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Encontrado 50 registros

  1. Boa noite. Estou entrando agora na área de comércio exterior. Duas empresas chinesas querem comprar meus produtos, entretanto querem que eu vá até lá para assinar um contrato. Gostaria de saber se isso é normal, uma prática recorrente das empresas chineses de quererem que representantes das empresas as quais eles importam produtos vão visitá-los. Gostaria de saber tambem se alguem sabe se informar como faço para saber se uma empresa chinesa de fato existe. Apenas contactei com eles por email e uma das empresas não quis me enviar o registro de sua empresa sem que eu vá visita-los antes. "Best Regards"
  2. Boa tarde, Sou leiga no assunto e gostaria de saber se possível como posso fazer exportação de serviço. Li sobre a necessidade de tirar o RADAR, mas como se trata de prestação de serviço fiquei meio em dúvida. Sou MEI e meu CNAE é Operador(a) de marketing direto. Fico no aguardo e desde já agradeço a atenção.
  3. Boa tarde a todos. Estou com um problema em relação ao Radar. Segue abaixo a explicação: Nós fazemos importação e exportação em uma empresa matriz a muitos anos e nunca tivemos problemas, porém recentemente uma empresa filial foi criada, na teoria o radar deveria ser duplicado automaticamente para a empresa filial, porém quando eu tento fazer um RE ou uma DI utilizando o CNPJ da empresa filial da erro. Já tentamos habilitar a empresa filial via portal unico / habilitar empresa / cadastro de intervenientes / requerer habilitação, porém não aparece o CNPJ da Filial somente o da Matriz. Em resumo é como se a Matriz e Filial não tivessem vinculadas uma a outra, e isso está impossibilitando a utilização da Filial. Meu despachante alega que é um problema na criação da Filial e meu contador alega que todos os procedimentos foram feitos corretamente. Poderiam me ajudar? Atenciosamente Rafael de Jesus Cabral
  4. Boa noite. Estou entrando agora na área de comércio exterior. Duas empresas chinesas querem comprar meus produtos, entretanto querem que eu vá até lá para assinar um contrato. Gostaria de saber se isso é normal, uma prática recorrente das empresas chineses de quererem que representantes das empresas as quais eles importam produtos vão visitá-los. Gostaria de saber tambem se alguem sabe se informar como faço para saber se uma empresa chinesa de fato existe. Apenas contactei com eles por email e uma das empresas não quis me enviar o registro de sua empresa sem que eu vá visita-los antes. "Best Regards"
  5. Boa noite. Estou entrando agora na área de comércio exterior. Duas empresas chinesas querem comprar meus produtos, entretanto querem que eu vá até lá para assinar um contrato. Gostaria de saber se isso é normal, uma prática recorrente das empresas chineses de quererem que representantes das empresas as quais eles importam produtos vão visitá-los. Gostaria de saber tambem se alguem sabe se informar como faço para saber se uma empresa chinesa de fato existe. Apenas contactei com eles por email e uma das empresas não quis me enviar o registro de sua empresa sem que eu vá visita-los antes. "Best Regards"
  6. Boa noite. Estou entrando agora na área de comércio exterior. Duas empresas chinesas querem comprar meus produtos, entretanto querem que eu vá até lá para assinar um contrato. Gostaria de saber se isso é normal, uma prática recorrente das empresas chineses de quererem que representantes das empresas as quais eles importam produtos vão visitá-los. Gostaria de saber tambem se alguem sabe se informar como faço para saber se uma empresa chinesa de fato existe. Apenas contactei com eles por email e uma das empresas não quis me enviar o registro de sua empresa sem que eu vá visita-los antes. "Best Regards"
  7. IMPODATA

