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Como emitir um Invoice de serviço a uma empresa de Israel sendo pessoa física?


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13 replies to this topic

#1 GabrielaRMK

GabrielaRMK

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Postou 06 janeiro 2011 - 19:45

Olá, era contratada por um site israelense, como suporte e tradutora. Vivo agora no Brasil, meu visto de residente em Israel venceu no mês passado e infelizmente não poderei renová-lo. Para continuar com o trabalho me pediram que eu emita e lhes envie um Invoice de serviço e admito estar encontrando grande dificuldade em obter informações de como fazê-lo.

Minhas perguntas:

- É possível emitir um Invoice de Serviço (se é que ele existe), sendo pessoa física?
- Quais são os impostos que devo pagar e como pagá-los?
- Meu faturamento seria em torno de R$2000 a R$3000 por mês, por ser tão baixo eu me isentaria de algum imposto?
- Possuo uma conta em Israel e tenho como retirar dinheiro dela estando aqui no Brasil, poderia receber nesta conta?

Qualquer informação será uma grande ajuda!

Muito obrigado.
Gabriela

#2 Fernando M.

Fernando M.

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Postou 13 janeiro 2011 - 13:42

Olá Gabriela! Uma invoice é apenas um documento de cobrança criado pelo próprio emissor. Não é um documento controlado pelo governo, como uma nota fiscal, por exemplo.
A invoice em geral contém apenas: dados do emissor (nome, endereço, telefone, etc); tipo de serviço realizado; valor; data de emissão; data de vencimento; dados do contratante; dados bancários para pagamento. Nunca vi uma invoice emitida por pessoa física, mas não vejo razão para não poder emití-la.

Acho que não há nenhum imposto no recebimento destes valores. Apenas imposto de renda deverá ser declarado posteriormente, é claro. O ideal para tratar deste assunto seria falar com uma corretora de câmbio. Com certeza poderão te ajudar neste aspecto.

Como funciona esta conta em que o valor é depositado em Israel (em moeda estrangeira) e você saca no Brasil? Legalmente falando, você teria de fazer o câmbio desta moeda para reais. Caso não seja desta forma, então o dinheiro entra "frio" no Brasil e portanto "não existe". Me explique melhor como é esta conta, assim posso falar com alguma corretora e tirar esta dúvida sobre os impostos.

Fernando M.
— "Existem 10 tipos de pessoas no mundo: as que entendem binário e as que não entendem."
— "Qualquer idéia boa que precise ser realizada imediatamente, acredite, não é uma idéia boa."


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#3 GabrielaRMK

GabrielaRMK

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Postou 17 janeiro 2011 - 14:04

Olá Gabriela! Uma invoice é apenas um documento de cobrança criado pelo próprio emissor. Não é um documento controlado pelo governo, como uma nota fiscal, por exemplo.
A invoice em geral contém apenas: dados do emissor (nome, endereço, telefone, etc); tipo de serviço realizado; valor; data de emissão; data de vencimento; dados do contratante; dados bancários para pagamento. Nunca vi uma invoice emitida por pessoa física, mas não vejo razão para não poder emití-la.

Acho que não há nenhum imposto no recebimento destes valores. Apenas imposto de renda deverá ser declarado posteriormente, é claro. O ideal para tratar deste assunto seria falar com uma corretora de câmbio. Com certeza poderão te ajudar neste aspecto.

Como funciona esta conta em que o valor é depositado em Israel (em moeda estrangeira) e você saca no Brasil? Legalmente falando, você teria de fazer o câmbio desta moeda para reais. Caso não seja desta forma, então o dinheiro entra "frio" no Brasil e portanto "não existe". Me explique melhor como é esta conta, assim posso falar com alguma corretora e tirar esta dúvida sobre os impostos.


