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  1. Fazemos exportação de sucata, onde temos um agente que recebe uma comissão de USD 63 por tonelada. Tenho duvida sobre o valor que devo preencher na DU-E para um futuro fechamento de cambio onde devo remeter um valor para o agente. Exemplo: Preço Unit USD 1.000 Comissão USD 63/MT Peso 100 MT O Importador irá me pagar USD 1.063 x 100 = USD 106.300,00 Fecharei um cambio de USD 100.000,00 e remeterei USD 6.300,00 para o agente. Minha dúvida é A DU-E deve conter o valor de USD 100.000,00 ou de USD 106.300,00 Eu sei que deve colocar um percentual para a comissão do agente, mas a duvida é sobre a base de cálculo. Se calculo com a comissão ou sem a comissão?
  2. Os exportadores brasileiros vão pleitear na Justiça uma indenização de aproximadamente R$ 70 bilhões por alegadas perdas provocadas pelo “cartel do câmbio”, um grupo de bancos investigado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por suspeita de haverem atuado em conjunto para manipular a cotação do câmbio no período de 2007 a 2013. “Os exportadores receberam menos real por dólar e alguns até ficaram no prejuízo”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Roberto Giannetti da Fonseca. O valor exato da indenização ainda está sendo calculado. A estimativa toma por base as vendas médias anuais dos associados, de US$ 50 bilhões, e supõe que a perda provocada pelo cartel no período foi de R$ 0,20 por cada dólar exportado. Considerando esses dados, o prejuízo dos exportadores teria sido de R$ 10 bilhões por ano. Estão em andamento no Cade dois processos para investigar cartelização no mercado de câmbio. Um, envolvendo bancos internacionais, é desdobramento de investigações que correm nos EUA e que já resultaram em acordos nos quais os bancos desembolsaram US$ 5,6 bilhões. O segundo processo foi aberto em dezembro e apura especificamente a atuação de instituições financeiras na manipulação da taxa no Brasil. Segundo informou o Cade à época, há “fortes indícios de conduta anticompetitiva” em pelo menos cinco instituições: BBM, BNP Paribas Brasil, BTG Pactual, Citibank e HSBC Bank Brasil. E há indícios de participação, “possivelmente em menor grau”, de outros cinco: ABN AMRO Real, Fibra, Itaú BBA, Santander Brasil e Société Générale Brasil. O Cade investiga se operadores de câmbio dessas instituições combinaram preços para o dólar por meio de salas de “chat” de um serviço de informação num período que foi “pelo menos” de 2008 a 2012. Eles teriam, em alguns momentos, atuado “como se fossem um só player no mercado”. Os exportadores analisam o melhor momento de ingressar com a ação na Justiça, dado que o caso ainda não foi decidido no Cade. Mas Giannetti acredita que o mais difícil, comprovar que existiu o cartel, já está feito. Há acordos de leniência em curso nos dois processos, confirmando que os bancos se organizaram para combinar uma taxa de câmbio. “O processo está bem fundamentado”, disse o presidente da Abicalçados, Heitor Klein, a respeito da iniciativa. Consultados, BNP e BTG disseram que não iriam comentar. A assessoria do BBM disse que não localizou os porta-vozes responsáveis pelo assunto. O Bradesco, que adquiriu o HSBC, não se manifesta sobre assuntos que estejam sob avaliação administrativa ou judicial. O ABN Amro informou que não tem nenhum vínculo com o ABN Amro Real, adquirido pelo Santander em 2007. Citibank, Itaú BBA, Santander, Fibra e Société Générale não se pronunciaram até o fechamento desta matéria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
  3. PedroSaboya

    Soluções em Câmbio

    Prezados colegas, boa tarde, Após rodar pelo Fórum, achei diversos tópicos interessantes, porém não vi nenhuma citação de dúvidas sobre operações de câmbio. Visto que o câmbio representa um grande percentual nos lucros ou prejuízos das operações de comércio exterior, acredito que possamos contribuir positivamente para vossas operações de importação e/ou exportação. Desta forma, venho por meio deste tópico divulgar a B&T Corretora de Câmbio que, hoje, se encontra como a maior corretora do Brasil, contando com um know-how de mais de 23 anos no mercado. Somos espetas em operações de câmbio de até USD 100.000,00, por contrato, dessa forma, oferecemos custos mais baixos que os bancos e um serviço muito mais personalizado. Eu e minha equipe nos mantemos à disposição para ajudar no que for preciso. Caso haja alguma dúvida, não hesite em nos contatar. Pedro Saboya – Comercial - +55 21.3219-1041 comercial@btcorretora.com.br pedro.saboya@btcorretora.com.br skype: pedro.saboya_1