    Estatísticas de importação / exportação

    Caso precise de dados estatísticos de importação e exportação pesquisa de importadores/exportadores por NCM / CNPJ por favor entrar em contato: contato.impodata@gmail.com
  8. Olá a todos! Gostaria da ajuda da moçada expert em exportação de serviços! Preciso receber por serviços prestados na Argentina, Colômbia e México: 1) Existe incidencia de imposto na ponta, ou seja, para o cliente? Preciso cobrar BRL 10.000, eles me pagarão o valor total? 2) Qual a melhor maneira de executar este processo? Ou seria melhor a matriz nos Estados Unidos cobrar direto esses países? 3) Existe incidencia de imposto Brasil se eu cobrar daqui? Quais seriam? Obrigado!
  9. Olá, sou diretora da empresa Fbertani , uma empresa de pequeno porte que esta buscando expansão em seus negocios, ja atuamos a 10 anos no comex, e estou em busca de possiveis representantes de cachaça artesanal no exterior, ja exportamos em pequenos volumes, efetuamos pagamentos de comissao, e estamos disponiveis em novos negocios com novos parceiros.Hoje estamos atuando bastante como acessoria em comercio exterior, empresas que nao estao habilitadas a importar e exportar, e que buscam um melhor suporte para as negociações internacionais.
  10. judmoura7

    TEMAS TCC

    pessoal, estou no tultimo ano da facul de comex e estou na fase do tcc nao consegui encontrar um tema ainda Não quero falar sobre financeiro, não me dou muito bem com esse tema nem politica, queria fazer um projeto de exportação ou importação de alguma coisa que não se vê muito e não faço ideia de o que pode ser esse produto eu prefiro exportar HELP
  11. judmoura7

    TEMAS TCC

    pessoal, estou no tultimo ano da facul de comex e estou na fase do tcc nao consegui encontrar um tema ainda Não quero falar sobre financeiro, não me dou muito bem com esse tema nem politica, queria fazer um projeto de exportação ou importação de alguma coisa que não se vê muito e não faço ideia de o que pode ser esse produto eu prefiro exportar HELP
  12. judmoura7

    TEMAS TCC

    pessoal, estou no tultimo ano da facul de comex e estou na fase do tcc nao consegui encontrar um tema ainda Não quero falar sobre financeiro, não me dou muito bem com esse tema nem politica, queria fazer um projeto de exportação ou importação de alguma coisa que não se vê muito e não faço ideia de o que pode ser esse produto eu prefiro exportar HELP
  13. MaiconDespachanteAduaneiro

    Curso Intensivo em Comércio Exterior

    CURSO PRESENCIAL (Limeira/SP) Dias 29/04, 06/05, 20/05, 27/05 e 03/06 - SÁBADOS Início: 08hs - Término: 17hs Carga horária total: 36 horas INTENSIVO EM COMÉRCIO EXTERIOR Objetivo: Capacitar o aluno interessado em atuar ou que já atua no mercado internacional, proporcionando-lhe conhecimento dos procedimentos e rotinas utilizados nas operações de Exportação e Importação, dede o início das negociações internacionais até o embarque efetivo da mercadoria e/ou recebimento do bem provindo do exterior. Público Alvo: Empresários, Administradores de Empresas, Vendedores, Compradores, Contadores, Estudantes de Comércio Exterior, Administração, Ciências Contábeis e Logística. Programa do Curso: Cenário do Comércio Exterior no Brasil Estruturas do Comércio Exterior Brasileiro Órgãos anuentes e gestores Habilitação RADAR e suas modalidades Internacionalização da empresa e acesso aos mercados internacionais. Pesquisa e Desenvolvimento de Fornecedores Pesquisa e Desenvolvimento de Compradores Documentos no Comércio Exterior Formas de pagamentos no Comércio Exterior Câmbio Formação de preços na Exportação Tributos na exportação Incoterms 2010 Tributos na Importação: II, IPI, Pis, Cofins e ICMS Financiamentos na Exportação Financiamentos na Importação. Certificação de origem e suas finalidades Regimes aduaneiros especiais na Exportação e Importação Drawback Barreiras e restrições à exportação e importação Desembaraço aduaneiro Canais de Parametrização Roteiro de Exportação e Importação Classificação Fiscal de Mercadorias Modais & Logística Internacional Tipos de Contêineres e embarques (FCL e LCL) Embalagens no Comércio Internacional Seguro Internacional Cálculo de Nacionalização / Custos na Importação Conferência Física da Mercadoria Valoração Aduaneira Envio e Recebimento de Amostras Dumping / Antidumping Marinha Mercante Demurrage LOCAL: Excellent Global (Limeira/SP) Rua Boa Morte, 961 Centro INSCRIÇÕES ABERTAS Contato: atendimento@excellentgloballimeira.com.br (19) 3441-6404 (19) 98177-1559 Contato: Grace Kelly VAGAS LIMITADAS!
  14. agilis