Oi Fernando, muito obrigado por me responder. O fato é que morei em Israel um bom tempo e lá tenho uma conta bancária em um banco local. Para sacar o dinheiro aqui no Brasil (ou em qualquer lugar do mundo)eu uso um cartão de crédito internacional emitido em Israel que gera uma fatura debitada automaticamente a cada mês nesta conta bancária. Não pago taxas ao cartão e além disso a taxa de cambio é muito boa! Claro que preferiria seguir desta maneira, pois acredito que para mim é a mais rentável. O que você acha, é possível?
Ainda em relação ao Invoice, este documento possui ou não possui valor fiscal?

Mais uma vez agradeço,
Gabriela

#4 Fernando M.

Fernando M.

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Postou 17 janeiro 2011 - 17:44

Gabriela, você tem o que muitos brasileiros sonham! Uma forma de receber seu pagamento sem que o mesmo transite documentalmente no país. O consumo que você faz através deste cartão de crédito entra no país como se fosse o dinheiro gasto por um turista. Para todos efeitos é um cartão de crédito emitido no exterior, em uso no Brasil. Exatamente como um turista faria.

Não tenho muito conhecimento na área fiscal, mas uma invoice emitida por você não tem regulamentação alguma. É apenas um documento emitido por você mesma, para uso da empresa no exterior.

Objetivando: você emite esta invoice e a envia por email para a empresa que te contratou. A empresa deposita em sua conta em Israel e você gasta o valor dentro do Brasil. A invoice não transitou por nenhum órgão ou instituição bancária e o cartão de crédito é como se fosse turismo.

Não sei se esta operação é vedada no Brasil, mas acredito que seja impossível de ser identificada pelo governo, em busca de tributos.

O cuidado que você tem de ter é que esta renda não é declarada, e portanto deveria ser utilizada apenas para consumo e não aquisição de bens. A aquisição de bens você deve(ria) declarar a como esta renda extra não compõe a renda declarada, poderá gerar suspeita.

Fernando M.
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#5 GabrielaRMK

GabrielaRMK

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Postou 18 janeiro 2011 - 16:10

Gabriela, você tem o que muitos brasileiros sonham! Uma forma de receber seu pagamento sem que o mesmo transite documentalmente no país. O consumo que você faz através deste cartão de crédito entra no país como se fosse o dinheiro gasto por um turista. Para todos efeitos é um cartão de crédito emitido no exterior, em uso no Brasil. Exatamente como um turista faria.

Não tenho muito conhecimento na área fiscal, mas uma invoice emitida por você não tem regulamentação alguma. É apenas um documento emitido por você mesma, para uso da empresa no exterior.

Objetivando: você emite esta invoice e a envia por email para a empresa que te contratou. A empresa deposita em sua conta em Israel e você gasta o valor dentro do Brasil. A invoice não transitou por nenhum órgão ou instituição bancária e o cartão de crédito é como se fosse turismo.

Não sei se esta operação é vedada no Brasil, mas acredito que seja impossível de ser identificada pelo governo, em busca de tributos.

O cuidado que você tem de ter é que esta renda não é declarada, e portanto deveria ser utilizada apenas para consumo e não aquisição de bens. A aquisição de bens você deve(ria) declarar a como esta renda extra não compõe a renda declarada, poderá gerar suspeita.


Oi Fernando, mais uma vez obrigado! Sei que tenho um esquema ótimo, mas meu medo é que eles em Israel precisem de algo mais formal, indo então além do Invoice. Você saberia me dizer como eu poderia prestar este serviço para eles "legalmente", seria como uma exportação de serviço? Eu teria que abrir uma empresa ou há uma forma de exportar serviços como pessoa física?
Ouvi dizer também que a nota fiscal emitida aqui não tem valor algum em outros países... é isso mesmo? Se for assim, fica difícil entender como funcionam as exportações....

Obrigado de novo! Você está me ajudando muito.


Gabriela

#6 Fernando M.

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Postou 19 janeiro 2011 - 18:00

Gabriela, quanto a ir "além da invoice", não há outro documento que possam solicitar a você em relação à operação. Não me refiro a contratos, por exemplo. Mas à operação, a invoice é o documento oficial de cobrança emitido por você.

