proporcionando-lhe conhecimento dos procedimentos e rotinas utilizados nas operações de Exportação e Importação, dede o início das negociações internacionais até o embarque efetivo da mercadoria e/ou recebimento do bem provindo do exterior. Público Alvo: Empresários, Administradores de Empresas, Vendedores, Compradores, Contadores, Estudantes de Comércio Exterior, Administração, Ciências Contábeis e Logística. Programa do Curso: Cenário do Comércio Exterior no Brasil Estruturas do Comércio Exterior Brasileiro Órgãos anuentes e gestores Habilitação RADAR e suas modalidades Internacionalização da empresa e acesso aos mercados internacionais. Pesquisa e Desenvolvimento de Fornecedores Pesquisa e Desenvolvimento de Compradores Documentos no Comércio Exterior Formas de pagamentos no Comércio Exterior Câmbio Formação de preços na Exportação Tributos na exportação Incoterms 2010 Tributos na Importação: II, IPI, Pis, Cofins e ICMS Financiamentos na Exportação Financiamentos na Importação. Certificação de origem e suas finalidades Regimes aduaneiros especiais na Exportação e Importação Drawback Barreiras e restrições à exportação e importação Desembaraço aduaneiro Canais de Parametrização Roteiro de Exportação e Importação Classificação Fiscal de Mercadorias Modais & Logística Internacional Tipos de Contêineres e embarques (FCL e LCL) Embalagens no Comércio Internacional Seguro Internacional Cálculo de Nacionalização / Custos na Importação Conferência Física da Mercadoria Valoração Aduaneira Envio e Recebimento de Amostras Dumping / Antidumping Marinha Mercante Demurrage LOCAL: Excellent Global (Limeira/SP) Rua Boa Morte, 961 Centro INSCRIÇÕES ABERTAS Contato: atendimento@excellentgloballimeira.com.br (19) 3441-6404 (19) 98177-1559 Contato: Grace Kelly VAGAS LIMITADAS!
  13. Nós somos a AGILIS Importação: apesar dos desafios, você tem alguns caminhos para fazer isso. Nós acreditamos que comércio exterior pode transformar o país e o mundo. Por isso oferecemos soluções completas de importação e exportação e apoio em todos os momentos do processo. São 15 anos de experiência que garantem o conhecimento, e dão a credibilidade e agilidade que você procura. Para importar ou exportar, pode ficar tranquilo. Com a Agilis todo porto é seguro. Levamos ao mercado soluções práticas e personalizadas, de quem vivencia o dia a dia das operações, otimizando processos, reduzindo riscos, aumentando a a lucratividade, preocupando-se com a cultura e a forma de fazer negócio de cada cliente. Quer importar da China ou EUA? Precisa registar sua empresa no FDA? Já pensou em visitar uma feira na China, sem sair de casa? Planilha de simulação de custos de importação. Conheça mais os nossos serviços em www.agilisbrasil.com.br
  14. Boa Noite a Todos! Venho lendo a algum tempo o fórum, mas ainda persiste algumas dúvidas; Caso alguém tenha uma explanação agradeço muito. 1. Sobre a possibilidade de habilitação no Radar, em imóvel residencial para um MEI (O imóvel não está em meu nome, e o zoneamento é misto) 2. Irei importar Placas de Circuito Impresso (NCM 8517.70.10) e auto-falantes (NCM 8518.21.00 - Pude ver que incide antidumping quando da China), é válida a importação por Courier/RTS? Seria interessante no meu caso pois seriam pequenas caixas e menor burocracia, acredito. Estas mercadorias irão ser utilizadas como matéria-prima para a produção de eletrônico. Obrigado Fábio C. Vicentin
  15. Boa tarde, Preciso saber como trazer equipamentos do Chile para o Brasil. Mais precisamente de Santiago para São Paulo, capital. Minhas pesquisas pelo google acabaram me deixando mais confusa, do que ajudando de fato. A minha mercadoria cabe toda em um container e tem o peso de aproximadamente 1.000 à 1.500 kg. Se trata de materiais e estruturas de metal e madeira, e alguns motores. Não tenho prazo nenhum para a mercadoria, só preciso traze-la. Obrigada