    Importe da China - Comece a Lucrar

    Nós somos a AGILIS Importação: apesar dos desafios, você tem alguns caminhos para fazer isso. Nós acreditamos que comércio exterior pode transformar o país e o mundo. Por isso oferecemos soluções completas de importação e exportação e apoio em todos os momentos do processo. São 15 anos de experiência que garantem o conhecimento, e dão a credibilidade e agilidade que você procura. Para importar ou exportar, pode ficar tranquilo. Com a Agilis todo porto é seguro. Levamos ao mercado soluções práticas e personalizadas, de quem vivencia o dia a dia das operações, otimizando processos, reduzindo riscos, aumentando a a lucratividade, preocupando-se com a cultura e a forma de fazer negócio de cada cliente. Quer importar da China ou EUA? Precisa registar sua empresa no FDA? Já pensou em visitar uma feira na China, sem sair de casa? Planilha de simulação de custos de importação. Conheça mais os nossos serviços em www.agilisbrasil.com.br
  15. Os exportadores brasileiros vão pleitear na Justiça uma indenização de aproximadamente R$ 70 bilhões por alegadas perdas provocadas pelo “cartel do câmbio”, um grupo de bancos investigado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por suspeita de haverem atuado em conjunto para manipular a cotação do câmbio no período de 2007 a 2013. “Os exportadores receberam menos real por dólar e alguns até ficaram no prejuízo”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Roberto Giannetti da Fonseca. O valor exato da indenização ainda está sendo calculado. A estimativa toma por base as vendas médias anuais dos associados, de US$ 50 bilhões, e supõe que a perda provocada pelo cartel no período foi de R$ 0,20 por cada dólar exportado. Considerando esses dados, o prejuízo dos exportadores teria sido de R$ 10 bilhões por ano. Estão em andamento no Cade dois processos para investigar cartelização no mercado de câmbio. Um, envolvendo bancos internacionais, é desdobramento de investigações que correm nos EUA e que já resultaram em acordos nos quais os bancos desembolsaram US$ 5,6 bilhões. O segundo processo foi aberto em dezembro e apura especificamente a atuação de instituições financeiras na manipulação da taxa no Brasil. Segundo informou o Cade à época, há “fortes indícios de conduta anticompetitiva” em pelo menos cinco instituições: BBM, BNP Paribas Brasil, BTG Pactual, Citibank e HSBC Bank Brasil. E há indícios de participação, “possivelmente em menor grau”, de outros cinco: ABN AMRO Real, Fibra, Itaú BBA, Santander Brasil e Société Générale Brasil. O Cade investiga se operadores de câmbio dessas instituições combinaram preços para o dólar por meio de salas de “chat” de um serviço de informação num período que foi “pelo menos” de 2008 a 2012. Eles teriam, em alguns momentos, atuado “como se fossem um só player no mercado”. Os exportadores analisam o melhor momento de ingressar com a ação na Justiça, dado que o caso ainda não foi decidido no Cade. Mas Giannetti acredita que o mais difícil, comprovar que existiu o cartel, já está feito. Há acordos de leniência em curso nos dois processos, confirmando que os bancos se organizaram para combinar uma taxa de câmbio. “O processo está bem fundamentado”, disse o presidente da Abicalçados, Heitor Klein, a respeito da iniciativa. Consultados, BNP e BTG disseram que não iriam comentar. A assessoria do BBM disse que não localizou os porta-vozes responsáveis pelo assunto. O Bradesco, que adquiriu o HSBC, não se manifesta sobre assuntos que estejam sob avaliação administrativa ou judicial. O ABN Amro informou que não tem nenhum vínculo com o ABN Amro Real, adquirido pelo Santander em 2007. Citibank, Itaú BBA, Santander, Fibra e Société Générale não se pronunciaram até o fechamento desta matéria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
  16. Bom dia senhores! Atualmente estou morando em Londres Uk, e gostaria da opinião de pessoas experientes no assunto. A minha intensão é abrir uma empresa pra exportar da Inglaterra para o Brasil, e gostaria de que se possível alguns de vocês, pudessem me orientar a respeito. Por que na verdade é uma ideia que surgiu e não sei exatamente como fazer isso ou o que especificamente exportar, pois seria uma micro-empresa, começaria com bem pouco. Ainda não me informei dos procedimentos aqui sobre empresa de exportação, acredito que esse passo seria mais fácil aqui. Desde já meu muito obrigado.
  17. PedroSaboya