Não sei te dizer se você precisa abrir uma empresa para poder receber dinheiro do exterior, mas caso queira recebê-lo "legalmente", então não poderá mais receber através deste cartão de crédito e sim através de uma transferência bancária para uma conta no Brasil e que através de um fechamento de câmbio você receba o dinheiro em reais. Nesta operação são descontadas taxas de transferência do banqueiro, despesa de edição de contrato de câmbio, etc.

A nota fiscal é um documento brasileiro, válido somente dentro do território nacional. Você não imagina a dificuldade que é para uma pessoa no exterior entender o que é uma nota fiscal, pois este documento simplesmente não existe na maioria (se não em todos) os países. A invoice que emitimos na exportação é o mesmo documento utilizado no exterior para cobrança dentro do próprio país. A nota fiscal na exportação portanto, serve apenas para amparar legalmente a mercadoria em trânsito, devido à obrigatoriedade deste documento para toda e qualquer mercadoria. Para o processo de exportação em si, ela não tem utilidade alguma. Quando a mercadoria chega no porto/aeroporto, é lá que fica a nota fiscal, ou seja, não segue para o exterior, ao contrário da invoice.

A exportação é fácil. Difícil é o Brasil. Imagem
Fernando M.
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#7 Lucas Cury

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Postou 24 janeiro 2011 - 11:36

Olá Gabriela,
Adicionando as correstas informações dos colegas aqui já postadas vamos aos demais.

Sim, pode emitir uma Invoice de Serviço para receber seus honorários. A empresa em Israel poderá lhe enviar o dinheiro ao qual receberá no Brasil arcando com isso os tributos de Imposto de Renda de (se não me falaha memória) 27,5%.
TAxas serão de acordo com a sua corretora ou banco. Em média cobra-se de USD 60 a USD 140 a liquidação e contrato.

O dinheiro que possui em conta corrente no exterior deve ser sempre declarado ao Banco Central através (por favor me corrijam se estou enganado) do ROF - Registro de Operações Financeiras. A manutenção de recursos no exterior sem a devida declaração é considerado crime de sonegação. Porém não se preocupe quanto a isso. O intuito de legalizar é possível sem penalidade criminal, no máximo multa.

A Invoice deverá ser em seu nome e você também deverá ter um cadastro junto a uma corretora de câmbio que realizará a liquidação no Brasil (seu banco pode lhe ajudar). A corretora com isso lhe dará um Canal Bancário que deverá ser informada na Invoice para que a empresa em Israel possa enviar o recurso.

Obviamente algumas corretoras são mais chatas que outras. Isso é, dependendo do banco/corretora podem lhe pedir um contrato de prestação de serviço com a empresa em ISrael como podem não lhe pedir nada a não ser a Invoice. Tudo vai do grau de realcionamento seu com sua corretora, afinal a corretora é solidária e corresponsavel nas operações. Logo cabem a eles se resguardarem quanto a toda legalidade de uma trasnferncia de dinheiro.

Qualquer dúvida só falar!

abs

Lucas Cury
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#8 GabrielaRMK

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Postou 24 janeiro 2011 - 15:51

Gabriela, quanto a ir "além da invoice", não há outro documento que possam solicitar a você em relação à operação. Não me refiro a contratos, por exemplo. Mas à operação, a invoice é o documento oficial de cobrança emitido por você.

Não sei te dizer se você precisa abrir uma empresa para poder receber dinheiro do exterior, mas caso queira recebê-lo "legalmente", então não poderá mais receber através deste cartão de crédito e sim através de uma transferência bancária para uma conta no Brasil e que através de um fechamento de câmbio você receba o dinheiro em reais. Nesta operação são descontadas taxas de transferência do banqueiro, despesa de edição de contrato de câmbio, etc.