  16. Prezados colegas, boa tarde, Após rodar pelo Fórum, achei diversos tópicos interessantes, porém não vi nenhuma citação de dúvidas sobre operações de câmbio. Visto que o câmbio representa um grande percentual nos lucros ou prejuízos das operações de comércio exterior, acredito que possamos contribuir positivamente para vossas operações de importação e/ou exportação. Desta forma, venho por meio deste tópico divulgar a B&T Corretora de Câmbio que, hoje, se encontra como a maior corretora do Brasil, contando com um know-how de mais de 23 anos no mercado. Somos espetas em operações de câmbio de até USD 100.000,00, por contrato, dessa forma, oferecemos custos mais baixos que os bancos e um serviço muito mais personalizado. Eu e minha equipe nos mantemos à disposição para ajudar no que for preciso. Caso haja alguma dúvida, não hesite em nos contatar. Pedro Saboya – Comercial - +55 21.3219-1041 comercial@btcorretora.com.br pedro.saboya@btcorretora.com.br skype: pedro.saboya_1
  17. Para importar é Preciso entender Varias Técnica, e algumas delas Você Não Encontra Fácil na internet, quem sabe Não espoem EM Dicas. Mais falo de hum Treinamento Que LHE proporciona Grandes Benefícios na Importação ... Leia this article Porem se that rápido Você Precisa de dica Para importar.
  18. A IMM, empresa chinesa, vende produtos importados diretamente da China para consumidores brasileiros através de plataformas nacionais como Extra, CasasBahia e PontoFrio. Caso queiram saber mais ou se tiverem interesse em adquirir produtos internacionais, posso fornecer o link da loja (marketplace) nas diversas plataformas.
  19. Boa Tarde Estamos importando uma maquina para o nosso ativo através da DHL não vai ter DI, tenho que dar entrada nesse ativo através de nota de ATIVO CFOP 3551. não sei como proceder nesse caso..
  20. - Superávit comercial soma US$ 23,6 bilhões e bate recorde Com US$ 90,237 bilhões em vendas ao exterior e US$ 66,602 bilhões em importações, a balança comercial brasileira fechou o primeiro semestre com superávit de US$ 23,635 bilhões, maior valor na série histórica, iniciada em 1989 – o recorde era de 2007. Os resultados foram divulgados na tarde de 01/07 pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. No entanto, com os altos e baixos do dólar, a situação fica indefinida de como será fechada a balança para o final deste ano, pois a queda do dólar começa a ameaçar as exportações. - Dólar x Exportações Brasileiras O dólar em baixa ameaça a boa fase das exportações brasileiras, mas pode ter um efeito colateral benéfico para a economia em recessão, avaliam economistas ouvidos pelo G1. Mesmo que uma queda mais profunda leve a balança comercial de volta ao vermelho, ela pode ser um remédio contra a inflação – num momento em que os juros perderam a eficácia no controle dos preços. Na última semana, o dólar bateu o menor patamar em quase um ano frente ao real, confirmando a mudança de rota após ter subido 48% no ano passado. A moeda dos Estados Unidos recuou 18% no 1º semestre e teve em junho a maior alta mensal desde abril de 2003.Mesmo com essa queda, o dólar está longe de alcançar patamares de dois anos atrás. Em julho de 2014, ele era vendido por volta de R$ 2,20. Segundo economistas, a moeda norte-americana acima de R$ 3 ainda garante o saldo da balança comercial e ajuda a proteger a indústria nacional da concorrência de fora – mas esse cenário pode mudar se o dólar continuar caindo. “A balança comercial ainda é sustentável