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[EXAME] Dólar volta a subir à espera de divulgação de vídeo de Bolsonaro

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O dólar votou a subir, na tarde desta sexta-feira, 22, com o mercado à espera da divulgação do vídeo da reunião ministerial do presidente Jair Bolsonaro. De acordo com a CNN, o ministro do STF Celso de Melo irá quebrar o sigilo da gravação. Às 16h10, o dólar comercial subia 0,1% e era vendido por 5,589 reais.

“O dólar sentiu um pouco, mas ainda não é uma alta tão elevada. Vamos ver o conteúdo de tudo isso”, disse Vanei Nagem, analista de câmbio da Terra Investimentos.

Entre os investidores, já o temor de que o vídeo comprometa a imagem do presidente e aumente a instabilidade política no país.

Mais cedo, o dólar chegou a operar em queda, após o o diretor de política econômica do Banco Central, Fábio Kanczuk, dizer que a autarquia está “muito bem” preparada para corrigir distorções no câmbio e que vê com cautela novos cortes de juros.

“Esse Banco Central é bem menos intervencionista do que era em outros governos. Com essas declarações, ele sinaliza que pode intervir se tiver variação muito discrepante”, disse Fabrizio Valloni, chefe da mesa de câmbio da Frente Corretora.

Na quarta-feira, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a autarquia poderia aumentar a atuação no câmbio “se necessário.”

Pela manhã, a moeda americana abriu em alta, tendo em vista que a possibilidade de a China impor novas leis de segurança nacional em Hong Kong pode piorar sua já deteriorada relação com os Estados Unidos.

A tentativa chinesa de aumentar o controle sobre a cidade semiautônoma ocorre poucos meses após uma das maiores ondas de protesto em Hong Kong e em meio à escalada da guerra comercial. No mesmo dia em que defendeu a lei de segurança nacional, o primeiro-ministro da China, Li Keqiang, também anunciou que o país deixará de ter uma meta para o PIB.

Na véspera, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que poderia reagir “fortemente” se a China seguir com seus planos de impor leis de segurança nacional em Hong Kong.

“O receio é que tal decisão volte a estimular protestos na região e, sobretudo, coloque em xeque a primeira fase do acordo entre as duas potências”, escreveu, em nota, Ricardo Filho, analista da Correparti.

No exterior, o dólar ganha força ante a maioria das principais divisas emergentes, como o rublo russo, lira turca e a rúpia indiana. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas desenvolvidas, também sobe.

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