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  1. INTENSIVO EM COMÉRCIO EXTERIOR CURSO PRESENCIAL (Limeira/SP) MATRÍCULAS ABERTAS Objetivo: Capacitar o aluno interessado em atuar ou que já atua no mercado internacional, proporcionando-lhe conhecimento dos procedimentos e rotinas utilizados nas operações de Exportação e Importação, desde o início das negociações internacionais até o embarque efetivo da mercadoria e/ou recebimento do bem provindo do exterior. Público Alvo: Empresários, Administradores de Empresas, Vendedores, Compradores, Contadores, Estudantes de Comércio Exterior, Administração, Ciências Contábeis e Logística. Carga horária total: 30 horas - 10 Encontros Dias: Segundas e Quartas-feiras - Março dias: 18, 20, 25, 27 e Abril dias 1, 3, 8, 10, 15 e 17. Horário: 19hs às 22hs Local: Unicesumar - Limeira - Rua Visconde do Rio Branco, 79 - Centro, Limeira - SP Programa do Curso: - 37 tópicos, sendo: Cenário do Comércio Exterior no Brasil Estruturas do Comércio Exterior Brasileiro Órgãos anuentes e gestores Habilitação RADAR e suas modalidades Internacionalização da empresa e acesso aos mercados internacionais. Pesquisa e Desenvolvimento de Fornecedores Pesquisa e Desenvolvimento de Compradores Documentos no Comércio Exterior Formas de pagamentos no Comércio Exterior Câmbio Formação de preços na Exportação Tributos na exportação Incoterms 2010 Tributos na Importação: II, IPI, Pis, Cofins e ICMS Financiamentos na Exportação Financiamentos na Importação. Certificação de origem e suas finalidades Regimes aduaneiros especiais na Exportação e Importação Drawback Barreiras e restrições à exportação e importação Desembaraço aduaneiro Canais de Parametrização Roteiro de Exportação e Importação Classificação Fiscal de Mercadorias Modais & Logística Internacional Tipos de Contêineres e embarques (FCL e LCL) Embalagens no Comércio Internacional Seguro Internacional Cálculo de Nacionalização / Custos na Importação Conferência Física da Mercadoria Valoração Aduaneira Envio e Recebimento de Amostras Dumping / Antidumping Marinha Mercante Demurrage Ex-tarifários Declaração Única de Exportação - DUE Investimento: R$ 1.200,00 Incluso: Material Didático, Certificado e Coffee-Break Pagamento: À vista com 10% de desconto ou a prazo via Pagseguro em até 12x no cartão. Facilitador: Maicon Casemiro Pereira, Diretor Operacional de Comércio Exterior desde 2008, coordenando as áreas de Importação e Exportação. Consultor em Comércio Exterior. Despachante Aduaneiro credenciado pela Delegacia da Receita Federal desde 2006, autorizado à proceder com desembaraços aduaneiros de importação, exportação e regimes especiais em recintos alfandegados. Professor em Comércio Exterior nas matérias de Fundamentos do Comércio Exterior, Sistemática de Importação & Exportação, Transportes e Seguros no Comércio Exterior e Logística Internacional. Ampla experiência didática com aulas, treinamentos e workshops e atuação efetiva em projetos de internacionalização de empresas e desembaraço aduaneiro de cargas junto à fiscalização. Pós-graduando em International Business Management pelo MIB - Massachusetts Institute of Business. Maiores informações em: https://www.simalog.com/treinamentos
  2. Sem qualquer sinalização do governo sobre a regulamentação do pagamento do bônus variável por eficiência, os auditores fiscais da Receita Federal - que há mais de um ano já recebem um adicional de R$ 3 mil por mês nos salários - prometem intensificar as paralisações de trabalho e as operações padrão nas aduanas do País. A categoria, cujo salário inicial é superior a R$ 20 mil, fechou acordo com o governo ainda em 2016 para receber bônus para cumprir metas de trabalho. O adicional de remuneração inclusive foi aprovado em lei, mas até hoje não foi regulamentado e as metas nem chegaram a ser estipuladas. "A Receita disse que não há entraves para a regulamentação, mas também disse que não há expectativas para a publicação desse decreto. Continuamos frustrados", afirmou o presidente do Sindifisco Nacional, Claudio Damasceno, após reunião com o secretário da Receita, Jorge Rachid. A queda de braço entre os auditores fiscais e o governo vem desde o ano passado. Em outubro, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, chegou a dizer à categoria que a regulamentação do bônus sairia em 30 dias, o que não aconteceu. "Os auditores não querem fazer greve, querem que a lei seja cumprida. Enquanto isso não acontecer o movimento vai se intensificar", avisou Damasceno. De acordo com a lei que criou o bônus, a Receita deve estipular as metas para os auditores, que precisam ser aprovadas por um comitê formado por representantes dos ministérios da Fazenda, Planejamento e Casa Civil. Apesar de todos os auditores já receberem um bônus fixo de R$ 3 mil por mês desde janeiro do ano passado, ele argumenta que a regulamentação e a definição das metas possibilitarão que os servidores com melhor desempenho ganhem adicionais superiores a isso. No limite, um auditor fiscal poderá turbinar o salário até o teto constitucional - que é a remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal, equivalente