neste patamar [dólar acima de R$ 3]. Mas é preciso encontrar a cotação ideal para o país continuar exportando e ao mesmo tempo ter uma inflação mais controlada”, afirma o economista Alexandre Wolwacz, sócio-fundador do Grupo L&S. Mesmo com a desvalorização de 11% do dólar em junho, a balança comercial continua colecionando resultados positivos. No primeiro semestre, o saldo do comércio exterior foi a maior em 28 anos, quando começou a série histórica. Mas os produtos industrializados perderam espaço nas exportações. Os manufaturados recuaram 4% entre janeiro e junho, com as maiores quedas no setor de autopeças (-25%) e motores para veículos (-22,6%), segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). - Indústria exportadora reclama O dólar abaixo de R$ 3,30 já dificulta a negociação dos contratos de exportação da Wolfstore, fabricante gaúcha de tecidos e estamparia. O volume exportado pela empresa caiu cerca de 70% desde que o câmbio inverteu a trajetória, conta o gerente de negócios da empresa, Cláudio Wolf. Com o real mais forte, Wolf conta que precisa brigar por preços melhores para viabilizar os contratos, o que não ocorria com o câmbio acima de R$ 3,50. “Se o dólar continuar caindo vai dificultar bastante nossas vendas para fora”, diz Wolf. A pequena empresa de Novo Hamburgo (RS) exporta para países como México, Colômbia e Argentina, mas sua receita está protegida pela presença maciça na indústria de moda nacional, que chega a 97% das vendas. - Perda de competitividade Um dos argumentos contra a valorização do real é que ela enfraquece a indústria nacional, uma vez que a entrada maior de produtos importados no país aumenta a concorrência e pressiona os preços para baixo. O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, diz que a queda do dólar tira a competitividade da indústria, já afogada pelo alto custo da produção, enquanto as exportadoras de commodities têm margem maior para aguentar mudanças no câmbio. “A maior prejudicada é a indústria de manufaturados, que já perdeu espaço no comércio exterior. As empresas que fizeram contratos de venda no ano passado vão amargar prejuízose vão deixar de vender, ameaçando os empregos”, diz Castro. Para ele, o dólar a R$ 3,80 é o patamar ideal para ajudar a competitividade da indústria. Mas o presidente da AEB acrescenta que o câmbio, sozinho, não soluciona todos os problemas da indústria. “O câmbio ajuda, mas não compensa todas as deficiências de logística e custo”, diz. Em nota, a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) declarou que uma taxa de câmbio abaixo de R$ 3,80 "coloca em risco este início de recuperação [da economia], desestimula o setor produtivo a brigar no mercado externo e elimina o único drive disponível no curto e médio prazo para voltarmos a crescer”. Para Wolwacz, do L&S, o dólar forte protege a indústria da competição externa, mas não incentiva a produção. “Estamos em franco processo de desindustrialização. O forte no Brasil são os agronegócios, comércio e serviços, e são esses setores que precisam ser incentivados no momento”. - Efeitos do câmbio na economia Na visão de Wolwacz, os benefícios trazidos pela queda do dólar para o conjunto da economia superaram os malefícios causados à indústria. "Uma balança comercial no vermelho não é tão prejudicial quanto uma população desempregada passando fome, e estamos vendo isso acontecer”, diz. Para ele, é equivocada a ideia de que o dólar baixo só beneficia turistas com planos de viajar ao exterior. “A desvalorização da moeda dos EUA traz um importante alívio para a inflação e isso pode gerar efeitos benéficos para a economia”. O economista do grupo L&S vê com otimismo a entrada