    Soluções em Câmbio

    Prezados colegas, boa tarde, Após rodar pelo Fórum, achei diversos tópicos interessantes, porém não vi nenhuma citação de dúvidas sobre operações de câmbio. Visto que o câmbio representa um grande percentual nos lucros ou prejuízos das operações de comércio exterior, acredito que possamos contribuir positivamente para vossas operações de importação e/ou exportação. Desta forma, venho por meio deste tópico divulgar a B&T Corretora de Câmbio que, hoje, se encontra como a maior corretora do Brasil, contando com um know-how de mais de 23 anos no mercado. Somos espetas em operações de câmbio de até USD 100.000,00, por contrato, dessa forma, oferecemos custos mais baixos que os bancos e um serviço muito mais personalizado. Eu e minha equipe nos mantemos à disposição para ajudar no que for preciso. Caso haja alguma dúvida, não hesite em nos contatar. Pedro Saboya – Comercial - +55 21.3219-1041 comercial@btcorretora.com.br pedro.saboya@btcorretora.com.br skype: pedro.saboya_1
  18. Olá, Tenho encontrado informações discrepantes sobre os prazos máximos para permanência no exterior ou comprovação de pagamento no caso de exportação em consignação. A Portaria SECEX nº 23, de 14 de julho de 2011 no Art 203, §1º diz: "A exportação em consignação implica a obrigação de o exportador comprovar dentro do prazo de até 720 (setecentos e vinte) dias, contados da data do embarque, a efetiva venda da mercadoria ao exterior ou o retorno da mercadoria." No entanto, o REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS, em seu capítulo 11 (Exportação) - Seção 2 (Contratação de Câmbio) fala o seguinte: 1. O contrato de câmbio de exportação pode ser celebrado para liquidação pronta ou futura, prévia ou posteriormente ao embarque da mercadoria ou da prestação do serviço, observado o prazo máximo de 750 dias entre a contratação e a liquidação, bem como o seguinte: a) no caso de contratação prévia, o prazo máximo entre a contratação de câmbio e o embarque da mercadoria ou da prestação do serviço é de 360 dias; O prazo máximo para liquidação do contrato de câmbio é o último dia útil do 12º mês subsequente ao do embarque da mercadoria ou da prestação do serviço. Minha dúvida é: Como seria possível manter peças em consignação por período superior a 360 dias, e dentro do prazo de 720 dias previsto na portaria SECEX, se o regulamento do mercado de câmbio exige contratação de câmbio em até 12 meses do embarque? Caso a mercadoria em consignação seja vendida apenas após o período de 12 meses, haverá problema na contratação do câmbio ou qualquer outra pendencia no processo de exportação? Há ainda uma questão sobre o prazo máximo correto para consignações. Há algumas fontes que falam em 180 dias prorrogáveis por mais 180, no entanto a portaria atualizada fala em 720 dias. Qual das duas informações é correta?
  19. - Superávit comercial soma US$ 23,6 bilhões e bate recorde Com US$ 90,237 bilhões em vendas ao exterior e US$ 66,602 bilhões em importações, a balança comercial brasileira fechou o primeiro semestre com superávit de US$ 23,635 bilhões, maior valor na série histórica, iniciada em 1989 – o recorde era de 2007. Os resultados foram divulgados na tarde de 01/07 pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. No entanto, com os altos e baixos do dólar, a situação fica indefinida de como será fechada a balança para o final deste ano, pois a queda do dólar começa a ameaçar as exportações. - Dólar x Exportações Brasileiras O dólar em baixa ameaça a boa fase das exportações brasileiras, mas pode ter um efeito colateral benéfico para a economia em recessão, avaliam economistas ouvidos pelo G1. Mesmo que uma queda mais profunda leve a balança comercial de volta ao vermelho, ela pode ser um remédio contra a inflação – num momento em que os juros perderam a eficácia no controle dos preços. Na última semana, o dólar bateu o menor patamar em quase um ano frente ao real, confirmando a mudança de rota após ter subido 48% no ano passado. A moeda dos Estados Unidos recuou 18% no 1º semestre e teve em junho a maior alta mensal desde abril de 2003.Mesmo com essa queda, o dólar está