A nota fiscal é um documento brasileiro, válido somente dentro do território nacional. Você não imagina a dificuldade que é para uma pessoa no exterior entender o que é uma nota fiscal, pois este documento simplesmente não existe na maioria (se não em todos) os países. A invoice que emitimos na exportação é o mesmo documento utilizado no exterior para cobrança dentro do próprio país. A nota fiscal na exportação portanto, serve apenas para amparar legalmente a mercadoria em trânsito, devido à obrigatoriedade deste documento para toda e qualquer mercadoria. Para o processo de exportação em si, ela não tem utilidade alguma. Quando a mercadoria chega no porto/aeroporto, é lá que fica a nota fiscal, ou seja, não segue para o exterior, ao contrário da invoice.

A exportação é fácil. Difícil é o Brasil. Imagem



Adorei Fernando, muito obrigado!!! Era tudo o que eu queria ouvir!

;-)

#9 GabrielaRMK

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Postou 24 janeiro 2011 - 15:57

Olá Gabriela,
Adicionando as correstas informações dos colegas aqui já postadas vamos aos demais.

Sim, pode emitir uma Invoice de Serviço para receber seus honorários. A empresa em Israel poderá lhe enviar o dinheiro ao qual receberá no Brasil arcando com isso os tributos de Imposto de Renda de (se não me falaha memória) 27,5%.
TAxas serão de acordo com a sua corretora ou banco. Em média cobra-se de USD 60 a USD 140 a liquidação e contrato.

O dinheiro que possui em conta corrente no exterior deve ser sempre declarado ao Banco Central através (por favor me corrijam se estou enganado) do ROF - Registro de Operações Financeiras. A manutenção de recursos no exterior sem a devida declaração é considerado crime de sonegação. Porém não se preocupe quanto a isso. O intuito de legalizar é possível sem penalidade criminal, no máximo multa.

A Invoice deverá ser em seu nome e você também deverá ter um cadastro junto a uma corretora de câmbio que realizará a liquidação no Brasil (seu banco pode lhe ajudar). A corretora com isso lhe dará um Canal Bancário que deverá ser informada na Invoice para que a empresa em Israel possa enviar o recurso.

Obviamente algumas corretoras são mais chatas que outras. Isso é, dependendo do banco/corretora podem lhe pedir um contrato de prestação de serviço com a empresa em ISrael como podem não lhe pedir nada a não ser a Invoice. Tudo vai do grau de realcionamento seu com sua corretora, afinal a corretora é solidária e corresponsavel nas operações. Logo cabem a eles se resguardarem quanto a toda legalidade de uma trasnferncia de dinheiro.

Qualquer dúvida só falar!

abs


Oi Lucas, obrigado pela resposta e informações. Gostaria de saber de você quanto à real necessidade de legalizar esta operação. Visto que o valor é de no máximo R$3.000,00, acha que corro muito risco em continuar da forma que estou? Tenho medo de depois que se somarem todas estas taxas e impostos, não valha mais a pena o trabalho em si.
O que acha?


Gabriela

Este post foi editado por GabrielaRMK: 24 janeiro 2011 - 15:59


#10 Lucas Cury

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Postou 24 janeiro 2011 - 16:17

Oi Gabriela,

Note que o termo legalizar acho que não é bem o caso, afinal ainda não há nada ilegal.

Eu acredito que fazer o certo vale o sono da noite não é?

A bem da verdade acho sim válido fazer a maneira correta. Note que a receita não vai ver só os R$ 3.000,00... Mas sim os R$ 36.000,00 acumulados no ano.

Note que por questões práticas vamos falar do que é certo e não do que é justo, se não caimos em uma longa discussão ética acerca do Tributo x Estado x Contribuinte x Uso do Dinheiro Público.

Você tem duas alternativas:

1 - Mantenha o recurso no exterior, em uma conta corrente em seu nome, e utilize do recurso quando for necessário através de envio ao Brasil (e pagando os devidos impostos por meio de uma corretora) ou através de cartão de crédito internacional emitido pelo Banco em Israel

2 - Internalize mês a mês o recurso recolhendo o Imposto de Renda

Note que em ambos os casos, é necessário a declaração do recurso ao Banco Central e Receita Federal. POrém o que eu acho mais fácil é nacionalizar o dinheiro de tempos em tempos a fim de não ficar pagando taxas bancárias de liquidação todo mês.