de produtos importados no país, com o real mais forte, que estimularia uma queda nos preços capaz de dar margem para o Banco Central reduzir a taxa básica de juros, hoje em 14,25% ao ano. "Isso fomentaria o crédito e o consumo, estimulando a geração de empregos". - NO BRASIL Taxa de juros No fim de junho, o Banco Central informou que o cenário ainda "não permite trabalhar com a hipótese de flexibilização das condições monetárias [corte de juros]". Ou seja, deve levar mais tempo que o esperado para a taxa Selic começar a cair. Hoje ela está em 14,25% ao ano, o maior patamar em 10 anos. Os juros altos aumentam o apetite dos estrangeiros em investir no Brasil e isso ajuda a fortalecer o real frente ao dólar. Repatriação de recursos A lei que permite a brasileiros a regularizar o dinheiro não declarado no exterior (pelo pagamento de impostos) tende a incentivar a entrada de dólares no país, fortalecendo o real. “Tem muito dinheiro lá fora. Esses recursos são revertidos para os cofres públicos e podem ajudar as contas do governo, além de empurrar o dólar para baixo”, explica Wolwacz, da L&S. Cenário político As incertezas sobre o afastamento definitivo de Dilma Rousseff na presidência têm levado o dólar a oscilar, segundo analistas, já que o mercado entende que o processo definitivo do impeachment daria espaço para a concretização de novas medidas econômicas. Intervenções do BC Desde que Ilan Goldfajn assumiu a presidência do BC, o órgão só fez uma intervenção no câmbio, depois que a moeda fechou a R$ 3,21 pela primeira vez em quase 1 ano. Ele sinalizou ser favorável ao câmbio flutuante, ou seja, deixar o dólar flutuar pela força do mercado e sem fazer leilões de swap cambial (que equivalem à compra ou venda de dólares do mercado futuro). Segundo analistas, essa “falta de intervenção” seria um sinal de que o BC pretende deixar o dólar cair. - NO EXTERIOR Vitória da Brexit O referendo que decidiu pela saída do Reino Unido do bloco da União Europeia gerou incertezas econômicas em todo o mundo. Isso leva maior cautela aos mercados e faz com que bancos centrais dos países desenvolvidos segurem as taxas de juros a níveis muito baixos (inclusive negativos, como no Japão e Alemanha), levando investidores a procurar mercados mais atrativos para alocar seu dinheiro. Isso reflete na queda do dólar frente a várias moedas. Juros nos EUA Com o resultado do Brexit, o Federal Reserve (BC dos Estados Unidos) deu sinais de que não subirá as taxas de juros no país tão cedo quanto se imaginava. Com isso, o capital estrangeiro que migraria para lá com um aumento dos juros tende a permanecer em outros mercados, especialmente os emergentes, que oferecem taxas de juros mais atrativas. Isso segura a cotação do dólar. Commodities A Brexit derrubou temporariamente os preços das principais matérias-primas, mas elas logo voltaram a se recuperar. O petróleo chegou a tocar US$ 50 o barril nas últimas semanas, após ter atingido mínimas históricas no começo do ano, negociado abaixo de US$ 30. O minério de ferro também se recuperou, confirmando o fim do ciclo de queda. Essa valorização das commodities atrai mais dólares para países exportadores como o Brasil, pressionando sua cotação para baixo. Fonte: Rede Brasil Atual e G1
  21. Inscrições abertas! Maiores informações: (19) 3039-8784 / (19) 99837-7025 http://www.simalog.com/#!treinamentos/cr1y
  22. Boa noite, Estou procurando no google e em diversos anúncios, sem resultados, alguma empresa brasileira que possua escritório parceiro na Malásia (Kuala Lampur) para nos assessorar com relação a documentos que deverão ser consularizados lá. Caso alguém tiver conhecimento ou contato agradeceria. Obrigado.