longe de alcançar patamares de dois anos atrás. Em julho de 2014, ele era vendido por volta de R$ 2,20. Segundo economistas, a moeda norte-americana acima de R$ 3 ainda garante o saldo da balança comercial e ajuda a proteger a indústria nacional da concorrência de fora – mas esse cenário pode mudar se o dólar continuar caindo. “A balança comercial ainda é sustentável neste patamar [dólar acima de R$ 3]. Mas é preciso encontrar a cotação ideal para o país continuar exportando e ao mesmo tempo ter uma inflação mais controlada”, afirma o economista Alexandre Wolwacz, sócio-fundador do Grupo L&S. Mesmo com a desvalorização de 11% do dólar em junho, a balança comercial continua colecionando resultados positivos. No primeiro semestre, o saldo do comércio exterior foi a maior em 28 anos, quando começou a série histórica. Mas os produtos industrializados perderam espaço nas exportações. Os manufaturados recuaram 4% entre janeiro e junho, com as maiores quedas no setor de autopeças (-25%) e motores para veículos (-22,6%), segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). - Indústria exportadora reclama O dólar abaixo de R$ 3,30 já dificulta a negociação dos contratos de exportação da Wolfstore, fabricante gaúcha de tecidos e estamparia. O volume exportado pela empresa caiu cerca de 70% desde que o câmbio inverteu a trajetória, conta o gerente de negócios da empresa, Cláudio Wolf. Com o real mais forte, Wolf conta que precisa brigar por preços melhores para viabilizar os contratos, o que não ocorria com o câmbio acima de R$ 3,50. “Se o dólar continuar caindo vai dificultar bastante nossas vendas para fora”, diz Wolf. A pequena empresa de Novo Hamburgo (RS) exporta para países como México, Colômbia e Argentina, mas sua receita está protegida pela presença maciça na indústria de moda nacional, que chega a 97% das vendas. - Perda de competitividade Um dos argumentos contra a valorização do real é que ela enfraquece a indústria nacional, uma vez que a entrada maior de produtos importados no país aumenta a concorrência e pressiona os preços para baixo. O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, diz que a queda do dólar tira a competitividade da indústria, já afogada pelo alto custo da produção, enquanto as exportadoras de commodities têm margem maior para aguentar mudanças no câmbio. “A maior prejudicada é a indústria de manufaturados, que já perdeu espaço no comércio exterior. As empresas que fizeram contratos de venda no ano passado vão amargar prejuízose vão deixar de vender, ameaçando os empregos”, diz Castro. Para ele, o dólar a R$ 3,80 é o patamar ideal para ajudar a competitividade da indústria. Mas o presidente da AEB acrescenta que o câmbio, sozinho, não soluciona todos os problemas da indústria. “O câmbio ajuda, mas não compensa todas as deficiências de logística e custo”, diz. Em nota, a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) declarou que uma taxa de câmbio abaixo de R$ 3,80 "coloca em risco este início de recuperação [da economia], desestimula o setor produtivo a brigar no mercado externo e elimina o único drive disponível no curto e médio prazo para voltarmos a crescer”. Para Wolwacz, do L&S, o dólar forte protege a indústria da competição externa, mas não incentiva a produção. “Estamos em franco processo de desindustrialização. O forte no Brasil são os agronegócios, comércio e serviços, e são esses setores que precisam ser incentivados no momento”. - Efeitos do câmbio na economia Na visão de Wolwacz, os benefícios trazidos pela queda do dólar para o conjunto da economia superaram os malefícios causados à indústria. "Uma balança comercial no vermelho não é tão prejudicial quanto uma população desempregada passando fome, e estamos vendo isso acontecer”, diz. Para ele, é equivocada a ideia de que o dólar baixo só beneficia turistas com planos de viajar ao exterior. “A desvalorização da moeda dos EUA traz um importante alívio para a inflação e isso pode gerar efeitos benéficos para a economia”. O economista do grupo L&S vê com otimismo a entrada de produtos importados no país, com o real mais forte, que estimularia uma queda nos preços capaz