a cerca de R$ 33,7 mil. "Não podemos dizer que a nossa remuneração não está de acordo com a realidade do funcionalismo, mas os auditores fiscais de 21 Estados já recebem bônus variáveis com base no desempenho. O mesmo ocorre em países como França, Estados Unidos e Japão", alegou o presidente do Sindifisco. Questionado por que servidores que prestaram concurso público para desempenhar suas funções de acordo com os salários já pagos à categoria precisam de um bônus para cumprir as metas de trabalho, Damasceno lançou o argumento da meritocracia. "O bônus variável é um contrato de risco para o servidor. Pode-se ganhar mais que R$ 3 mil de adicional, mas pode-se ganhar menos ou até mesmo não ganhar nada", respondeu. O projeto inicial de bônus para a categoria previa que a remuneração extra seria pagar a partir dos recursos arrecadados com as multas aplicadas em autuações da Receita, mas o Congresso retirou essa destinação. Segundo Damasceno, o pagamento do bônus deve vir do Fundo de Desenvolvimento e Administração da Arrecadação e Fiscalização (Fundaf), que existe desde 1975. "Não faltam recursos para o pagamento do bônus", completou o sindicalista. Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO • 21.02.18 3:31 PM
  3. Os auditores fiscais da Receita Federal que atuam no Porto de Santos aprovaram a operação Desembaraço Zero a partir da próxima segunda-feira. Além disso, caso o acordo salarial da categoria não seja aplicado até o próximo dia 31, haverá greve a partir de 12 de novembro. No setor, há o temor de que, com a aproximação do Natal, o desembarque de produtos sofra atrasos e os exportadores recorram ao transporte aéreo para fugir dos custos excedentes. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), cada dia de paralisação na Alfândega do Porto de Santos causa um atraso do recebimento de R$ 100 milhões em impostos federais. Além disso, há um acúmulo de cerca de 3 mil contêineres, que ficam represados no complexo. Cargas que normalmente são desembaraçadas em 24 horas poderão ter de esperar até cinco dias pela autorização. A operação Desembaraço Zero prevê somente a liberação de cargas consideradas essenciais, como remédios, insumos hospitalares, animais vivos e alimentação de bordo para tripulantes de navios. No entanto, os outros setores da Alfândega, como atendimento ao público, funcionam, o que não acontecerá se for deflagrada a greve no mês que vem. Nas delegacias da Receita Federal, responsáveis pela arrecadação de tributos, passará a vigorar a operação Meta Zero. Nela, os auditores fiscais executam serviços que correspondem aos 30% mínimos necessários por setor, além de outras demandas definidas como prioritárias pela lei. Para o diretor-executivo do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar), José Roque, o consumidor final será o mais prejudicado com as paralisações, pois os custos adicionais serão incorporados aos preço das cargas. “Isso pode provocar o encalhe de determinados produtos sazonais ou então obrigar o importador a reduzir o seu ganho para não encalhar o seu produto”, explicou. O executivo destaca que as paralisações inviabilizam a garantia dos compromissos assumidos por exportadores e importadores, o que gera perda de credibilidade do País. Fonte: A Tribuna
  4. Inscrições abertas! Maiores informações: (19) 3039-8784 / (19) 99837-7025 http://www.simalog.com/#!treinamentos/cr1y
  5. Olá estou querendo iniciar na atividade de vendas de vinhos, e gostaria de saber o que eu preciso detalhadamente para conseguir as licenças, quais sao elas? Empresa responsavel em conseguir estas licenças? Como funciona os tramites legais junto a receira e ministerio da agricultura. Aguardo e espero que possam me ajudar.
  6. Simulação do Tratamento Tributário e Administrativo das Importações Código NCM 6105.10.00 Descrição NCM CAMISAS D/MALHA DE ALGODÃO, USO MASCULINO Taxa de Câmbio do Dia 18/4/2013 R$ 1,9903 Valor Aduaneiro Convertido R$39,81 Alíquota II (%) [35,00] Tributo II R$ 13,93 Alíquota IPI (%) [0,00] Tributo IPI R$ 0,00 Alíquota PIS (%) [1,65] Tributo PIS R$ 0,96 Alíquota COFINS (%) [8,60] Tributo COFINS R$ 5,02 Fiz uma consulta no site http://www4.receita.fazenda.gov.br/simulador/ e recebi o resultado acima. Tenho algumas dúvidas: 1) Sempre vejo o pessoal falando sobre ser taxado em 60%. Imaginava que este era o imposto de importação (II). Mas como vocês podem ver, para este item, o II é de "apenas" 35%. Os 60% sobre o qual todos falam é a soma de todos os impostos (II + IPI + PIS + COFINS)? 2) Se eu for revender, preciso colocar na soma o ICMS, certo? 3) Fazendo outras consultas percebi que o II varia muito de produto pra produto. Existe algum lugar onde eu possa consultar uma tabela com o II para todos os tipos de produtos? (A consulta neste simulador da fazenda é muito complicada e demorada. Queria uma espécie de planilha ou tabela) 4) Para a simulação, coloquei o preço do produto em US$ 20. Depois de somar todos os impostos, o preço fica em R$ 59,72. Não achei tão alto assim. Calculei certo ou ainda falta imposto/taxa? Obrigado pela atenção
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