  23. Olá. Sou pessoa física e gostaria de importar, para uso pessoal, uma máquina de tatuagem que viria da Europa. É um investimento de valor consideravelmente alto, então gostaria de saber qual a melhor forma de fazer isso. A máquina possui registro na Anvisa (80534640014) mas ninguém a comercializa por aqui. Como devo proceder para importar de forma segura e sem problemas com a Anvisa? Segue o link do registro na Anvisa https://www.smerp.com.br/anvisa/?ac=prodDetail&anvisaId=80534640014 Muito Obrigado. Tom
  24. Caso precise de dados estatísticos de importação e exportação pesquisa de importadores/exportadores por NCM / CNPJ por favor entrar em contato: contato.impodata@gmail.com
  25. Procurar fornecedores para importações de médio e grande porte em diretórios online como o Alibaba é a forma mais comum, rápida e econômica para conseguir preços para os produtos que você está procurando; porém existe um certo risco pois nunca se sabe se você está entrando em contato com uma empresa falsa ou não. Mas existe outra maneira de encontrar mais fornecedores pela internet, que exige um pouco mais de investimento mas é mais eficaz e seguro do que apenas mandar um email para um fornecedor potencial. Trata-se do uso de base de dados de importações dos EUA. Nos EUA, é possível pesquisar as informações das importações feitas para o país - dá para saber quais empresas está importando, em qual porto, de onde estão importando, mas mais importante: de quem eles estão importando. Existem várias empresas online que oferecem o serviço de pesquisa desta base de dados, por uma taxa mensal ou anual, mas que também oferecem serviços limitados de graça, para procurar possíveis fornecedores. A principal vantagem é que é possível descobrir vários fornecedores que não participam de feiras internacionais ou que não fazem parte do Alibaba. Como os dados são baseados em informações públicas, as informações são mais seguras e confiáveis. Mesmo se você não fazer uma assinatura dos serviços pago, ainda é possível fazer pesquisas gratuitas, e utilizar o Google para procurar o contato de fornecedores. Como consequência, você também consegue encontrar fornecedores de outros países, como Vietnã e Malásia, que normalmente não se encontra na Globalsources ou Made-in-China. Além disso, é possível fazer averiguações de fornecedores - se uma fábrica na China diz que vende muito para os EUA, você pode fazer uma pesquisa e descobrir se o que ela disse é verdade, quem são os clientes deles, qual o volume vendido, etc. Não que a ferramenta seja perfeita: vários importadores grandes dos EUA utilizam empresas subsidiárias ou parceiras para fazer a importação, ao invés de importar diretamente. Da mesma forma, para proteger seus fornecedores no exterior, eles também exportam utilizando trading companies ou agentes de carga com licença de exportação, escondendo o nome de seus fornecedores. Por exemplo, se você procurar os dados de importação da WalMart, vai ver que todas as importações de diversos produtos diferentes partem de um mesmo fornecedor de Hong Kong. Ainda assim, é possível encontrar muitas informações exclusivas, mesmo com estas precauções. No Brasil, não existe um site ou empresa com serviços equivalentes, pois as informações de exportadores/importadores nos documentos do comércio exterior não é pública. Entretanto, existe o AliceWeb, criado pelo MDIC, que é um censo das importações e exportações em geral do Brasil. Apesar de não ser possível acessar quais empresas estão importando determinados produtos, é possível verificar informações importantes para sua análise de importação, como o preço médio de importação de qualquer produto baseado na sua classificação fiscal, o NCM (você pode comparar se o preço que você está comprando está abaixo ou acima do mercado) e seu volume de importações total. Segue uma lista das principais empresas que oferecem este serviço online. Como o foco destas empresas é os EUA, a interface da maioria delas é em inglês - mas nada que um Google Tradutor não possa lhe ajudar: Zepol ImporGenius Datamyne Panjiva Piers Alguns destes sites, como o Panjiva e Piers, permite a criação de contas gratuitas, para poder fazer pesquisa em suas bases de dados. Normalmente, a pesquisa mostra apenas o nome do fornecedor e o importador, sem mais detalhes de volumes, período, ou dados de contato. Entretanto, com o nome do exportador, você pode utilizar a Google para procurar o contato do fornecedor diretamente. Caso tenha interesse, acompanhe o meu site: http://hosunconsultoria.com.br; onde nos próximos posts vamos ensinar como utilizar passo-a-passo um destes banco de dados para obter informações de fornecedores confiáveis, e também para mais dicas de como importar da China com segurança.