de dar margem para o Banco Central reduzir a taxa básica de juros, hoje em 14,25% ao ano. "Isso fomentaria o crédito e o consumo, estimulando a geração de empregos". - NO BRASIL Taxa de juros No fim de junho, o Banco Central informou que o cenário ainda "não permite trabalhar com a hipótese de flexibilização das condições monetárias [corte de juros]". Ou seja, deve levar mais tempo que o esperado para a taxa Selic começar a cair. Hoje ela está em 14,25% ao ano, o maior patamar em 10 anos. Os juros altos aumentam o apetite dos estrangeiros em investir no Brasil e isso ajuda a fortalecer o real frente ao dólar. Repatriação de recursos A lei que permite a brasileiros a regularizar o dinheiro não declarado no exterior (pelo pagamento de impostos) tende a incentivar a entrada de dólares no país, fortalecendo o real. “Tem muito dinheiro lá fora. Esses recursos são revertidos para os cofres públicos e podem ajudar as contas do governo, além de empurrar o dólar para baixo”, explica Wolwacz, da L&S. Cenário político As incertezas sobre o afastamento definitivo de Dilma Rousseff na presidência têm levado o dólar a oscilar, segundo analistas, já que o mercado entende que o processo definitivo do impeachment daria espaço para a concretização de novas medidas econômicas. Intervenções do BC Desde que Ilan Goldfajn assumiu a presidência do BC, o órgão só fez uma intervenção no câmbio, depois que a moeda fechou a R$ 3,21 pela primeira vez em quase 1 ano. Ele sinalizou ser favorável ao câmbio flutuante, ou seja, deixar o dólar flutuar pela força do mercado e sem fazer leilões de swap cambial (que equivalem à compra ou venda de dólares do mercado futuro). Segundo analistas, essa “falta de intervenção” seria um sinal de que o BC pretende deixar o dólar cair. - NO EXTERIOR Vitória da Brexit O referendo que decidiu pela saída do Reino Unido do bloco da União Europeia gerou incertezas econômicas em todo o mundo. Isso leva maior cautela aos mercados e faz com que bancos centrais dos países desenvolvidos segurem as taxas de juros a níveis muito baixos (inclusive negativos, como no Japão e Alemanha), levando investidores a procurar mercados mais atrativos para alocar seu dinheiro. Isso reflete na queda do dólar frente a várias moedas. Juros nos EUA Com o resultado do Brexit, o Federal Reserve (BC dos Estados Unidos) deu sinais de que não subirá as taxas de juros no país tão cedo quanto se imaginava. Com isso, o capital estrangeiro que migraria para lá com um aumento dos juros tende a permanecer em outros mercados, especialmente os emergentes, que oferecem taxas de juros mais atrativas. Isso segura a cotação do dólar. Commodities A Brexit derrubou temporariamente os preços das principais matérias-primas, mas elas logo voltaram a se recuperar. O petróleo chegou a tocar US$ 50 o barril nas últimas semanas, após ter atingido mínimas históricas no começo do ano, negociado abaixo de US$ 30. O minério de ferro também se recuperou, confirmando o fim do ciclo de queda. Essa valorização das commodities atrai mais dólares para países exportadores como o Brasil, pressionando sua cotação para baixo. Fonte: Rede Brasil Atual e G1
  20. Olá pessoal! Tenho uma amiga que mora em Bogotá e os pais dela são sócios de uma empresa de transportes por lá. Eles têm interesse em comprar peças de ônibus aqui no Brasil, que é mais barato, e eu, seria a intermediária para fazer esse envio para Colômbia. Estou muito interessada em fazer essa transação, mas não sei por onde começar. Obrigada!
  21. Bom dia, Tenho dúvidas referente a exportação de serviços de TI para os países do Peru e da Colômbia. Estamos prevendo o pagamento em dólar dos serviços prestados em ambos os países, emitindo uma invoice a partir do Brasil para pagamento. As dúvidas em relação a isso são: 1) Alguém sabe se o governo colombiano faz alguma retenção no pagamento via Wire Transfer para o Brasil? 2) Aqui no Brasil, há alguma incidência de impostos? 3) Se sim para qualquer uma das perguntas, qual a porcentagem que devo esperar a ser retirada do meu montante faturado? 4) O montante faturado será tributado em dólar ou em real? Grato.
  22. coletivatrading