Agora uma outra sugestão para análise é constituir uma Micro-Empresa no Brasil, onde por esta será prestado o serviço em questão. Logo quem recebe é a Empresa, logo o imposto será menor por se tratar de uma ME (na amonta em questão 6,85% se não me falha a memória). MAs aí vai da análise afinal montar empresa representa ter gastos mensais com contador, lançamentos contábeis, etc.

Fica a sugestão para análise.

um abraço,
Lucas

Lucas Cury
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#11 GabrielaRMK

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Postou 01 fevereiro 2011 - 15:14

Oi Gabriela,

Note que o termo legalizar acho que não é bem o caso, afinal ainda não há nada ilegal.

Eu acredito que fazer o certo vale o sono da noite não é?

A bem da verdade acho sim válido fazer a maneira correta. Note que a receita não vai ver só os R$ 3.000,00... Mas sim os R$ 36.000,00 acumulados no ano.

Note que por questões práticas vamos falar do que é certo e não do que é justo, se não caimos em uma longa discussão ética acerca do Tributo x Estado x Contribuinte x Uso do Dinheiro Público.

Você tem duas alternativas:

1 - Mantenha o recurso no exterior, em uma conta corrente em seu nome, e utilize do recurso quando for necessário através de envio ao Brasil (e pagando os devidos impostos por meio de uma corretora) ou através de cartão de crédito internacional emitido pelo Banco em Israel

2 - Internalize mês a mês o recurso recolhendo o Imposto de Renda

Note que em ambos os casos, é necessário a declaração do recurso ao Banco Central e Receita Federal. POrém o que eu acho mais fácil é nacionalizar o dinheiro de tempos em tempos a fim de não ficar pagando taxas bancárias de liquidação todo mês.

Agora uma outra sugestão para análise é constituir uma Micro-Empresa no Brasil, onde por esta será prestado o serviço em questão. Logo quem recebe é a Empresa, logo o imposto será menor por se tratar de uma ME (na amonta em questão 6,85% se não me falha a memória). MAs aí vai da análise afinal montar empresa representa ter gastos mensais com contador, lançamentos contábeis, etc.

Fica a sugestão para análise.

um abraço,
Lucas



Oi gente, mais uma vez agradeço pelas respostas e informações. Recebi agora um email da empresa em Israel dizendo que terão que transferir meu salário para minha conta no Brasil.... ai ai.
Gostaria de uma recomendação.
Qual seria o melhor banco ou corretora, com menores taxas, para que eu não "perca" metade do meu salário???
Tenho conta do Bradesco, será?

Um abraço,
Gabriela

#12 Lucas Cury

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Postou 01 fevereiro 2011 - 17:05

Como já tem relacionamento com o Bradesco, acho válido ver com sua gerente o que irão lhe solicitar par aliquidar este câmbio. Caso tenha dor de cabeça me envie uma mensagem que lhe indico a Corretora que trabalhamos em SP e RJ.

abs
Lucas

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#13 Joao da Silva

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Postou 11 abril 2012 - 14:17

Olá, Gabriela.

Estou procurando uma tradutora de hebraico.

Qual seu nivel de proficiencia ? Onde voce aprendeu a falar ?

Como posso te contatar ?

Este post foi editado por Joao da Silva: 11 abril 2012 - 14:17


#14 silvio

silvio

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Postou 13 julho 2012 - 06:15

Na mesma linha do amigo acima que mencionou a criação de microempresa, penso que o sistema de empreendedor individual atenderia perfeitamente a nossa amiga, e com o mínimo de despesa já que nem de contador necessitaria, e o faturamento me parece que estar dentro dos limites permitidos.

A analisar.

Este post foi editado por silvio: 13 julho 2012 - 06:16