  4. - Superávit comercial soma US$ 23,6 bilhões e bate recorde Com US$ 90,237 bilhões em vendas ao exterior e US$ 66,602 bilhões em importações, a balança comercial brasileira fechou o primeiro semestre com superávit de US$ 23,635 bilhões, maior valor na série histórica, iniciada em 1989 – o recorde era de 2007. Os resultados foram divulgados na tarde de 01/07 pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. No entanto, com os altos e baixos do dólar, a situação fica indefinida de como será fechada a balança para o final deste ano, pois a queda do dólar começa a ameaçar as exportações. - Dólar x Exportações Brasileiras O dólar em baixa ameaça a boa fase das exportações brasileiras, mas pode ter um efeito colateral benéfico para a economia em recessão, avaliam economistas ouvidos pelo G1. Mesmo que uma queda mais profunda leve a balança comercial de volta ao vermelho, ela pode ser um remédio contra a inflação – num momento em que os juros perderam a eficácia no controle dos preços. Na última semana, o dólar bateu o menor patamar em quase um ano frente ao real, confirmando a mudança de rota após ter subido 48% no ano passado. A moeda dos Estados Unidos recuou 18% no 1º semestre e teve em junho a maior alta mensal desde abril de 2003.Mesmo com essa queda, o dólar está longe de alcançar patamares de dois anos atrás. Em julho de 2014, ele era vendido por volta de R$ 2,20. Segundo economistas, a moeda norte-americana acima de R$ 3 ainda garante o saldo da balança comercial e ajuda a proteger a indústria nacional da concorrência de fora – mas esse cenário pode mudar se o dólar continuar caindo. “A balança comercial ainda é sustentável neste patamar [dólar acima de R$ 3]. Mas é preciso encontrar a cotação ideal para o país continuar exportando e ao mesmo tempo ter uma inflação mais controlada”, afirma o economista Alexandre Wolwacz, sócio-fundador do Grupo L&S. Mesmo com a desvalorização de 11% do dólar em junho, a balança comercial continua colecionando resultados positivos. No primeiro semestre, o saldo do comércio exterior foi a maior em 28 anos, quando começou a série histórica. Mas os produtos industrializados perderam espaço nas exportações. Os manufaturados recuaram 4% entre janeiro e junho, com as maiores quedas no setor de autopeças (-25%) e motores para veículos (-22,6%), segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). - Indústria exportadora reclama O dólar abaixo de R$ 3,30 já dificulta a negociação dos contratos de exportação da Wolfstore, fabricante gaúcha de tecidos e estamparia. O volume exportado pela empresa caiu cerca de 70% desde que o câmbio inverteu a trajetória, conta o gerente de negócios da empresa, Cláudio Wolf. Com o real mais forte, Wolf conta que precisa brigar por preços melhores para viabilizar os contratos, o que não ocorria com o câmbio acima de R$ 3,50. “Se o dólar continuar caindo vai dificultar bastante nossas vendas para fora”, diz Wolf. A pequena empresa de Novo Hamburgo (RS) exporta para países como México, Colômbia e Argentina, mas sua receita está protegida pela presença maciça na indústria de moda nacional, que chega a 97% das vendas. - Perda de competitividade Um dos argumentos contra a valorização do real é que ela enfraquece a indústria nacional, uma vez que a entrada maior de produtos importados no país aumenta a concorrência e pressiona os preços para baixo. O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, diz que a queda do dólar tira a competitividade da indústria, já afogada pelo alto custo da produção, enquanto as exportadoras de commodities têm margem maior para aguentar mudanças no câmbio. “A maior prejudicada é a indústria de manufaturados, que já perdeu espaço no comércio exterior. As empresas que fizeram contratos de venda no ano passado vão amargar prejuízose vão deixar de vender, ameaçando os empregos”, diz Castro. Para ele, o dólar a R$ 3,80 é o patamar ideal para ajudar a competitividade da indústria. Mas o presidente da AEB acrescenta que o câmbio, sozinho, não soluciona todos os problemas da indústria. “O câmbio ajuda, mas não compensa todas as deficiências de logística e custo”, diz. Em nota, a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) declarou que uma taxa de câmbio abaixo de R$ 3,80 "coloca em risco este início de recuperação [da economia], desestimula o setor produtivo a brigar no mercado externo e elimina o único drive disponível no curto e médio prazo para voltarmos a crescer”. Para Wolwacz, do L&S, o dólar forte protege a indústria da competição externa, mas não incentiva a produção. “Estamos em franco processo de desindustrialização. O forte no Brasil são os agronegócios, comércio e serviços, e são esses setores que precisam ser incentivados no momento”. - Efeitos do câmbio na economia Na visão de Wolwacz, os benefícios trazidos pela queda do dólar para o conjunto da economia superaram os malefícios causados à indústria. "Uma balança comercial no vermelho não é tão prejudicial quanto uma população desempregada passando fome, e estamos vendo isso acontecer”, diz. Para ele, é equivocada a ideia de que o dólar baixo só beneficia turistas com planos de viajar ao exterior. “A desvalorização da moeda dos EUA traz um importante alívio para a inflação e isso pode gerar efeitos benéficos para a economia”. O economista do grupo L&S vê com otimismo a entrada de produtos importados no país, com o real mais forte, que estimularia uma queda nos preços capaz de dar margem para o Banco Central reduzir a taxa básica de juros, hoje em 14,25% ao ano. "Isso fomentaria o crédito e o consumo, estimulando a geração de empregos". - NO BRASIL Taxa de juros No fim de junho, o Banco Central informou que o cenário ainda "não permite trabalhar com a hipótese de flexibilização das condições monetárias [corte de juros]". Ou seja, deve levar mais tempo que o esperado para a taxa Selic começar a cair. Hoje ela está em 14,25% ao ano, o maior patamar em 10 anos. Os juros altos aumentam o apetite dos estrangeiros em investir no Brasil e isso ajuda a fortalecer o real frente ao dólar. Repatriação de recursos A lei que permite a brasileiros a regularizar o dinheiro não declarado no exterior (pelo pagamento de impostos) tende a incentivar a entrada de dólares no país, fortalecendo o real. “Tem muito dinheiro lá fora. Esses recursos são revertidos para os cofres públicos e podem ajudar as contas do governo, além de empurrar o dólar para baixo”, explica Wolwacz, da L&S. Cenário político As incertezas sobre o afastamento definitivo de Dilma Rousseff na presidência têm levado o dólar a oscilar, segundo analistas, já que o mercado entende que o processo definitivo do impeachment daria espaço para a concretização de novas medidas econômicas. Intervenções do BC Desde que Ilan Goldfajn assumiu a presidência do BC, o órgão só fez uma intervenção no câmbio, depois que a moeda fechou a R$ 3,21 pela primeira vez em quase 1 ano. Ele sinalizou ser favorável ao câmbio flutuante, ou seja, deixar o dólar flutuar pela força do mercado e sem fazer leilões de swap cambial (que equivalem à compra ou venda de dólares do mercado futuro). Segundo analistas, essa “falta de intervenção” seria um sinal de que o BC pretende deixar o dólar cair. - NO EXTERIOR Vitória da Brexit O referendo que decidiu pela saída do Reino Unido do bloco da União Europeia gerou incertezas econômicas em todo o mundo. Isso leva maior cautela aos mercados e faz com que bancos centrais dos países desenvolvidos segurem as taxas de juros a níveis muito baixos (inclusive negativos, como no Japão e Alemanha), levando investidores a procurar mercados mais atrativos para alocar seu dinheiro. Isso reflete na queda do dólar frente a várias moedas. Juros nos EUA Com o resultado do Brexit, o Federal Reserve (BC dos Estados Unidos) deu sinais de que não subirá as taxas de juros no país tão cedo quanto se imaginava. Com isso, o capital estrangeiro que migraria para lá com um aumento dos juros tende a permanecer em outros mercados, especialmente os emergentes, que oferecem taxas de juros mais atrativas. Isso segura a cotação do dólar. Commodities A Brexit derrubou temporariamente os preços das principais matérias-primas, mas elas logo voltaram a se recuperar. O petróleo chegou a tocar US$ 50 o barril nas últimas semanas, após ter atingido mínimas históricas no começo do ano, negociado abaixo de US$ 30. O minério de ferro também se recuperou, confirmando o fim do ciclo de queda. Essa valorização das commodities atrai mais dólares para países exportadores como o Brasil, pressionando sua cotação para baixo. Fonte: Rede Brasil Atual e G1
  5. Alguém saberia informar qual é a taxa de câmbio usada pelo Importa Fácil? Estou aqui me perguntando de onde eles tiraram um dólar a R$ 3,799.