    COMO COMPRAR OU VENDER PARA A CHINA

    Já ouviu falar, ou quis fazer, prospecção de produtos, fornecedores e parceiros no exterior, principalmente da China? Quer ajuda para descobrir quem fabrica o que você precisa, na China ou outros países? Que tal participar de feiras e viagens de negócios na China ? Para entender um pouco sobre como descobrir produtos ou compradores para o seu produto na China: https://www.linkedin.com/pulse/como-comprar-ou-vender-para-china-leonardo-loewenstein?trk=prof-post
  23. Bom dia, Sou fabricante de um produto e gostaria de informações sobre revenda na Inglaterra, devido ao alto cambio da moeda em relação a nossa, o valor do produto ficaria muito em conta na Inglaterra. Ponto importantes: O revendedor não vai gastar com nada, apenas como parceria em revender o produto e receber as devidas comissões. Preciso de alguem que já more na Inglaterra e tenha interesse em revender e uma empresa especializada para o desembaraço da burocracia de modo geral, entrego o produto em qualquer lugar aqui no Brasil. Preciso estudar valores de frete, cambio, taxa de serviços, impostos, etc... Caso alguém se interesse, favor entrar em contato. WhatsApp +556493362123 (Matheus Lacerda)
  24. Somos uma trading em Hong Kong com escritórios na China, proprietário brasileiro. Oferecemos produtos e serviços para o desenvolvimento do seu negócio com a China. Hoje temos diversos clientes em indústrias diferentes, como eletrônicos, fibra ótica, OTDR, máquinas de fusão, VOIP, materiais para construção e decoração, luminárias e outros. Atenciosamente, Ronald Moretto Azul Development HK www.azul.hk
  25. Tiago Augusto Lippi Garbin

    Assessoria em Operações de Comércio Exterior

    Profissional largamente experimentado em coordenação de operações de comércio exterior oferece assessoria de importação para os seguimentos de: - Produtos químicos para tratamento de couro bovino e para uso em laboratório de biotecnologia, por modal marítimo, aéreo e rodoviário, com as devidas licenças de importação de órgãos anuentes (MAPA, ANVISA, Exército, DECEX, etc). - Sementes por modal aéreo e marítimo, com as devidas permissões e licenças prévias emitidas pelo MAPA. - Material de embalagem e identificação para processos de industrialização, além de máquinas para incorporação de ativo, ambos com uso de benefícios tarifários (ex-tarifário, ICMS estado do PR). - Regime aduaneiro especial de admissão temporária para uso econômico, com contratação de seguro aduaneiro para impostos suspensos. Assessoria e consultoria técnica para: - Classificação de mercadorias de acordo com a NCM, com análise de tratamento tributário (II, IPI, PIS, COFINS e ICMS), com capatazia e AFRMM compondo base de cálculo para impostos e tratamento administrativo, averiguando necessidade de licenciamento prévio de determinado órgão anuente para importações. - Parceria com agente de carga localizado na cidade de São Paulo, ampliando alcance da atuação, viabilizando melhores ofertas de fretes e serviços. - SISCOSERV – módulos Aquisição e Venda. Contato: Tiago Augusto Lippi Garbin tiago.garbin@gmail.com (43) 8431-5736
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