  6. Olá Pessoal, Alguém com conhecimento em processos de entreposto aduaneiro, saberia me responder como faço para fechar o cambio e pagar o fornecedor sem gerar DI ? Pois o meu sistema só permite que através de 1 processo eu gere ou um DI ou DA, porem sem gerar a DI eu não consigo fechar o cambio e pegar meu fornecedor e sem DA eu não estou isento dos impostos. Alguém já fez algum processo aparecido ? sem necessitar o input de dados manual do siscomex ?
  7. Boa tarde, pessoal, venho desde o meu registro no RADAR acompanhando o fórum em busca de dicas e procedimentos, sempre encontrei uma resposta. Porem, desta vez não encontrei nada que pudesse me ajudar. Segue o fato: Durante uma importação tive um problema com o valor do frete pois o mesmo não tinha sido declarado pelo exportador, assim foi estipulado um valor(maior do que foi pago) aqui no Brasil e o mesmo foi utilizado para fazer a DI, optei por não retificar o valor pois estava com atraso em um projeto. Havia feito 2 contratos de câmbio para pagar tal mercadoria e frete(em sua totalidade), porem como o valor do frete foi recalculado aqui no Brasil ficou um valor pendente a ser remetido para o exportador, que na verdade não existe. Como posso retificar tal erro? Aguardo sugestões
  8. Tobias Bohrer de Moraes

    PAGAMENTO FORNECEDOR EXTERIOR

    Saudações! A forma que fizemos o pagamento de um fornecedor no exterior, interfere em nossa importação? Digamos que pagarei via Travel Money / Travel Card, sem procedimentos burocráticos com bancos, câmbio. No momento que chegar a mercadoria no Brasil, tem alguma exigência sobre a forma que foi paga ao fornecedor? Abraço.
  9. Olá amigos do Forum! Podem relatar aqui, algumas corretoras que conhecem, ouviram falar, ou tiveram experiência própria? Se tiveram, pontos fortes e pontos fracos? Obrigado!
  10. Olá Amigos do fórum, boa tarde, estou passando por uma situação bem chata, fui pagar mercadoria ao fornecedor com contrato de cambio através do banco (Caixa) e não consegui, porque é necessário ter no minimo 180 dias de conta aberta na Caixa. Então fui procurar uma corretora privada e achei a AGK, estava fazendo o cadastro normalmente, enviei toda documentação, até que eles me passaram o contrato de prestação de serviço, assinei e enviei novamente. Depois disso recebo um email dizendo que meu cadastro foi negado, mais não informaram o motivo. Apenas falaram que todos os documentos tem que está em ordem com o banco central do brasil. Então fui verificar os documentos, para haver se tinha algo de errado, até que encontrei que o nome da minha mãe no requerimento de empresário está incorreto, não bate com o da identidade, está com um nome a mais da família do meu pai. Então fica a pergunta, será que este foi o motivo? Hoje já fui ao contador e pedi para ele conserta isso, aproveite que estava precisando adicionar uma atividade secundaria e resolvi essa bronca. Vocês tem alguma corretora que possam me indicar? porque não gostei do atendimento na AGK, liguei para lá várias vezes querendo saber o motivo por qual o cadastro foi rejeitado e não me informaram, a pessoa sempre estava ocupada ou em reunião.
  11. desde inicio desse ano ,o cambio sempre estava na alto postura , tbm se parecia no cabio entre RMB e Real ,assim isso afetava muito no comercial exterior na china . os meus clientes sobre setor material prima ja ha muito tempo que nao fechavam comigo ,so esperavam bom tempo , entao ,quero saber se essa situacao vai alterar pouco no proximo ano?
  12. Ola a todos, Sou prestador de serviços para uma empresa estabelecida no exterior, atuando na America do Sul. Desde o inicio venho utilizando os serviços completos do banco o qual mantenho a conta da minha empresa. Nos fechamentos de cambio a cada 3 meses, atraves do internet banking faço toda operação, fico inclusive acompanhando a taxa de fechamento minuto a minuto ate chegar num patamar aceitavel para mim, mas é claro, o banco sempre oferece uma taxa abaixo do praticado e divulgado pelo BACEN (eles incluem um spread ai), em que deixo de ganhar alguns R$. O banco ja me cobra taxa de fechamento de cambio, alem das taxas normais (manutenção de conta, administrativa sobre rendimentos etc) e não acho justo o spread imposto arbitrariamente por eles. Gostaria de saber se voces recomendam me cadastrar numa corretora de cambio para tentar negociar melhor esta taxa, ou se é melhor me mantar na estrutura completa do banco. É aquele banco cor de laranja do menino rindo do extrato rasgando... o banco feito pra voce.
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